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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Pougal Telecom S.A. - DID/C</string-name>
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        </contrib>
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          <label>0</label>
          <institution>Manuel Marques C6stomo Inito de SIemas e Rob6tica</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <fpage>209</fpage>
      <lpage>223</lpage>
      <abstract>
        <p>O presente trabalho trata da implementao da qualidade do soare nas orgarLiza6es. So apresentadas as metricas de caixa branca e mtricas de caixa preta aplicadas ao soare. As m6tricas de caixa preta baseiam"se no principio de quo no 6 necesso conhecer o programa Dem a linguagem em que est implementado, mas Sim as suas funcionalidades. a partir destas que Seespecificam Osprocedimentos de testes. como esto implementados os espaOs de mem6ria, etc. Em resumo, as mrricas de caixa branca tratam da construo intema do programa. Analisase a fundamentao dos principios da qualidade baseados na experimentao pragmtica e racional de Lewis [1], como base da pratica actual da Gesto da Qudade. E tambm tratada a principal fonte de erros ou falhas nos programas de soare, hem como metodologias para os detectar e corrigir. Tambm Se abordam aspectos relacionados com a documentao de soare, nomeadamente a elaboraVo do piano de testes, procedimentos e casos de testes e__ 3o Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informaq;;6o e ComunfcaC:6es 1 Universidade do Minho 4-6 de Ncvembro 1998</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>g!fricase Documenfao
1 QuaEidade do Software
respectivos relat6rios. Os relat6rios de testes subdividem-se em tr8s tipos distintos
de documentos: relat6rio de gesto, relat6rio de incidentes e relat6rio final.
Qualidade e Medidas</p>
      <p>
        Os conceitos de qualidade esto baseados em princIpios de experimentao e
possibilidade de repetio da experincia ou teste. Daqui se induz que todo
conhecimento que est baseado em principios no mensurveis, no pode ser
entendido como cientifico [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">1</xref>
        ].
      </p>
      <p>De facto, foi o filosofo da cincia Charles S. Peirce que apresentou as bases da
objectividade do conhecimento ou pragmatismo em oposio a uma viso do
conhecimento holistica e espiritualista de William James.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>Embora concordando com o pragmatismo, C. I. Lewis acrescenta qua "os dados da experincia no tm significado sem a respectiva interpretao dos conceitos". A teoria do conhecimento de Lewis, pode ser entendida como pragmtica e racion.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Tendo como base qua a tomada de decis6es requer um conhecimento</title>
      <p>fundamentado em dados tratados, hem como reconhecendo que a um sistema de
medida est associado um certo grau de incerteza tauto She\hat como Deming,
introduzem a utilizao comum das ferramentas estatisticas, mtodo sigma'-trs e
outros, como base de interpretao e tratamento de dados, dando origem moderna
interpretaVo da qualidade.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>Sabendo Que o conhecirnento se aprofunda com a prtica, Shewhat cria o ciclo PDSA (plano, fazer, escudo e aco) que pode ser considerado um modelo qua utiliza o mtodo cientifico para realizar a experimentao, a aprendizagem e o</title>
      <p>2
30 Encontro NacionaEpara
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
4-6 de Novembro 1998
210
e Comunicag6es
experimentao,</p>
      <p>teste da hip6tese e aco.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Temos pois, que Os conceitos da Gesto pela Qualidade Total assentam tanto</title>
      <p>no tratamento estatistico dos dados obtidos no processo de produo,
como requer
uma avaliao</p>
      <p>continua dos m6todos em uso, no sentido de os ir melhorando.
Na
ea da qualidade do soare,
entende-se que devam existir vOs
passos</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>Entende-se que os testes de software, n8o devem comear com o produtc acabado mas Sim durante a fase de especifica5o, projecto e desenvolvimento deste.</title>
      <p>3o Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
UniVersidade do Minho.
4-6 de Novembro 1998
i!tricas e Documemtao
i Qualidade do Softvmre</p>
      <p>Na prflea os erros ou falhas do soare podem ser considerados erros humanos,
-dado que a probabilidade da mquina falhar, em condi5es controladas de utilizao,
extremamente baixa.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>Como pode ser visto na figura 1 a maior parte dos erros de soare, 56%,</title>
      <p>adv8m da especificao dos requisitos. Isto deve-Se ao facto de Quetanto o analista de
sistemas como o cliente, quando encomenda o soare, tm dificuldades e por vezes
D0 conseguirem elaborar o caderno de encargos com clareza e de forma inequIvoca
transcrevendo de forma correcta as necessidades reals do cliente.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>Para diminuir esta quantidade de erros, o cliente deve realizar vas reuni6es</title>
      <p>com o fomecedor e apresentar os planos da empresa a curto e m6dio prazo, para que o
soare a desenvolver no esteja ultrapassado quando estiver pronto. For outro lado,
deve ser compativel e funcional com o soare Que o cliente ja possua ou venha a
adquirir.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-9">
      <title>A lase de especificao do projecto, 27% das falhas, corresponde passagem dos requisitos para modelos l6gicos e matemticos de modo a serem mais tarde codificados em qualquer linguagem. Esta fase muito dependente da experi8ncia profissional do analista de sistemas.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-10">
      <title>Dado Quena valor parte dos programas 6 impossivel apresentarem</title>
      <p>-se modelos matemticos demostrveis para Que o prograrna seja implementado,
podem ocorrer falhas na especificao do projecto Que se transmitem em cadeia at6
Que o produto final esteja concluido. ESte tipo de erro 6 bastante dificil de detectar,
mesmo na fase de testes finais ao soare"</p>
    </sec>
    <sec id="sec-11">
      <title>Os erros humanos, cometidos durante a lase de codificao, so geralmente mais fceis de detectar, dado que existem compiladores bastante completos que auxiliam no diagn6stico da anomalia. For outro lado tambm existem ferramentas de teste para Severificar a complexidade do progratna.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-12">
      <title>Comparando os dados das falhas obtidos em [3] com os dados de [6], verificaSe Que esto coerentes e Que a fonte principal dos erros de soare es na especificao dos requisitos.</title>
      <p>4
30 Encontro Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Imforma(;;:&amp;oe ComunicaC5es
Umiversidade do Minho
4-5 de Novembro 1998
212</p>
      <p>M6tHcas e Documentao</p>
      <p>Qualidade do Soare
na</p>
    </sec>
    <sec id="sec-13">
      <title>Se utilizarmos um modelo de Pareto, em que se deve comear o processo de</title>
      <p>melhoria da qualidade pelos pontos em que ocorrem mais erros devemos concluir, Que
em termos de qualidade do soare o processo de melhoria deve ser iniciado e
focado na melhoria da especificao dos requisitos dos programas de soare.
^
~</p>
    </sec>
    <sec id="sec-14">
      <title>Figura 1 - Distribuio de falhas do Soare [6]</title>
      <sec id="sec-14-1">
        <title>M6tricas de Software</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-15">
      <title>A quantidade do soare utilizado nas empresas operadoras de telecomunica6es hoje muito elevada e est em constante crescimento. Por outro lado importante que a qualidade deste soare seja funcional, fivel e robusta de modo a satisfazer as necessidades dos clientes [7].</title>
    </sec>
    <sec id="sec-16">
      <title>Para que a qualidade possa ser quantificada, ela tern de ser medida. Na anise</title>
      <p>do soare, uma mtrica corresponde a um conjunto de procedimentos observveis e
Quese podem repetir, sobre um programa computacional e que obtido um resultado.</p>
      <p>As mtricas podem ser utilizadas para a Besto de desenvolvimento e processo
de aquisiVo e devem ser relevantes para o produto particular de soare que vai ser
utilizado.
_______________________________________________________________________
30 Encontro Nacional para
aUnQivuearlisdidadadeenadso TMeicnnkoelogias de InformaI;;:iioe ComunicaSes 5
46 de Ncvembro 1998</p>
    </sec>
    <sec id="sec-17">
      <title>Para as organizaJes que no possuem sistemas de qualidade</title>
      <p>implementados, tais como modelo SEI-CMM, ISO/IEC12207 e ISO9OO1-3ou outro,
como rninimo, algumas mtricas devem ser utilizadas.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-18">
      <title>E como forma de motivar e despertar a utilidade das m6tricas de soare, na</title>
      <p>organizo, pode ser iniciado o processo de avaliao do soare, pelas m6tricas de
caixa branca e m6tricas de caixa preta apresentadas a seguir.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-19">
      <title>Sempre que se utilizem m6tricas, estas devem ser descritas e documentadas para que os result&amp;dos obtidos possam ser comparveis. Existem, 'basicamente, dois tipos de testes de soare, testes de caixa branca e testes do tipo caixa preta.</title>
      <sec id="sec-19-1">
        <title>M6tricas de Caixa Branca</title>
        <p>Nos testes de caixa branca verificada a estrutura interna do programa em
anlise. Pode-se verificar atrav6s de testes que cada m6dulo do program&amp; fol
verificado pelo menos uma vez.</p>
        <p>Um dos aspectos das mtricas de soare, consiste em verificar a correct&amp;
gesto dos recursos da mem6ria a que um program&amp;tern acesso. No ter isso em
consideraVo, gera por vezes gastos excessivos da mem6ria de um computador ou
6
30 Encontro Nacional pam
a Qualidade nas Tecnologias de Inform@o e ComunicaCSes
Universidade do Minho
4-6 de Novembro 1998
214
base de dados, hem como podem acarretar a nAoconveniente defmio e inicia&amp;o de
um "array" on ponteiro. Uma das ferramentas de teste que executa uma boa Besto da
mem6ria 6 o Pur [4].</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-20">
      <title>Para al6m da gesto da mem6ria temos tamb6m de analisar o tempo gasto para Que Osciclos de um program&amp;decorram. A ferramenta Q/ [4ldestina-Se analise de funBes, mostra-nos o ntimero de vezes Que cada funo 6 chamada e dOs urns</title>
      <p>I
rnfnimo, para que o program&amp; seja executado. Esta aproximao 6 extremamente
importante pois, a partir dela podemos tel uma boa aproximao do tempo gasto por
funo para correr o programa</p>
      <p>A tj[tulo de exemplo, da verificao de software mas caractensticas de
funcionalidade e fiabilidade, cita-se o caso ocorrido com o fogueto Ariane lanado
de Cauro (na Guiana Francesa) em Junho de 1996, Que transport&amp;Va um satlite para
telecomunicaJes. Aquele fogneto teve Que ser destrufdo (passados 45 segundos do
sen Ianamento) dado no se poder prever, corrigir e acompanhar a traject6ria deste,
pol falta de mem6ria no computador de bordo. Os peritos detectaram Que no tinha
sido reservado espao de mem6ria suficiente para os dados referentes s va:riveis de
controlo horizontais das caracteristicas atmosf6ricas (velocidade, intensidade e
direco do vento, etc.).</p>
    </sec>
    <sec id="sec-21">
      <title>Dentro das medidas de caixa branca, temos tambm a m6trica de</title>
      <p>complexidade de um programa Quequantifica a sua complexidade l6gica do projecto,
mede o nmero dos testes de integrao, mostra tambm as panes do c6digo Que
foram testadas [5]. Para McCabe a mtrica de complexidade (Cc) pode ser calculada
DOr:</p>
      <p>Cc=E-N+2P
onde,</p>
    </sec>
    <sec id="sec-22">
      <title>Cc- Mica de Complexidade</title>
    </sec>
    <sec id="sec-23">
      <title>E - Nmero de rOs</title>
      <p>de trsferncia de cono1o</p>
    </sec>
    <sec id="sec-24">
      <title>N - Ntimero de n6s ( grupa sequencial de</title>
      <p>30 Encontro Mac(anal para
a Qualidade masTecnologias de Informao
Umiversidade do Minho
4-6 de Novembro 1998
I Qualidade do Soffvmre</p>
      <p>declarao-es contendo so`menteuma
transfere^ncz"ade controlo).</p>
    </sec>
    <sec id="sec-25">
      <title>P - Nlimero de caminhos controlveis do programa.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-26">
      <title>Os resultados da mtrica</title>
      <p>de complexidade, podem ser comparados com o
ndrnero delinhas de c6digo assim como o nmero de defeitos do program&amp;testado.</p>
      <p>As medidas de soare</p>
      <p>do tipo caixa preta obedecem a um planeamento
____________________________________________________________________
3o Encontl o NacionaL para
Meitricas e Documentao</p>
      <p>na
Qualidade do Somvare</p>
    </sec>
    <sec id="sec-27">
      <title>Alem dos testes</title>
      <p>ncionais, podem Iambm ser executados testes de stress ou
de carga do programa. Ou seja, criar situa6es em que o programa tenha Queexecutar
um ndmero de opera5es muito superior ao esperado na realidade.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-28">
      <title>Devero tambm ser prescritos testes de Campos,on seja introduo de valores</title>
      <p>ngo esperados tais como:
30 Encontro Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Inturnso
Universidade do Minho
4-6 de Novembro 1998
e Comunicaes
g!tricase Documentao
I Qualidade do Softvmre</p>
      <sec id="sec-28-1">
        <title>Relat6rio DiSrio de GestSo</title>
        <p>Fig;ura 2 - Planearnento dO processo de testes de soare
30 Encontro Nacional para</p>
        <p>M6tricas e Documentao</p>
      </sec>
      <sec id="sec-28-2">
        <title>Documenta{!;;6oe Qualidade</title>
        <p>A documentao, para testes do soare um dos aspectos mais importantes para
Se deterruiDar a qualidade deste tipo de produto e deve ser relevante, dentro das
organizaBes, como uma actividade produtiva e essencial.</p>
        <p>Como iremos ver mais frente, o software possui vias fases ou ciclos e
desenvolvido pol grupos de pessoas distintas. Para Quetodo o processo se possa manter
sob controlo necesso Que haja uma concatenao entre as pessoas Que obtida
atravs da documentao de suporte em que cada um sabe exactamente as suas
mento de Testes,</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-29">
      <title>5 - Relat6rio de transmisso de</title>
      <p>um item de teste,</p>
    </sec>
    <sec id="sec-30">
      <title>6 - Relat6rio do Dio de</title>
    </sec>
    <sec id="sec-31">
      <title>Teste,</title>
      <p>30 Encontro Nacional para
a Qualldade Has Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
e ComunicaBes
I Qualidade do Sorfware</p>
    </sec>
    <sec id="sec-32">
      <title>7 - Relat6rio do Incidente de</title>
    </sec>
    <sec id="sec-33">
      <title>Teste,</title>
    </sec>
    <sec id="sec-34">
      <title>Testes.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-35">
      <title>8 - Relat6rio Sumio de</title>
    </sec>
    <sec id="sec-36">
      <title>A fira</title>
    </sec>
    <sec id="sec-37">
      <title>2 representa um diaama de causa e efeito, tipo "Ishikawa". Este diagrama deve ser lido da esquerda para a direita e representa os diferentes recursos e processos do mtodo de testes do software.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-38">
      <title>A fase de especificao</title>
      <p>de testes, corresponde a: especificao
de desenho,
especificao</p>
      <p>de procedimento e relat6rio de transmisso de um item de teste.</p>
      <p>O relat6rio de incidente de teste deve ser elaborado quando ocorrer durante a
execuo</p>
      <p>de testes algum acontecimento no previsto com o software que por exemplo,
force a interrupo</p>
      <p>dos testes.</p>
      <p>A estrutura do Plano de Testes, composta polos itens idenflcados abxo:
1
hens de testes</p>
    </sec>
    <sec id="sec-39">
      <title>Metodologia</title>
      <p>3o Encontro NacionaZ para
a Qualidade masTecnologias de Informao
Universidade do Minho
4`6 de Novembro 1998
e ComunicecHes
^,
8. Critrios para suspenso dos testes e requisitos para recomeo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-40">
      <title>9. Documentos de testes 10. Tarefas de teste 11. Necessidades de ambiente 12. Responsabilidades</title>
      <p>Nesta trabalho abordou"se a origem da filosofia da qualidade total, apresentaram-'
Se os conceitos pragmficos e racionais e necessidade da experimentao como modelo
de obteno e tratamento de dados de modo a tomar five] a tomada de decis5es.</p>
      <p>Focou-Se tamb6m a qualidade do software, como modelo experimental com
enfase na eJaborao de documentao de teste, como base para futuras verificaJes e
enquadrarnento dos resultados obtidos.</p>
      <p>Foi feito o enquadramento das medidas de teste de caixa branca e preta Que
apresentam resultados bastante fiaveis e expeditos de Serealizar.</p>
      <p>Em conc]uso, apresentou-Se a necessidade da documentao formal e rigorosa
como meio de se ter a certeza de que o pIograma em teste funciona exactamente de
acordo com os requisitos estipulados e acordados entre cliente e fomecedor.
"^.</p>
      <p>e New Pragmatism". Going Beyond Shewhart and Deming</p>
    </sec>
    <sec id="sec-41">
      <title>3 Conferencia da Engenharia Electrotcnica da Ordem dos Engenheiros, Exponor - Matosinhos de 20 a 24 de Junho de 1997, autores</title>
    </sec>
    <sec id="sec-42">
      <title>Joaquim da Conceio</title>
    </sec>
    <sec id="sec-43">
      <title>Ferreira, Manuel Marques Cris6stomo.</title>
      <p>Quality Solutions ( Mercury
teractive
3o Encontro Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Informao
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
e ComunicagSes</p>
    </sec>
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          [1]
          <string-name>
            <surname>- Michael R. Loviu</surname>
          </string-name>
          [3]
          <string-name>
            <surname>-Zohar Gilad</surname>
          </string-name>
          Automated Soare
        </mixed-citation>
      </ref>
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