<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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        <article-title>Operacionalizago ISO 9001 no Ambito de Desenvolvimento de SW : Um Caso Real</article-title>
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          <string-name>Renato Roquel</string-name>
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          <string-name>nio Vieira</string-name>
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          <string-name>I- Responsvel pela Qualidade da PT Inovaiio - P</string-name>
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          <string-name>lo do Porto</string-name>
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          <string-name>- Director da PT InovaAo - P</string-name>
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          <string-name>lo do Porto</string-name>
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      <pub-date>
        <year>2001</year>
      </pub-date>
      <abstract>
        <p>D6co Total de TrabalhadoresAssociados a Tarefasde Suporte Tota2de TrabaJhadoreAs ssociados ao PDS 3 3 N6meroTot de Trabalhadores 38 NldmeroTotal de Procedimentose Instru6es de 34 bitoGERAL NdrneroTotal de Procedimentose Instru6es 16 PDS Ndrnero Total de Procedimentos e Instruc6es 50 NldmeroTotal de Trabalhadoresque elaboraram 10 Procedimentosou InstruG6esde iirr1bitGoERAI NdrneroTotal de Trabalhadoresque elaboraram II Procedimentosou Instruc6esPDS Ni:imeroTotal de TrabalhadoresQueelaboraram 18 Procedimentosou Instruc6es Nl:irnerode Procedimentos ou InstruV6es de 13 AmbitoGERAI elaboradosDelaDiracc11o Ndrnero de Procedimentos on /nstru5es PDS 2 elaborados Dela Direcc5o Ndrnero de Procedimentos ou InstruJes de 16 bito GERAI elaboradospolo Responszivelda Qualidade Ndrnero de Procedimentos ou Instruc6es PDS I</p>
      </abstract>
    </article-meta>
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    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>Absact</p>
      <p>Esta artigo pretende apresentar a een.lncia do PT
!novaa-o - P6lo do Porto - no implementado de um
Sistema do Qualidade ISO 9001 no a^mbz`tode
projectos de desenvolvz`mentode SW e Yeti.Taralgumas
concluso-esinteressontes dessa expert.^encia
A PTIN P6lo do Porto contrao sen neg6cio no ramo
das tecnologias de inform&amp;Ao. O &amp;mbito da sua
certificaAo Dela APCER(ISO 9001) 6:
"Projectos de desenvolvimento de sojrware, proJ`ectos
europeus e projectos de consuLtoria no &amp;Yea dos
telecomunicaV6es."
No processo de JmpJementao do Sistema de
Qualidadefol necesso encontraruma interpretao e
uma abordagem inovadoras. O SQ Sistema da
Qualidade - da PTIN-PLP fol assim construido sobre
uma permanente e criativa interpret&amp;o da norma,
assim como da forma de a p6r ao servio da empresa e
dos colaboradores.</p>
      <p>Algurnas caracteristicasessenciais a realVarqne sero
analisadasneste artigo:
B a participaV8oalargadae criativa de toda a empresa
na implementailo do SQ;
. a utiliza5o de um suporte baseado em solu6es
WEB para o Manual da Qualidade e para quase
todos Osdocumentos e registos integrantesdo SQ;
. a aproxima&amp;o, ainda Que inconsciente, as
orienta6es da nova vers5o danormaISO 9000
Ao lonSo deste artigo procuraremosanalisar cada urn
destes aspectos e tentar a partir dal retirar algurnas
conclus6es.
2. ParticipaAo alargada e criativa de toda a
empresa na implementaSo do SQ
Em Junho de 1999, na altura da certificaV8o, o eno
INESCTEL, hoje P6lo do Porto da PTIN, dispunha dos
recursos humanos apresentados nas 3 primeiras linhas
da Tabela 1.</p>
      <p>E interessante analisar com os dados disponibilizados
nas restantes linhas a forma como estes recursos
participararn na elaboraBo do conjunto de
procedimentos e instruBes Queintegravam na altura o
Manual da Qualidade MQ. Os procedimentos e
instruV6es forum desde o inlcio organizados em dois
grandes grnpos, correspondendo aos dois grandes
processos identificados: PDS Processo de
Desenvolvimento de SW - e GER - processo GERAJ
de suporte.</p>
      <p>Vor
5
elaboradospelo Responsavel da Qualidade
NOrnerode Procedimentosou Instrues de</p>
      <p>bito GEEAI- elaboradospelo Director Geral
Ndrnero de Procedirfxentosou InstruJes PDS
elaboradospelo DirectorGeral</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>Tabela 1</title>
      <p>E `xnteressantdeestacar alguns resultados a parfir dos
valores apresenfadosna tabela:
' o nOmero de pessoas responsaveis pela edi5o de
procedimentos e instruJes 6 muito alto:
considerando todos os documentos = os
procedimentos GER (GERAIS) e PUS (Processo
de Desenvolvimenfo de SW) - houve 18 pessoas
(cerca de 50%) que forum responsabifizadaspela
elaboraVo da La versdo desses documencos`,
' a percentagem 6 muito maior no PDS do que no
processo GER o que d facilmente compreensiveL"
pois o PDS 6 o processo central e nuclear da
empresa e onde a grande maioria dos
trabalhadoresexerce a sua acfividade.Ha apenas5
pessoas afectas exclusivamente `a tarefas de
suporte;
' o nfiIflerode documentos elaborados pe2aDireco (
tambm muito elevado, cerca de 40%, reflectindo
urngrandeenvolvimenfo da DirecAo no processo;
' o pr6prfoDirector Geralelaborou 3 procedimentos.
Para al6m destes nOmerosser interessante destacar a
realizaAo, com periodicidadenorfnalmentemensal, de
uma Reani5o Geral onde o projecto Qualidade era
sempre discutido - pr:iticaque Se mant6m - a criaAo
na a2turade um Grupo de Trabalho da Qualidade,
envolvendo um representante de cada departamento,
para al6m do respons"avedla Qualidade, grupo que era
responsdvel por coordenar codas as acfividades do
projecto, e ainda a realizaV&amp;ode vios inqu6rifos
infernosrelacionadoscom o SQ.</p>
      <p>Mas, mesmo com este grau de envolvimento, a
mofivagAoe envolvimento das pessoas no processo foi
dificil:
*
.
.</p>
      <p>por hxibitosenraizados de trabalho;
por press6es extemas do neg6cio e do cliente;
Forfalta de experi8nciae de forrnago Nestaarea.
A primeiradificuldade esfa associadaixnecessidade de
urfxapermanente melhoria do SQ, k necessidade de
permanencesac6es de discussAo, de divu2gaV5oe de
formaAo. qua t8m sido inseridas nos Pianos da
Qualidade, mas tamb6m ix necessidade senfida de
introduziralguns pontos de controlo(inspecc6es), com
maior formalismo, ao longo do ciclo de Vida do
projecto.</p>
      <p>A segunda dificuldade 6 de complexa resoluAo porque
extravasa o nosso dominio directo de acg50~Quase a
brincar, mas falando a so, poderfamos sugerir a
criaV:5ode processos de qualidade nos clientes, nAo
enquanto fomecedores, mas na sua qualidade de
clientes. Paraurncliente poder exigir qualidadede urn
fornecedor tera tamb ele de satisfazer alguns
requisitos. Deveria talvez existif na Norma um ponto
claro sobre o comportarftentode tuna empresa,quando
no papel de cliente, sob pena da cadeia da Qualidade
poder fer sempre urn elo fraco. A relago com os
fornecedores- ponto 4.6 na vetsko de 95 daISO 9000
6 insuficiente pois s6 analisa o problema na
perspectivado SQ da enfidade cliente e n5o na forma
como se relaciona com os SQ das empresas
fornecedoras. A possivel coberfura do ponto 4.2
Analise de Contrato 6 tamb6m insuficiente, em
particularno SW onde a dinica, duranteo tempo de
Vida de um projecto, 6 to grafrde. A actual norrna
tam2:&gt;6mnAo cobre estes aspectos. S8o cumpridos os
prazos pela empress quando 6 cliente? E enviada a
informaAo necess;iria de acordo com o estabelecido?
SROacompanhadosos fornecimentos? Responde aos
inquritos de avalia50 de satisfaAo dos clientes,
enviados pelos fomecedores? Esta ideia poderia ser o
ponto de partida,por si s6. paraum arfigo.</p>
      <p>Ternos tentado tomar visivel o SQ para os clientes,
procurando evidenciar as vantagens reciprocas em
satisfazera metodologia de frabalho,mas muitas vezes
os prazos ou a urgncia sobrep6em-se no porno de
vista dos clientes e somos 'obrigados pelo cliente a
burocratizara qualidade.</p>
      <p>Para combater a terceira dificuldade fol realizada
forxna5o sobre a ISO 9000 e Auditoriasda Qualidade,
e tivemos o acompanhamento de uma empresa de
consultoria. Note-se que s6 este ano se conseguiu
realizar urfxaprimeira acBo inteiramente dedicada ii
Qualidadeno Desenvolvimento de SW, a qual ir fer
confifxuidade, pois o pr6prio departarfxento de
FormaSo da ?TIN esfd a ultimar uma acAo de
forms&amp;o desse tipo, a incluirno sen cafalogo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>CondnsSes:</title>
      <p>Sem urns polftica que desse um enornfe valor ii
parficipaAo efectiva de todos, teria sido impossivel,
mesmo no prazo alargadode implementago (2 anos),
fer obcido a cerfifica50. Mesmo assim, ainda
persistem algurffas dificu2dades para motivar e
envolver codasas pessoas.</p>
      <p>Na area do SW a relaAo com o cliente, que 6 muito
forte e que se mant6m desde o escabelecimento da
relaV5ocontratualat6 ixentregado produto final, pode
ser deterrfxinantnea qualidade do trabalho, sendo as
obrigaJes do cliente acfualmentecoberfas de forma
insuficiente pela ISO 900f)~</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>3. Soloo baseada em Wen.login WEB</title>
      <p>Desde o infcio, ainda a WEB ngo tinha a popularidade
e divulgao que tern hoje, foi percebido que uma
soluV:50baseadaem WEB, suportadapela T
da empresa,Ledaenormesvantagens:
. a acessibilidade fdciI e generalizada mediante a
utiliza50 de um simples Browser;
. a facilidade de utilizaV2o;
. a integrabilidade de todo o MQ e com outros</p>
      <p>Sistemas de Inform&amp;50;
. a facilidade de controlo;
. a facilidade de
manuten5oEssa opo permitiueliminarpor completo quase todos
os documentos / registos em papeL Hd que realar
nomeadamente a facilidade de controlo documental,
baseada n.uma simples ferramenta de controlo de
configurag6es, tomando extraordinariamentesimples
introduzir correcV6ese melhorias no sistema o que se
revelou determinante.Ao contro do que acontece
em muitos casos em que o MQ revisto durante o
processo annal de revis8o do SQ, no nosso caso h
correcJes e melhorias constantes, que o facilmente
introduzidas no sistema- Ndo h por isso no nosso
sistema o conceito de vers5o do MQ. A versdo actual
do MQ d uma tabela com o conjunto das vers6es de
todos os documentos que os integram. Seria muito
dificil sobreviver doutraforma peranteo dinamismoe
modificaJes constantes que caracterizam a nossa
actividade. S6 em 2000, ano em que este artigo fol
escrito, de Janeiroa Novembro, foramintroduzidas64
correc6es/melhorias no MQ, resultando em novas
vers6es de documentosque o integram!
Mas esta opBo, que hoje parece 6bvia, criou na altura
muitas dificuldades na auditoria de concessAo, pois
alguns conceitos, a que os auditores estavarn
habituados, cram dificilmente percepcionados ao
navegar no sistema. Qual a fronteiraentreo Manualde
Qualidade e o Manual Operacional se um simples
clickpermite ir de um para o outro?Qual a versko do
MQ se cada pdgina html que o integra pode ser o
dinamicamentealteradae melhorada?
Se o MQ e a maioriada document&amp;o j residem no
arnbienteWEB, ha que fazer ainda um esforo para
integrar neste ambiente, de uma forma transparentee
automatica.todo o fluxo de ac6es associadas ao ciclo
de Vida dos projectos, garantindo a qualidade, quase
sem sobrecargapara as equipas.</p>
      <p>Conclm&amp;o: seria muito dificil mauler um SQ vivo e
flexivel, essencial na ea do SW e das novas
tecnologias, sem o recurso k WEB e a todas as
facilidades que ela disponibiliza. H ainda que
aperfeioar estaplataforma.
Ainda Que de uma forma algo inconsciente e sem
qualquerinform&amp;Aosobre o que poderiamvir a ser as
tend6ncias da nova norma a implementaiio no
INESCTEI decorreuentre 97 e 99 - houve desde o
infcio a opdo naturalde implementero sistema volta
daquilo que designos por PDS (Processo de
Desenvolvimento de SW), procurando documenter
esse processo, tendo em conta a normaISO:9000, mas
sem nos agarramosinicialmente demasiado a ela. As
dificuldades surgiram na fase final quando nos
preparavamospara a auditoria de concessdo, quando
tentarnosmapear o nosso SQ com os 20 requisitos da
norma. 0 primeiro resultado fol uma simples matriz
em que se indicava para cada um dos 20 requisites
quais Os procedimentos e documentos que cobriam
cada um desses requisitos-Sobretudona ea do PDS a
situao era um grande emaranhado, pois cada
requisito era coberto por muitos procedimentos/
instruJes e cada procedimento / instruo estava
relacionado com diversos pontos da norma. Por
exemplo o requisito de controlo da concep2o estava
associado a 7 procedimentos e a 5 pdginas html! Esta
situa50 crioualgumas dificuldades, nomeadamenteno
didlogo com o exterior auditores e APCER
obrigando-nosa escrever 20 documentos,integrandoo
MQ, que descrevem a forma como o SQ galante cada
um dos 20 requisitos ( esta fol uma das acJes
correctives resultantes da auditoria de concesso). Do
ponto de vista do nosso trabalho interno asses
documentos de mapeamento n&amp;o servem para nada!
Servem apenas para orienter os auditores externos e
servirarnporventurapara o responsdvel da qualidade
razer um trabalho exaustivo de interpretao da ISO
9000. Esta burocracia adicional, sem qualquer
interesse directo para a Organiza5o, parece ser um
ponto que, felizmente, a nova versAo da norrnaparece
elirninar.</p>
      <p>Mas se a orientaAo seguida nos criou algumas
dificuldadesno inicio, constatamos agoraque nos pode
facilitar a migraAo para a nova versdo da norma. Se
olharmosparaa varo da ISO 9000:2000, verificamos
que ela 6 normalmenteassociada a trs ideias Chane:
. a orientaq&amp;oa processos;
. a melhoriacontinua;
. a avalia5o da satisfaAo dos
clientesE curioso verificar como estas 3 ideias foramtambm
ideias Chanena nossa implement&amp;o o que nAo quer
dizer que n&amp;otenhamos necessidade de aprofundare
documenter melhor esses conceitos no Smbito da
preparaAo do SQ para a nova norma-De facto, como
jd referimos:
. todo o sistema foi construfdoa Volta do Processo
de Desenvolvimento de SW (PDS);
. o sistema foi desenhado para comportarmelhOria
continuasistem;iiticacom vdrias origens: reuni6es,
sugestdes, a direco, inqueritos internos, os
clientes, as participaJes, e 020 s6 as tradicionais
auditoriase revis6es do sistema;
. foi criado um sistema de avaliaSo da satisfa&amp;o
dos clientes baseadoem inquto.</p>
      <p>Realce Se que sobre este Oltimo ponto, na nossa
opiniAo, os resultados do processo de avalia3o da
satisfako dos clientes baseado em inqu6rito foram
bastanteinsufxcientesdevido:
. ao pequeno nx:nnerode clientes que o lNESCTEf ,
hoje PTIN PLP, tinha e tern cerca de 30,
respondendo tipicamente cerca de 40%. ou seja
obtinhamos cerca de 12 respostas- o que difxculta
o tratamentoestatfsticodos resultados;
. a pequena disponibilidade habitual dos clientes
para preencher inqu6ritos este ponto estd
associado a ideia proposta no capitulo 2 para
introduzirna normaISO 9000 um ponto relativo
ao comportamento de tuna etnpresa certificada
quandocliente.</p>
      <p>Entretanto,no Smbito da nossa integraVSona PTIN e
do processo de implement&amp;o de urn SQ na PTIN,
este processo de inqu6rito transitou para a empresa
e. De qualquerformaparece-nos pertinencereflectir
sobre este processo e Se calhar baseo sobretudo
noutrasTomes,para al6m do inquerito, nomeadamente
por exemplo nas participaJes dos clientes.</p>
      <p>5.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Algumas ConclusSes</title>
      <p>O processo de certifxca5o no INESCTEL, hoje
PTINPLP, foi um processo complexo que durou bastante
tempo, envolveu quase todos os colaboradores,e que
resultou num SQ reconhecido e certificado pela
APCER. Se a aprecia&amp;o global 6 positiva pelo que
contribuiu para uma reflexo colectiva sobre o nosso
trabalho, consubstanciada num conjunto de
documentos referenciais para a nossa prdtica, cremos
que niio permitiu introduzir mudanas de fundo no
cerne da qualidade do nosso trabalho: o
desenvolvimento de Software, pois esse depende em
grande medida de muitos aspectos para al6m do
formalismo da norma ISO 9000~ Apenas como
exemplo daquilo que pretendemos dizer poderiamos
citar Os testes: o SQ garante actualmente a
especificao e a realiza50 de todos os tipos de teste
durante o ciclo de Vida do desenvolvimento, com a
correcSo de todas as n3o conformidades ('bugs`)
detectadas,mas quase nada garantequanto qualidade
intrinseca das especifxcaV6ese desses testes. Serxipor
isso qua muita gente nesta area defende em alternativa,
ou eventualmente como uma melhoria a introduzir,o
modelo CMM, desenvolvido pelo SEI,. e vocacionado
especifxcarnente para o Software. E um modelo
bastante mais exigente e especializado, assente numa
abordagemde melhoriacontinua,baseado em 5 nfveis,
em que as empresas evoluem gradualmentede nine}
paranine}e em Queao contrxirioda ISO se apresentam
solu6es de implementa9&amp;oque cobrem mais de 500
pdginas. Contudo o CMM nAo cobra muitos aspectos
qua sAo muito importantes nas Organiza6eS e
abordados na ISO 9000 como por exemplo os
fomecedores, armazenamentos,etc, pois 6 um modelo
orient&amp;doespecificamente para o SW. E poss/val razer
um mapeamento do CMM com a ISO e normalmente
as empresas certificadas ISO 9001 Beam, no modelo
CMM,algures entreos niveis 2 e 3.</p>
      <p>Temos a percepAo de qua tern havido urna
insuficiente discuso e troca de expet.i8nciasentre as
empresas cujo neg6cio 6 o desenvolvimento de SW,
para encontrar a melhor forma de atrav6s da
certifxcaAo ISO 9000 e porventura mediante a
utilizaVo de outros modelos de qualidade,
conseguirem de facto melhorar a qualidade dos
produtosque desenvolvem.</p>
      <p>Acreditamos por isso que sera l:itil e necessario ao
conjunto das empresas da area do Software em
Portugal fazerem uma reflex5o conjunta sobre os
resultadosda certifxcao ISO 9001 e tenter encontrar
Os melhores caminhos para o futuro, nomeadamente
conjugando esta norma com modelos mais
especializados neste dominio como o caso do CMM.
6.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>LisW de Acr6nimos</title>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>CMM-Capability MaturityModel</title>
      <p>GER - Processo Geralde Suporte
ISO - InternationalOrganizationfor Standardization
PDS - Processo de Desenvolvimento de SW
PLP - P61o do Porto
PTIN - PortugalTelecom - !novaAo
MQ - Manualde Qualidade
SEX- SoftwareEngineeringInstitute
SQ - Sistema de Qualidade</p>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>7 . Keler8ados</title>
      <p>[I] Normas ISO 90001995
(2] Normas ISO 9000:2000
(3} CMM - SET Software Engineering Institute
Capability Maturity Model
(4] Proect Advisor</p>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list />
  </back>
</article>