<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <journal-meta />
    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Utilizando um Sistema Multicritkrio de Apoio Bedsko para Construir um Site de Comrcio Eletr6nico de Sucesso</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Edson Walmir Cazarini cazarini @ sc.usp.bl</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>Departamento de Engenbaria de ProduSo Escola de Engenharia de So Carlos Universidade de So Paulo</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2001</year>
      </pub-date>
      <fpage>189</fpage>
      <lpage>196</lpage>
      <abstract>
        <p>The goal of this project is to develop a set of notations appropriate to the orientation of the development of a pattern which contains basic requirements for the acquisitz-onof a successful electronic trade site, utiLz.zinga Multi-Criteria Decision Analysis (MCDA), to optimz.zethe qualz"tyof implantation and innz.ngsof this site. The approach proposed seeks to contribute so that our business can be fastened on solid basis, without the least risk possible, supporting the most assorted kinds of business, with notations orienting the use of MCDA applied to the construction of the site, in a virtual environment, with mult!ple junctions, wide and unrestricted access, making the company more competitive and able to part!cipate successfully in this virtual global world-</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. Introduo</title>
      <p>Devido ao fato do comcio eletr6nico ser uma inova50
tecnol6gica, com uma expanso muito al6m de todas as
previs6es, alguns acontecimentos nesta area s8o apenas
experimentaJes. Andy Grove (vice-presidenteda INTEL
Corporation) prev: "aid 2004, todas as empresas Ser5o
empresas da Internet ou simplesmente n5o sero
empresas". E eno a surge a seguinte pergunta para as
empresas: o Que razer para tomar este neg6cio vidvel e
renmvel?
Para Se obter sucesso nesta ea 6 preciso conceber novas
ideias, estar atento ks tecnologias emergentes, saber
gerencilas, e acima de Ludoser criativo. Construirum
site 6 a forma da empresa participarefetivamente deste
mundo virtual. Site 6 uma pdgina ou urn conjunto delas,
com objetivos hem definidos Que podem consolidar a
imagem da empresa, gerar vendas, realizar a intern2o
empresa e cliente atingindo o pleno objetivo de ambos,
dentro do potencial Quea Internet pode oferecer.
A cada dia o mercado mundial fica mais competitivo e
virtual. Com a globaliza5o da economia, as rdpidas e
importantes mudanas Que v8m ocorrendo no mundo,
principalmente por causa da Internet, e Que originam os
motivos Que apresentam a situao atual desse mercado
globalizado.</p>
      <p>
        As organizaJes Que participam desse mercado e Que
Queremcontinuar competitivas devem observar as novas e
exigentes condiJes do mesmo, conseguindo entregar um
hem ou servio de forma rnais rapid&amp; possi"vel,
minimizando sens custos e lucros, atentando
especialmente para a personalizaAo e qualidade do
produto [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">19</xref>
        ].
0 compartilhamento de recursos, tecnologia, informaAo
e mercado capacitam as empresas a obter a rapidez e a
flexibilidade exigidas pelo mercado, e e neste contexto
Que Se enquadram as organizaJes virtuais, Que SRo uma
nova forma de estrutura empresarial, Que possibilita a
coopera5o entre as empresas, apoiadas na tecnologia da
informaAo, Que permite empresas uma comnnicao
eletrHnica onde oferecem suas maiores e melhores
c,ompencias, aumentando assim sua competitividade e
aorangencla.
      </p>
      <p>
        Dentro deste contexto inovador 6 Que se encaixa o
comercio eletr6nico Dade o produto e conhecido,
demonstrado e vendido por meios eletr6nicos [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">5</xref>
        ].
Independentemente do tipo de neg6cio pode se estudar
uma forma de adequaAo e viabilizao para ,a realizaAo
da comercializaAo eletr6uica de um determinado
produtode uma empresa,concribuindodestaforma
para a globalizao do comercio mundial.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. JustMcativa</title>
      <p>Dizer Que a Internet tem transtormado o
mundo do comercio e reconhecer o 6bvio. Em
apenas tr6s anos, a quantidade de neg6cios
conduzida atraves da rede p0blica tem
ace\erado, de US$50.4 mllh6es em 1997, a
US$1.3 trilh6es, projetado em 2003, de
acordo com a empresa de pesquisa
Intemational Data Corporation.</p>
      <p>Desdea menorat6 3 maior empresa, a Internet tern
forado cada neg6cio a reconsiderar a maneira em
Que opera. Em cada setor as companhias estAo
apressando o estabelecimenco de seus serviOs na
Web~Conscantemente surgem novas diretrizes para
os neg6cios, onde a empresa avana na dire5o de
adapter-se ao modelo de neg6cio inovador,
atendendo sens, cada vez mais, exigences
consumidores; ou arrisca a perda de neg6cios para
os competidores Quejd o fazem.</p>
      <p>
        Conscaca-SQeue Osbeneficios para as empresas Que
fazem essatranslAo em bases s6lidas so enormes.
0 sistema seguro de encomendas e
acompanhamenco baseado na Web tern baixado Os
custos cransacionais e acelerado a entrega
personalizada para parceiros de neg6cios no mundo
inteiro, fortalecendo desta forrna Os
relacionamentos de neg6cios [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref11">12</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        Conseqnentemente, para Que a empresa
maximize sua possibilidade de sucesso e que este
trabalbo se fundamenta em um Sistema
Multicrico de Apoio DecisSo - SMAD, onde
s8o construidas abordagens para crater incertezas,
comuns no com6rcio eletr5nico; para auxiliar o
processo de estrutura5o dos problemas existences,
para identificar e construir alternativas, Que
contribuam no uso de um inscrumento multicricio
para apoiar as tomadas de decisSes complexas [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
        ];
como acontece com a conscru3o de um site de
sucesso, onde as mudanVas 550 freqOentes e a
realimentaAo e aplica5o do SMAD e constance.
Assim a cada mudana 550 sugeridos novos
crit6rios a screw escolhidos pela empresa conforme
as condiJes propostas, realimentando o SMAD e
obtendo os novos resultados.
      </p>
      <p>O pr6ximo capitulo trata das "Defmis
das Caraccerfscicasdo Site", abrangendo:</p>
      <p>
        Vendas e Marketing [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref7">7</xref>
        ];
Tecnologia de Informa(;:5o [ IO];
Medidas de Desempenho, [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref13">16</xref>
        ];
      </p>
      <p>O capftulo 4, fala sobre o S,
observando sempre as caracterfscicas definidas no
capitufo 3, anterior.Considera-seno capitulo 4 as
variaveis" e sens possiveis "atributos"f,ormula-Se
o problems" oode ser aplicado o SMAf&gt;,
obtendose como resultado as recomendaJes, ou
"crit6rios"m,ais vidveis para o caso estudado.</p>
      <p>Observamos que devido A agilidade das
transform&amp;Jes nas organizaBes {15];
aconselhamos que sejam pesquisadas durante a
estruturaAo do problerna as tecnologias" mais
recentes disponiveis nos meios competences
correspondences,e se possivel, sejam consideradas
adequadamente (capitulo 3), e na aplicaAo do
SMAD (capftulo4).</p>
      <p>Espera-se que o resultado deste trabalho
proporcione k empresa um acompanbamento
constante do neg6cio, aplicando-se sempre que
necesso as Leonieasaqui sugeridas para que se
mantenha o site sempre otimizado e atualizado,
com sucesso em todos os crit6riosanalisados~</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Defmi6es</title>
      <p>Site</p>
      <p>
        das Caracteristicas do
0 modelo de site escolhido visa a realizaAo de
vendas de produtos descricos e perfilados on-line,
B2C (business-co-consumer), ou seja,
empresa/consumidorproporcionandoOsmeios para
pagamento dos produtos comercializados,
denominados"Diretos/Ativos"[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        Nesta condi5o, a tecnoZogiada inform&amp;Ao deve
ser utilizadapara criar comunidades virtuais para
potenciais consumidores, perrnitindoa troca de
informag6es sobre preo de produto e qualidade,
sew a interfer8nciado responsavelpelo Website.
Os t6picos abordados abaixo sRo a inters50 do
Que variOsautores v8m escrevendo, e tamb6m do
que 6 visco em congressos e sennaariOsna area de
Internet sobre Os elementos que devem estar
presences em Websites [S]. Tambem estd aqui
concempladoo crabalho sobre a evoluAo do
ecommerce (comdrcio elecr6nico) realizado pela
INTELCorporation[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref9">9</xref>
        ].
      </p>
      <p>Desta forma, dentrodo que a literacuradisponfvel
caractenza como estar de acordo com o pocencial
que a Internetpode oferecer, forarndefinidos u6s
blocos de atividades especificas: Vendas e
Marketing,Tecnologia de Informa5o e Medidas
de Desempenho.
3.1.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>Vendas e Marketing</title>
        <p>McKenna ll 1}; apresentou um novo modelo
corporativo:a empresa em tempo real, devido ao
fato do rnercado consumidor assim exigir. Hoje
nAo Se imp6e ao mercado o Que ele tern que
consumir, e entiio se presencia a massifica5o da
personalizaSo, Dude cada pessoa deve ser
considerada individualmente. Assim sendo, a
empresa deve sempre adotar urna melhoria
continua, baseando-se sempre em necessidades e
desejos comunicados a partirdo cliente, atrav6s de
uma grandeinterao entrecliente e empresa.
A presen9ada empresana Web deve ser divulgada
pela pr6priaInternet e tambdmpor todos os meios
de comunica5o utilizados at6entdo.</p>
        <p>
          Ferreira [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">7</xref>
          ], enfatiza a necessidade da empresa
possuir um born planejamento de marketing
fundamentado em tr8s conceitos: objetivos,
capacitaV6ese inten95es. Os objetivos so o qua a
empresa pretende alcanVarpor intermio das
capacita95es que possui. E as inten95es a
disponibilidade que a empresa possui para atingir
os objetivos atrav6s das capacitaJes, que e o
diferencialpara a obtenVo de sucesso no neg6cio.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>3.1.1. Plano de MarkeHng</title>
        <p>
          Adotou-se Ferreira [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">7</xref>
          ]; pela inovaV5o e
simplicidade do Plano de Marketing proposto,
contemplandoos seguintes item:
        </p>
        <p>Objetivos</p>
        <p>A empresa deve definir claramente quais
880 sens objetivos e qual a forma do produto que
quer comercializar atraves do site, considerando
que o produto deve estar totalmente ajustado ks
necessidades, exig8ncias e desejos do cliente.</p>
        <p>- AnxbienteExtemo
Nesta item a empresa identifica sens concorrentes,
dentro e fora da Internet avaliando demanda do
produto e tecnologia utilizada, analisando sens
pontos fortese fracos.</p>
        <p>Previso de Vendas e Ades6es Mensais
A empresa deve definir sua previsAode vendas e
ades6es mensais ao sen site.</p>
        <p>Estrat6giado Produto
Defini9Aodo ciclo de Vidado site, estrat6giapara o
design, rnarca,garantias,segmenta9o do mercado,
feedback dos clientes e qua! a periodicidade de
avalia9Roe melhoria do site.</p>
        <p>Estrat6giado Preo
Dene-se conhecera concorr6ncia.Definir os preos
base&amp;dosno custo do produto e/ou no Romero de
pessoas que trafegampelo site.</p>
        <p>Alcance e Foco Intemacional
A empresa define de forma globalizada os canais
de distribui80 do site de maneira que ele seja
representado e comercializado nos locals de
interesse, verificando possiveis parcerias e
utiliza9&amp;odos canals de distribui95o.</p>
        <p>Promo9Aoe Vendas
Miranda [I3]; relata que na promo95o de nm site
devem ser considerados tr8s item: boca-a-boca ou
seja "e-mail a e-mail" (entre os usxuirios
intemautas),rnidia convencional (revistas, jomais,
rdios, tvs, e afins), e divnlga950 on-line Ce-mail,
searchengines,bannerse afins).</p>
        <p>- O Cliente
A empresadeve conhecer o cliente profundamente,
realizando nxna personalizaBo efetiva,
aprimorandoa entregae o conteOdoda informa98o,
e dandoum suporteconn-Duoao cliente.</p>
        <p>Plano de AJes Imediatas</p>
        <p>E accessio que a empresa possua
alternativasde a6es caso o previstono funcione.</p>
        <p>
          Defini&amp;o de Liderana
Nenhum esforo de comercio eletr6nico pode ter
sucesso sem a generosa compet6ncia de urna
garncia forte, que propicie um desenvolvimento
acelerado,e Se necessario urgente, autorito e de
aka visibilidade para superar os obstaculos do
caminho [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref9">9</xref>
          ]. E desta ger8ncia a responsabilidade
de implantso e monitoramentodo site.
3.2.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-3">
        <title>Tecnologia de InfomlaSo</title>
        <p>
          O trabalhoaqui realizado pelo mesmo profissional
citado acirnadeve exigir compet8ncias gerenciais
deste executivo, e esta lideran9a 6 um item
fundamentalpara o sucesso do projeto, que deve
possuir alem de profundos conhecimentos de
Internet e Comercio Eletr6nico, excelentes
habilidades interpessoais, e perfil para agir tanto
como Ifder como facilitador. Segundo May [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref10">10</xref>
          ];
entre os principais desafios a serem enfrentados
esnio:
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-4">
        <title>Seguran9a</title>
        <p>E a grande preocupa5o das empresas de
comcio eletrHnico, e nesta ea devem ser
adotadas estrnturas s6lidas de seguranVa.A
Intel Corporation anuncia a farm'-1iade
processadores I-'64 com solu9665 6specfficas
paraprotegereste arnbientede e-commerce.</p>
        <p>Utilidade
O cliente on consumidor deverdperceber urna
utilidadereal neste site.</p>
        <p>Dinamicidade
A nforma9ko sobre o produto deverS ser
cunannca.
- Entretenimento
Manteralto i"ndicede entretenimentono site.</p>
        <p>Navegabilidade
As informaJes dentro do site devem ser
clarase objetivas, facilitandoa navegaAo.</p>
        <p>Objetividade
As informa6es devem ser simples e com uma
simbologia associada, representando os
objetivos do site.</p>
        <p>Abrang6ncia
Definir o pOblicoalvo ao qual se destina o site
com sens objetivos evidenciados"
- Interatividade
0 site deve interagir com o usuario, trocando
inform&amp;Jes de forms natural.
- Atualidade
0 site deve estar rents&amp;do e atnalizado
constantemente.</p>
        <p>Integra2o
Executar integraVAocom outros sistemas do
neg6cios.</p>
        <p>Sistemasde Suporte
Desenvolver sistemas de snporte e
conhecimentos t6entcos internos para
sa .tisfazer os clientes, otimizando as
inform&amp;6es.</p>
        <p>ServidoresAdequados
Mauler servidores para suportar serviOs
avanados, mantendo a estabilidade do
"backend"</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-5">
        <title>Ampliago</title>
        <p>Planejar a infra-estrutura para escalonar a
demands, na medida em que Os novos
produtos emergem, e o n[mlero de conex6es
ativas cresce~Assegnrando amplo aspso para
crescimento, permitindo a flexibilidade no
cliente e no servidor.
33.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-6">
        <title>Medidas de Desempenho</title>
        <p>
          AS medidas de desempenho do site visam
determiner um fndice qua relacione vari:iveis e
atributos, dimensionando de forma subjetiva a
availsAo dos usuOs ou pdblicoalvo em rela&amp;o
aos atributos[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref13">16</xref>
          ].
        </p>
        <p>-. VantagemRelativa
E o fndice com que a utiliza&amp;o do site 6
percebido como melhor que a id6ia qua estd
sendo snbstituida.Estes vantagens podem ser:
buses de inform&amp;6es, acesso a mercados
globais, realizaV5o de neg6cios e ainda o
aspecto do status paraquernesni participando.</p>
        <p>Compatibilidade
E o indice com que o site 6 percebido como
compativel com valores existentes,
experincias realizadas, e necessidade de
ust]driOpsotenciais.</p>
        <p>Complexidade
E o i"ndicede dificuldade de entendimentoe de
ntilizao percebido polo potencial usmirio
qnando da utilizaAo do ambiente virtual de
neg6cio.
- Tentabilidada
E o indice com que um potencial uslniriopode
utilizar o site antes de ser habilitadode forma
definitiva.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-7">
        <title>Observabilidade</title>
        <p>E o fndice qua Os result&amp;dosda utilizaAo de
um ambientevirtual de neg6cios ado visiveis
para08 outros.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Sistema Multicritrio Decisdo - SMAD de Apoio d</title>
      <p>A partir dos anos 70, cresce o interesse pela
pesqnisa na a:]:eade metodologias multicrit6rio,
visto que a complexidade existence nas
organizaJes e result&amp;do da necessidade do
tratamentosisterrniticodos mdltiplos e conflitantes
interesses a que as mesrnasest&amp;osubmetidas, al6rn
de ser agravadapor nma instabilidadee incerteza.
E para auxiliara tomada de decio mediante esta
sitna80, surgem algumas abordagens,e entre alas
Os Sisternas Multicrit6rio de Apoio DecisSo
SMAD, com o incnito de tratar de processos
decis6rios complexos, considerando aspectos
snbjetivos.Assim OsSMAD procuramesclarecer o
comportamento dos &amp;tores de um processo
decis6rio, oferecendoIhes argumentos qua
possibilitem vandal e modelar sens pr6prio
valores, Darnprocesso interativo e construtivo. E
considerando os limites da subjetividade qua a
abordagem reconhece os limites da objetividade
[21.</p>
      <p>
        Rana e Costa [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
        ], divide o processo de apoio il
tomada de deals5o em trs glandes culpas:
estrnturaAodo problema,processo de avaliao e
elaboraAo das recomendades.
      </p>
      <p>Esta estabelecidoHastetrabalhoque sen objetivo 6
a construo de um site de sncesso, e este Sela
consider&amp;docomo o problema, sua estrnturao
ocorrerd Segundo as caractaristicas a Salem
observadas para cada site a ser desenvolvido,
individualmente, a partir das defini6es
compreendidas no item 3, anterior; aplicadas ao
SMAD consider&amp;do no presente item e
snbsequentes.</p>
      <p>Na seqn8ncia serd realizado o processo de
avalia50 da implant&amp;o do site cOnsiderado,e
ser&amp;oelaboradasas recomenda6es para o.sucesso
do site em quesriio.
4.1.</p>
      <sec id="sec-4-1">
        <title>Estruturago do Problema</title>
      </sec>
      <sec id="sec-4-2">
        <title>4.1.1. Defilxio do Problema</title>
        <p>
          Rosenhead [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref15">18</xref>
          ]; &amp;present&amp;nma colemnea de sets
dos mais difundidos m6todos de estrutura(;5o de
problemas. Neste trabalho serd ntilizado a
metodologia SODA (Strategic Options
Development and Analysis), urns abordagem
desenvolvida para auxiliar os facilitadores, on
consultores; a ajudar sens clientes,' ou decisores
envolvidos com problemas comylexos como a
construV5o de um site de sucesso. Dentro dessa
abordagem os Mayas Cognitivos so a princiyal
ferramenta para a estruturaAo do problema
considerado. Em particular a constru8o de arvore
de crit6rios ou pontos de vista conforme Dana e
Costa [31; onde um estudo de caso 6 apresentado e
a partir do maya cognitivo do decisor, estrutura-se
uma ore de Pontos de Vista para a avaliao da
empresa em questAo.
4.12. Mayas Cognitivos
"Um mapa cognitivo 6 um modelo do sistema de
conceitos usados por uma pessoa para comunicar a
natureza de um problema' [181. Isto , um mapa
cognitivo 6 um modelo utilizado para representar a
maneira como uma pessoa interpreta uma
deterrninada situa80, ou ainda: uma representao
grdfica de um conjunto de representaJes
discursivas feita por um sujeito com vistas a um
objeto em um contexto de uma intera20 particular
[14].
        </p>
        <p>Ento o trabalho do facilitador 6 construir uma
representaAo grdflea de uma fala do decisor ou
ator. e, portanto o mapa cognitivo 6 uma
representaAo grdfica de um entendimento Que o
facilitador tern de um discurso do ator sobre um
objeto Segundo seu conceito.</p>
        <p>Montibeller [14]; define um mapa cognitivo como
sendo uma representao grdfica de uma
representao mental que o pesquisador
(facilitador) faz ayarecer de uma representao
discursiva formulada pelo sujeito (ator) sobre um
objeto (problema), representsAo esta obtida de sua
reserva de representa50 mental.</p>
        <p>Um mapa cognitivo d constituido de uma rede de
id6las ligadas por setas. Estas flechas indicam a
forma com que uma iddia leva ou tern implicaJes
sobre a outra. 0 principal objetivo de um mapa d
retratar estas iddias, valores, e atitudes dos atores
dentro de um processo decis6rio, da melhor forma
yossfvel, possibilitando uma analise posterior.
Desta forrna o processo de construVAode mayas
cognitivos extremamente ntil para a estrutura80
de problemas complexos, pois proporciona a
andlise do problerna com uma riqueza de
informaJes que dificilmente seria possivel se
obter sem a utilizao desta ferramenta [14].</p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-3">
        <title>4.1.3. irvores de Pornos de Vista</title>
        <p>
          Dentro do processo de estrutura8o do probiema,
as caractedsticas das aJes e Os objetivos dos
atores sRo chamados de "ponto de vista" [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
          ], Que
representa todo aspecto da realidade decisional Que
os atores entendem como sendo importante para a
constru50 do modelo de avalia5o das aJes. E
entAo, as prefer8ncias, ou seja os valores dos
atores se traduzem pelos pontos de vista.
        </p>
        <p>Acrescenta ainda a necessidade de distin&amp;o entre
ponto de vista fundamental (PVF), e yonto de vista
elementar (PVE), onde PVF e um fim em Si
mesmo, "e importante porque 6 importante", o
PVE representa o nivel mais baixo de cada grupo
da estrutura arborescente.</p>
        <p>
          Definido a vore de pornos de vista, estes devem
ser operacionalizados atrav6s de um descritor, uma
escala de valor local e indicadores de imyacto, de
forma a avaliar cada condio da empresa em cada
um dos P\s [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
          ]. Em seguida deve Se calcular as
taxas de substituiSo (pesos) de cada PVF, o que
resultar5 numa pontuado para cada condi5o da
empresa utilizandose um modelo de agregaVo
aditiva.
        </p>
        <p>O modelo permitird tanto pontuar empresas,
fornecendo uma avaliaiio relativa a construo de
um site de sucesso; como realizar uma avaliaAo
absolute comparando sua pontuaAo com padr6es
previamente estabelecidos pelos decisores.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-4">
        <title>4.1.4. Construo de Descritores</title>
        <p>
          Atrav6s de um trabalho interativo com os atores e o
facilitador 880 definidos uns conjuntos de nfveis de
impacto, da maneira mais yrecisa possivel.
Hana e Costa [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
          ]; define um descritor como sendo
um conjunto de nfveis de impacto associado ao
PVF. Cada nine! de impacto deste descritor
corresponde il representa50 do impacto de uma
aAo ideal, de tal forma que a comparaAo de dois
niveis quaisquer do descritor resulte sempre em
uma diferenciao Clara aos olhos dos atores, em
termos dos elementos primios de avaliao que
formam este PVF, nAo resultando em ddvidas em
nenhum caso.
        </p>
        <p>
          H;i um consenso na literatura a respeito da extrema
importdncia da construVgo doS descritores para a
estruturaVAodo problema [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
          ].
42.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-5">
        <title>Processo de AvaBa50</title>
        <p>4.2.1. Consfrno das Matrizes de Juizos de</p>
        <p>Valor
O processo de avalia2o inicia-se com a
identificaSo de escalas de valor cardinais sobre
cada um dos descritores construfdos anteriormente.
A tarefa de construo destas escalas 6 feita atravs
da abordagem MACBETH, descrita por [I].
Dificilmente um decisor teria condiJes de
expresser sens julgamentos de valor em relao a
um conjunto de niveis de impacto diretamente na
forma de uma escala cardinal representativa. A
proposta da Metodologia MACBETH d que a
explicita50 da intensidade de prefer8ncia,
variando de I (motto fraca) a 6 (extrema), Que o
decisor possui em relaSo as aJes potenciais seja
feita atrav6Bda expressAode julgamentosabsolutes
de diferen de valor (atratividade) entre duas
aJes.</p>
        <p>Para cada PVF d construidaurns matriz triangular
superior, Dude o decisor expressa sen julgamento
absolute de diferena de atratividadeem relao a
este PVF para codes os pares de 6es (ai,aj),
elementosda matriz.
42.2. Determinao das Taxes de</p>
        <p>Substituio
Para ser possfvel uma avaliaAo global das
alternativas faz-se access;irio a determina2o de
taxas de substitui5o, ou pesos entre PVFs; para
Que seja possivel a constru&amp;o de uma regra de
agregaAo, geralmente aditiva.</p>
        <p>
          O principio do preenchimento da matriz de juizos
de valor para determinaAo das taxes de
subscitui8o e haseado em jul.gamentos absolutos
de diferena de atratividade.E proposto ao decisor
[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
          ]; Querespondaa seguinte perguncaparacodes Os
descritores:- Estando os pontos de vista PVFI e
PVF2 ambos no pier nines, seria rnais atrativo
passer para o melhor nine} no PVFl ou'no PVF2,
mantendourn nivel constance em todos os demais
pornosde vista?
A partir deste conjunto de julgamentos, a
metodologia MACBETH e processada.A escala de
valor cardinal obtida e enc&amp;o normalizada,
fomecendo os valores de taxa de substitui80 cane
os PVPs, tornandopossivel o uso de um modelo de
agregao aditiva.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-6">
        <title>4.23. Perfd de Impacto Bas Empresas</title>
        <p>
          Todos Ospassos desenvolvidos at6 este ponto da
atividade de tomada de decisAo visavam somente
perrnitir a comparao dos impactos de aJes
ideals Segundo um ponto de vista. Entretanto,
necessario Que a partir de um conjunto de aV6es
pocenciais e de urn conjunto correspondencede
nfveis de impacto Segundoum PVF, seja concebido
um procedimento operacional qua indique como
projetaro conjunto de a6es potenciais sobre uma
escala de maneira a selecionar um ou mais niveis
Que melhor representem o impacto real de cada
uma das aes pocenciais case sejam colocadas em
execu80" Atrav6s da t6cnica de utiliza5o de
canariOs, sugere-se pessimista tendencial e
otimista, faz-se o use dos indicadores de impacto
pontuais associados a um PVF, superando o
problemada incerteza na determinaAo do impacto
de uma ao potencial segundo um ponto de vista
fundamental. A avaliaAo das ag6es potenciais
deve ser feita nas tr8s situa6es, assim como este
conceito pode ser aplicado para cada PVF, e a
utilizaAo desses ccmiriOs pode ser visualizada
como a aplicao de um modelo multicrit6rio em
diversas oportunidades,contribuindo desta forma
na rninimizao das incertezas dos decisores.
A vantagem da abordagem de cenariOs 6 a
elirnina5o da necessidade de atribui&amp;o subjetiva
de probabilidades associada s incertezas
envolvidas na projeo de urns a50 sobre umnines
de impactostrandsde um indicadorde impacto [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
          ].
Tendo construidoo perfil de impacto para codas as
a6es potenciais, o processo de apoio decisAo
pode evoluir para a avaliao global das
alternativas, melhorando assim a confiabilidade
nos resultados.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-7">
        <title>4.2.4 AD;a]iSedos Resultados</title>
        <p>
          Nesta s2o s3o apresentadosos resultados finals
do processo de avaliao da empresa em quesnlo,
assim come as diversas possibilidades de andlise
de sensibilidade possiveis de screw realizadas. O
procedimentode analise e ValidaAo dos resultados
6 um processo interativo,realizadojunco ao decisor
com o auxilio dos softwares: HIVIEW for
Windows (Barclay apud Corr [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
          ]), e VISA for
Windows (Belton &amp; Vickers apudCorr [6}).
Como o -objetivodo trabalho6 a construVo de um
site de sucesso, a empresa virtual (site) aqui
consideradaa partir das definiJes escolhidas na
s5o 3 deste trabalho,fol construjdabaseada em
julgamentos subjetivos do decisor e, portanco e
essencial realizer uma anaUse em conjunto com o
facilitador, das diversas formas dos resultados
finais apresentadospelo SM, com a finalidade
de validlo e consequentemente aumentar a
confiabilidadenos resultadosalcanados.
        </p>
        <p>Como este procedimento foi embasado em
julgarnentos subjetivos escolbidos conforme as
circunstdncias,no item 3, irreal afirmarqua Os
resultados obtidos eso absolutamente corretos
n&amp;o existindo nenbnma hesita50 por parte do
decisor. Assim Sande,para qua os resultados sejam
mats confiaveis e tangiveis, devem ser construidos
grdficos com software especffico, mostrando o
comportamentodas aJes em fun80 da varia50
da taxa de substitnido de cads urn dos pontos de
vista fundamentals.
43.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-8">
        <title>Elaborao das Recomendas</title>
        <p>A construAo do modelo multicriterio a partirdas
caracteristicasadotadas para a construo de um
site de sucesso conforme orientaJes do item 3
anterior,possibilita nesta fase do trabalho,com os
resultados do modelo do site de sucesso em m5os,
elaboral-Se as recomenda6es
objetivo proposto.
para atingir o</p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-9">
        <title>4.3.1. IdentiflcaGBodas Estratkgias</title>
        <p>
          Este procedimento deve ser desenvolvido em
conjunto pelo decisor e pelo facilitador, e somente
ap6s uma exaustiva anise dos resultados obtidos
com o SMAD 6 Que se passa a identificar as
estrat6gias. A partir dos aspectos levados em conta
para cada um dos pontos de vista fundamentals,
clarificados pela construVAo de descritores, toma
possivel para o decisor identificar quais aJes
podem ser tomadas de forma a otimizar o nivel de
impacto da empresa Segundo cada um dos PVFs.
As recomendaJes s5o feitas para aqueles PVFs
onde a empresa possui um nivel de impacto
indesejdvel e possivel de ser melhorado [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
          ]. Desta
forma elabora-se um pacote de aJes para screw
implementadas na empresa, visando a otimizao e
o consequente sucesso no neg6cio.
4.3.2. Escolha de Quais Estratkgias
        </p>
        <p>Implementor
Para definir-Se de Que forma as estrat6gias devem
ser escolhidas faz se necessarios alguns
entendimentos com o decisor, pois as mesmas
devem pertencer a um conjunto possivel e dentro
da realidade da empresa em todos aspectos, sejam
eles administrativos, financeiros, comerciais, ou
em qualquer outra area. Geralmente a rela8o
custo/beneficio 6 urna forma adequada para
identificar as estrat6gias mais vantajosas para as
empresas, e Quetamb6m pode ser analisada por um
modelo multicritio.
4.3.3. An;5Jise Custo/Beneficio e</p>
        <p>RecomendaBes Fmais
As andlises necessarias podem ser efetuadas
utilizando-se o software EQUITY for Windows
(Barclay apud Corr&amp;a [61), Que possui
caracteristicaspr6priaspara a avaliaBo de pacotes
de estrat6gias.</p>
        <p>Finalmente, 6 importante registrar Que as
estrat6gias deixadas de lado em um estagio do
processo nAo estAo descartadas, apenas, no
momento, existem outras mais adequadas Que
proporcionammaiores beneficios ils empresas.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>ConclusAo</title>
      <p>Cada processo de tomada de deciso possui
caracteristicasQueo tomam dnico, diferenciando
se dos dernais, fato este Que faz da Ci8ncia da
tomada de deciso urna ea de muita
cornplexidade.Apesar disto quandose conclui um
trabalho experimenta-se todo sen potencial Que,
espera-se, seja utilizado em prol de toda uma
comunidade.</p>
      <p>A abordagem deste trabalho engloba
conhecimentos em eas distintas envolvendo
profissionais de vas zueascom o trabalho,e um
grande volume de informaJes Quese acredita ser
mantido em fundamentalorganizao propiciando
conhecimento.Algumas outrascaracteristicasdeste
trabalho como flexibilidade e construtivismo
tamb6mpodem ser notadas.</p>
      <p>Certamentetodo processo decis6rio visa auxiliar
algu6m a tomar decis6es, e neste trabalhonota-se a
funo do facilitador extremamente importante e
catalisadora, despertando nas pessoas melhores
decis6es do Que normalmentefariam sozinhas, e
tamb6m deixar um ensinamento de como se
comportar em situaJes adversas, de forma Que,
posteriormente quando estiverem frente um
processo decis6rio, as pessoas saibam como agir
paraalcanar uma boa decisiio.</p>
      <p>E importante registrar Que urna empresa virtual
pode nascer em um dia e morrerem outro, e neste
mundo virtual de incertezas,n&amp;ose pode esperaro
ponto final para entrarnele, 6 6bvio. Enquantoas
ferramentase processos para habilitarcapacidades
continuam sendo desenvolvidos, formularnos
cuidadosamente neste trabalho as estrat6gias
orientadas ao suOO55 Ode um com6rcio eletr6nico
em um SMAD, comeando assim a construir
capacidades mais rapidamente, tentando
acompanhar a velocidade das inovaJes
tecnol6gicas de nossa era.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>ReferSnciasBibRogrtificas</title>
    </sec>
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