<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <journal-meta />
    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Aspectos semânticos em um sistema de integração de informações na Web</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Rosalie Barreto Belian</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Ana Carolina Salgado</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
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          <label>0</label>
          <institution>Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco</institution>
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        </aff>
      </contrib-group>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>Resumo Abstract</title>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>1. Introdução</title>
        <sec id="sec-1-1-1">
          <title>Sistemas de integração de informações na Web compõem o cenário da Web semântica [2]</title>
          <p>
            constituindo um dos pré-requisitos para a completa interoperabilidade entre aplicações desta área.
Neste sentido, conceitos da Web semântica têm sido assimilados no desenvolvimento de sistemas
de integração de informações na Web. Conceitos como ontologias, metadados e contextos têm sido
empregados com o objetivo de tratar semanticamente a informação em sistemas de integração de
dados [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref3 ref4 ref5 ref6">3,4,5,6</xref>
            ] com os papéis apresentados a seguir.
•
•
•
          </p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-1-2">
          <title>Uma ontologia, como definida em [7], “é uma especificação explícita de uma</title>
          <p>
            conceitualização.” Uma ontologia de um dado domínio de conhecimento oferece um
vocabulário terminológico de referência que pode ser utilizado na resolução de conflitos
semânticos entre conceitos e termos utilizados nas fontes de dados distribuídas [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref1 ref7">1,7</xref>
            ].
          </p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-1-3">
          <title>Metadados [1], geralmente definidos como “dados sobre dados”, podem ser utilizados para</title>
          <p>descrever significado, conteúdo, organização ou objetivo dos dados. Em um sistema de
integração de informações, metadados têm o papel fundamental de fornecer, por exemplo,
informação relevante sobre as fontes de dados para a integração de esquemas e conteúdo.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-1-4">
          <title>Um contexto “contém metadados relacionados ao seu significado, propriedades (tais como</title>
          <p>
            fonte, qualidade, e precisão), e organização” [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref4 ref5">4,5</xref>
            ]. Em um sistema de integração de
informações, contextos podem conter descrições sobre a natureza estrutural, organizacional e
semântica das fontes de dados distribuídas. Contextos são considerados ferramentas eficazes no
tratamento da heterogeneidade da informação [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref5">5</xref>
            ].
          </p>
          <p>Sistemas de integração de dados baseados em mediação apresentam um esquema integrado com o
propósito de compatibilizar características e informações relevantes para seus usuários com a
capacidade de resposta de fontes distribuídas de dados. A resolução da heterogeneidade semântica,
neste cenário, considera o emprego de ontologias de domínio como ferramentas que possibilitam
automatizar o processo de esclarecimento terminológico entre as fontes de dados. Em um sistema
baseado em mediação, a organização e coleta de metadados precisam ser consistentes o bastante
para subsidiar o processo de integração tornando-o independente de características estruturais e de
representação das fontes de dados. Finalmente, o processamento de informação sensitiva ao
contexto em um sistema de mediação, respeitando características individuais de fontes de dados
heterogêneas e autônomas na Web, permitem a formulação de consultas mais expressivas na
geração do mediador, bem como a produção de resultados mais precisos na execução das consultas
do usuário.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-1-5">
          <title>Este trabalho tem como objetivo apresentar aspectos semânticos pertinentes à integração de</title>
          <p>
            informações na WEB identificados no processo de especificação do sistema Integra. O Integra é
um sistema para integração de informações distribuídas em fontes de dados na WEB [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref8">8</xref>
            ]. O Integra
possui uma arquitetura baseada em mediação que adota a abordagem GAV (Global as View) [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref9">9</xref>
            ] na
definição de mapeamentos entre o esquema de mediação e os esquemas das fontes de dados.
Usuário/Aplicação
Mediador
Gerenciador
Consultas
          </p>
          <p>GeFreonncteiasdor</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>Figura 1. Arquitetura do Sistema Integra [8]</title>
      <p>o
ir
suU ViUsãsoeruVsuieáwri1o 1 ViUsãsoeruVsuieáwri2o 2 …VisUãsoerusVuieáwrion n
á</p>
      <p>Gerenciador requisitos usuário
iraedodm MCMaoenndtesiaunçletãadosor CMGoeendrsiaaudçltoãaros
o
d
o
ã
ç
n
e
t
u
n
a
m
e
o
ã
ç
a
r
e
G</p>
      <p>GerenCcioandcoeritEusaqluema</p>
      <p>Schema Matcher
e
r
a
w
e
lid Lookup
d</p>
      <p>M
s
o
d
a
d
e
d
s
e
t
n
o
F
Avaliador Qualidade
Consultas Mediação</p>
      <p>Base de
conhecimento Fontes
de dados</p>
      <p>Base de
conhecimentos
do mediador
s
o
d
a
d
e
d
o
ã
ç
a
r
g
e
It
n
Wrapper</p>
      <p>Lookup</p>
      <p>Wrapper</p>
      <p>Lookup</p>
      <p>Wrapper
BD Relacional
BD
ObjetoRelacional
Documento</p>
      <p>XML</p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>O sistema Integra utiliza XML como modelo comum para intercâmbio de dados e XML Schema</title>
        <p>
          como representação padrão para o esquema de mediação e esquemas das fontes de dados [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref10">10</xref>
          ]. A
arquitetura original do sistema Integra pode ser visualizada na Figura 1.
        </p>
        <p>Nesta arquitetura, o módulo em que se encontram as fontes de dados produz as informações
necessárias para a geração e manutenção do mediador, como os esquemas destas fontes que são
coletados pelos módulos Lookup. Os Wrappers por sua vez, são responsáveis por traduzir as
subconsultas para o formato particular de cada fonte de dados e devolver seus resultados para o
módulo de integração de dados. O módulo de integração de dados é responsável pela
reestruturação e integração dos dados provenientes das fontes de dados autônomas apresentando
para usuários e aplicações uma visão XML integrada dos dados distribuídos. Outros componentes
deste módulo são utilizados na otimização do tempo de resposta das consultas do usuário.
O módulo de geração e manutenção do mediador processa as informações dos esquemas das
fontes de dados gerando e atualizando as consultas de mediação, mantendo também a consistência
dos mapeamentos entre elementos de mediação e elementos das fontes de dados que serão
utilizados na execução das consultas do usuário no módulo de integração de dados. O módulo do
usuário compreende os componentes responsáveis pela configuração e gerenciamento dos
requisitos do usuário.
É importante ressaltar que o sistema Integra foi originalmente proposto para resolver apenas
aspectos sintáticos e estruturais na integração de informações. Neste trabalho, sua arquitetura foi
estendida de forma a incluir aspectos para tratamento semântico da informação. A arquitetura
estendida utiliza os conceitos de ontologias, metadados e contextos na resolução da
heterogeneidade da informação.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>Este artigo está organizado como descrito a seguir. Na seção 2 é discutido o emprego dos conceitos</title>
        <p>para tratamento semântico da informação no Integra. Na seção 3 é apresentada a visão estendida do</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-3">
        <title>Integra descrevendo o processo de integração de informações resultante, e na seção 4 são apresentadas algumas conclusões e trabalhos futuros.</title>
        <sec id="sec-2-3-1">
          <title>2. Integração semântica de informações</title>
          <p>
            Em um processo de integração de informações a resolução de conflitos estruturais e sintáticos entre
objetos deve se dar apenas após o estabelecimento da sua similaridade semântica. O
estabelecimento da similaridade entre objetos baseada em princípios puramente esquemáticos e
estruturais foi discutida na literatura e considerada ineficiente para determinar a integração destes
objetos [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
            ]. Nos sistemas que utilizaram esta abordagem o processo de integração se baseava no
conhecimento prévio da semântica dos objetos para integração. Neste caso, a integração dos dados
ocorria com base nos rótulos ou identificadores de entidades e atributos das fontes de dados
distribuídas. Estes sistemas contribuíram fortemente para o desenvolvimento e maturação dos
aspectos envolvidos no tratamento estrutural e sintático, permitindo o desenvolvimento posterior de
sistemas com base em processos de integração mais realistas, que incorporam o tratamento
semântico da informação.
          </p>
          <p>No sistema Integra uma ontologia de domínio está sendo utilizada com o objetivo de permitir a
interpretação semântica dos conceitos encontrados nas fontes de dados. Conceitos semanticamente
similares devem ser identificados nas fontes de dados e posteriormente integrados. A informação
semântica neste processo é necessária para identificar o significado correto do termo e então
proceder à integração de esquemas e conteúdo a que o Integra se propõe. Neste contexto, a
ontologia de domínio estabelece o vocabulário de referência que descreve conceitos, termos e
relacionamentos do domínio de conhecimento no qual atua o sistema. Um processo para
estabelecimento de correspondências semânticas entre termos das fontes de dados e a ontologia
deve então ser executado sendo suportado por um conjunto de metadados rico o suficiente para
descrever informações estruturais, sintáticas e semânticas. No Integra, metadados estão sendo
utilizados para descrever: características das fontes de dados, termos da ontologia, conceitos das
fontes de dados, conceitos de mediação, mapeamentos entre conceitos de mediação e conceitos das
fontes de dados, e consultas de mediação.</p>
          <p>Uma outra característica do Integra que merece ser destacada é a forma de organização de
metadados do sistema agrupados através de contextos. Contextos são utilizados no Integra
agrupando metadados relacionados às fontes de dados e seus elementos, e no nível de mediação,
associados aos conceitos do usuário. Desta maneira, os metadados utilizados no processo de
integração no sistema Integra são contextualizados de acordo com o elemento tratado: fonte de
dados ou mediador. Metadados relacionados às fontes de dados são utilizados na geração de seus
esquemas XML para o sistema, bem como na captura da semântica mais adequada para seus
elementos no processo de estabelecimento de correspondências semânticas com a ontologia de
domínio. Da mesma forma, o conteúdo das respostas das sub-consultas processadas nas fontes de
dados devem estar de acordo com o contexto de cada fonte em particular. Neste caso, uma
transformação ou adequação do contexto da fonte para o contexto de mediação deve ser realizada
possibilitando a integração destes dados resolvendo conflitos existentes no seu conteúdo. No</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-2-4">
        <title>Integra, um contexto pode manter informações tais como: grau de similaridade e relacionamentos semânticos, mapeamentos entre conceitos de mediação e suas entidades relacionadas nas fontes de dados remotas, tipos de dados e restrições, precisão, entre outros.</title>
        <sec id="sec-2-4-1">
          <title>3. O Sistema Integra estendido</title>
          <p>
            O processo de integração de informações está baseado em duas dimensões principais: um processo
de aquisição de informações estruturais e semânticas sobre as fontes de dados para geração do
mediador, e uma segunda fase considerando o processamento de consultas do usuário e a produção
de seus resultados integrados no sistema, como pode ser visualizado na arquitetura (Figura 1). O
processo para geração do mediador semanticamente alinhado considera as seguintes etapas [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref11">11</xref>
            ]:
•
•
•
•
•
          </p>
          <p>Extração e tradução dos esquemas das fontes de dados: nesta etapa os esquemas das fontes
de dados são coletados e convertidos para o modelo comum de dados.</p>
          <p>Comparação de elementos das fontes de dados e conceitos da ontologia: esta tarefa consiste
em identificar a similaridade semântica entre elementos dos esquemas das fontes de dados e
conceitos e termos da ontologia de domínio. Esta etapa produz um conjunto de
correspondências semânticas que esclarecem o significado de cada elemento encontrado nas
fontes de dados. Entidades, relacionamentos e atributos das fontes de dados são submetidos ao
processo de comparação com a ontologia de domínio.</p>
          <p>Agrupamento de conceitos semanticamente similares: esta tarefa unifica conceitos
semanticamente similares produzindo um conjunto de “clusters”, que serão utilizados pelo
usuário na definição de seus requisitos. Nesta etapa é iniciada a formatação dos contextos do
mediador associados a cada conceito “cluster”, no entanto sua configuração é apenas concluída
na fase de geração do esquema de mediação.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-2-5">
        <title>Definição de requisitos do usuário: esta atividade considera o universo de conceitos gerados na etapa anterior e que foram semanticamente interpretados através da ontologia. O usuário deve selecionar neste universo os conceitos que são relevantes para sua aplicação.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-6">
        <title>Geração do esquema de mediação: nesta etapa os metadados mantidos nos contextos de</title>
        <p>
          mediação e das fontes de dados são utilizados na geração do esquema de mediação.
Para suportar o processo descrito anteriormente, na arquitetura estendida foi criado o módulo da
ontologia, que contém os elementos ontológicos do domínio de conhecimento de atuação do
sistema e que fornece informação semântica aos outros módulos da arquitetura. Além deste módulo
foram criados os módulos para estabelecimento da correspondência semântica de entidades das
fontes de dados e conceitos da ontologia (semantic entity matcher), unificação semântica de
conceitos similares (semantic entity unifier) e geração do esquema de mediação (mediator
schema generator) [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref11">11</xref>
          ] detalhados a seguir.
        </p>
        <p>Correspondência semântica de entidades: este módulo compara entidades, atributos e
relacionamentos obtidos dos esquemas das fontes de dados buscando o seu esclarecimento
semântico através de conceitos e termos da ontologia. Um processo sintático de comparação (com
base na grafia) entre elementos dos esquemas das fontes e a ontologia é realizado produzindo
correspondências semânticas entre estes. Antes da realização do processo de comparação um
prétratamento é realizado com o objetivo de realizar uma normalização nos nomes de elementos dos
esquemas das fontes (hífens, gênero, número, grau, etc.).</p>
        <p>Unificação semântica: este módulo busca unificar entidades e atributos similares utilizando os
relacionamentos semânticos associados a conceitos das fontes de dados gerados pelo módulo
anterior. Os conceitos similares são agrupados produzindo um “cluster”. Um conceito é
considerado similar a outro conceito se eles possuem um grau significativo de similaridade
semântica. O processo de unificação produz uma coleção de conceitos (“clusters”) que serão
utilizados pelo usuário na configuração de seus requisitos relevantes. A informação de mapeamento
entre os conceitos do mediador e das fontes de dados é gerada neste momento, mas a configuração
do contexto do mediador será completada com a definição dos requisitos do usuário.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-7">
        <title>Geração do esquema de mediação: de acordo com os requisitos do usuário, este módulo completa a informação necessária para definir o esquema do mediador. Os mapeamentos entre conceitos das fontes de dados e do mediador serão utilizados na geração das assertivas de correspondência utilizadas na geração das consultas do mediador.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-8">
        <title>Os módulos descritos foram inseridos na arquitetura original do Integra aproveitando o processo de tratamento sintático e estrutural existente. O processo de geração do mediador finalmente produz um mediador semanticamente alinhado que deverá ser utilizado pelo processo original no módulo de integração de dados (arquitetura).</title>
        <sec id="sec-2-8-1">
          <title>4. Conclusões e trabalhos futuros</title>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-2-9">
        <title>Este trabalho apresentou a adaptação do sistema Integra, que originalmente foi especificado com base em aspectos sintáticos e estruturais, para incorporar também o tratamento semântico da informação. Sua maior contribuição consiste na proposta de enriquecimento de um processo de integração de informações já amadurecido com mecanismos para tratamento semântico.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-10">
        <title>O processo de integração discutido neste trabalho está baseado nos conceitos de metadados,</title>
        <p>contextos e ontologias. Estes conceitos têm sido explorados em diversos sistemas de integração de
informações devido ao seu grande potencial na resolução de conflitos semânticos da informação. O
sistema Integra foi revisado para incluir estes conceitos tendo a sua arquitetura original sido
redesenhada com o objetivo de produzir um esquema de mediação composto por informação
semanticamente alinhada com a ontologia de domínio.</p>
        <p>
          O Integra foi projetado para atuar na integração de dados distribuídos na Web, considerando fontes
de dados autônomas, heterogêneas e semi-estruturadas. Sistemas como o Integra, que resolvem
problemas de integração de dados considerando a natureza semântica da informação, pertencem ao
cenário da Web Semântica, cujas aplicações demandam por uma completa interoperabilidade entre
sistemas e dados [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref2">2</xref>
          ]. No momento, as especificações dos sub-processos para identificação de
similaridade entre termos da ontologia e elementos das fontes de dados, e o agrupamento de
conceitos similares, estão sendo concluídos. Estão também sendo iniciados os estudos relacionados
ao tratamento semântico na integração do conteúdo obtido das fontes de dados em resposta às
consultas do usuário. A validação da arquitetura proposta será realizada através da implementação
de um protótipo para aplicação na área de saúde.
        </p>
      </sec>
    </sec>
  </body>
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