<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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      <title-group>
        <article-title>Controlo da Evolul!;;:8doe Sistemas Legados|I</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>30 Encontm Nacional Darn a Qualidade Has Tecnologlas de Inform&amp;o Universidade da Minho 6 de Novembro 1998</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <fpage>53</fpage>
      <lpage>73</lpage>
      <abstract>
        <p>na Man`nha Portuguesa, desenvolveu"se um sistema de rastreio de aco-es de enolu5o implementado sobre a intranet da organz.zado, com vista a melhor controlar a evolu.a-o de sistemas Le&amp;ados.A arquz.tectura desse sz`stemae o modo como os dados relatinos a` evoLuBo de um conjunto de sistemas legados sa-o utilzZados para melhor compreender o processo sera-oabordados. Uma analise detalhada sobre a definza-o de um modelo de estimaVa-ode eoro com base na complexidade envolvida na execudo de acVo-esde manutenao serd aqui apresentada. A evolua-o das soluo-es de desenho utz"Iz"zadahsd uma de"cadana organz.zado, face `asadoptadas correntemente serd tambem objecto de eso.</p>
      </abstract>
      <kwd-group>
        <kwd>Palavras Chane</kwd>
        <kwd>metricas de soare</kwd>
      </kwd-group>
    </article-meta>
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  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>Femdo Bto e Abreu</title>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>Resume</title>
        <p>No aito
de u</p>
        <p>inz"cz.ativdae reorganiza80 do processo de desenvolvzmento de
soare
e Camunical;;6es</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>A ,comunidade cientifica reconhece desde h muito a necessidade de aplicar</title>
      <p>mtodos quantitativos ao controlo da actividade de evoluo de software. So conhecidos
OS efeitos nefastos de abordagens baseadas apenas na experi8ncia dos gestores:
diflculdades na previso do esforo, custo e prazos adequados para a realizao de
deterrninadas acV6esde evolu5o. Consequ8ncias tais como a entrega tardia do software
aos utilizadores fmais, degradao da sua qualidade e necessidade de reforVar a equipa de
desenvolvimento para controlar desvios face ao previsto inicialmente, so comuns. Todas
estas situaBes acarretam prejuizos importantes para as organizaJes, o Que as conduz a
motivao de desenvolver mtodos de trabalho Quemimrnizem Estesproblemas.
Um estudo recente acerca da avahao da qualidade do software na Europa[Punter98],
quer ao nfvel do processo de desenvolvimento, quer ao Ilivel do produto em si, revelava
Queuma percentagem elevada (superior a 75%) das organizaJes produtoras de software
estavam envolvidas em iniciativas de avaliao da qualidade do software e do sen
processo de desenvolvimento, procurando encontrar formas de melhorar este l:iItimo.A
amostra foi constituida com base em dois inquritos realizados em 1997 aos quais
responderam um total de 55 organizaJes, cerca de I/6 das organizJes contactadas. Um
dos dados retirados deste estudo era a necessidade Que as organizaJes sentiam em
ganhar confianVa no software e sen processo de desenvolvimento. Enquanto
consumidoras, para poderem escolher as melhores altemativas entre produtos
concorrentes. Enquanto produtoras, para melhor gerirem os riscos inerentes aos projectos
e para ganhar aceitao entre potenciais clientes.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Ao mvel de organiza6es estatais portuguesas, so poucos os casos conhecidos</title>
      <p>em QueSe esto a desenvolver projectos de melhoria do processo de software suportados</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>For iniciativas de recolha de dados quantitativos sobre o mesmo. _____________________________________________________________________</title>
      <p>2 3a0QEunacliodnadtreo nNaasclToencanl opleagraias de Informa9go e ComunicaCl6es
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
processo
de software.</p>
      <sec id="sec-4-1">
        <title>Este projecto</title>
        <p>realizado
com
a colaborao
do Grupo de
SC)"</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Nesta fe de esdo e desenvolvimento, for seleccionados 4 sistem de inforrnao de pessoal desenvolvidos internamente pela DAMAG utilizando COBOL e SQL-DS nnm sistema proprienirio, dos quais se apresentam aqui alguns dados, na Tabela</title>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>Sistema</title>
      <p>de No
de
ADO
de
enada
em
Fe
O
O</p>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>A abordagem a esta evoluo do processo assenta, em primeiro Ingar, na criao</title>
      <p>de uma cultura diferente na organiza8o. F dado particular relevo a necessidade de
registar, de forma fidedigna e suficientemente detalhada as acJes de evoluo dos
sistemas e o respectivo esforo envolvido na sua realizao. E neste contexto que surge o
Sorack (Soe Deft Repo d System Tracng), um sistema desenvolvido neste
projecto a fim de suportar o rastreio de acJes de evolu3o. Um requisito para o SofTrack
era a sua disponibilizao atravs da Intranet da Marinha Portnguesa dada a disperso___
30 Enconbo Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Informsq;;doe Comunicaes
Universidade do Minho
6 de Nonembro 1998
0 SofTrack 6 tarnbm usado no acompanhamento da evoluo
atrav6s da anse do c6digo foute ao longo de diferentes vers5es. Esta
extraco de mtricas de complexidade do software e a produo
do software,</p>
      <p>ise inclui a
automatizada de</p>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>A anSe das m6tricas de complexidade extraidas permite urns comparao entre as prdticas de programso utilizadas em diferentes sistemas, apesar das tecnologias de base serem as mesmas. A combinao entre a variao das mtricas de complexidade e o esforo registado para as ac6es Que as originam 6 a base para a proposta de um modelo</title>
    </sec>
    <sec id="sec-9">
      <title>Os relat6rios produzidos com base nos dados recolhidos com o SofTrack</title>
      <p>constituem assim uma fonte de informao valiosa, no planeamento de acBes de
evoluo. Fornecem informao quantitativa Quevisa reduzir a subjectividade com Queo
planeamento seria tradicionalmente efectuado, ajudam a manter o processo controlado e
contribuem para a deteco de oportunidades de evoluo no processo de software.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-10">
      <title>Este documento est orgzado do Seinte modo:</title>
    </sec>
    <sec id="sec-11">
      <title>Na seco 2, ser descrita brevemente a arquitectura do Softrack. A terceira</title>
      <p>esforo com base na complexidade das ac6es de evoluo. So apresentadas limita6es
do modelo, hem como ac6es possiveis para as erradicar. Segue-Se um estudo
comparativo dos sistemas analisados, na quarts seco, com base nas m6tricas de
complexidade recolhidas, em Que Se identificam mudanas na forma como Os sistemas
for desenvolvidos, apes de tecnologias usad serem semetes.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-12">
      <title>Finalmente, apresentam"se algumas conclus6es sobre o trabalho efectuado e perspectiv Seas lias de evoluo do projecto.</title>
      <p>4
30 Encontro Nacionai para
a Qualidade nas Tecnologias de /nformago e Comunica96es
Unlversidade do Minho
46 de Novembro 1998</p>
      <sec id="sec-12-1">
        <title>2. Arquitectura do SofTrack</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-13">
      <title>Todo o processo de recolha de dados assenta num sistema de rastreio de acJes de</title>
      <p>evoluo desenvolvido no bito deste projecto, o SofTrack. Este sistema, descrito em
"";, [Monteiro99], pretende dar uma resposta necessidade de implementar um mecanismo
de rastreio de acHe de evolu5o num ambiente geograficamente distribuido.
O SofTrack est implementado sobre a Intranet da Marimba Portuguesa. Assenta num
servidor Web com o sistema operativo Windows NT 4.0 e o Internet Information Server
4.0 (TIS). As potencialidades do HS so extendidas atravs de um componente que
perrnite o suporte a serv/etsl em Java (ServeltExec for Windows).</p>
      <p>L!SCOPE</p>
      <p>SPROUDCUCTRE</p>
      <p>REPOS DRY
e ComunicaCSes
Figura 1 - Arquitectura do SofTrack
Os flcheiros de c6digo-route, residentes no SCR (Source Code Repost-to), so
submetidos s ferramentas Logiscope [Verilog93l e Samaritan instaladas numa
Workstation Unix.</p>
      <sec id="sec-13-1">
        <title>I Servlet - Aplicao independence da plataforma, escrita de acordo com a Java Selet extender um Set.vidorH, implementando Set.viOs.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-13-2">
        <title>I Quepetmite</title>
        <p>5
componentes (grafos de controlo), hem como a obteno de m6tricas de complexidade do
produto, incluindo a complexidade textual [Halstead77] e estrutnral [McCabe76]. 0
Samaritan 6 uma ferromanta qua permite a gerao de documentao acmizada acerca
dos sistemas em anise, com base nos ficheiros de c6digo-fonte. A document&amp;o gerada
6 organizada no PSR (Product Structure Repost.to) e apresentada em pginas HTML,
Permitindo uma fcil navegao entre alas. A inform&amp;o disponibilisada contempla a
estrntura e implement&amp;o do sistema, incluindo informa8o acerca das opera6es de</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-14">
      <title>Os dados associados ao processo so recolhidos atrav6s do RAPE (Registo e</title>
      <p>Anise de Pedidos de Evoluo), o sub-'"sistemaque suporta .o registo dos pedidos de
evoluo dos sistemas de informao [Goulo98]. 0 SofTrack permite ao utilizador
seleccionar os pedidos, verificar o sen estado de atendimento, e submeter monos pedidos
de evoluo- Adicionalmente, para a equip&amp;de manuteno, dado acesso inform&amp;o
sociada evoluo e seguimento do pedido, at ao sen enceento.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-15">
      <title>A ferramenta SPSS 6 usada na anise estatistica das mtricas do processo e de</title>
      <p>produto. disponibilizada inform&amp;o de controlo dos projectos, atrav6s de relat6rios</p>
      <p>A arquitectura clienteeidor do Somck implementada recoendo a um
servlet, responsvel pela gesto da interacVo entre o utilizador e o SofTrack. Este 6
resPonsvel pela implementa5o da politic&amp; de segurana do SofTrack, associando
previl6gios de utilizaVo aos grupos de pginas HTML a qua o utilizador dever tar</p>
      <sec id="sec-15-1">
        <title>3. Modelo de estima(!;;dode esforo</title>
        <p>3.1..Intmduo</p>
        <sec id="sec-15-1-1">
          <title>Intmtivamente, 6 expectvel Que a complexidade de uma deterrninada aco de</title>
          <p>evoluV:o se reflicta no esforo necessario para a executar" Nesta seco sera descrita a
abordazem metodol6ca se ida no bito deste Proiecto Dara a verificaco desta
do Modelo
Se a escolha da variavel dependente trivial (afinal, pretende-Se estimar precisamente o
esforo), j a seleco de um conjunto de estimadores adequado envolve uma reflexo
As mtricas de complexidade recolhidas reflectem diversos aspectos da complexidade do
software. No entanto, veriflca-Se que esses aspectos no so completamente
independentes entre si, isto 6, algumas das mtricas de complexidade apresentam uma
3o Encontro Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Informao
universidade do Minho
4-6 de Novembro 1998
e ComunicaCSes</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-16">
      <title>Um Segundo problema no conjunto de m6tricas 6 o do sen elevado numero.</title>
      <p>Avaliar a complexidade de uma alterao com base em algumas dezenas de indicadores
uma tarefa semelbante tomada de decis5es com base em mdltiplos critrios.
Tipicamente, de acordo com alguns critrios, um m6dulo A mais complexo do que um
m6dulo B, acontecendo precisamente o contro se considerarmos outro grupo de
critrios. accesso estabelecer uma forma de pesar Osdiversos crit6rios em jogo.</p>
      <p>Cantrolo da
"^.
.
'.,</p>
      <sec id="sec-16-1">
        <title>O terceiro problema</title>
        <p>Que de certo modo deriva do Segundo,
o de Que diferentes
m6tricas de complexidade
utilizam
diferentes escalas para Os respectivos valores, o Que
obriga a uma operao
de transforma&amp;o dos mesmos, neste caso uma padronizao,
de
modo a Quetodos possam ser utilizados na construo
de um 6nico modelo.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-16-2">
        <title>A flrn de dar resposta a estas quest5es, decidiu'-se utilizar uma tcnica estatistica</title>
        <p>denominada Anise</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-17">
      <title>Factorial em Componentes Principais sobre os valores padronizados</title>
      <p>^ .
3o ]EmennboNacianal para
a Qualidade nas Tecnalagias de Informao
Universidade da Minna
4-6 de Novembro 1998
e CamunicaBes
mtrica contempla. Tal resulta essencialmente, da elevada correlao
a dimenso do m6dulo
respecno</p>
    </sec>
    <sec id="sec-18">
      <title>Postas teores considem5es, pode-se ento apresent</title>
      <p>entre as mtricas e
o seinte
modelo,
destes modelos pode ser encontrada em [Arroja39} e [Ban92])
e considerando 41
EsforOi = bo+ bl * Fl i + b2 * F2i +</p>
      <p>Os coeficientes bj foram estimados pelo mtodo dos mjuimos quadrados Que nos
garante estimadores com todas as propriedades desejadas, isto , lineares, centrados,
eficientes e consistentes (convergentes), de manor varicia. `borepresenta o valor do
esforVoprevisto pelo modelo quando os Factores Fl e F2 s&amp;o nulos (note-se Que estes
factores esto padronizados, podendo assim assumir valores positivos e negativos). bl e
82 s&amp;o os coeficientes de estimao para as variveis independentes. E o erro aleat6rio,
tarnb6m conbecido como termo estocstico, Que explica o facto de uma determinada
proporo da variao na varivel no ser explicada no modelo. A excluso de F3 do
modelo resultou do facto de a sua contribuio para a explicao da variao do esforo
ser aproximadamente nul isto b3 = 0.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-19">
      <title>Neste caso, o modelo pode ser instanciado com os paretros apresentados na</title>
    </sec>
    <sec id="sec-20">
      <title>Tabela 3.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-21">
      <title>Coeficient</title>
      <p>e
bo
bl
b2
signiflcativos e posifivos. Isto reflecte Que um aumento de qualquer dos factores de
complexidade Se traduz For um aumento no esforo estimado. O erro padrAo(e) permite o
estabelecimento de intervalos de confianVa do tipo ]bi - ei; bi + ei[, com um grau de
certeza de 95%. O teste de significcia estatistica dos valores dos coeficientes de
regresso individuais, atrav6s do cculo dos valores da estatfstica t e o teste bicaudal de
significcia indicam uma baixa probabilidade de os coeficientes serem igDais a O, na</p>
    </sec>
    <sec id="sec-22">
      <title>Na Figura 2 o eixo horizontal do grco represent&amp;a complexidade da alter&amp;o e</title>
      <p>no vertical o respectivo esforo, em homens.bola. As etiquetas junto aos casos contEm o</p>
      <p>Para saber at6 Que ponto o colectivo das varivets independentes exphcam a
varivel" dependente, pode-Se calcular o coeficiente de determinao (R2)"Este modelo
apresenta um R2 de cerca de 85.1%, sendo o sen valor ajustado (R2Ajusmdo) de 84.390. 0
valor ajustado d uma ideia m&amp;ispr6xima da variao explicada do esforo, por entrar em
cont&amp;com o numero de van.a,vels mdependentes (o valor de R- tende a ser mflacclonado
, ~
pelo ntimero de varieis independentes). Tomando o valor ajustado, temos Que apenas
15.7% (100% - 84.3%) da variao do esforo no explicada pelas variveis da equao
(Fl e F2).
30 Encontro Nacional Darn
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
46 de Novembro 1995
e ComunicaBes
Figura 2 - Esforo previsto vs esforo restado</p>
    </sec>
    <sec id="sec-23">
      <title>F extremamente improvvel Que a correlao mtiltipla (R), ou seja, a correlao</title>
      <p>entre o esforo e as variveis independentes (Fl e F2) em conjunto seja O, como
comprova o teste F. Com um valor de significcia de 0.05, o valor do teste F (108.561)
&amp;present&amp;dopelo modelo muito superior ao valor critico de F(2.38) = 3.23 For outras
palavras, est assegurada a significcia estatistica da equao como um todo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-24">
      <title>Para demonstrar a inexist8ncia de autocorrela5o entre Os termos estoBsticos</title>
      <p>recorreu'-se ao teste de Durbin-Watson. Tomou"se come hip6tese nula a inexistEncia de
autocorrelao entre os termos estocticos (Ho: p = 0) e por hip6tese alternativa a
existncia de autocorrelao (Hl: p O).</p>
    </sec>
    <sec id="sec-25">
      <title>Para 41 casos analisados (n) e 2 vanveis independentes (k), define-Se a partir dos valores cnticos (dl - valor cntico inferior; d - valor cntico superior) retirados da tabela</title>
      <p>12
3o Encontro Naa`onaE para
a QuaEidade Has TecnoEogiasde Informal;;do e Comunicall;;Ses
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
,
da estanstica de Durbin"Watson (5% de significcia;
dl = 1.2; du = 1.4) o Sente
"p
]du, 4 - du]= ]1.4, 2-6]</p>
      <p>O valor da estatistica de Durbin-Watson (2.079) enquadra-se no intervalo de
valores associados
aceitao</p>
      <p>da hip6tese nula (ver Figura 3). For consequEncla 6 de
adnlitir Que a eflciSncia dos estimadores obtidos pelo mtodo dos minimos quadrados,
dada a inexist8ncia de autocorrelao</p>
      <p>entre eles.</p>
      <p>O
p&gt;O</p>
      <p>(*)
dl
do
p=0
2
(*)</p>
      <p>p&lt;0
4-do
4
(*) Teste inconclusivo</p>
      <p>Figuf a 3 - Tornado de decis5o no teste de Dnrbin-Watson
30 Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informa9So e Comunica9Ses
Unlversidade do Minho
46 de Novembro 1998
13</p>
      <p>Com base no modelo apresentado, interessa agora verificar o grau de
conformidade com os valores reais do esforo face previs5es produzidas. A Figura 4
apresenta o esforo efectivo numa determinada acVo de evolu&amp;o, qnando comparado
com o respecno esforo eSmado.
estimado relativamente grande. Certos factores Que pesam no esforo no so
reflectidos pelo modelo apresentado, isto a quantificaVo da complexidade das acJes
de evoluVo n5o pode ser considerada completa. Isto porque apenas dispomos de
ferramentas para analisar a variao da complexidade do c6digo fonte produzido em
COBOL, o Quenos permite analisar apenas parte das alteraJes. Note-Se Queestas podem
envolver modifica5es ao mvel dos acessos da base de dados, pol exemplo, atravs do
c6digo SQL embutido no COBOL. 'Presentemente, ainda no foi desenvolvida uma forma
de quantificar o esforo relacionado com esse aspecto da complexidade da alterao. Um
problema semelhante ocorre no que diz respeito a modifica6es nos paineis, que est&amp;o
tamb6m codificados noutra linguagem (ISPF), pelo Que essas alterJes tambm no
esto a ser considerad no modelo.</p>
      <p>"No menos problemtica para a definio de um modelo, a efici8ncia das
pessoas envolvidas na aco. Ainda Que fosse possfvel uniforruizar factores como a
experi8ncia dos programadores, o sen conhecimento dos sistemas Que esto a mantel, a
eficcia (qualidade das alteraJes produzidas) e efici8ncia (celeridade com Que as
evoluJes so desenvolvidas) dos mesmos varia de pessoa para pessoa. Em [Brooks75] e
[Sackrnan68l, so referidas variaJes de uma ordem de grandeza na produtividade de
programadores experientes. O crescimento da amostra pela incluso de novas acJes de
manutenVo tender a diluir um pouco estas discrepcias, contribuindo assim para a
14
3o Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Infomlao
universidade do Minho
46 de Novembro 1998</p>
      <p>e ComunicaC5es
Homenls.MOra
40
30
20
Figura 4 - Diferen</p>
      <p>entre o esforo efectivo e o esforo estirnado</p>
    </sec>
    <sec id="sec-26">
      <title>Por estas raz5es, para a construo</title>
      <p>deste modelo forarn postos de lado alguns
casos</p>
      <p>Que apresentavam
valores extremos,
normalmente
pot as acBes
de evoluo
incidirem
bastante s-obre os aspectos do c6digo fonte que n8o puderam
ser inclufdos no
modelo
3o lEncontm Nacional para
a Qualidade nos Tecnologias de Informao
Universidade da Minho
4-6 de Novembro 1998
e ComunicogSes</p>
      <p>Os sistemas analisados t8m em comum o facto de terem sido desenvolvidos num
arnbiente que no essencial 6 semelhante, em particular no tocante ferramentas de
desenvolvimento utilizadas. A natureza dos sistemas tarnbem comum, uma vez Que
todos so sistemas de inform&amp;o sobre o pessoal, embora cada um incida sobre uma
vertente particular da inform&amp;o. Como factores de diferenciao, merece destaque o
facto de terem sido desenvolvidos por equipas diferentes e ainda o facto de um deles ter
1:
____________________________________________________________________
30 Encontro Nacional para
16 aUnQivuearlisdidadadeenadso TMelcnnhoologias de Informao
46 de Novembro 1998
Saltos Incondicionais
1393.
ans
de</p>
      <p>Tabela 4 Ane
de varicia</p>
      <p>de m6tricas de produto</p>
    </sec>
    <sec id="sec-27">
      <title>Em qualquer dos casos, a anse de varicia permitenos afirmar Que existe uma elevada probabilidade de associao entre o sistema considerado e a diferena de m6dias dos valores destas m6tricas.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-28">
      <title>Na Tabela 4, pode-Se observar para cada m6trica, o valor da estatistica F e o nfvel</title>
      <p>de sigufficcia do teste. Sabendo Que F representa a razo entre a varicia estimada
entre gmpos (explicada) e a varicia dentro dos pr6prios grupos (erro), sendo os grupos
o sistema implementado h uma d6cada e os mais recentes, isso significa Que 6 pouco
provvel Que as diferenas encontradas sejam devidas ac acaso, para as m6tricas aqui
apresentadas. A amostra continha 2071 m6dulos.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-29">
      <title>Uma aniUise variao da mdin destas mtricas veio confirmar que as evolu5es</title>
      <p>registadas vo de encontro a uma maior qualidade no desenho e facilidade de
manuteno. A ideia dominante 6 a de que a complexidade dos m6dulos criados 6 menor
nos sistemas mais recentes. Tal no implica que os sistemas em si sejam menos
complexos, mas apenas tuna redestribui&amp;o da complexidade entre os vos m6dulos.
Uma leitura dos valores m6dios das mtricas para o sistema mais antigo face m6dias
para Osmais recentes permitiu register como factor positivo o quase desaparecimento dos
30 Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Inform@o
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
e Comunica9Ses
deve
ser evitados
to quto</p>
      <p>possfvel.</p>
      <sec id="sec-29-1">
        <title>5. ConclusSes e trabalho futuro</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-30">
      <title>Apresentou"-senesta comunicao uma experincia Quetern vindo a decorrer na</title>
      <p>Marinha Portuguesa em Quea utiliza&amp;o de mtodos quantitativos est a contribuir para
uma melhor compreenso do processo de desenvolvimento. As indica6es fomecidas
pelas mtricas de software recolhidas potenciam a adopo de medidas informadas no
sendo da melhoa do processo de soe.</p>
      <p>Descreveue brevemente o Sorack, sistema Quetern vindo a ser desenvolvido e
utilizado no bito deste projecto para dar suporte computacional a esta iniciativa. A
pr6pria concepo e desenvolvimento do SofTrack apresentam um desafio em Si, dada a
da implement&amp;o de meios formals para o registo de ac5es de evoluo, um Corie
importante com a inexistncia de um formalismo Que permitisse de forma eficiente
recuperar inform&amp;o relativa evoluo dos sistemas, no tocante ao Que foi feito,
quando, porqu, por quern e com quanto ,esforo, na evoluo dos sistemas. Esta
modiflcao tern como reflexo a possibilidade de cruzar a informo recoIhida com o
p:APE com as mtricas de complexidade de produto, a fim de encontrar a relao entre a
complexidade de uma aco de evoluo e o esforo Dela envolvido.</p>
      <p>Essa relao fol explorada no modelo de estimao do esforo aqui apresentado,
modelo esse Quecontinuar a ser ajustado a medida Queforem sendo registadas novas
ac5es de evoluVo, de modo a tomSe cada vez ms fivel. O modelo dever
18
e Comum!ce(;;aes
30 Encontro NacionaE para
a QuaEidade masTecnoEogias de Informao
Umiversidade do Minho
46 de Novembro 1998
posteriormente ser emiquecido com informa8o acerca da complexidade das altersJes p
um estudo sobre a atribuio</p>
      <p>de pesos diferentes para diferentes programadores, com base
na sua produtividade em ac5es anteriores, para reflectir a discrepcia
proveniente, por
exemplo, da experi8ncia de cada um tanto como programador como em reinko
ao
sistema em causa.</p>
      <p>Finalmente, apresentou-se ainda uma utilizo
das mtricas de complexidade do produto
para uma melhor compreenso sobre a evoluo
das solu5es de desenho utilizadas num
sistema desennolvido
cerca de uma dcada, em relao
as que esto a ser usadas nos
sistemas correntemente em desenvolvimento. Esta anise
revelou um aumento do
1mowhow dentro da orgamzao,
traduzido por uma utilizao
mais reduzida de solu6es</p>
      <p>Que
contribuem para uma m
estruturao</p>
      <p>do c6digo, como sejam OsS.altoS incondicionais.
3o Encontm Nacional para
a Qualidade nas Tecnologlas de Informao
Universidade do Minho
6 de Novembro 1998
e ComunicaSes
31106, TOULOUSE cedex, Frce,</p>
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