<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>An;mse dos Recurses da Tecnologia da InformaRo para ReduAo do TCO (Total Cost of Ownership) Atentando para a PreservaAo da Qualidade</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Alexandro Barbosa</string-name>
          <email>alex@ufmet.br</email>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Gerlando Augusto S. F. de Lima</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>Estudantede Cincias Contbeis - ~</institution>
        </aff>
        <aff id="aff1">
          <label>1</label>
          <institution>Professor da Universidade Federal do Rio Grande do None - Uf:RN Professor da Universidade Potiguar - Unf Professor da Faculdade de Natal - PAL Mestrando em Controladoria - UFPB</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <fpage>117</fpage>
      <lpage>123</lpage>
      <abstract>
        <p>Souaa.t-ia 1 de; Ros atalia S Martins - tado da e e Petspectivas de Uso de Modelo de Custo Total de Proprtedade o) mas izades' - nu Con8resso Nacional de Custos. Recife, 2000.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>RuaJoo</title>
      <p>bito global. Ha a
de custos empresariais,
para encarar a concorrkncia e a competiVSo
gLobalizada no guerra comercial que travam je, as
mpresas encezaam uma }ornada ue, parece no ter
limi es ou ark mesmo flm, na busc eLa qualidade,
Dela produtividade, pe rapidez no concepGdo, criaVdo
prod uG&amp;ode um novo be ou serviVo, c a meta de
cEgor 6ente de qualquer concorrnte, usando para
issoa tec ogia d z"nfrmaVao.que se encontra,-hoje
canto o princal instrment par o desenvolvtmento`,
de estraBiascompetitivas n organizaV6es. 0 custo
total de proprie dude est&amp; se utz izado peLos
projetistas e st temas de informado do mundo poi Se
orctera em uma metalogia de mensurar o nine[
de qualidade, os custos e os rtornos dos empresas no
que dNeeresPeagooaotilteodsee
cofazmere
do dos
,ecursos do tecnologia de informaV5o e produtos, com
a perspectiva de aumento do qualidode e redu50 do
TCO .par uma melhoria no gerenciamento dos
organzzaVoes.</p>
      <p>/NTRODUO</p>
      <p>Nessas Ol6masd adas, anands do infcio da era da
informagSo, a mentalidade empresanal esni sendo
OCOrrendo O surgimento
reengenharia, .downgrades",
de</p>
      <p>inova5es como:
.downsizing", entre
outros` IniciOu-Se tuna Corlida mars acitrada em busca
de,9ualidade'. Arease comdrciO e cOmfl,mVlvldad_,e:,c9ue
cada vez mats Se dI.rectona.Para a globallzaaO (fatO,
cOnse9nentemente' Ja OcOmdO)" ,</p>
      <p>
        Muitas emPresas recuam nos mrcados globals
Por9ue sd08 m"zto lento em imPlementa' vas
tecnologias` Isso an aPalha O avanO de 9ual9uer
emPresa'POI 'sso e Pezcebido no gldficO ahaixO, onde
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Cruz (1998</xref>
        ) analisa Os Passos da tOlogla de
InfolmaVao Corn o glau de cOnheclmentO "rl" ad9ulndO
corn O Passardos temPos;demonstran.do9ue.em 9uanto
mals avanVada e a tecnolOgl malor sa o grau de
conheclmento aPllcadO e au de 9ualldde seguro Para
o gerenclamentO e cOntlnuldade dos
negOclOs
      </p>
      <p>TCO (TOTAL COST OF OWNERSHIP)
___________________
8
Pa
tec"ol
d' infOtm80 - 580 Paulo:</p>
      <p>QuaTIC`2OO/I117</p>
      <p>Com as novas filosofias, principalmente a de
qualidadetotal e redo&amp;o de custos a qualquerpreo, as
organiza6es nAoatentavama maier dependncia polos
sistemas de informaAo, apesarde que nem sempre as
t6cnicas de redo8o de custos (ex.: redo&amp;o de pessoal)
e gerenciamento da qualidade empregadas dessem
retornosesperadosaos gestores.</p>
      <p>Nunca sc prestou :onto a:enVdo aos cus:os de se
monter uma estrutura dc Tecnologio do Informodo,
quan:o est6 sendo hojc.Jo Ou seja, hd uma maior
preocupa&amp;o com a redo50 dos custos ligados aos
sistemas de informa30 sem haver perda na qualidade
do que qualquertempo
anterior</p>
      <p>O TCO (Total Cost of Ownership) estd sendo
utilizado como ferramentapara razerandIlsedos custos
diretos e indiretosde se possuir e utilizer "hardwares"e
.softwares" associado ao nlvel de qualidadenecesso.
O TCO de uma empresa 6 composto pelos custos
orados e n&amp;oorados, ou custos diretos (aqueles itens
que fazem pane do centro de custo da area de sistema,
tais como: software, hardware,pessoal administrativoe
operacional) e os custos indiretos (os custos que
normalmente,na maioria das empresasn&amp;os3o tratados
pelo oramento, tais como: suporte. formal e informal,
ao ustuirio final, treinamento informal, a perda de
produtividade por conta da indisponibifidade
(downu"me) do equipamento, entre outros). Vale
salientar que coda essa estruturagera um componente
final que pode ser uma informago, produtoou servio;
devendo, em qualqueruma das hip6teses, satisfazer sen
usualIo eJou consumidor final da melhor forma
possi"vel,ou seja, com qualidadee tempestividade.</p>
      <p>to ?O Duane, Jvam MachadO - TCQ - rota\ Cost Of
Ownership um prOblema real cu mals uma sJgJa?
htl:p:/J\Jvww.mdcOn,cOm-br/nOvah|;;I/frame.h9f2m . White pages.</p>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>ARQUITETURA INFORMAA-0</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-2">
        <title>A IMPORTA^NCIADA QUALIDADE NA DOS SISTEMAS DE</title>
        <p>A tecnologia da informaqAo escd agregada aos
neg6cios atuaise tern como rpremissabsica a obten5o
de ligaJes entre as diversas atividades, perrnitindo
entre Osmesmos o fluxo do processo de comunicao,
melflorando a qualidade da emiss5o e recepo da
mensagem proveniente de uma melhor decodificao e
na conversdo de dados em informaJes dteis ao
processo de geso, permitindo o forte efeito canto na
tomada de deciso quanto no custo e diferenciao dos
produtos. A tecnologia da informa80 afeta
positivamente na vantagem competitiva aumentado o
potencial de gerenciamento da informaAo no atual
processo de transforrna5o estrat6gicados neg6cios.</p>
        <p>Segundo MOSER apudi I IBONATI (1973), a
comunicao se caracterizaem codas ocasi6es em Que
haja participaAo, troca de notfcias, de mensagem, em
Que as informaJes novas o emitidas on recebidas,
permucadas,processandose entre emissor Que envia a
mensagem, e um receptor que a recebe, acravesde uma
conexAo Que Se escabelece por um canal de
comunicao Que ocorre no meio, que coma possivel o
cransporteda mensagem,</p>
        <p>Qualquersistema de informaho urncanal no qual
a informsSo transmita no processo de comunica50
pode ter o seguinte forma gen6rica apresentada na
coluna ao lado.</p>
        <p>O emissor 6 a linha de protocolo de um processo
que funciona como uma corrente, onde a falta de
qualidadeem um elo prejudicacoda amigoda corrente.
A mensagem avaliadapelo emissor deve ter a quafidade
necessa para ser processado polo canal de
comunicaBo e refletidacom a mesma qualidadepara o
receptor, que for sua vez, deve Oscarpreparado para
recover a informa50. Qualquer diferena entre a
mensagem transmitidapelo emissor e a entendidapelo
receptor avaliada pelo feed-back e considerado de
rufdo. Quandomenor o rui"domelhor a qualidade do
Sistema.
(miCh</p>
        <p>I</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-3">
        <title>REDDCA- 0 DO TCO</title>
        <p>JA VA</p>
        <p>A linguagem de programao Java foi usada no
desenvolvimento de diversos aplicativos enquanto
estava sendo projetada. Originalmente, pretendia-Se qne
a Java fosse usada na programa50 de produtos
eletr6nicos de consumo (eletrodomesticos,
eletroeletr6nicos)// Entretanto, hoje Se tomou a melhor
tecnologia para se tirar proveito de rodes.</p>
        <p>Devido perfeita aplicaVo ocorrida na tecnologia
de informa5o, e inserida hoje com vastas bibliotecas e
produtos utilizados que a Java contribniu para uma
melhor conexAo.de computadores via rede conectados
ao mnndo todo.</p>
        <p>
          Segundo
          <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Cruz (1998</xref>
          ):
        </p>
        <p>"Java comp6e-se de dois m6dulos. O
primeiro d o c6digo que repousa no servidor
da rece e 6 traduzidopela segunda parte, quo
e uma aplicaAo embutida no browser
mdquina virtual Java - na hora de ser
executado na mdquina do usluirio, o cliente.
Um 6nico c6digo pode Se execntado em
qualquer ambiente, tornando Java urna
verdadeiramaravilhatecnol6gica".12</p>
        <p>Pode-Se perceber rnais apropriadamentea partir do
esboo abaixo:</p>
        <p>As vantagens demonstradas acima que auxiliam a
reduAo do TCO, o a de n5o ter de reescrever cada
prograrna para cada plataforrna existente, e Sim
centralizar a atualiza80 e a distribuiV5odos applets
evitando os inumer6veisproblemas qne ocorrem com a
utiliza5o de vers6es diferentes por usuariOs de uma
mesma instalao.</p>
        <p>Alguns exemplos dessa tecnologia qua ajuda a
dirninuir o TCO de certas aplica6es 5,iio:os Applets
Java (pequenos programas escritos em Java que o
embntidos em paginas da Web para produAo de efeitos
especiais); Serv/ets (aplicaJes Java que execntam em
conjunto com os servidores Web, e cuja interface 6 o
HTML: baixo custo no cliente - sem instala5o, sem
confignrao - e baixo custo no servidor - os servlets
tamb6m podem ser carregados dinamicamente pela
rede, sem instala80); JDMK e o ]MAP{ (so eficazes
For efetuarem o gerenciamento remoto de aparelhos,
serviOs e aplicaJes, ocorrendo, consequentemente a
reduo do TCO; pois e atraves do gerenciamento
remoto Que as companhias de eletricidade ou ate mesmo
de celular, sabem onde esto ocorrendo os problemas e
podem tomar atitudes para resolve-los, muitas vezes
antes mesmo que o usluirio possa perceber); Eaterpn.se
Java Beans (conjunto de bibliotecas corporativas,
encabeadas pelos EJBs e outra sfie de bibliotecas
capazes de criarem serviVospara o devido nso de redes
- isso ajuda a reduzir o TCO, visto que poucas pessoas
ater5o de dar suporte iis rodes de milhares de usnarios);
Java OS, Personal Java, Embedded Java Java Card
(com o JavaOS como base, pode-Se configurar um
sistema operacional com TCO drasticamente baixo,
alem das tecnologias do Pjava, Ejava e JavaCard que
permitem criar aparelhos clientes com telefones
celulares, video games, PDAs e muitos ontros; os
cartdes inteligentes com suporte a Java permitem que
vocS acesse os sens serviVos, arqnivos e aplica6es
atravs da redo, de qnalquer lugar onde vocS se
encontre).</p>
        <p>"(...) 56 serd possfval reduzir o TCO de
nossos sistemas quando a complexidade for
colocada na rede, hem longe do usuio,
como acontece em todas as redes utilizadas
no nosso dia-a-dia.Todas as outrasiniciativas
Que continuam mantendo a complexidade
pr6xima do usuio no so capazes de
rednzir o TCO em ordens de magnitude,
portanto mio trazem grandes efeitos para a
economia daesca2a",13</p>
        <p>Se a Java nAo for de identifica5o facil pelos
usuios, e nAoocorrero sen conhecimento, ela n&amp;ose
transformarliem nma ferramenta, e Sim, em um grave
problema.Se 86 for controladapor analistas, sew acesso
polo usu;bio,pode-Se dizer Que,de acordo com amilise
do texto acima, a tecnologia Java no irdcolaborarcom
os projetistas de solu6es, no facilitando e
incentivando a criao de sistemas de qualidade com
baixo TCO.
/NTERNET e INTRANET</p>
        <p>A internet teve sua origem em algumas redes,
especifxcamente em duns mais importantes:uma rede
militaramericana, criadapara permitir QueOs militates
e sens fomecedores trocassem inform&amp;Jes de forma
rapid&amp;e segura; a outra rede rennin universidades e
institutos de pesquisatambem americanos.</p>
        <p>A partir de uma evolu5o necessaria a procura de
inform&amp;s e troca de tais, evoluiu'.se para a internet
dos dias de hoje.</p>
        <p>
          Por meio da Internetd possivel razer qualquertipo
de neg6cio, comprar qualquer objeto, ler Os mais
diferentes documentos, livros, ouvir mdsica, ouvir
radio, ver televisAo, anaZisareconomias internacionais,
ter acesso a nameros da bolsa de valores, conversar
ao vivo com qualquer pessoa em qualquer ponto do
planeta Dude exista uma porta de acesso k internet
futurarnenteproposta mats ousada deste trabalho - ou
seja, um grande suporte para inform&amp;Jes e
comunica5o. De acordo com a Revista Veja de 27
          <xref ref-type="bibr" rid="ref2">de
Setembro de 2000</xref>
          , temos o seguinte quadro abaixol4,
nude Se mostra o grandeuso destarede:
        </p>
        <p>oSNOMEROS</p>
        <p>Co-esponde^ncz"as da semana:
E-maz"Is..</p>
        <p>Fax:
Cortes..</p>
        <p>Total
1.419
122
135
1.676
84,67%
7.28%
8,05%</p>
        <p>Um dnico dado Que nos deixa preocupados d a
segurana. Md a constante preocupa20 das empresas
em desenvolnerem softwares para esse caso, os
chaxnadosFirewalls (nome bastante sugestivo para tal
problema); mas ainda sRo muito rebatidos por
prograrnadores,as chamados Hackers, Que causam
danos e estragos irrecuper8veis.</p>
        <p>Enquantoa InternetnAose Lornarealmente eficiente
para uso pol parte de quernquer razerneg6cios serios e
pesados do ponto de vista de processamento, tern-Sea
mesma tecnologia para o ambiente interno das
empresas.A Intranet e como o pr6prioBorne a define,
uma Internet interna Uma rede intern&amp; empresa,
usando as mesmas facilidades e a mesma tecnologia de
sua inspiradoraa, Internet.</p>
        <p>Na intranet,podemos ver Osseguintes elementos:
Mz.cro com browsers-, o mats importante de todos,
pois 6 o objeto do usuio, principalmente com o
browser;</p>
        <p>Protocolo TCP-fP; barramentofisico como vefculo
do protocoZoel6trico que padr5o para ambientes de
rede;</p>
        <p>Servidor http e Agente de acesso Gos dados;o
servidor http d para Que as p5ginas com hipertexto
possam ser acessadas via redo, disponibilizando as
informa6es que sero veiculadas por estas pdginascom
a ajudado agente de acesso aos dados.</p>
        <p>Se"rvzdorde banco de dodos;
Roteador,
Fz".rewall;</p>
        <p>Com esses componentes, ficou muito mais fcil o
uso de banco de dados, e troca de inform&amp;6es. Par
exemplo, um setor de atendimento de um banco Fade
ter acesso apenasde uma impressora a partirde todos
os computadores. Isso abaixa custo na compra de
disquetes. perif6ricos (impressora) e melhora a
qualidade com um nivel de informa20 gerada on-line.
Para se ter uma iddia de tAogrande d o recurso que Se
pode ter com as Intranets,temos a seguinte Figura.15</p>
        <p>Anteriormente, a Intranet era usada para publica8o
de documentos, troca de mensagens e acesso Internet.
Agora, estAo ligando essas rodes particulates as redes
corporativas e com isso perrnitindo qne Os usuOs
passem a consulter e a alterer as informaJes contidas
nos bancos e dados que estAo nos servidores
corporativos. A grande vantagem que a empresa tern em
usar uma Intranet e a possibilidade de acessar os dados
que antes cram de dificil acesso, porque estavam
estocados em banco de dados nos servidores, apenas
clicando /Cones na tela de um browser.</p>
        <p>A instalaAo de uma intranet fdcil, rapida, de
qualidade, e relativamente barato porque utiliza Os
equipamentos quejd eso sendo usados na rede local, e
a maioria das novas "placas-me" jd possui tats
dispositivos.</p>
        <p>Entretanto, implantar uma rede particular com esta
nova tecnologia requer um planejamento que val da
preocupaAo que Se deve ter sobre a abrangncia da
Intranet, quais as aplicaJes que estar&amp;Odisponfveis, ao
nine} de interao com bases de dados.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>PLATAFORMA</title>
      <p>(cBente/seFver)</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>CLIENTE - SERVmOR</title>
      <p>Essa tecnologia fol a resporlsavel pela
descentralizaAo dos meios adotados pelos mainames.</p>
      <p>A plataforma permite descentralizar o poder, dando
a cada usuario a possibilidade de desempenhar sen
servio plenamente. 0 TCO foi baixado, pois permitiu
que as decis6es fossem tomadas no local Dude s4o
necessas, permitindo Que Os recursos computacionais
fossem dimensionados na medida das necessidades de
cada operao; ou seja, permitindo que as necessidades
de cada drea sejam resolvidas com a rapidez e a
acnracidade que cada necessidade requer.</p>
      <p>OUTRAS CONSIDERAC0~ES - 0 Peder
.do Lr.nux</p>
      <p>O Linux esta fazendo uma reviravolta nos sistemas
operaciorlais e no mundo do TCO. 0 Linux um
sistema operacional Unix, mul6usrnit'iio,mulfitarefa e
multiprocessado, de livre distribuiAo. Os dnicos custos
qua um uso ter para implanter um sistema Linux
sero a rmiquina que serd o servfdor Linux, o
treinamento de pessoas para administrarem o sistema e
o custo de implanta5o dos softwares especificos
desejados. 0 suporte par sistemas Linux 6
extremamente baixo comparado com outros sistemas
operacionais hd fartura de softwares para trabalhAo em
diversas atividades, com custo zero. A interface grfica
do sistema Linux deixa muito pouco a desejar, sendo
que, Se formos falar em aplicativos da linha Office, o
Linux oferece o Star Office inteiramente de graa. A
comunidade intemacional Linux possui milh6es de
usuarios, sendo varios de organizaJes de grande porte
(mM, Oracle, Toshiba, Itautec, Governo da Italia,
NASA, Governo Americano, Correio Norte
Americano).</p>
      <p>O preo real de uma escolha de plataforrna DADe
somente o pro do hardware e do sistema operacional,
mas o pre do software adicional, serviOs, suporte e
nivel de qualidade requeridos para criar e operar esta
estrutnra, on seja, na compra de um Sistema
Operacional Linux, geralmente voe&amp; compra os
manuais em diferentes linguas e outros programas qne
venham junto a ele, que so direcionados aquela
empresa; temos Clara defini50 disso e dos preOs e
contribuiV6es que o Linux traz na segWnte tabelal6
abaixo, em compara80 com o sistema Windows NT:
15 Cruz TadeU - Sjstem organjzao &amp; metOdos: esludo
integrado das novas tecnologias de informso - o Pau\o:
Atlas, 1998. l::)ag.190.</p>
      <p>16
hrrp //hera-ucs-tche.br/to/natanael/C
White pages
Categories Gerenci6veis no TCO
(Custo Total de Propriedade)
`</p>
      <p>"Voca escolheria para sua empresa um
sistema de informa6es Caro.Com altos custos
de implanta80 e treinamento,ou um sistema
de inforrna6es arquitetado com custos
baixfssimos de implanta80, manutenV&amp;oe
treinamentode qualidade igual ou superior ao
caro, que possui uma comunidade
internacionaldemilhs de usuarios?</p>
      <p>Esta pergunta pode ser respondida usando como
pargmetroa Economia da Inform&amp;&amp;oque gera uma
base para tomada de decio relacionando Custo x
Beneficio, este tiltimo pode ser resultado financeiro
atreladoao nfvel de qualidadesatisfat6rio.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>BELAA-O</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>CUSTO x BENEFfCIO</title>
        <p>Uma vez que uma tecnologia esui disponfvel, a
respostade peso do questionamento6 se essa tecnologia
deveria ou nAo ser utilizada, de forma Que as aJes
corretivaspara chegar ao nfvel de qualidade desejada
podessem ser ativadasem decorr8nciade utilizer ou n8o
a Tecnologiano Sistema de Inform&amp;o para chegar ao
nine! de Qualidadedesejado.</p>
        <p>A amdise custo/beneficio compara o custo de
utilizar tuna tecnologia e corrigir o processo (se um
nivel de qualidade em relaho ao necess1h"ion5o
ocorreu) com a perda que aconteceria se houvesse a
diverg&amp;nciae nenhuma a50 corretivafosse realizada.
Os resultados da decisSo para utilizar ou n5o uma
tecnolgia podem ser mostrados na arvore de decisAo
abaixo:</p>
        <p>A decis&amp;o de implants80 pode ser sensivel ao
correto cIculo do custo da decisAopor implantervalor
ou igual a perda por mio implantar.Este resultado e o
que o valor esperado de uma decis&amp;opara implanter
uma tecnologia 6 menor ou igual ao valor esperado da
perdapor mio implanter.</p>
        <p>Custo da decisAo por implantar s Perda por n5o
implantar
Custos de decis8o de
implantar:
Perda por nSo
implanter:</p>
        <p>C + pA + [(1 - p) x $O] = C + pA</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-3">
        <title>CONCLUSA-0</title>
        <p>Quando se tenta baixar o TCO n5o basta tenter
apenasreduzir o preo de manuten&amp;o de uma estrutura
tecnol6gica; 6 imperativo que o TCO se tome
drasticamente baixo sem comprometer a qualidade do
sistema. Para isso, necessziria uma andlise para
avaliao de mudana total de postura em todos Os
componentes envolvidos e disponiveis, atrav6s de uma
relao Custo x Beneffcio. Estes componentes podem
ser desde sistemas operacionais, serviOs e aplicaJes
criados para tirar proveito da rede, at6 Os aparelhos
clientes que permitemo acesso das pessoas s rodes.</p>
        <p>Este artigo tentou passar a diminui5o que se pode
ter quando usado homogeneamente e seguramente Os
componentes da tecnologia de informa50 para a
diminui&amp;o do TCO. Al6m de demonstrargraficamente
o uSo de outros sistemas em relao
significativamente em nosso mercado.
a outros utilizados</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-4">
        <title>BIBLfOGRAFIA</title>
      </sec>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="ref1">
        <mixed-citation>
          14
          <string-name>
            <given-names>Renista</given-names>
            <surname>Vela</surname>
          </string-name>
          .
          <source>E4::fitoArabril. Edio 166g~aoo 33 - No 39 - 27</source>
        </mixed-citation>
      </ref>
      <ref id="ref2">
        <mixed-citation>
          <source>de setembrode 2000~pg. 31</source>
        </mixed-citation>
      </ref>
      <ref id="ref3">
        <mixed-citation>
          <string-name>
            <surname>SOUZA</surname>
          </string-name>
          , Li^eda Amaral de; RAMOS,
          <source>Anata."liaS. Martins - "Eszado da Arte</source>
          e Perspeczivas de uso de modelo de Gusto Total de Propn~
          <article-title>edade(TCO) nos organizaVo-es" - VII Congresso Nacional de</article-title>
          .Custos, Recife,
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