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				<title level="a" type="main">Controlo da Evolul!;;:8o de Sistemas Legados|I</title>
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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><p>No aito de u inz"cz.ativa de reorganiza80 do processo de desenvolvz mento de soare na Man`nha Portuguesa, desenvolveu"se um sistema de rastreio de aco-es de enolu5o implementado sobre a intranet da organz.zado, com vista a melhor controlar a evolu.a-o de sistemas Le&amp;ados. A arquz.tectura desse sz`stema e o modo como os dados relatinos a` evoLuBo de um conjunto de sistemas legados sa-o utilz Zados para melhor compreender o processo sera-o abordados. Uma ana lise detalhada sobre a definza-o de um modelo de estimaVa-o de eoro com base na complexidade envolvida na execudo de acVo-es de manutenao serd aqui apresentada. A evolua-o das soluo-es de desenho utz"Iz"zadas hd uma de"cada na organz.zado, face `as adoptadas correntemente serd tambe m objecto de eso. Palavras Chane: me tricas de soare, rastrez.o de aco-es de evoludo, modeLos de</p></div>
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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><p>motivao de desenvolver mtodos de trabalho Que mimrnizem Estes problemas.</p><p>Um estudo recente acerca da avahao da qualidade do software na Europa <ref type="bibr" target="#b9">[Punter98]</ref>, quer ao nfvel do processo de desenvolvimento, quer ao Ilivel do produto em si, revelava Que uma percentagem elevada (superior a 75%) das organizaJes produtoras de software estavam envolvidas em iniciativas de avaliao da qualidade do software e do sen processo de desenvolvimento, procurando encontrar formas de melhorar este l:iItimo. A amostra foi constituida com base em dois inquritos realizados em 1997 aos quais responderam um total de 55 organizaJes, cerca de I/6 das organizJes contactadas. Um dos dados retirados deste estudo era a necessidade Que as organizaJes sentiam em ganhar confianVa no software e sen processo de desenvolvimento. Enquanto consumidoras, para poderem escolher as melhores altemativas entre produtos concorrentes. Enquanto produtoras, para melhor gerirem os riscos inerentes aos projectos e para ganhar aceitao entre potenciais clientes.</p><p>Ao m vel de organiza6es estatais portuguesas, so poucos os casos conhecidos em Que Se esto a desenvolver projectos de melhoria do processo de software suportados For iniciativas de recolha de dados quantitativos sobre o mesmo. _____________________________________________________________________   </p></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head n="5.">ConclusSes e trabalho futuro</head><p>Apresentou"-se nesta comunicao uma experincia Que tern vindo a decorrer na Marinha Portuguesa em Que a utiliza&amp;o de mtodos quantitativos est a contribuir para uma melhor compreenso do processo de desenvolvimento. As indica6es fomecidas pelas mtricas de software recolhidas potenciam a adopo de medidas informadas no sendo da melhoa do processo de soe. posteriormente ser emiquecido com informa8o acerca da complexidade das altersJes p um estudo sobre a atribuio de pesos diferentes para diferentes programadores, com base na sua produtividade em ac5es anteriores, para reflectir a discrepcia proveniente, por exemplo, da experi8ncia de cada um tanto como programador como em reinko ao sistema em causa.</p><p>Finalmente, apresentou-se ainda uma utilizo das mtricas de complexidade do produto para uma melhor compreenso sobre a evoluo das solu5es de desenho utilizadas num sistema desennolvido cerca de uma dcada, em relao as que esto a ser usadas nos sistemas correntemente em desenvolvimento. Esta anise revelou um aumento do 1mowhow dentro da orgamzao, traduzido por uma utilizao mais reduzida de solu6es Que contribuem para uma m estruturao do c6digo, como sejam Os. SaltoS incondicionais.  </p></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head>________________________________________________________________________</head></div><figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_0"><head>Figura 2 -Figura 4 -</head><label>24</label><figDesc>Figura 2 -Esforo previsto vs esforo restado</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_0"><head>30 Encontro Naclonal para a Qualidade nas Tecnolegias de Informa9go e ComunicaCl6es Universidade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="5">processo de software. Este projecto 0 SofTrack 6 tarnbm usado no acompanhamento da evoluo realizado com a colaborao</cell><cell>do Grupo de do software,</cell></row><row><cell cols="5">atrav6s da anse do c6digo foute ao longo de diferentes vers5es. Esta</cell><cell>ise inclui a</cell></row><row><cell>SC)" extraco</cell><cell cols="4">de mtricas de complexidade do software e a produo</cell><cell>automatizada de</cell></row><row><cell cols="4">Nesta fe de esdo e desenvolvimento, for</cell><cell>seleccionados 4 sistem de</cell></row><row><cell cols="5">inforrnao de pessoal desenvolvidos internamente pela DAMAG utilizando COBOL e</cell></row><row><cell cols="5">SQL-DS nnm sistema proprienirio, dos quais se apresentam aqui alguns dados, na Tabela</cell></row><row><cell cols="2">Sistema</cell><cell>de No</cell><cell cols="2">de ADO de enada</cell><cell>em Fe</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell>O</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell>O</cell></row><row><cell cols="3">Este documento est orgzado</cell><cell>do Seinte modo:</cell></row><row><cell cols="5">Na seco 2, ser descrita brevemente a arquitectura do Softrack. A terceira</cell></row><row><cell cols="5">esforo com base na complexidade das ac6es de evoluo. So apresentadas limita6es</cell></row><row><cell cols="5">A abordagem a esta evoluo do processo assenta, em primeiro Ingar, na criao do modelo, hem como ac6es possiveis para as erradicar. Segue-Se um estudo</cell></row><row><cell cols="5">de uma cultura diferente na organiza8o. F dado particular relevo a necessidade de comparativo dos sistemas analisados, na quarts seco, com base nas m6tricas de</cell></row><row><cell cols="5">registar, de forma fidedigna e suficientemente detalhada as acJes de evoluo dos complexidade recolhidas, em Que Se identificam mudanas na forma como Os sistemas</cell></row><row><cell cols="5">sistemas e o respectivo esforo envolvido na sua realizao. E neste contexto que surge o for desenvolvidos, apes de tecnologias usad serem semetes.</cell></row><row><cell cols="5">Sorack (Soe Finalmente, apresentam"se algumas conclus6es sobre o trabalho efectuado e Deft Repo d System Tracng), um sistema desenvolvido neste</cell></row><row><cell>perspectiv</cell><cell></cell><cell cols="2">Se as lias de evoluo do projecto.</cell></row><row><cell>2</cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell>46 de Novembro 1998</cell></row></table><note>projecto a fim de suportar o rastreio de acJes de evolu3o. Um requisito para o SofTrack era a sua disponibilizao atravs da Intranet da Marinha Portnguesa dada a disperso___ 3 30 Enconbo Nacional para a Qualidade mas Tecnologias de Informsq;;do e Comunicaes Universidade do Minho 6 de Nonembro 1998 A anSe das m6tricas de complexidade extraidas permite urns comparao entre as prdticas de programso utilizadas em diferentes sistemas, apesar das tecnologias de base serem as mesmas. A combinao entre a variao das mtricas de complexidade e o esforo registado para as ac6es Que as originam 6 a base para a proposta de um modelo Os relat6rios produzidos com base nos dados recolhidos com o SofTrack constituem assim uma fonte de informao valiosa, no planeamento de acBes de evoluo. Fornecem informao quantitativa Que visa reduzir a subjectividade com Que o planeamento seria tradicionalmente efectuado, ajudam a manter o processo controlado econtribuem para a deteco de oportunidades de evoluo no processo de software.</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_1"><head>30 Encontro Nacionai para a Qualidade nas Tecnologias de /nformago e Comunica96es Unlversidade do Minho 46 de Novembro 1998 2. Arquitectura do SofTrack</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell></cell><cell cols="2">Todo o processo de recolha de dados assenta num sistema de rastreio de acJes de</cell></row><row><cell></cell><cell>evoluo desenvolvido no</cell><cell>bito deste projecto, o SofTrack. Este sistema, descrito em</cell></row><row><cell>" ";,</cell><cell cols="2">[Monteiro99], pretende dar uma resposta necessidade de implementar um mecanismo</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">de rastreio de acHe de evolu5o num ambiente geograficamente distribuido.</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">O SofTrack est implementado sobre a Intranet da Marimba Portuguesa. Assenta num</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">servidor Web com o sistema operativo Windows NT 4.0 e o Internet Information Server</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">4.0 (TIS). As potencialidades do HS so extendidas atravs de um componente que</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">perrnite o suporte a serv/etsl em Java (ServeltExec for Windows).</cell></row><row><cell></cell><cell>L!SCOPE</cell></row></table></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_2"><head>PRODUCT S UC RE REPOS DRY Figura 1 -Arquitectura do SofTrack</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="3">Os flcheiros de c6digo-route, residentes no SCR (Source Code Repost-to), so</cell></row><row><cell cols="3">submetidos s ferramentas Logiscope [Verilog93l e Samaritan instaladas numa</cell></row><row><cell>Workstation Unix.</cell><cell></cell></row><row><cell cols="2">I Servlet -Aplicao independence da plataforma, escrita de acordo com a Java Selet</cell><cell>I Que petmite</cell></row><row><cell>extender um Set.vidor H,</cell><cell>implementando Set.viOs.</cell></row></table><note>, ,</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_3"><head>5 3o Encontm Nacional para a Qualidade Has Tecnologias de Informao e ComunicaCSes Universidade do Minho 6</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell>3.1..Intmduo</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell cols="3">Intmtivamente, 6 expectvel Que a complexidade de uma deterrninada aco</cell><cell>de</cell></row><row><cell cols="4">evoluV:o se reflicta no esforo necessario para a executar" Nesta seco sera descrita a</cell></row><row><cell>abordazem metodol6ca</cell><cell>se ida no</cell><cell cols="2">bito deste Proiecto Dara a verificaco desta</cell></row></table><note>de Novembro 1998   componentes (grafos de controlo), hem como a obteno de m6tricas de complexidade do produto, incluindo a complexidade textual<ref type="bibr" target="#b4">[Halstead77]</ref> e estrutnral<ref type="bibr" target="#b7">[McCabe76]</ref>. 0 Samaritan 6 uma ferromanta qua permite a gerao de documentao acmizada acerca dos sistemas em anise, com base nos ficheiros de c6digo-fonte. A document&amp;o gerada 6 organizada no PSR (Product Structure Repost.to) e apresentada em pginas HTML, Permitindo uma fcil navegao entre alas. A inform&amp;o disponibilisada contempla a estrntura e implement&amp;o do sistema, incluindo informa8o acerca das opera6es de Os dados associados ao processo so recolhidos atrav6s do RAPE (Registo e Anise de Pedidos de Evoluo), o sub-'"sistema que suporta .o registo dos pedidos de evoluo dos sistemas de informao<ref type="bibr" target="#b3">[Goulo98]</ref>. 0 SofTrack permite ao utilizador seleccionar os pedidos, verificar o sen estado de atendimento, e submeter monos pedidos de evoluo-Adicionalmente, para a equip&amp; de manuteno, dado acesso inform&amp;o sociada evoluo e seguimento do pedido, at ao sen enceento.A ferramenta SPSS 6 usada na anise estatistica das mtricas do processo e de produto. disponibilizada inform&amp;o de controlo dos projectos, atrav6s de relat6riosAarquitectura clienteeidor do Somck implementada recoendo a um servlet, responsvel pela gesto da interacVo entre o utilizador e o SofTrack. Este 6 resPonsvel pela implementa5o da politic&amp; de segurana do SofTrack, associando previl6gios de utilizaVo aos grupos de pginas HTML a qua o utilizador dever tar ____________________________________________________________________ 3o Encontro Naa`onal para 6 a Qualidade nos Tecnologias de Informao e Comunicai!;:5es Universidade do Minho 6 de Novembro 1998 3. Modelo de estima(!;;do de esforo do Modelo Se a escolha da variavel dependente trivial (afinal, pretende-Se estimar precisamente o esforo), j a seleco de um conjunto de estimadores adequado envolve uma reflexo As mtricas de complexidade recolhidas reflectem diversos aspectos da complexidade do software. No entanto, veriflca-Se que esses aspectos no so completamente independentes entre si, isto 6, algumas das mtricas de complexidade apresentam uma 3o Encontro</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_4"><head>Nacional para 7 a Qualidade mas Tecnologias de Informao e ComunicaCSes universidade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="3">Um Segundo problema no conjunto de m6tricas 6 o do sen elevado numero.</cell></row><row><cell cols="3">Avaliar a complexidade de uma alterao com base em algumas dezenas de indicadores</cell></row><row><cell cols="2">uma tarefa semelbante</cell><cell>tomada de decis5es com base em mdltiplos critrios.</cell></row><row><cell cols="3">Tipicamente, de acordo com alguns critrios, um m6dulo A mais complexo do que um</cell></row><row><cell cols="3">m6dulo B, acontecendo precisamente o contro</cell><cell>se considerarmos outro grupo de</cell></row><row><cell>critrios.</cell><cell cols="2">accesso estabelecer uma forma de pesar Os diversos crit6rios em jogo.</cell></row></table><note>4-6 de Novembro 1998 30 Enconm.o Nacional para a Qualidade mas Tecnologias de Informscdo e ComunicocSos Universidade do Minho 4-6 de Novemb 1998 Cantrolo da '.., O terceiro problema Que de certo modo deriva do Segundo, o de Que diferentes m6tricas de complexidade utilizam diferentes escalas para Os respectivos valores, o Que obriga a uma operao de transforma&amp;o dos mesmos, neste caso uma padronizao, de modo a Que todos possam ser utilizados na construo de um 6nico modelo. A flrn de dar resposta a estas quest5es, decidiu'-se utilizar uma tcnica estatistica denominada Anise Factorial em Componentes Principais sobre os valores padronizados "^. . -_______________________________________________________________________ 3o ]</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_5"><head>Emennbo Nacianal para 9 a Qualidade nas Tecnalagias de Informao e CamunicaBes Universidade da Minna</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell></cell><cell cols="5">mtrica contempla. Tal resulta essencialmente, da elevada correlao entre as mtricas e signiflcativos e posifivos. Isto reflecte Que um aumento de qualquer dos factores de</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">a dimenso do m6dulo respecno-complexidade Se traduz For um aumento no esforo estimado. O erro padrAo (e) permite o</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">Postas estabelecimento de intervalos de confianVa do tipo ]bi -ei; bi + ei[, com um grau de teores considem5es, pode-se ento apresent o seinte modelo,</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">certeza de 95%. O teste de significcia</cell><cell cols="3">estatistica dos valores dos coeficientes de</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">destes modelos pode ser encontrada em [Arroja39} e [Ban92]) regresso individuais, atrav6s do cculo dos valores da estatfstica t e o teste bicaudal de e considerando 41</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">significcia indicam uma baixa probabilidade de os coeficientes serem igDais a O, na</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">EsforOi = bo + bl * Fl i + b2 * F2i +</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">Os coeficientes bj foram estimados pelo mtodo dos mjuimos quadrados Que nos</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">82 s&amp;o os coeficientes de estimao apresenta um R2 de cerca de 85.1%, sendo o sen valor ajustado (R2Ajusmdo) de 84.390. 0 para as variveis independentes. E o erro aleat6rio,</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">tarnb6m conbecido como termo estocstico, Que explica o facto de uma determinada valor ajustado d uma ideia m&amp;is pr6xima da variao explicada do esforo, por entrar em</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">proporo da variao na varivel no ser explicada no modelo. A excluso de F3 do , . , cont&amp; com o numero de vanavels mdependentes (o valor de R-tende a ser mflacclonado</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">modelo resultou do facto de a sua contribuio para a explicao da variao do esforo pelo ntimero de varieis independentes). Tomando o valor ajustado, temos Que apenas</cell></row><row><cell></cell><cell cols="5">ser aproximadamente nul isto b3 = 0. 15.7% (100% -84.3%) da variao do esforo no explicada pelas variveis da equao</cell></row><row><cell></cell><cell cols="4">Neste caso, o modelo pode ser instanciado com os paretros (Fl e F2).</cell><cell>apresentados na</cell></row><row><cell></cell><cell>Tabela 3.</cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell cols="4">Coeficient Estimativ Erro Padro Estatistica</cell><cell>t Significci</cell></row><row><cell></cell><cell>e</cell><cell>a</cell><cell></cell><cell>(5%)</cell><cell>a</cell></row><row><cell></cell><cell>bo</cell><cell>6,682</cell><cell>0.44.221</cell><cell></cell><cell>0.000</cell></row><row><cell></cell><cell>bl</cell><cell>3.104</cell><cell>1.060</cell><cell>2.928</cell><cell>0.006</cell></row><row><cell></cell><cell>b2</cell><cell>8.522</cell><cell>0.587</cell><cell>14.508</cell><cell>0.000</cell></row><row><cell></cell><cell>Tabela 3 -Pmeos</cell><cell>do modelo</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell>^</cell><cell>.</cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell></row></table><note>4-6 de Novembro 1998 garante estimadores com todas as propriedades desejadas, isto , lineares, centrados, eficientes e consistentes (convergentes), de manor varicia. `bo representa o valor do esforVo previsto pelo modelo quando os Factores Fl e F2 s&amp;o nulos (note-se Que estes factores esto padronizados, podendo assim assumir valores positivos e negativos). bl e ______________________________________________________________________ 3o Encontro Naciona) para 10 a Qualidade nas Tecnologias de Informa(!;;;do e Comunica9Ses Universidade do Minho 6 de Novembro 1998 ' Na Figura 2 o eixo horizontal do grco represent&amp; a complexidade da alter&amp;o e no vertical o respectivo esforo, em homens.bola. As etiquetas junto aos casos contEm o Para saber at6 Que ponto o colectivo das varivets independentes exphcam a varivel" dependente, pode-Se calcular o coeficiente de determinao (R2)" Este modelo</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_6"><head>30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informao e ComunicaBes Universidade do Mlnho 46 de Novembro 1998 16</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell></cell><cell></cell><cell cols="2">Saltos Incondicionais 1393. .000</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>ans</cell><cell>de 610.2</cell><cell>.000</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>Complexidade</cell><cell>412.4 .000</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>Essenci</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>Quebras</cell><cell>na 103.5 ,000</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>sequncia</cell></row><row><cell></cell><cell>Tabela 4 Ane</cell><cell cols="2">de varicia de m6tricas de produto</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">Em qualquer dos casos, a anse de varicia permite nos afirmar Que existe uma</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">elevada probabilidade de associao entre o sistema considerado e a diferena de m6dias</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">dos valores destas m6tricas.</cell></row><row><cell>'</cell><cell cols="3">Na Tabela 4, pode-Se observar para cada m6trica, o valor da estatistica F e o nfvel</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">de sigufficcia do teste. Sabendo Que F representa a razo entre a varicia estimada</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">entre gmpos (explicada) e a varicia dentro dos pr6prios grupos (erro), sendo os grupos</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">o sistema implementado h uma d6cada e os mais recentes, isso significa Que 6 pouco</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">provvel Que as diferenas encontradas sejam devidas ac acaso, para as m6tricas aqui</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">apresentadas. A amostra continha 2071 m6dulos.</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">Uma aniUise variao da mdin destas mtricas veio confirmar que as evolu5es</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">registadas vo de encontro a uma maior qualidade no desenho e facilidade de</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">manuteno. A ideia dominante 6 a de que a complexidade dos m6dulos criados 6 menor</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">nos sistemas mais recentes. Tal no implica que os sistemas em si sejam menos</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">complexos, mas apenas tuna redestribui&amp;o da complexidade entre os vos m6dulos.</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">Uma leitura dos valores m6dios das mtricas para o sistema mais antigo face</cell><cell>m6dias</cell></row><row><cell></cell><cell cols="3">para Os mais recentes permitiu register como factor positivo o quase desaparecimento dos</cell></row></table><note>^17<ref type="bibr" target="#b12">30</ref> </note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_7"><head>Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Inform@o e Comunica9Ses Universidade do Minho 46 de Novembro 1998</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell>deve</cell><cell>ser evitados</cell><cell>to quto possfvel.</cell></row></table></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_8"><head>30 Encontro NacionaE para a QuaEidade mas TecnoEogias de Informao e Comum!ce(;;aes Umiversidade do Minho 46</head><label></label><figDesc>:APE com as mtricas de complexidade de produto, a fim de encontrar a relao entre a complexidade de uma aco de evoluo e o esforo Dela envolvido.Essa relao fol explorada no modelo de estimao do esforo aqui apresentado, modelo esse Que continuar a ser ajustado a medida Que forem sendo registadas novas ac5es de evoluVo, de modo a tomSe cada vez ms fivel. O modelo dever</figDesc><table><row><cell cols="3">Descreveue brevemente o Sorack, sistema Que tern vindo a ser desenvolvido e</cell></row><row><cell>utilizado no</cell><cell cols="2">bito deste projecto para dar suporte computacional a esta iniciativa. A</cell></row><row><cell cols="3">pr6pria concepo e desenvolvimento do SofTrack apresentam um desafio em Si, dada a</cell></row><row><cell cols="3">da implement&amp;o de meios formals para o registo de ac5es de evoluo, um Corie</cell></row><row><cell cols="3">importante com a inexistncia de um formalismo Que permitisse de forma eficiente</cell></row><row><cell cols="2">recuperar inform&amp;o relativa</cell><cell>evoluo dos sistemas, no tocante ao Que foi feito,</cell></row><row><cell cols="3">quando, porqu, por quern e com quanto ,esforo, na evoluo</cell><cell>dos sistemas. Esta</cell></row><row><cell cols="3">modiflcao tern como reflexo a possibilidade de cruzar a informo</cell><cell>recoIhida com o</cell></row></table><note>pde Novembro 1998 18</note></figure>
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		<title level="m" type="main">The Mythical Man&quot;Month -Essays on Software Engineering</title>
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		<title level="m" type="main">Anise de Dados em Ci8ncias Sociais</title>
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