<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
  <front>
    <journal-meta />
    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Urna Abordagem Metodol6gica para a Elaborao Projectos de Desenvolvilf:fentode Software de Planos de Estifnao em Alexandra Rentroia Bonito</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>HR Consultant Cap Gemini Ernest</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Young arentroi@capeemini.pt</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>s"a. pedroleao@ oninet.pt</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>EstimaV:o, Gusto/esforo/prazo, ciclo de Vida</institution>
          ,
          <addr-line>planeamento,Pornos de FunSo, mtricas, garantia</addr-line>
        </aff>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2001</year>
      </pub-date>
      <fpage>199</fpage>
      <lpage>206</lpage>
      <abstract>
        <p>O presente artigo apresenta uma proposta para a elabora8o de um piano de estimaq5o de custos/esforo/prazos na ea de desenvolvimento de Software (SW). 0 8mbito de aplicaAo deste m6todo de estimao est:i inserido na lase de planeamento do ciclo .da gesto de projectos,jd que fornece uma aproximao ao esforVo e caste requeridos para produzir os entreg6veis definidos na relaVo fomecedor-cliente considerando os objectivos, bito, pressupostos e riscos identificadospara realizaro projecto. Os clientes e principais utilizadores deste piano sso Os gestores de projecto, os quais acumulam para efeitos desta proposta, a fangAo de Quoit Assurance e sAD responsdveis polo planeamento e controlo da evolu5o das m6tricas definidas ao longo do ciclo de desenvolvimento dos projectos sob responsabilidade. Adicionalmente, doverAO promover, numa perspectiva borrom-up, a Valida5o das estirnaJes preliminarespela equipa de desenvolvimento durante a lase de "Elabora&amp;o", devido a potenciais alteraJes de objectivos, imbito e pressupostos do projecto e impacto do detalhe do desenho do sistema. Entreos beneficios esperadosencontram-Se: realizerrapidamentemelhores estimaJes, de forma cada vez mais credivel e com a devida normalizaAo, de modo a auxiliarna tarefade planeamentoe a garantiro estabelecimento de expectativasrealistascom os clientes internose externos.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>Palavras-Chane
da Qualidade, reposit6rio de dados, reutilizao,
experi8ncia hist6rica, modelo de complexidade,
cendrios"wt , calibraAO.</p>
      <p>A evolu&amp;O hist6rica do desenvolvimento de SW
com sucesso (nos prazos, custos e especificaJes
acordadas)e caracterizadapor baixaspercentagens,
face hs iniciativas desenvolvidas no sector de
actividade. No entanto, as crescentes necessidades
do mercadoe a sua depend8nciado SW cada vez
mais critica, tornando a geso do ciclo de
desenvolvimento num aspecto Chane para a
sobreviv8ncia das empresas cujo "core business"
seja os servios relacionadoscom desenvolvimento
de SW.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>Nesta sentido, a necessidade de estimar de forma</title>
      <p>fiavel os castes, esforos e prazos requeridos para
o desenvolvimento de SW o cedo quantopossivel
no ciclo de desenvolvimento, afecta directamente
os custos tangiveis e intangfveis.</p>
      <p>No entanto, a experi6ncia at6 a data,indica que a
velocidade de mudana na indOstria de TIS
represents um enorme desafxo na aplica2O dos
modelos de estimaAo existentes e em
desenvolvimento. Desta forma conclui-se que a
utilidade de uma tRica dependerd das
especificidade dos contextos, e que uma cuidadosa
compara50 entre os resultados obtidos atrav6sde
vas abordagens6 a forma mais provdvel de se
obterem estimaV6esrealisms[1].</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Face ixs exigSncias de competitividade das</title>
      <p>empresasno mercado, a probabilidadede escolher,
e aplicar vas tnicas simultaneamente para
obter resultados realistas, 6 minima, criando-Se
uma lacuna a preencher na estima80 de esforo,
custos e tempo na fase de planeamento do
projectos, que a incorporaVo no modelo de
estima5o de "err judgments" pretende resolver.
For outro lado, as estimaJes de esforo, custos e
de tempo fomecem um excelente baseLine para
monitorizar cada fase do ciclo de desenvolvimento,
e gradualmente fornecem inform&amp;Ao relevante ao
mvel estrat6gico das organizaJes.</p>
      <p>A abordagem metodol6gica proposta neste trabalho
pretende reflectir um conjunto de passos que de
form&amp;sistemdtica, r;iipida e pragrntica:
. incorpore os beneficios das vers6es top-down
e bottom-up (a opini8o de especialistas com
experi8ncia na matdria integrantes da equip&amp;
de desenvolvimento);
. facilite a gradual contextualizao nas
variaveis de estima5o (ex~ Pontos de
Fun2o);
. desenvolva know-how intemo na rea de
estima20 de esforo a todos os niveis da
organiza&amp;o, a fim de potenciar a capacidade
de resposta com adequados nfveis de
produtividade internos, constituindo um factor
de diferenciao no mercado;
. Apoie a fun80 negocial atravds da gerao de
can1lriOs"wbot, de modo a tomar possivel a
apresentaiio de propostas crediveis e
financeiramente favorveis para empresa;
. arricule com a poimca e sistema de qualidade;
. reduza custos tangfveis e intangiveis;
. aumente a probabilidade de melhorar o
posicionamento da empress face a
concorrSncia (propostas mais coerentes,
rdpidas e realistas);
. capitalize gradualmente os dados em
inform&amp;o e conhecimento.</p>
      <p>O contributoparticulardeste piano para a politic&amp;
de Qualidadeda empresa resume-Senos seguintes
aspectos:
realizaV:Ao sistermitica e uniforme das
estima5es;
planeamento e controlo da evolu80 no ciclo
de desenvoivimento;
quantifica8o dos custos e avaiia5o do
retomo do inves6mento ua garantia de
qualidade.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>2. ObjecOvos da abordagem proposta</title>
        <p>O objectivo deste trabalho 6 propor uma
abordagemsistemdtica pararealizer as estimaJes
de esforo, tempo e custos, capitalizando nos
resultados as perspectives top-down e bottom-up,
aolongo do ciclo de desenvolvimento.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>3. EWpas da abordagem proposta</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>Etapa I: Perono dos requisitos dos objectivos do projecto e</title>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Os objectivos e requisitos de um projecto de SW</title>
      <p>sdo estabelecidospelo cliente e pelas orienta6es e
politic&amp; intemas das empresas. Tendo em vista a
identificaBo dos requisitosdo projecto, terd de ser
estabelecido um conjunto de objectivos claros a
atingir.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>Os requisitos de um projecto deverBo tamb6m incluir as especificaJes a respeitar, hem como todos os standardsa seguir {2] .</title>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>Os objectivos de qualquer projecto de SW a desenvolver deverAo ser definidos o mais cedo possivel e dever5o ser precisos, de modo a ser conclufdocom sucesso.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>O mesmo devera ser verificado na defini80 das tarefas e responsabilidadese dos custos adicionais do projecto[3].</title>
    </sec>
    <sec id="sec-9">
      <title>Com base nos objectivos definidos, ser estabelecido o bito do projecto especificando as fases e respectivos pacotes de trabalho da Work</title>
      <p>Breakdown Structure (WBS).</p>
    </sec>
    <sec id="sec-10">
      <title>Etapa 2. Berm!o das actividades a desenvolver dentro de cada Pacote de Trabalbo"</title>
    </sec>
    <sec id="sec-11">
      <title>As actividades a considerar em cada "Pacote de</title>
    </sec>
    <sec id="sec-12">
      <title>Trabalho",ter5o que ser definidas e havera que identificaros perfis de competEnciasrequeridos e respectivaspercentagensde aloca&amp;o ao projecto.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-13">
      <title>Etapa 3: Identiffcao dos perfis competSncias e experiSncia requeridas equipa de projecto e respectivos custos de</title>
      <p>da</p>
    </sec>
    <sec id="sec-14">
      <title>Normalmente,os perfis de compet8nciarequeridos paradesenvolver SW silo apresentadosna tabela I. Tab.I DE</title>
      <p>(1) ConsuLtar_a Tab._II para cLassiticaVa-odo
expert^enczp"raofzss!onai"
(2) Responsave!speta eLaboraVa-odos manua!s de
quaLz"dade (pianos de.' est!maVdo, ensa!os
func!ona!s e estrutura!s, acompanhomento e
rastre!o de defez`tos, auto'-avaL!aVaoe meLhor"za
contzua, me"tricas,865130 de confLgurago~ese
rev!so-es.
(3) As alocao-es dos integrantes da equipa
depender&amp;odas percent&amp;gens estabelecidas para
cada caso.</p>
      <p>A experi8ncia dos perfis requeridos esni
disposta na tabela anterior (de acordo com as
necessidades actuais), definida de acordo com a
tabela U:
anos&lt;Exp.</p>
      <p>anos
Exp.&gt;5 anos</p>
    </sec>
    <sec id="sec-15">
      <title>Alta</title>
      <p>Mto Al</p>
      <p>A
MA
E de referir Que os custos de recursos humanos do
projecto deveo ser definidos no infcio de cada
projecto, por motivos de actualiza5o. Sempre que
seja identificada a necessidade de novas
compet8ncias na equipa de projecto, o gestor de
projecto dever tomar as devidas provid8ncias de
modo a:
enquadrarOsnovos integrantes preservandoa
harmoniana equipa;
manter a coesAo minimizando potenciais
conflitos que &amp;lectern negativamente a
produtividadeda equipa.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-16">
      <title>Etapa 4: Atribuio das respectivas responsabiRdades actividades e</title>
      <p>Consoante as fases de desenvolvimento, ser5o
atribuidas as percentagens de alocaAo de cada
perfil s actividades definidas no 8mbito do
projecto.</p>
      <p>Nesta etapa, devero considerer-se as actividades
horizontais ao projecto, nomeadamente as Que
eso relacionadas com a garantia da qualidade.
Normalmente, a equipa responsdvel pela
implements&amp;o do plane de estima80 deverd ser
constituida por:</p>
    </sec>
    <sec id="sec-17">
      <title>Responsvel pela Geso de Projectos;</title>
    </sec>
    <sec id="sec-18">
      <title>Analista SDior;</title>
    </sec>
    <sec id="sec-19">
      <title>ProgramadorSnior;</title>
    </sec>
    <sec id="sec-20">
      <title>Respons:ivelMarketing&amp; Vendas;</title>
    </sec>
    <sec id="sec-21">
      <title>Admiuistradorde Sistemas;</title>
    </sec>
    <sec id="sec-22">
      <title>Assistente Administrative.</title>
      <p>O Responsdvel pela Gest&amp;o de Projectos Satanic a
implementsAo do Plano de EstimaBo, assim
come de todas as actividades associadas a garantia
da qualidade (gest&amp;o de configuraJes, revis6es,
ensaios estruturais e funcionais, acompanhamento
e Franco5o de defeitos, mtricas e auto-avalia20
e melhoria continua).</p>
      <p>QuaTIC001
0 Analista Sdnior sera responsdvol pela recolha e
registo da informaBo adequada, qua Formica
fomecer indicadoresque auxiliem na quantificaAo
da complexidade do produto e do processo a
desenvolver (a recolha de info/ma50 sobre o
produto6 fundamentalmenteautornatica,sobretudo
em projectos de largaescala; a informaAo sobreo
processo d recolhida pelas pessoas envoividas em
cada fase),
0 Programador S6nior Sara responsavel pela
definio das condicionantes e restriV5est6cnicas
envolvendo cada projecto, contribuindo assim
tamb6m para a defini80 do modelo de
complexidadedo projecto.
0 Responsavel Marketing &amp; Vendas dever:i
especificar Os moldes da apresentaVAo do piano
aos clientes que solicitem um oramento para um
determinadoprojecto. A importAnciadesta funAc
deriva do facto de que no bito da abordagem
metodol6gica proposta, a capacidade de resposta
baseia-Seem propostas entreguesonline.
0 Administradordo Sistema serdresponsdvelpela
defxni80 de normas de armazenamento do
conhecimentono reposit6riode dados.
0 Assistente Administrativo garantira o apoio
administrativonecessario para o born andamento
do projecto.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-23">
      <title>Etapa 5: AFDC&amp;950da metodologia dos Pestos de Fun4!;do</title>
      <p>O m6todo de estimailo principal baseia-Se nos
Pontos de Fun2o, visto representarem:
uma abordagem qua facilita a comparao
inter-projectos;
estar baseada na vis8o que o utilizador final
tern sobre as funJes requeridas para a
aplica8o, n5o entrando em detalhes de
tecnologia, (ferramentas ou linguagens de
programa&amp;o) {4], [Pressman2OOO], mas
entrando em conta com a complexidade das
vis5es do utilizadorsobre os dados;
termostrado ser dtil na estimaAo inicial e na
medi das tendncias de produtividade;
ter sido arnplamente utilizado no
dimensionamentodo SW [5].</p>
    </sec>
    <sec id="sec-24">
      <title>Os Pontos de Fun20 classificam as vis6es do utilizador do sistema em cinco funcionalidades [Abreu98d],especificadas no QuadroI :</title>
      <p>Algumas crfticas so apontadas pela literatura
reviscaaos Pontos de Fun2o, nomeadamente:
abrangncia do universe aplicacional;
ago considerarexplicitamente a influ&amp;nciado
ambiente de desenvolvimento (metodologia e
ferrarnentas);
inexistencia de apoio das ferramentas
existentes nas contagens dos Pontos de</p>
    </sec>
    <sec id="sec-25">
      <title>Fun50, o que consome cerca de 90% do tempototal de estima3o.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-26">
      <title>Na abordagemmetodol6gica proposta, o impacto</title>
      <p>destas defici8ncias serd minimizado &amp;cravesda</p>
    </sec>
    <sec id="sec-27">
      <title>Valida80 da estima8o inicial efectuada pelos especialistasda equip&amp;de projecto.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-28">
      <title>Neste ponto, e yertinente considerar a escolha duma ferramentaque suporte esta metodologia de escimao e ofereV:a outras funcionalidades requeridasno contexto empresarial.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-29">
      <title>Crit6rios de Escolha da FerTamenta</title>
      <p>Os crit6rios de escolha de uma ferramentade apoio
ix actividade de estimaBo dependem das
capacidadesfuncionais requeridaspolos projectos a
desenvolverpela empresa. paste modo, o nivel de
significcia das capacidadesfuncionais requeridas
sRo funiiJo das necessidades funcionais da
empresa,devendo ser consideradasadequadamente
(6].</p>
      <p>A empresa deverd analisar para cada Plano de
EstirnaAo as suas necessidades e identificar as
capacidades funcionais desejdveis especificas de
cada projecto, devendo o processo de escolha
recair sobre a ferramenta Que mais Se adeqde ao
pretendido [7J.</p>
      <p>As caracteristicas gerais a satisfazer pelas
ferramentas a seleccionar so em geral:
- Permitir a (Adi e rdpida adaptao ao
amfliente de desenvolvimento da empresa:
ou seja a ferramenta deve permitir a
custolniza80 de modo a adapter-Se ao
ambiente de deSenvolvimento em vigor na
empresa. A customizaBo devera permitir ao
utilizador a defini5o dos inputs aplicaveis e
devera permitir a redefini5o dos coeficientes
e exponenciais das equa6es utilizadas pelo
modelo da ferramenta. Esta possibilidade
perrnidrd a continua melhoria das
potencialidades de estimao da ferramenta
dado Que Os dados hist6ricos da empresa e do
projecto corrente Ser&amp;o incluidos nas
estimativas geradas pelo SW.
- Ser relativamente Ben de apreader e de
utilizar: A ferramenta devem estar
devidamente documentada incluindo
explicaJes sobre as metodologias e equaJes
utilizadas. A documentao a apresentar
devera ser de simples e rapida perce80,
permitindo a compreens8o de elementos com
pouca experi8ncia na sua utiliza5o~ A
ferramenta deverd tamb6m possuir mends de
ajuda referenciando tambm exemplos de
utiliza&amp;o, ajudando Os elementos do Sta a
esclarecer dOvidas de utiliza20. As exig8ncia
de treino especifico a ser ministrado ao pessoal
do Stah-devera ser curto, os inputs necessarios
deverAoser barn definidos.
- Dever:i providenciar estimativas no inicio
do ciao de Vida do SW: A ferramenta deverd
ser capaz de gerar estimativas o rnais cedo
possivelrelativamente ao ciclo de vida do SW,
mesmo quando os requisitos e o ambiente de
desenvolvimento no esnio perfeitamente
definidos e estabilizados. 0 modelo devera
tambdm perrnitir a incluo incremental de
detalhes das tarefas a realizar il medida Que as
funJes, actividades e outras informaJes viio
sendo definidas. Dado Que no inicio do
projecto existem diversas incertezas no
processo de estimaVo, a ferramenta dever
reflectir glans de incerteza baseados no nivel
de detalhe dos inputs (andlise de risco). Em
geral a ferramenta deverd providenciar a
informaAo suficiente Que permita inferir
razodveis decis6es de go-no-go logo no
imcio do planeamento de recurses dos
projectos [81.
never&amp; basearse nas fuses e actividades do
ciao de vida do SW: A ferramenta devera ser
capaz de fomecer estimativas para todas as
fases e actividades dos modelos de Vidade SW
mais comuns. Adicionalmente deverd
possibilitar a Simulao de cemiriOs (cenios
w') e dever incluir informaAo
proveniente de estudos de trade-o s.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-30">
      <title>Devera pe _rmitiVr erla8 Has lingnaftens e fun66 aplicacionais: E muito importante</title>
      <p>Que a ferramenta foma estimativas
especificas it aplicao em desenvolvimento
no projecto, dado Que as equag6es, os
chamados cost-drivers' e as fases de ciclo de
Vida $20 dnicas para cada tipo de aplica50 a
desenvolver. Como tipos de aplicaJes gerais
podemos considerar: Sistemas de informaAo,
sistemas de Simula50 e de modelizaAo,
sistemas de tempo real, sistemas de
contabilidade e financeiros.
never&amp; fornecer estimativas precisas de
dimens5o: A dimens5o de um projecto de
desenvolvimento de SW 6 o maior
costdriver na maior parte das ferramentas de
estima5o, apesar de ser um dos inputs mats
dificeis de estimar adequadamente. A
ferramenta deverd incluir a capacidade de
estimar a dimeo do projecto de
desenvolvimento de SW, ou pelo monos
deverd definir um mgtodo expedito de a
determiner.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-31">
      <title>Deverri fornecer estimativas precisas de tempo e recursos humanos: Como sabido</title>
      <p>Os atrasos na conclusAo dos projecto de SW
$20 frequentes e podem determiner a fronteira
entre o lucro e o prejufzo. A ferramenta a
seleccionar para a empresa devera fornecer
estimativas precises de tempo. 0 prop6sito de
estirnar o tempo nAo e apenas prever o prazo
de realizao de deterrninada tarefa, mas
tamb6m estabelecer as datas de inicio e fim
dos diversos pacotes de trabalho e das diversas
fases do ciclo de Vida do SW. As estimativas
de tempo e recursos humanos devero fomecer
indicadores suficientes para Que o projecto se
realize dentro do pen-Odoestimado.
never&amp; providenciar estimativas separadas
de manuteno: A ferramenta a seleccionar
devera ser capaz de fomecer estimativas de
manuteniio como um item separado. As
actividades de manuten&amp;o de SW incluem a
correcAo de erros, alteraes no c6digo
devido a alteraVo dos requisitos ou devido ao
aumento das performances do SW.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-32">
      <title>O prnm 6 uma fun20 do esforo e apresentauma</title>
      <p>rela50 inversamente proporcional: a urfl esforo
major implica um manor po e vice.`versa. O
catalisador desta relaVAo e deterrfnnada pela
velocidade de execuo expecnival e/ou egida
pelo mercado.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-33">
      <title>Etapa 7: Obtenl;do dos cnstos es6mados</title>
      <p>Os cnstos s5o estimldos =nltiplicando o esforo
estimado pelos valores contidos na tabela de
pros para os servfos dos prOflSfi;iOnaiS
envolvidos nas distintas fuses em fun50 da
aloca50 percentnaf de tempo dos mesmo ao
projectoNesta etapa consideram-se Os custOS associados
realiBo das actividades associadas garantia de
qualidade, hardware e SW requeridos, formaSo,
fomecedores e outros facto/es de custo
identificados pelos respectivos responsvela
ellman92].</p>
      <p>Na tabela Ineso resumidas as interrelaJes entre
o Plano de EstirnaAo e os restantes Pianos do
Manual de Qualidade, cujos Coates devem ser
POs
Go
Con6g</p>
      <p>Res</p>
    </sec>
    <sec id="sec-34">
      <title>Etapa 6: Obteno do pmzo estimado</title>
      <p>Acompanbam</p>
      <p>enco
e ?raveno</p>
      <p>AuCoovali;:v;;deo
Melboria
Condnua
de
foo</p>
      <p>sobre
considerados no cdlculo dos custos totais.
Dado Que de modo geral, as ferramentas de
estima5o nAo contabilizam este tipo de custos e
esforo, o gestor do projecto deverd solicitar
atempadamente esses valores de modo a inclui-los
nas estima6es totais do projecto.
A informa5o a disponibilizar gest5o dos
projectos deverd incluir codas as estimaJes
relativas aos recursos envolvidos no projecto
(esforo, custos e tempo). A gesto de projectos
devera ser informada das opJes estrat6gicas a
tomar no projecto (outsourcz"ng,recrutamento, etc),
barn como de todas as condicionantes e restriJes
que envolvem o referido projecto (oramento,
prazos limites de entrega, eventuais cldusulas
contratuais, etc).</p>
      <p>O Plano de EstimaAo servird durante o
desenvolvimento do projecto como baseline para
monitorizar os desvios face as previs6es. Assim, o
gestor de projecto responsdvel deverd providenciar
(na periodicidade indicada a cada caso)
sistematicamente ix &amp;eso de topo a informa50
dos desvios identificados.
A calibrao de um modelo 6 o processo de
quantifical;:o do desvio entre o que foi estimado e
o realizado, e consiste em comparer as varidveis de
estimaAo com os valores actuais. Esse processo
devera ser conduzido a partir de um standard pr6"
definido, de modo a serem calculados os devidos
factores de correcAo de urna forma sistematica e
coerente. Normalmente, a calibral;:Aofaz se sobre
dados hist6ricos de projectos anteriores [6]. Neste
caso, o desvio m6dio 6 o factor de calibraAo do
modelo.</p>
      <p>A figura seguinte representa
abordagem metodol6gica proposta</p>
      <p>Figura I
graficamente a
Os principals beneficios esperados pela
implementsko desta abordagem metodol6gica s50:
* Apolar o gestor de projectos a estimar os
esforo/custos/prazo e estabelecer a baseline
para a posterior monitoriza50, identifxca9Ao
de desvios e causas associadas;
* Uniformizar o m6todo para identificar, e
aprender organizacionalmente, as variaveis
intervenientes que a nivel de contexto "fazem"
a diferena na tomada de decis6es em mat6ria
de estimao;
* Identificar e validar os factores inerentes ao
m6todo de estima50 (ex. esforo estimado
para a implementa50 dos diferentes pianos
deste manual, plano de contingSncia perante
riscos identificados, varia6es na
produtividade da equipa, factores relacionados
com o contexto do cliente, etc.), de forma a
melhorlos em funSo da dinca da
organiza50, planeamento e controlo dos
projectos, tipo de fomecedores envolvidos no
ciclo de desenvolvimento, aloca80 de
competSncias, custos por defeitos, tipo de
clientes, entre outros;
* Contribuir para o mecanismo organizacional
estabelecido (reposit6rio de dados dos
projectos) e possibilitar a realizao de
andlises "wbat em mat6ria de Rmbito,
Stang, reutilizao, ferramentas, etc., e apoio
de outros processos da empresa, como por
exemplo o planeamento estrat6gico.</p>
      <sec id="sec-34-1">
        <title>5. Conclus6es</title>
        <p>As principais conclus5es deste trabalho so:
1. A credibilidade da abordagem metodol6gica
proposta depende:
* da articulaV&amp;o desta iniciativa com a
polftica de qualidade da empress;
. do envolvimento e apoio dos gestores de
topo;
* da utilizaAo qua os sous utilizadores
principais (gestores de projecto e equipa
de desenvolvimento).
2. A monitoriza80 da estimako do esforo,
custos e prazo, e da andlise sobre o progresso
do "earned vaLue", da densidade de defeitos
e os desvios dos objectivos estabelecidos para
a qualidade, geso de recursos humanos e
gaso de fomecedores (no caso do
outsourcz"ng),so aspectos Chane para apurar
as estimaAo, porque geram os dados
QuaTIC'2OO/I205
hist6ricos necessat"iOpsara .'contextualizar"Os
factores intervenientes, nomeadamente nos
que afectam a produtividadepor tecnologia.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-35">
      <title>3. As ar[iiilisesdos desvios obtidos durante o</title>
      <p>pen-Odo determinado (em relaAo a prazos
estimados de um projecto, sens custos, perfis
de compet8nciarequeridos e o equilibrioentre
Gusto/prazo/qualidade) permitem o
aperfeioamento ou a substituiV5opor outros
m6todos e/ou ferramentas, conforme o
progresso dos trabalhos que no meio
acad6mico se eso a desenvolver (tais como
o COCOMOII, COCOTS e COQUALMO)
[91 e na medida da aprendizagem
organizacional.</p>
      <p>4. Para obter Os beneficios
esperados, e necesslirio que cada gestor de
projectos utilize o metodo, registe Os dados com a
periodicidaderequerida, e fomente no Ambitodas
equipas de trabalho a Valida50 das estimaJes
iniciais. Desta forma contribuirdsistematicamente
a identificarOsfactores que "fazema diferena" no
controlo da qualidade e produtividadeao longo de
todo o ciclo de desenvolvimento e a nine} de
empresa, melhorar a competitividade e imagem,
tantoextern&amp;como intern&amp;.</p>
      <sec id="sec-35-1">
        <title>6. Normas relevantes</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-36">
      <title>Ate data no existem normasdefacto querpara a</title>
      <p>realizaAo do Plano de Estima8o quer para a
estima5o propriamente dim, pelo Que Se fara
apenas uma apresenta80 das guidelines para a
realizago da estima5o: OsPontos de Fun9o.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-37">
      <title>Dadas as glandes &amp;finidadesexistentes entre Os</title>
      <p>Pianos de Mdtricas e de EstimaAo, podemos
referircomo normasrelevantes para o processo de
estimao a Ronna 1509126 (que define as
caractensticas da qualidade do SW e respectivas
metricas relevantes) e as normas "/EEE Standard
dictionary of measures to produce relz.abLeSW",
"IEEE Standard for a SW quail metrics
methodolo e a "IEEE Standard for SW
productz.vi metrz"cs".</p>
      <p>7. Refer8ncias
[1]
http://sunset.usc.edu/publications/TFCHRPTS/2OOO/
12000_main.html
[21
www.sei.or
[3]
www.spr.corn
[41
www.pvtbon.or-rmasse/papers/SW-metrics
[S]
www.ifpne.Ora
[6]
www.inn.nasagov (NAVSEA ParametricCost
EstimaI:ingHandBookNOD24.-96R-8103)
[7]
www.cpsc.ucale.ca/-hond/SENO/621/report2.htrnl
[8]
www.demon.co.uk/rmndtool/dectree.htrnl
[9]
http://sumset.usc.edu/research/cocomosuite/suitemain,h
tml</p>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list />
  </back>
</article>