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        <year>2005</year>
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    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
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ções de gestão emanadas da Resolução do Conselho de
Ministros nº 53/2004, de 21 de Abril, que aprova a
operacionalização da Reforma da Administração Pública e elege a
gestão por objectivos como a grande matriz da mudança,
ligando dessa forma a Administração a objectivos e resultados.</p>
      <p>A aplicação deste tipo de métodos, no domínio da avaliação
de investimentos em Sistemas e Tecnologias de Informação,
não constitui prática generalizada, nacional ou
internacionalmente. Impõe-se, pois, na circunstância, uma introdução
cuidada e apoiada, bem como um acompanhamento atento e
cooperativo da aplicação da metodologia, visando a sua
permanente adaptação à realidade evolutiva da AP.</p>
      <p>A MAIS desempenhará igualmente um papel relevante no
cumprimento das funções de coordenação atribuídas ao
Instituto de Informática, quer em sede de Entidade de Coorde- Julga-se, porém, que o sucesso da iniciativa em causa só será
nação Sectorial (DL 196/99, de 8 de Junho), quer de CIO – plenamente atingido se forem adoptadas ópticas semelhantes
Chief Information Officer para o Ministério das Finanças (des- no acompanhamento do desenvolvimento dos projectos, com
pacho de 23 de Março de 2004 da Senhora Ministra de Estado vista, não só ao aperfeiçoamento da metodologia, como,
soe das Finanças). bretudo, à criação de condições que assegurem a obtenção
dos benefícios identificados para o investimento, que
motivaram a emissão de parecer favorável.</p>
      <p>A área técnica em que a metodologia se inscreve – Economia
da Informação (Information Economics) – de importância
amplamente reconhecida, dado os recursos crescentes que os É neste contexto que nos propomos, em colaboração com as
investimentos em Sistemas e Tecnologias de Informação con- entidades gestoras do PIDDAC, trabalhar seguidamente no
somem e o impacto decisivo que têm no desempenho orga- desenvolvimento de uma metodologia de acompanhamento
nizacional, encontra-se, porém, ainda insuficientemente sis- e avaliação de projectos, compatível com a MAIS, fechando,
tematizada. assim, o ciclo de melhoria da gestão do investimento em
SI/TI.</p>
      <p>Os modelos disponíveis privilegiam essencialmente a
componente financeira, descurando de algum modo outros
aspectos, de natureza mais qualitativa, como sejam o
alinhamento estratégico com o negócio ou a gestão do risco, que,
em nossa opinião, devem constituir factores a valorizar,
quando o objectivo é perseguir o sucesso, a utilidade e a uti- Pretende-se, neste capítulo, apresentar globalmente a MAIS,
lização efectiva dos Sistemas, granjeando assim para as orga- focando sumariamente, para cada uma das vertentes (análise
nizações factores distintivos de competitividade e desempe- financeira, alinhamento estratégico e análise de risco):
nho.</p>
      <p>A abordagem seguida na MAIS comporta, assim, a análise
das três vertentes – análise financeira, análise de risco e
alinhamento estratégico do projecto de investimento – com
preocupações de quantificação dos benefícios a atingir e é
suportada numa ferramenta (FAI – Ferramenta de Avaliação
de Investimentos).</p>
      <p>A vastidão da temática e a natureza da análise preconizada
levaram a que fosse procurado o suporte técnico-científico da
Universidade de Évora, que foi prestado pelo Professor
António Serrano, sem custos para o Instituto, dando, uma vez
mais, corpo ao espírito de Serviço Público.</p>
      <p>Entende-se ser de realçar a validade de parcerias
Universidades - Administração Pública, como forma de potenciar o
conhecimento e competitividade nacional, prática esta, aliás,
consagrada pelos Países mais desenvolvidos da UE, no
âmbito das respectivas estratégias de crescimento,
competitividade e Sociedade da Informação.</p>
      <p>O resultado desta parceria, no caso em apreço, traduz-se na
concretização de uma ferramenta de gestão, que, apesar das
dificuldades que acarretará para o avaliador, o Instituto de
Informática, e os avaliados, os Organismos do Ministério das !"Identificar as consequências da não realização do projecto,
Finanças (MF), contribuirá para um maior nível de exigência constituindo-se como uma vertente de análise qualitativa
dentro da AP, no que diz respeito à qualidade dos investi- para aferição do alinhamento estratégico e dos benefícios a
mentos a realizar no domínio dos Sistemas e Tecnologias de obter
Informação, atinente com as novas preocupações de gestão
preconizadas pelo processo de Reforma da AP.
!"Identificar, de forma objectiva, os benefícios a obter com o
projecto enquanto base de sustentação à avaliação do
retorno do investimento, a realizar no âmbito do Módulo de</p>
      <p>Análise Financeira, e da racionalidade do mesmo
!" Objectivo e a fundamentação teórica, isto é, as fontes de
investigação utilizadas para a construção da ferramenta,
bem como as opções tomadas, de modo a facilitar a sua
aplicação na AP
!"O tipo de questões colocadas aos Organismos
!"Uma síntese da análise técnica que se preconiza efectuar</p>
      <p>em relação à informação recebida, e
Pretende-se com o módulo da avaliação estratégica:
!"Determinar o grau de alinhamento do projecto com os
objectivos estratégicos do Organismo, definidos no âmbito do
processo de Reforma da AP
!"A matriz de MacFarlan, enquanto instrumento que permite
posicionar e aferir a importância do projecto na estratégia
de desenvolvimento da Organização (Tabela 1)</p>
      <p>O resultado do trabalho nesta vertente é consubstanciado no
Módulo de Avaliação Estratégica (MAE), que,
genericamente, fornecerá o seguinte tipo de informação, para cada
projecto:
!" Ao nível do alinhamento do projecto com os objectivos
estratégicos
!"A metodologia de Gestão de Benefícios, da Escola de Cran- !"Objectivo do investimento
field, proposta e desenvolvida por John Ward, enquanto
ferramenta que dá suporte à identificação dos benefícios
do investimento em SI/TI, à adopção de métodos de
gestão que assegurem a correspondente obtenção, permitindo
avaliar, a partir de drivers de negócio, o alinhamento
estratégico do projecto com os objectivos de negócio da Organi- !"Ao nível dos benefícios, directos e indirectos:
zação
!"Objectivos estratégicos do Organismo para que está a</p>
      <p>contribuir e grau de contribuição
!"Se o projecto dá resposta a uma imposição legal
Da Rede de Dependências, representada na figura (Fig.1),
instrumento central da citada metodologia, far-se-á, nesta
fase, uma aplicação focalizada fundamentalmente nos
seguintes domínios:
!"Identificação dos benefícios correlacionados com os
objectivos de investimento a que os mesmos pretendem
dar resposta
!"O grau de explicitação dos benefícios quanto à sua
ob</p>
      <p>jectivação e mensurabilidade
!"A existência de um responsável por assegurar que os
benefícios identificados são obtidos
!"O (s) benefício (s) a obter
!"Objectivos a que os mesmos dão resposta
!"Grau de explicitação do benefício, aferido através da</p>
      <p>unidade de medida indicada
!"Âmbito do impacto do projecto
!"Existência, ou não, de responsável nomeado para
asse</p>
      <p>gurar a correspondente obtenção
!"Para efeito de classificação do projecto na matriz de
MacFarlan são colocadas 4 questões de escolha múltipla,
endereçando o impacto do projecto no negócio actual e
futuro do Organismo, os sectores afectados, as consequências
da não realização e o principal factor crítico de sucesso, em
termos de tempo, qualidade e custo
!"O alinhamento do projecto com a estratégia de SI/TI do</p>
      <p>Organismo é aferido através de duas questões de escolha
múltipla sobre a existência ou não de um exercício de
Planeamento Estratégico de Sistemas de Informação e a
aferição se o projecto candidato consta do plano de
implementação resultante do estudo de PESI.</p>
      <p>A informação recebida no domínio do alinhamento dos
objectivos do investimento com os objectivos estratégicos da
Organização leva em consideração o grau de ponderação
Do cruzamento dos objectivos de negócio com os objectivos
de investimento obtém-se, para cada projecto, a seguinte
matriz-exemplo de análise (Tabela 2):
!"Existência, ou não, de um responsável pela obtenção do
benefício, podendo daqui ser extraídas recomendações
no domínio da gestão do risco e da própria gestão do
projecto.</p>
      <p>O nível de benefícios a obter, analisados nas duas vertentes
referidas e levando em atenção, o grau de contribuição do
projecto para os objectivos de negócio da Organização,
permitirá uma classificação numa escala de:
!"Baixo
!"Médio
!"Alto
O posicionamento do projecto, em termos de alinhamento
estratégico e benefícios a obter será representado numa
matriz bidimensional (Fig. 2), que permitirá elaborar
recomendações da natureza das inscritas na citada matriz.</p>
      <p>O alinhamento do projecto com a estratégia de SI/TI da
Organização, aferida através da existência ou não de um
exercício de planeamento estratégico e da inclusão do
proA análise, de natureza qualitativa da matriz obtida, permite- jecto no plano de implementação resultante, cruzado com a
nos, juntamente com o âmbito do impacto do projecto (afecta estratégia de negócio, constitui uma outra vertente de
anáum sector ou vários), aferir o grau de contribuição do mesmo lise, qualitativa, traduzida na matriz abaixo, que permitirá
para a concretização da estratégia, que será traduzido numa sustentar tecnicamente e obter confiança quanto à decisão
escala de: de investimento (Fig.3).</p>
      <p>!"Baixo
!"Médio
!"Alto
Complementarmente, a componente “benefícios a obter
com o projecto” será analisada sob duas vertentes
!"O grau de explicitação dos mesmos quanto à sua
objectividade e mensurabilidade, sendo consideradas duas
dimensões – benefícios observáveis e benefícios
mensuráveis, podendo esta mensurabilidade assumir um
nível quantitativo ou financeiro</p>
      <p>Com esta vertente da Metodologia de Avaliação de
Investimentos pretendia-se avaliar a viabilidade financeira dos
projectos apresentados, focando o investimento de Capital
e o seu impacto nos processos/funções alvo do
investimento.</p>
      <p>Com este intuito procuraram-se métodos e critérios
consagrados de análise financeira de investimentos, quer
individualmente quer integrados em metodologias completas de
avaliação de investimentos, criadas e em uso por
instituições credíveis.</p>
      <p>Da análise da literatura especializada ressaltaram como
critérios de avaliação de investimentos o Valor Actualizado
Líquido (VAL), a Taxa Interna de Rentabilidade (TIR), o
Período de Recuperação do Investimento (Pay-Back) e o
Retorno do Investimento (ROI). Estes podem ser utilizados
separadamente mas é aconselhável uma análise
multicritério que os combine, tendo sido esta a óptica adoptada.
Tratando-se de critérios universalmente aceites o tratamento
teórico dos vários autores apresentou-se similar, sendo, no
entanto, de realçar, pelo uso que foi delas feito, as obras
“Análise Qualitativa de Projectos de Investimento” de
Álvaro Lopes Dias2 e “Concepção e Análise de Projectos de
Investimento” de Albertino Marques3.</p>
      <p>Em relação à integração destes critérios numa metodologia
completa de avaliação de investimentos em SI/TI, após
alguma pesquisa optou-se por estudar as seguintes:
!" IDA Value on Investment, desenvolvida pela Comissão</p>
      <p>Europeia em 2002 e em uso pela mesma desde 2003
!" IOWA ROI, desenvolvida pelo Estado do Iowa em 2000 e</p>
      <p>em uso desde esse ano
!" Standard ROI Financial Analisys Tool, desenvolvida a
partir de 2001 pela Nucleus Research, consultora
especializada na área, e em uso por vários clientes desde o
mesmo ano</p>
      <p>Destas metodologias, retiram-se e adaptaram-se
essencialmente para a vertente financeira, os seguintes elementos
!" Óptica de cash-flow na análise de investimentos
!" Discriminação do investimento e dos custos de
explora</p>
      <p>ção da actividade alvo do primeiro
!" Métodos de quantificação financeira de benefícios
quali</p>
      <p>tativos
!" Integração na metodologia dos critérios de avaliação
fi</p>
      <p>nanceira de investimentos
O resultado do trabalho nesta vertente traduz-se no
Módulo de Avaliação Financeira (MAF) da MAIS.</p>
      <p>Através do preenchimento pelos organismos do MAF
obtêm-se:
!" Ao nível da despesa
!" O detalhe das despesas de investimento/Capital
(independentemente da fonte de financiamento) de acordo
com as categorias Software, Hardware, Consultoria
Externa, Desenvolvimento de aplicações à medida,
Pessoal, Formação e Outras despesas
!" O detalhe das despesas previstas com a exploração do
novo sistema implementado, de acordo com as
categorias Software, Hardware, Consultoria Externa,
Desenvolvimento de aplicações à medida, Pessoal, Formação
e Outras despesas
!" Ao nível dos benefícios financeiros
!" As poupanças geradas face à situação actual, para os
organismos e para os utentes, durante a vida útil do
projecto
!" Os acréscimos de receitas gerados face à situação
actu</p>
      <p>al, para os organismos, durante a vida útil do projecto
Com os dados pedidos garante-se a reavaliação não só do
valor do investimento, mas também do impacto que este
terá sobre as funções/processos alvo do mesmo.</p>
      <p>O processamento dos dados introduzidos dá origem ao
quadro resumo de Cashflow do projecto o qual permite
definir os valores dos critérios de avaliação financeira
acima referidos, VAL, TIR4, ROI e Pay-Back. A combinação
destes, numa análise multicritério, dá por sua vez origem
ao posicionamento do projecto na Matriz de Avaliação
Financeira, que se apresenta de seguida (Fig. 4):
A quarta vertente, os factores críticos de sucesso, é
informação qualitativa que tem como principais funções validar a
coerência das respostas dadas nas vertentes anteriores e
suportar reuniões de esclarecimento e reavaliação do
projecto proposto.
P E8TWRaOrdL,EJUohMn; Griffiths, Pat. Strategic Planning for
Information Systems, 2nd Edition; John Wiley &amp; Sons
A metodologia proposta foi delineada a partir de duas
principais referências bibliográficas: Capítulo 6 - Risk
Assessment do Guia de Gestão de Qualidade em TI da Shell5 e
Strategic Planning for Information Systems6.</p>
      <p>Foi elaborado um questionário a ser preenchido pelos
organismos proponentes. Neste questionário são efectuadas
perguntas que se dividem em quatro vertentes:
Nas três primeiras vertentes vai ser atribuída valorização a
cada resposta que depende da opção escolhida e com base
na qual será classificada cada uma das vertentes com risco
Baixo, Médio ou Alto.</p>
      <p>O resultado da avaliação será apresentado num referencial
tridimensional, como exemplificado na figura. (Fig. 6).</p>
      <p>A Matriz de Avaliação Financeira é um dos instrumentos
do processo interactivo de avaliação a desenvolver com os
organismos, sendo que a sua leitura, e isto, exclusivamente
em termos financeiros, deverá apontar para a as seguintes
recomendações (Fig. 5):
A equipa avaliadora deverá elaborar um relatório final com
a apreciação aos resultados da Avaliação Financeira do
Investimento a ser integrado e conjugado com o relatório final
global.</p>
      <p>Nesta vertente pretende-se identificar e avaliar os
potenciais riscos, isto é os aspectos que podem pôr em causa o
sucesso do projecto. Na fase de análise do investimento esta
avaliação permite antecipar potenciais impactos na vertente
financeira e na capacidade do projecto atingir os
resultados/benefícios a que se propôs.</p>
      <p>A avaliação e gestão do risco é um processo que deve ser
mantido ao longo do desenvolvimento do projecto de
forma a minorar os impactos dos riscos identificados, através
de acções concretas que eliminem ou reduzam
antecipadamente o problema.
!" Risco organizacional / estratégico que pretende avaliar o
grau de risco na capacidade da organização em absorver
o projecto e respectivos impactos organizacionais
!" Risco tecnológico que pretende avaliar o grau de risco de</p>
      <p>falha ou instabilidade da tecnologia
!" Risco do projecto que pretende avaliar o grau de risco de
desvios ao inicialmente previsto devido a problemas de
coordenação e gestão do projecto
!" Factores críticos de sucesso identificados pelo
proponente, que pretendem avaliar as suas preocupações
fornecendo informação qualitativa para a avaliação</p>
      <p>O referencial de avaliação do risco apresentado na figura é
um instrumento interactivo de avaliação, sendo que a sua
leitura, e isto em termos exclusivamente de análise de risco,
deverá apontar para a seguinte classificação (Fig. 7):
O resultado desta análise deverá ser integrado com as
outras.</p>
      <p>As três vertentes de análise, alinhamento estratégico,
financeira e risco, proporcionam leituras válidas mas parciais
sobre a bondade do investimento. Para garantir uma leitura
global e integrada é necessário conjugar os resultados das
três vertentes numa análise que atribua importância
relativa a cada uma delas, de acordo com a análise concreta de
cada projecto.</p>
      <p>A conjugação dos resultados das três vertentes é feita
através de uma análise multi-dimensional, que posiciona os
projectos nos cubos da Matriz de Análise Global, conforme
figura abaixo (Fig. 8).</p>
      <p>Tratando-se de um processo interactivo e iterativo de
avaliação, há lugar a um primeiro posicionamento do projecto
na Matriz de Avaliação Global, resultado do trabalho de
análise das fichas de projecto, o qual se poderá traduzir,
como se pode ver na figura abaixo, num conjunto de
recomendações a serem colocadas aos organismos aquando das
reuniões de trabalho. Essas recomendações poderão dar
origem a uma re-caracterização das fichas de projecto e seu
consequente reposicionamento nas várias vertentes e
análise global, e servir de base ao parecer técnico a ser
apresentado no Relatório Final de Avaliação (Fig. 9).</p>
      <p>Conforme explicitado anteriormente, a MAIS tem como
produto e objectivo final a avaliação ex-ante dos projectos
de investimento PIDDAC em Sistemas e Tecnologias de
Informação, a aplicar, numa primeira fase, ao nível do
Ministério das Finanças. Esta focalização no universo da
Administração Pública, deve-se ao facto de ter tido na sua
génese uma decisão do Senhor Secretário de Estado do
Orçamento e, a procura do estabelecimento da ligação dos
benefícios potenciais dos projectos com os Objectivos
Estratégicos dos organismos, definidos no âmbito da Resolução do
Conselho de Ministros nº 53/2004, de 21 de Abril.</p>
      <p>A MAIS foi já aplicada a alguns projectos piloto, no âmbito
do PIDDAC 2005, Programa P001 – Sociedade da
Informação, no Ministério das Finanças, tendo provado a sua
exequibilidade. Para suportar o processo de avaliação, foi
desenvolvida, entretanto, uma aplicação de suporte à recolha
de dados (FAI), a qual está disponível, para o universo dos
utilizadores em causa, a partir da página do Instituto de
Informática na Internet, na morada
www.instinformatica.pt/mais. Esta página serve ainda para
apresentar a MAIS ao público em geral e para funcionar como
plataforma de troca de ideias e experiências sobre a matéria
da avaliação de investimentos em SI/TI.</p>
      <p>Está-se, de momento, numa fase de consolidação da
metodologia, adaptando-a ao processo de modernização da AP e
tornando-a mais exigente à medida que novos indicadores
e métricas forem ganhando sustentabilidade. No futuro
próximo, pretende-se complementá-la com as vertentes de
acompanhamento do desenvolvimento e da avaliação final
dos projectos de investimento, numa óptica de verificar a
obtenção efectiva dos benefícios previamente identificados.</p>
      <p>Em termos do suporte informático, prevê-se evoluir da
ferramenta de recolha de dados (FAI) que actualmente
suporta apenas essa fase do processo de avaliação, para uma
ferramenta de apoio à decisão que permita automatizar ao
máximo todo o processo.</p>
      <p>DIAS, Álvaro Lopes. “Análise Qualitativa de Projectos de
Investimento”. EDIUAL – Editora da Universidade
Autónoma de Lisboa. 2002
IDA – Interchange of Data Between Administrations –
EUROPEAN COMISSION.IDA Value of Investment (Final
Report – version 2.1.). 2002
MARQUES, Albertino. “Concepção e Análise de Projectos
de Investimento”. Edições Silabo. 1998.</p>
      <p>DOESER, B.A. Information Technology Quality
Management Guide: 6 Risk Assessement – SHELL
INTERNATIONALE PETROLEUM.</p>
      <p>SERRANO, António, CALDEIRA, Mário (2004), “Gestão de
Sistemas e Tecnologias de Informação”, FCA.</p>
      <p>WARD, J. e PEPPARD, J. (2202) “Strategic Planning for
Information Systems”, 3ª edição, John Wiley &amp; Sons
WARD, J. e MURRAY, P. (2000), Benefits Management –
Best Practice Guidelines”, Cranfield School of Management.</p>
      <p>WARD, J. e GRIFITHS, Pat. “Strategic Planning for
Information Systems”, 2nd Edition; John Wiley &amp; Sons.
http://www2.info.state.ia.us/roi/index.html - Site do Iowa
Return on Investment
http://www.nucleusresearch.com/about.html - Site da
empresa de consultoria Nucleus Research</p>
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