<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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      <title-group>
        <article-title>A Evolu5o, a Situa5o Atual e a TendSncia de Alguns Item que In8uenciam a Qualidade dos Processos e dos Produtos e Tambkm o Nivel de ExigSncia dos Consumidores</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Edson Walmir Cazarmi</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>Universidade de S&amp;oPaulo</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2001</year>
      </pub-date>
      <fpage>3</fpage>
      <lpage>8</lpage>
      <abstract>
        <p>O objetivo princzpal deste artigo e"fer com que todos, sejam os acade^micosou Os empresarios ou aLnda os consumz.dores, compreendam o cena"rz-oatual e possam ter, pelo menos, uma percep50 minx'mados rumos qu_eas empresas, as tecnoLogz"ase o mercado consumidor tonzara-onos pr6xz"moasnos.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>Complementa-se o estudo anterior com uma
avaLiaBo `do cena."n`oatual e com a z`ndicaV5ode
algumas tende^nciaspara os pr6ximos anos.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>1. Introduo</title>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>Os autores desCeartigo pesquisarame analisaramos</title>
        <p>fatores e Os motivos que levaram ao surgimento das
Tecnologias da Inform&amp;Bo e da Comunicao. O
principal motivo deste escudo foi centarcompreendero
status atual destas tecnologias, assim como o cenio
atual onde essas tecnologias eslAo envolvidas. Para se
realizar o estudo foi necesso primeiramente se
recorrerao escudo da evolu&amp;o hist6rica dos fatores dos
fatores e dos motivos Que fizeram sargir essas
tecnologlas.</p>
        <p>0 escudo indicou que existiram diversos fatores e
diversos motivos que contribuiramcom as mudanas
ocorridas nos dltimos ulos. Niio fol possivel
descobrire mapeartodos os fatores e motivos devido
principalmente k falta de literatura pertinence.Alguns
fatores, como por exemplo Osecon6micos, financeiros,
sociais e culturais, n&amp;o estiio sendo amplamente
abordados no artigo por falta de conhecimento mais
especializado por parte dos autores, ficando desde jzi
como sagest&amp;opara crabalhosfuturos Que venham a
complementar este escudo. Desta forms, cs autores
concentraramseas estudos e analises principalmentenos
siscemas de produAo, no mercado consumidor e nas
inova6es cecnol6gicas, aleas onde o conhecimento
destes autores6 rnais amplo. 0 texto apresentadoneste
artigo 6 nma sintese de uma pane do escudo realizado,
sendo que o material coZetadono escudo 6 hem mats
amplo.</p>
        <p>Ap6s os escudos e as andlises, percebeu-se Que
existiu uma influncia ml:itua e natural entre as
inovaV6es tecnol6gicas, o mercado consumidor e os
sistemas de produ5o. Estas influncias concribuiram
muito com as principais mudanas ocorridas em todos
os setcres nos dltimos s6culos~ A analise da evoluq80
dos tr8s itens alvos do escudo,assim como da influncia
entre ales permitiuuma melhor vio do cenario atuaJe
a percep5o das tendenclaspara os pr6ximos anos.
2. A evoluo das inovaBes tecnol6gicas, do
mercado consumidor e dos sistemas de
produAo e suas innuSncias m6tuas</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>Para se compreendermelhor essas evoluJes, alas</title>
        <p>forumdividasem quartopen-odosdistintos, facilitandoo
escudo das caracteristicas de cada periodo, tomando
possivel a comparaBo entre estas caracteristicas,
demonstrandoa influncia m6cuaocorrida e como tudo
issO ajudou a provocar as mudanas ocorridas nos
dldmos seculos. Esses pexiodos sRO:</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-3">
        <title>I) o pen-Odoanterior&amp;Revolu5o Industrial;</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-4">
        <title>2) o pen-ododaRevolu2o IndustriaI;</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-5">
        <title>3) o periododa Revolu&amp;o Tecnol6gica; e</title>
        <p>4) o periodo da Revolu5o das Tecnologias da</p>
        <p>Inform&amp;8oe da Comunica50 (o pen-Odoatual).</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-6">
        <title>2.1 0 periodo antedor k Revoluo</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-7">
        <title>Industrial</title>
        <p>Como este periodo tern urn peso pequeno no estudo
e nas andlises realizadas, apresenta-Se um resumo
contendo as principals caracteristicasdesse periodo para
que possam ser comparadascom as caracteristicasdos
outrospcriodos.</p>
        <p>
          Antes de ocorrer a chamadaRevoluV5oIndustrial,o
sistema de produ80 era o artesanal(ANf)ERY, I996),
ou seja, cada produtoera fabric&amp;doindividualmentee o
consumidor fazia o pedido do produto diretamenteao
fabricante. Cada produto era fabric&amp;do
"artesanalmente",de acordo com as especificaJes
solicitadas por cada consumidor
          <xref ref-type="bibr" rid="ref26">(PARK et al", 1997)</xref>
          .
Portanto, a qua]idade dos produtos era alta porque
atendiam plenamenteas necessidades dos consumidores
daquela 6poca. Neste pen-Odo,principalmentedevido ix
falta de recursostecnol6gicos, os custos de produg5oem
altos e, em conseqn8ncia, o preo final dos produtos
tamb6m era alto. A produtividade era baixa e a
concorr8ncia era pequena. Os recursos naturals cram
consider&amp;dosilirnitados, os recurses tecnol6gicos cram
escassos, a escala de produ5o e o volume de vendas
cram pequenos. O artesSo tinha que deter todo o
conhecimento do processo produtivo
          <xref ref-type="bibr" rid="ref23">(MIRSHAWKA,
1998)</xref>
          . A filosofia de Marketingpraticadana 6poca era a
da 8nfase no produto (KOTIER &amp; ARMSTRONG,
2000). O pouco planejamento da produ&amp;o era feito
simplesmente para &amp;tenderits encomendas feitas polos
consumidores ou para mauler alguns produtos em
estoque, os quaistinham sua venda posterior garantida~
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-8">
        <title>Neste pen-Odo, devido ix falta de inovaJes</title>
        <p>tecnol6gicas, havia pouca inftuncia entreos tr8s item,
ou seja, havia .urnavalor estabilidade entreOsmesmos.
Somente com as primal/as inova6es tecnol6gicas e que
as influ8netasm6tuas se manifest&amp;ram
22 0 pe:rfododa Revoluo</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-9">
        <title>Industrial</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-10">
        <title>No final do s6culo 18, comaram a surgir as</title>
        <p>primeirasinovaJes tecnol6gicas, surgiramas primeiras
mdquinas movidas a vapor e, em consequ8ncia, as
pdmeiras aplicaJes destas rnaquinas como, por
exemplo, os primeiros teares mecicos (SINGER,
I994). Estas inovaJes permitiram que os
empreendimentos da 6poca pudessem dar um grande
salto tecnol6gico. Em conseqa8ncia, houve uma
revoluAo nos sisternas de produ5o influenciando
tarnb6mo mercadoconsurnidorda epoca.</p>
        <p>
          Durante o s6culo 19, em fun&amp;o das inovaJes
tecnol6gicas, surgiram as fabricas. O sistema de
produ2o passou a ser o da produAo em serie
          <xref ref-type="bibr" rid="ref16">(GARCIA, 1987)</xref>
          . Os produtos pass&amp;rampor uma lase
de padronizao para ser possivel se aumentara escala
de produo (JONES et aI., 1997). Em conseqfi8ncia, a
variabilidade dos produtos disponfveis aos
consumidores diminuiu e, portanto, a qualidade dos
produtosfoi reduzidaporqueasses ja nAoatendiammats
rearsnecessidades individuals dos clientes, atendendo
iis especificaJes de categoriasde clientes, normalmcnte
ligadas s suas classes socials. Por6m, os custos de
produV5oforamreduzidos,assim como o preVofinal dos
produtos, aumentando as vendas e proporcionando
maiores lucros s ernpresas. Surgiram as grandes
lab/leas e as primeiras inddstrias. Os recursos naturals
aindacramconsideradosilimitados.
        </p>
        <p>
          As inovaJes tecnol6gicas, que continuaram
surgindo, proporcionaram o aurnento da escala de
produo, perrnitindo o aumento do volume dos
produtos a venda e, em consequdncia, o aumento da
concorr8ncia. O conhecimento a respeito da linha de
produo teve que ser distribuido entre gerentes e
empregados,provocando a charnadaespecializa&amp;o dos
mesmos em alguma etapa especifica da linha de
produo ou dos processes administrativos
          <xref ref-type="bibr" rid="ref2 ref30 ref33 ref6">(ANDERY,
1996 e CHIAVENATO, 2000)</xref>
          . A filosofia de
Marketingpassou a ser a da 8nfase no baixo pro dos
produtos (KOTI-ER &amp; ARMSTRONG, 2000).
Passouse a elaboraro planejarnentoda produo para &amp;tender
as encomendasj realizadas, assirn como para wanter
algunSprodutosem estoque, Osquais tinham sua Vanda
posteriorgarantida.
        </p>
        <p>
          A Revolu5o Industrialprovocou a rnassificaVo da
produV8o
          <xref ref-type="bibr" rid="ref23">(MIRSHAWKA 1998)</xref>
          , que perrnitiu,al6m de
&amp;tenderas vendas programadas,se arrnazenarprodutos
aguardandosua futuraaquisi30 pelos consumidores,ou
seja, a cria&amp;o de estoques de mercadorias. Isso
possibilitou a busca continua e crescente de novos
consumidores, no infcio na pr6priaregi5o e depois em
outras regi6es. Posteriormente, permitiu atravessar as
fronteirasdos pafses e, finalmente, alcanar o mercado
mundial. A busca de novos consumidores em outras
regi6es fez aumentara concorr6nciaentreos fabricantes.
        </p>
        <p>Neste periodo, foi possivel se verificar a grande
influSncia mdtua que ocorreu entre os tr&amp;sttens alvos
deste trabalho. As inovaJes tecnol6gicas da epoca
mud&amp;ramcompletamente o sistema produtivo, o que
provocou naturalmente mudanas no mercado
consumidor.Por sua vez, os consumidores apron&amp;rame
absorveram estas mudanVas O mercado consumidor
havia ganhado com as mudanas de um lado e tido
perdas por outrolado. Ganharamquandoos preOs dos
produtoscajram, permitindoQueuma maior quantidade
de consuruidores tivessem acesso a 8901519Aodestes
produtos. Por6m, forum prejudicados com a
massificaAo dos produtos, onde os consurnidores
ficaram com poucas opJes de escolha e o puderam
repassarexatamentesuas especifica6es aos fabricantes,
especificaJes Que representavamsens gostos ou suas
necessidades.Os consumidores tiveramQueSe contentar
durante este pen-Odocom a pouca variabilidade dos
produtos disponfveis. Mas, estes consumidores
almejavam mudanas visando um melhor atendimento
aos seus desejos e s suas necessidades.</p>
        <p>Para as empresas, com o aumento da concorr6ncia,
houve a necessidade de se tentarir em busca de algo Que
provocasse mudanVas, Que fizesse com Que sens
produtos agradassem mais os consumidores Que Os
produtos dos concorrentes.Abriu-se, entAo,um espao
maior ainda para mais inovaJes tecnol6gicas e houve
uma prontarespostadas empresas deste setor,iniciando,
com a Primeira Guerra Mundial, o periodo da
Revolug5o Tecnol6gica.
23 O periodo da Revoluo
Tecnol6gica</p>
        <p>Durante o periodo das duas grandes guerras
mundiais, assim como o perfodo do p6s-guerra c o
perfodo Que ficou conhecido como da guerra-fria,
devido ixs necessidades de se dar suporte s pr6prias
guerras, houve a necessidade de um grande avanVo
tecnol6gico em todas as eas. Tamb6m foi um pet"iodo
em Que ocorrerammudanas nos mais variados setores
da humanidade, como na Economia Mundial, na
Cultura,na Sociedade, nas 1681518Jes,na Educao, na
organizao polfricamundial, no
relacionamentos6cioecon5rnicoculturalentreOspaises, etc. Monos conceitos
e modelos administrativos surgiram agilizando os
processos administrativose gerenciais. Substituiu-Seo
conceito de m2o-de-obra pelo de Recursos Romanos,
passou-se a se preocupar mais com o nine! de
conhecimento e de treinamento accesso para Que
estes pudessem proporcionar os melhores resultados
possfveis ks empresas. Houve a necessidade de um
conhecimento ainda mais especializado nas diversas
etapas da linha de produ5o e taml::)6mnos diversos
setores admirlistrativos, tanto para os trabalhadores
como paraos administradores.</p>
        <p>A filosofia de Marketingpassou a ser a de darSnfase
no atendimentoks necessidades dos clientes e efetuar o
sen "encantamento" (KOTLER &amp; ARMSTRONG,
2000). Esta filosofia passou a pertencern5o somente ao
setor de marketing das empresas, mas passou a ser a
fxlosofiade trabalhodas pr6priasempresas.As empresas
tiveram Que se modernizer constantemente para
poderem conquistar novos clientes ou para
simplesmente para no ficarem atrasadas
tecnologicamente em relaAo ixsempresas concorrentes
e, em conseqa8ncia,perderemclientes.</p>
        <p>Com a utilizao gradativa de novos recursos
tecnol6gicos, foi possincl se aumentargradativamentea
escala de produ5o e os estoques, e em consequ8ncia,
foi necessario se ir constantementeem busca de novos
consumidores e novos mercados, aumentandocada vez
mais a concorr8ncia.Por6m, as inovaJes tecnol6gicas
possibilitaram um aumento na variabilidade dos
produtos disponfveis, os quais se aproximaram um
pouco mais das rears necessidades dos consumidores,
Que puderamrepassaraos fabricantesas especificaJes
Que representavam suas necessidades. Portanto, a
qualidade dos produtosvoltou a aumentare o mercado
consumidor voltou a influenciar mais diretarnenteos
rurnos das mudanas Que estavam acontecendo nos
sistemas produtivos, assim como os rumos das
inovaJes tecnol6gicas. Os produtos continuaram
padronizados,por6m, com uma variabilidademaior se
aproximando cada vez mais das necessidades dos
consumidores fxnais. Os custos de produ2o foram
reduzidos gradativamentre, perrnitindo sucessivas
quedasno preo final dos produtos.</p>
        <p>Muitas foramas inova6es tecnol6gicas surgidason
aperfeioadas neste perfodo tanto para as empresas
como para as resid8ncias, como os autom6veis, os
avi6es, os computadores, os mfsseis, Os sat6lites, os
aparelhos eletrodom6sticos, os aparelhos dom6sticos
para entretenimento, etc. Como parte das inovaJes
tecnol6gicas, surgiram,na d6cada de 70, os primeiros
softwares Que davam supOrte as empresas no
gerenciarnento operacional das atividades
administrativas,os quais vieram a serem chamados
posteriormentede Sistemas de Informa5o (Information
Systems). Estes softwares permjtiam dar maior
agilidade quelas atividades, perrnitindoum ganho de
produtividade em toda a empresa. Esses sistemas
computacionais foram sendo aperfeioados
constantementepara poderem atendercada vez mais as
necessidades das empresas, Que por sua vez estavarn
cada vez mais procurandoatender as necessidades do
mercado consumidor. Surgiram outros sistemas
computacionajs como os Sistemas de Informa5o
Gerencial (EIS - Executive Information System), Os
Sistemas de Apoio Decis5o (DSS - Decision Support
System) e o ERP (EnterpriseResource Planning).</p>
        <p>Todas estas mudanas foram muito favor;iveis aos
consumidores, Que tiveram atendidas as suas
solicitsJes. Por6m,nas empresas,a concorr8nciaestava
cada vez mais acirradae era necessario Se aperfeioar
cada vez mais a pr6pria empresa para Que essa no
perdesse mercado e, pelo contro, adquirissecada vez
mais um mercado maiOre mais abrangente.A melhor
forma de Se obter este resultado foi realizer uma
aprox:irna80 cada vez maior com os pr6prios
consumidorespor meio da obtenAo e utilizao de rnais
dados e informaJes sobre eles, sobre o mercado, sobre
o pr6prio sistema produtivo e administrativo e sens
correlacionamentos.Para isso, foi necessa:{ioSe ir em
busca de mais inova6es tecnol6gicas na ea de
levantamento, de arrnazenamento,de manipulao e da
ana1isedos dados e das informaJes Quepudessem ser
dteis para as estrat6Biasdas empresas. Assim surgiram
ou forum aperfeioadas, na decada de 80, as
Tecnologias da Informa&amp;o e da ComunicaAo para a
utilizao macia pelas empresas.O investimentonestas
tecnologias cresceu muito em funAo da sua grande
procura, culminando,jd na dada de 90, na RevoluAo
das Tecnologias da Informa8o e da ComunicaVo.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. O periodo da Revolugo da Informao e da periodo aWal) das Tecnologias</title>
      <p>Comunica5o (o</p>
      <p>Todas as mudanas, ocorridas no pen-Ododescrito
anteriormente,proporcionaram as empresas poderem
ofertar sens produtos em nine! mundial. aumentando
ainda mais a j;i acirrada concorrncia. Para que as
empresas pudessem superar as dificuldades surgidas
com este aumento da concorr8ncia elas tiveram Que
revolucionar sous sistemas produtivos indo em busca
daspreciosas inforrnaJes do mercado, dos clientes e da
pr6pria produo. Tiveram Que dar maior atenBo as
caracteristicasdo mercado consumidor, ou seja, iis suas
regras, s suas tendcias e s suas oscilaJes.
Finalmente, tineram que compreendermelhor Os sens
pr6prios sistemas produtivo e administrativo,
conhecendo melhor cada detalhe dos mesmos, scruple
procurando otimizlos da melhor forrna possiveL
Procurou-seaperfeioar os processos Queagregarnvalor
ac produto final e eliminar os processos Que no
cumpriam esta rnissSo. Procurou-Se incorporar a
qualidadeem todos os setores da empresa, visando dar
uma maior competitividadee uma melhor aceita80 dos
produtos no mercado. Criou-se a regularnentaAo, a
certificaAo e at6 pr8rnios para a qualidade nos
processos prcdutivos e administrativosdas empresas,os
prSmios visam incentivar as empresas a aperfeioarem
sens sistemas produtivos e administrativos,assim como
a pr6pria filosofia da qualidade. As pr6prias
Tecnologias da Informa5o e da Comunicago passaram
pela incorporaSo, certifica5o e premia50 da
qualidadeem sens processos.</p>
      <p>
        Neste dltimo pen-Odo,iniciado na dada de 90,
passando polo momento atual e Que ainda nAo existe
previsAode at6 quandoird durar,a informago passou a
ser urn elemento fundamental para as empresas
        <xref ref-type="bibr" rid="ref12">(DRUCKER, 2000)</xref>
        . As tecnologias baseadas na
manipulago das informa6es passaram a ser buscadas
como um novo tesouro para as empresas. Ocorreram,
portanto, novas mudanas nos sistemas de produVo a
partirdas inovaJes nas Tecnologias da Informa80 e da
ComunicaAo (BETZ et al., 1997). A principal inovado
tecnol6gica ocorreu na a:reada Comunica8o de Dados,
incluindo imagens e sons simultaneamente,
principalmente por meio do desenvolvimento das
tecnologias da Internet. Essas inovag6es tecnol6gicas
provocaram a disseminao em nine} mundial das
informaV6ese dos conhecimentos gerados, de forma
rdpida e barata, independente de onde quer que
estivessem. Tudo isso permitiu, Segundo
        <xref ref-type="bibr" rid="ref8">DRUCKER
(1997)</xref>
        , ingressarrnosna Era do Conhecimento.
      </p>
      <p>Devido a ampla disseminao do conhecimento de
forma rapid&amp;e barata, devido A facilidade com Que se
tomou possivel obter informa6es essenciais hs
astralBias de neg6cios das empresas, devido
facilidade de adapta6es nos sistemas produtivos e
administrativos das empresas em fun5o dO uso das
novas Tecnologias da Informa&amp;o e da ComunicaVo, as
mudanqasocort.idasneste periOdoforummuito intensas.
Houve a necessidade de uma atualizaVo e
modemiza&amp;o nos mais diversos setores da humanidade,
como Bas empresas, nos neg6cios, no pr6prio mercado
consumidor,nos sistemas de govemo, nas leis nacionais
e intemacionais, no relacionamento entre os paises, no
relacionamento entre os novos blocos de paises Que
est&amp;ose formando, no sistema educacional, na cultura,
nos costumes,na Sociedade e na Economiamundial.</p>
      <p>Devido a todas estas atualizaJes e modernizaJes,
pelas quais toda a humanidadepassou durantea d6cada
de 90 e ainda esta passando, este perfodo esta
proporcionando at6 agora momentos delicados para
todos os setores. Todo este processo de mudanas
causou e esta causando sucessivos momentos de
equilibrio e de desequilibrio a cada mudana ocorrida
devido &amp; influSncia Que um deterrninado setor da
humanidadeoferece sobre outros setores. A Economia
Mundialesni sendo amplamenterevisada e atualizada,e
como este setor Lem grande influSncia nos demais
setores da humanidade, esta provocando as devidas
adaptaJes nestes outros setores- As empresas estiio
passando pol glandes transformaJes em sens setores
produtivos,administrativos,na forma de razerneg6cios
com os clientes e nas suas estrategiaspara os neg6cios.
Novas categories de empresas e de neg6cios estiio
surgindo aproveitando as oportunidades Que estas
inovaJes estiio trazendo, algumas destas empresas e
alguns neg6cios se adaptaramperfeitamentedentro das
inova6es e alguns deles at6 proporcionaramalgumas
inovaJes. Outras novas categorias empresas e de
neg6cios ja no obtiveram sucesso por nAo terem
conseguido se adaptarem a este pen-Odode transig5o
onde 6 necessario se conniver com m6todos, praticas e
conceitos tradicionais e ao mesmo tempo connivercom
m6todos, prances e conceitos mais sofisticados e
adequados filosofia da Era do Conhecimento ou Era
Digital, como tamb6mestdsendo chamadoeste periodo.</p>
      <p>Nesta periodo passou-se a nalorizarInnisos recursos
naturais e a otimizar sua utilizeo, assim como a dar
maier ateno aos dejetos oriundos dos sistemas
produtivos, realizando o tratamento Recesso nos
mesmos antes de devolv8-los ao meio ambiente.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>A filosofia de Marketingpassou a ser a segmentaAo</title>
        <p>gradual do mercado at6se alcanar o MarketingPessoal
(KOTIER &amp; ARMSTRONG, 2000). Surgiram o
Telemarketing,a MalaDiretae outrasforrnasde contato
direto com o cliente. Surgiramtamb6m, OsServiOs de
Atendimento ao Cliente, onde suas sugest6es,
reclamaJes, queixas e dendncias o coletadas,
valorizadas e trabalhadas de forma a se melhorar a
qualidade dos processos, produtose/ou serviOs.</p>
        <p>
          Nesta periodo, Os Recursos Humanos foram e esto
sendo preparados para terem uma vis5o holfstica da
empresa, ou seja, ter um conhecimento do
funcionamento de toda a empresa e do sistema de
produg50. Al6m disso, foram e est&amp;osendo preparados
para terem uma atuaVAomultifuncional, ou seja, terem
condiJes de atuaremonde quer Quesejam Recessarios
          <xref ref-type="bibr" rid="ref18">(HEHN, 1999)</xref>
          . E, para complementar,foram e eso
sendo preparados para serem altamente especializados
em um deterrninadosetor da linha de produ8o ou da
administrao para poderem atuar da forma mats
produtivapossivel.
        </p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Algumas tendReins anus para</title>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Os pr6ximos</title>
      <p>NO perfodo atual, para gerenciar as informa96es
estrat6gicas das empresas e dos neg6cios, surgiu o
sistema computacional charnadoBusiness Intelligence
que pode interagir com o sistema computacional de
planejamentoda produ9Ao,norrnalmenteo ERP. Desta
forma, o Business Intelligence atua no lado estrategico
da empresa e dos neg6cios e o ERP trabalbano lado
tatico e operacional. Uma das tendncias que deverA
ocorrer graduale naturalmente6 a completa unio entre
Os sistemas computacionais que cuidam do
gerenciamentoestratgico da empresa e dos neg6cios e
os sistemas computacionais que s50 os responsaveis
pelo gerenciamentotdticoe operacional da empresa, dos
neg6cios e dos sistemas de produ5o (BISPO, /998)~ Jb
percebe-se, par parte dos desenvolvedores destas
tecnologias, a preocupa8o de uma total integra3o entre
elas. O pr6ximo passo sera a unifica50 destas
tecnologias. 0 principal beneficio que esta uniAopoderd
oferecer e a integra9o dos processos gerenciais
estrat6gicos com os niticos e operacionais.Desta forrna,
sera possfvel se traba2harcom maior velocidade no
oaerenciamentoestratggico dos neg6cios, repassando as
mudan9as Que Se fizerem necessas ao sistema
computacionale, este, automaticamente,lard os ajustes
necessa1"iOnsos gerenciamentoscitico e operacional da
empresa, dos neg6cios e do sistema de produo. Ism
perrnitir respostas mais rdpidas das empresas as
adapta96esque o mercado exigir ou para Se adequaril
concorr8RetaE.ssa unifica9iio utilizardcada vez mais as
inova96es tecnol6gicas pararazer com que o sistema de
produAo Se tome o mais adequado passive} para
atenderas exig8ncias do mercado consurnidor.Deverd
ocorrer tamb6m uma maior integra9&amp;odos sistemas
computacionais da empresa com os sistemas
computacionais externos a empresa, perrnitindo um
melhor suporte aos novas conceitos empregados
atualmentede maior aproximaAo com Os fornecedores
e com Osclientes.</p>
      <p>
        O objetivo de coda e qualquer empresa 6 expandir
seus neg6cios, aumentando sua client&amp;la,e realizer, com
sens clientes, neg6cios cada vez melhores para ambas as
partes. Por6m, o mercado consumidor estd cada vez
mais exigence com relaVo ao atendimento das
necessidades de cada consurnidor
        <xref ref-type="bibr" rid="ref15">(GALBRAITH &amp;
LAWER m, 1995)</xref>
        . As empresas, ent&amp;o, para poderem
alcanar seus objetivos,. eso tendo que, ac mesmo
tempo em que aumentam sua clientela segmenta-la cada
vez mais, criando categorias cada vez menores de
clientes, proporcionando aos mesmos um atendimento
cada vez mais personalizado (PEPPERS et al., 1997). A
tend8ncia natural para Os pr6ximos anos serd a de Se
proporcionar um atendimento cada vez mais
personalizado, par6m, em massa das necessidades dos
clientes. Para Se viabilizar esta tend8ncia, sera
necessario se obter cada vez mais informa6es sobre
clientes e mercados, ana2islas, interpreni-las,
convertElas em estrat6gias de neg6cios e, finalmente em
produtos ou servios. Esta serd a funAo das inovaBes
tecnol6gicas nos pr6ximos anos, principalmente as
Tecnologias da Informao e da Comunica50.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>5. ConcJnsSes</title>
      <p>Felizmente,os maiores beneficiados com todas estas
mudanas e mesmos com as tend6nclas de futuras
.mudanas, somos todos n6s consumidores dos mais
nariados tipos de produtos e servios. Todas as
mudanas reforaram e reforqalilo cada vez mais os
interesses dos consumidores.Pordm, apesarde todas as
mudanas ocorriidas,estas mudan9as tamb6m serviram
paratentertomar a Sociedade mais humanae mais justa
o que n&amp;o necessariamente aconteceu. Na verdade,
alguns pontos da evoluAo tecnol6gica ajudou a agravar
alguns problernasda humanidade,como a m8 utilizaBo
dos recursos naturals, a md distribuiAo de renda entre
pessoas, comunidades e paises; a falta de emprego; a
falta de segurana; a falta de infra'.estruturapara
proporcionarurn melhor padriiode vida as pessoas. etc.
Mas isto flea como sugestSo de tema para outro artigo.
O que se espera6 qua as futurasmudanqas,incluindo as
que fOramcitadas neste artigo como tend8ncias naturais,
ajudem a tornar a nossa Sociedade cada vez mats
humana e xnaisjusta, consiga solucionar estes graves
problernase cornero nosso mundo cada vez melhor.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>ReferSncias BibRogrfificas</title>
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