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				<title level="a" type="main">Pedro Rez&apos;s dos Santos</title>
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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><p>0 desenvolvimento de software ainda uma tarefa exigente para os engenheiros de software apesar das ferramentas e ambientes de desenvolvimento existentes. A escolha de componentes para reutilizao, quando existem solu6es alternativas, frequentemente intuitiva com base em critrios subjectivos com origem na experincia anterior. Este trabalho prop5e a utilizo de identificadores, obtidos nos diversos assifica4!;;:go e Selao de Componentes m Projectos de gofrware llntmdul!;;:do A reutilizao de software 6 quase to antiga como o pr6prio software. Os sistemas operativos so um dos primeiros exemplos de reutilizao em larga escala. A reutilizao de software pode aumentar significativamente a qualidade e a produtividade \pi \=01</p><p>Factores dominantes na reutilizao de software incluem a existncia de componentes de alta qualidade e de confiana, a exist8ncia de um processo de desenvolvimento de software comum e um ensino que promova a reutilizao. O ensino da reutiliza5o pode ser visto como o motor de todo o processo, mas no pode s6 por Si produzir resultados significativos, necessitando de suporte apropriado. Esse suporte deve</p></div>
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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><p>componentes candidatos a reutilizao, classificando"os por forma a realizar testes comparativos Que permitam urns escolha mais esclarecida A mesma tcnica utilizada para permitir detectar inconsistncias, entre diversas fases do mesmo processo de desenvolvimento, pol comparaVo dos atributos usados na classificao. ser construido em tomo de um processo de desenvolvimento de software comum por forma a poder guiar um engenheiro de software experiente (treinado). No entanto, a existSncia de componentes de alta qualidade no depende Dem do processo de desenvolvimento de software Dem do engenheiro. Contudo, o processo de desenvolvimento de software deve ajudar o engenheiro na tarefa de identificar Os componentes de alta qualidade. Desta forma, o maior esforo deve ser colocado em ______________________________________________________________________ O objectivo deste trabalho reside em descrever componentes de software por dos restantes casos on era inconclusiva ou indnzia conclns6es menos correctas e precisas. pouca aten5o aos problemas de engenharia de software, nomeadamente aqueles que envolvem a reutilizao.</p><note type="other">________________________________________________________________________</note></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head n="6">Conclus8es</head><p>A escolha de uma hierarquia provou ser igualmente acertada pois perrnite de uma forrna simples e intuitiva obter a informaVo da sitnao. A comparaVo dessa informao entre os vios casos permite obter respostas com significado real. Esta soluo iambm especialmente atractiva pois a maioria dos engenheiros de software es familiarizado com grandes estruturas de dados deste tipo como o caso dos sistemas de ficheiros. A existncia de vos niveis de profundidade e o significado fisico do caminho da origem at um deterrninado ficheiro so analogias especimente teis na utilizao do sistema.</p><p>Uma representso grca da hierarquia poder contudo, vir a melhorar_____________ </p></div><figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_0"><head>1 30</head><label>1</label><figDesc>Enwntro Nacianal para a Qualidade mas Tecnologias de Informao e ComunicaSes Umiversidade do Minho 46 de Novembro 1998</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_1"><head>30</head><label></label><figDesc>Emcontro Nacional para a Qualidade mas Tecnologias de Informal!;do e Comunica9Ses UnJversidade do Minho 46 de Novembro 1998 2 treinado aumentar a reutilizao e a qualidade da mesma atravs da correcta identificao|I A represent&amp;o e especificao de componentes de software reutilizveis exige t6cnicas de classificaVo Que permitam de uma forma automtica ou assistida a seleco dos mesmos. A seleco s6 poder set automatic&amp; se os requisitos corresponderem precisamente s caracteristicas dos componentes. Caso contro, ter-se de encontrar os componentes Que mais se aproximam dos requisitos e alteros subsequentemente. Por vezes as caracteristicas que descrevem os componentes esto incorrectamente Existe pois uma necessidade para um motor de busca que permit&amp; seleccionar um dos sintomas do doente.</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_2"><head></head><label></label><figDesc>significativamente, no futuro, a sensibilidade e poder de assimilao.O sistema proposto permite obter resultados conclusivos de uma forma rdpida, uma vez que o processo de extrao pode ser feito de uma forma automtica e a analise Se limita a um sub-conjunto da informao extlaida. No caso dos projectos serem excessivamente glandes a informao pode ser muito vasta para que uma primeira anise possa ser conclusiva, levando mais tempo a obter respostas I:iteis~ No entanto, nestes casos a anise do c6digo propriamente dito Selia tambm muito mais morosa. Esperamos que a experincia na utilizao do sistema permita identificar um conjunto de opera6es mais complexas, mas que permitam obter resultados mais rapidamente. No entanto, pretende-Se que a anise no Se baseie numa s6 busca mas que o engenheiro de software tenha a oportunidade de obter uma viso geral do componente pol forma a realizar uma escolha mais esclarecida. 30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informa(!;;6o e ComunicaC6es Universidade do Minho 4-6 de Novembro 1998 ,8</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_0"><head>30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informa5o e ComunicaC6es Universidade do Minho 46 de Novembro 1998 3 ssificaCSa e Seleca de Campanentes Prajectas de Saare</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="2">orma a perruitir pesquisas automaticas e buscas manuals esclarecidas, a fim de</cell></row><row><cell>;eleccionar o componente Que melhor se adapte</cell><cell>necessidades. A componente</cell></row><row><cell cols="2">humana foi especialmente tida em conta uma vez que pessoas ou t6cnicas de trabalhos</cell></row><row><cell cols="2">pouco software se pode considerar completamente estavel e no sujeito a alterao,</cell></row><row><cell cols="2">excepto quando j est completamente ultrapassado e consequentemente intil. Embora</cell></row><row><cell>existam tcnicas que permitam manter a documentao</cell><cell>sincronizada com o c6digo, estas</cell></row><row><cell cols="2">exigem vastos recursos humanos o Que aumenta o custo e o tempo de desenvolvimento</cell></row><row><cell cols="2">do produto. For outro lado, a documentag5o 6 dificil de analisar com o auxnio de_____</cell></row></table><note>Os componentes de software podem ser descritos a diversos m veis Que podem ir desde os requisitos ao c6digo propriamente dito. A forma mais simples de descrever um componente 6 textualmente, em portugues ou ingls, normalmente sob a forma de manual. Esta pode ser uma forma aceitvel para componentes de alta qualidade e que exibam uma elevada estabilidade temporal. No entanto, mesmo nestes casos, frequentes erros de interpretao conduzem no s6 a uma selec5o menos boa como a uma utilizao incorrecta [7], Mais frequente contudo, a discrepcia entre a conteddo do manual e o Que o software realmente faz. Este facto 6 especialmente preocupante quando surge em produtos ditos de qualidade. A documentao representa frequentemente aquilo Que Se Pretende Que o produto realize e no aquilo Que ele efectinamente faz. For outro lado,</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_1"><head>30 Encantra Nacianal para a Qualidade mas Tecnalogias de Infarmai!;;ga e CamunicaCSes Universidade do Minha 46 de Novembro 1998</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="2">ferramentas, com o objectivo de identificar certos paretros</cell><cell>Chane.</cell></row><row><cell>Tcnicas de classificao</cell><cell cols="2">oferecem uma forma simples e titil de catalogar</cell></row><row><cell cols="2">componentes de software. Esquemas de classificao</cell><cell>simples recorrem a t6cnicas</cell></row><row><cell cols="3">enumeratinas, tal como o sistema decimal de Dewey, mas so muito vagas para</cell></row><row><cell>^^Comparao</cell><cell></cell></row><row><cell cols="3">de assinaturas, For outro lado, uma aproximao mais formal,</cell></row><row><cell cols="3">beneficiando do facto de o software, mesmo que possa ser visto como texto, de facto</cell></row><row><cell cols="3">bastante estruturado. A ideia baseia"se em descrever os componentes ao nivel da</cell></row><row><cell cols="3">interface. Quando efectuado de uma form&amp; simplista, a comparao</cell><cell>limita-se a</cell></row><row><cell cols="3">caracten sticas sintacticas do componente. Um pouco semelhana dos mecanismos</cell></row><row><cell>4</cell><cell></cell></row></table></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_2"><head>5 3o Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de InformaS5o e ComunicaSes Universidade do Minho 6 de Novembro 1998 assificagSo e Seto de Componerdes n Projedos de Soare</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="2">usados pelas linguagens para oferecer compilao separada. Solu6es menos restritivas</cell></row><row><cell cols="2">tSm sido propostas [25] por forma a eliminar restri6es sintacticas tais como a ordem</cell></row><row><cell>dos paretros,</cell><cell>composi8o de tipos agregados ou subtipifica&amp;o. A comparao de tipos</cell></row><row><cell cols="2">agregados definidos pelo utilizador, hierarquias de tipos, paretros Numa primeira aproximao toma-se necesso determinar qual a informao opcionais ou</cell></row><row><cell cols="2">paretros re}evante e Que deve ser utilizada na descrio gen6ricos toma-se muito complicada sendo diflcil chegar a conclus6es do componente. A informao relevante</cell></row><row><cell cols="2">deve depois ser representada de uma forma compacta de tal forma que seja</cell></row><row><cell cols="2">trabalho descrito neste documento pode ser incluido neste grupo.</cell></row></table><note>[ ____________________________________________________________________ 30 Encontro NacionaE para a Qualidade nas Tecnologias de Informai;;go e ComunicaC:Ses Universidade do Minho 46 de Novembro 1998 6 3 Descrig5o de Componentes significativamente mais fcil analisa qua analisar o componente propriamente dito. ^A abstraco uma tcnica fundamental para compreender e resolver problemas suprimem informao Que pode vir a ser importante. Alm disso, o realismo e pormenor A aproximaao descrita no usa, em princfpio, identificadores ou vistas prdefinidos. Na realidade, alguns identificadores, utilizados como pontos de entradas, so necessios. Desta forma os identificadores utilizados, no necessitam ser aqueles Que melhor Se aproximarn de entre Os disponiveis, mas os identificadores efectivarnente utilizados. A ansncia de estereotipos permite maior realismo e expressividade, facilitando a seleco manual mas dificultando a utilizaVo de mtodos automticos ou serni-automticos. Como o processo de classificaVo tern em conta o contexto em Que o__ 7 30 Encontro Nacional para a Qualidade nos Tecnologias de InformsG8o e Comunicaq;;Ses Universidade do Minho 46 de Novembro 1998 assifica4l;;:</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_3"><head>8o e Seleco de Componentes n Projectos de Soare____________________ identificador</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="4">tamb6m ser tratados como identificadores Que caracterizam outros identificadores e cujol</cell></row><row><cell cols="4">Desta forma e possivel obter um modelo Que apresenta grande uniformidade e</cell></row><row><cell>economia de conceitos. A uniformidade</cell><cell>dtil pois</cell><cell cols="2">de mais fcil compreenso e</cell></row><row><cell cols="4">As hierarquias so estruturas organizadas onde diferentes niveis de abstraco</cell></row><row><cell cols="3">Os identificadores usados na descrio dos objectos so model&amp;dos numa</cell><cell>ore,</cell></row><row><cell cols="4">retendo uma referncia para a sua posiVo original no objecto. Estes identificadores,</cell></row><row><cell cols="4">No entanto, o identificador pode no ser s6 por si esclarecedor, mesmo que o depois de caracterizados, continuam a exibir as associa6es dos objectos originais [31. As</cell></row><row><cell cols="4">Horne Que Ihe es associado o seja. De ial forma a informsVo de contexto onde o equivalncias representam, mama segunda fase, essas mesmas associa5es na ore Que</cell></row><row><cell cols="4">identificador se situ&amp; pode no ser suficientemente esclarecedora. Para tal deve ser Se transform&amp; num grafo [10]. So as equivalncias Que permitem descrever rela6es de</cell></row><row><cell cols="4">partilha barn como definir objectos como extens6es de outros [16]. Desta forma,</cell></row><row><cell>8</cell><cell></cell><cell></cell></row></table><note>6 utilizado, mesmo que Se utilizem terrnos diferentes para descrever o mesmo conceito estes sero armazenados em zonas adjacentes-Este facto facilita a inspeco manual pois existe o conceito de localidade. \ -\c ompo:nente. pOSSj[vel utilizar atributos que permitam esclarecer o comportamento ou a funcionalidade do identificador num dado contexto. Os atributos, apesar da sua funVo particular, podem 36 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informao e Comunica(;;Ses Universidade do Minho 46 de Novembro 1998 enquanto os identificadores designam as entidades originais e os sens valores, as9 30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informai;:8n e ComunicaC:5es Universidade do Minho 4-6 de Novembro 1998 assificaq!;:a-o</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_4"><head>e Seto de Componentes n Projectos de Soare equival8ncias</head><label></label><figDesc>permitem a um identificador referir outro identificador.Alm dos identificadores e das equival6ncias que trabalham no doII1inio dos Domes existem ainda as referncias e os tipos Que trabalham no dominio doS valores. Uma refer6ncia permite a uma entidade referir outra e por vezes designada porponteiro" O tipo perrllite a uma entidade no dormnio dos vaiores referir um identificador no dornfnio dos Domes. Quer as referncias quer os tipos podem, normaimente, ser inferidos a partir dos dados originals. No entanto, caso estes estejam incompletos ou incorrectos</figDesc><table><row><cell></cell><cell cols="3">Como o sistema</cell><cell>baseado na repeti80 de um conjunto de esmr</cell><cell>simples,</cell></row><row><cell cols="3">com origem numa</cell><cell>ore de Domes, as ferramentas so tambm simples e compactas.</cell></row><row><cell cols="2">Embora as</cell><cell cols="2">ores produzidas sejam a partida excessivamente grandes para permitir uma</cell></row><row><cell cols="4">anise manual esclarecida s8o pequenas dadas as velocidades de qualquer modesto</cell></row><row><cell cols="4">computador pessoal. Para obter sub.-arVores de menores dimens5es que permitam</cell></row><row><cell cols="4">responder a perguntas especlflcas, so fundamentals trs opera6es base: determinao do</cell></row><row><cell cols="4">PC contexto, qualificao do identiBcador e localizao-Uma quarta operao de busca pode</cell></row><row><cell>in</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell>dz</cell><cell cols="3">OperaBes destinadas a obter o contexto de um identificador devolvem o</cell></row><row><cell cols="4">conjunto de identificadores que constituem o caminho desde a raiz da arvore at6 ao</cell></row><row><cell>OE</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell cols="4">identificador em questo. Estas opera5es permitem construir uma nova vole em Que o</cell></row><row><cell cols="4">de mesmo identificador surge em vOs</cell><cell>contextos, para os poder comparar.</cell></row><row><cell cols="4">cc Alternativamente, podem-se seleccionar vos identificadores de uma mesma vista com</cell></row><row><cell cols="4">re o prop6sito de obter urn&amp; representao mais compacta da mesma. Uma operao de</cell></row><row><cell cols="2">Va qualificao</cell><cell cols="2">de um identificador permite determinar os seus atributos, ou seja, os</cell></row><row><cell cols="4">de identificadores do nine! imedintamente abaixo daquele onde Se situa. Desta forma pode-</cell></row><row><cell cols="4">qt: Se enriquecer alguns identiflcadores com informaV8o adicional em detrimento de outros</cell></row><row><cell cols="4">menos importantes para uma dada perspectiva de anise. A operao de localizaVo</cell></row></table><note>___________________________________________________________________3o Encontro Nacional para LO a Qualidade mas Tecnologias de Informa(!;;:go e ComunicaBes Universidade do Mlnho 4-6 de Novembro :L998oferece o conjunto de identiflcador Que existem no mesmo nfvel de um dado ________________________________________________________________________</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_5"><head>11 30 Enconbo Nadonal para a Qualidade mas Tecnologias de Informao e Comunica5es Universidade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell>assificacao e gelecofffo de ComDonent</cell></row><row><cell>identificador, para um determinado contexto. Consegue-se, com esta operao, obter</cell></row><row><cell>uma viso mais riEorosa dos identificadores com cue este Se relaciona e entre Os auais</cell></row><row><cell>existe, quase certamente, uma forte dependencia.</cell></row><row><cell>Enquanto alguns modelos optam por oferecer um elevado nl{:imero de constru6es</cell></row><row><cell>e de operaBes [2], neste trabalho optou'-se por oferecer um conjunto de primitivas Que</cell></row></table><note>4-6 de Novembro 1998 S I Nem toda a informao do documento original convertida na representao de ____________________________________________________________________</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_6"><head>3o Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informao e ComunicaC:Ses Unfversidade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="6">identificadores. Em primeiro Ingar, parte da informao no est directarnente associadal</cell></row><row><cell cols="6">pode no extrair a totalidade da informaVo, quer por limitaV5es do conversor quer por</cell></row><row><cell cols="6">op6es de analise. Assim, podera, por nezes, ser necesso</cell><cell>recorrer ao c6digo, mas</cell></row><row><cell cols="6">O dorninio dos identificadores nciona como uma sinara complexa do</cell></row><row><cell cols="4">componente. Alis esta tmica</cell><cell cols="2">uma extenso a m6todos de assinaturas, que usam</cell></row><row><cell cols="6">tcnicas muito mais simples com base em menos informaVo. Contudo, estas assinaturas</cell></row><row><cell cols="2">Uma anSe</cell><cell cols="4">simples de contexto pode ser efectuada extraindo o conjunto de</cell></row><row><cell cols="5">Se extendeOs o conceito terior a v</cell><cell>vist, on conjuntos de contextos um</cell></row><row><cell cols="6">para cada vista, obteremos um sub -conjunto de contextos para o mesmo identificador.</cell></row><row><cell cols="6">Pode-"se, assim, comparar alteraBes de ambiente de utilizao</cell><cell>de um dado identificador</cell></row><row><cell>nas vas</cell><cell cols="2">situaBes.</cell><cell cols="3">Se estas varias vistas representarem</cell><cell>vlas</cell><cell>fases do</cell></row><row><cell cols="6">desenvolvimento, estas varia5es podem ser indicativas de um determinado conceito estar</cell></row><row><cell cols="6">a ser utihzado com um objectivo numa fase inicial de especificaVo, mas medida Que o</cell></row><row><cell>12</cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell></cell><cell cols="2">de Novembro 1998</cell></row></table><note>projecto evolui, ele vai sendo utilizado em situaJes diversas.</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_7"><head>13 30 Encontro Nacional para a Qualidade Has Tecnotogias de Informao e ComunicacBes Universidade do Minke 46 de Novemblo 1998</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="4">Quando o ntimero de identificadores que nos conduzem desde a origem do Este sistema nko oferece resultados quantitativos, no 6 baseado em nenhuml</cell></row><row><cell cols="4">sistema at6 um dado identificador, ou seja o caminho at esse identificador 6 bastante</cell></row><row><cell cols="4">grande, temos uma informo gerada ou no compmento do co dethada sobre o sen contexto de ulizao. de um idenflcador no represent</cell><cell>For ouo mtc</cell></row><row><cell cols="4">lado, se esse caminho for curto a informso disponibilizada pode ser manifestamente vidas. Estas observaJes podem depender de factores como estilo de programao ou a</cell></row><row><cell cols="4">insuficiente, Neste ti}timo caso poder ser necessio utilizar opera6es adicion&amp;is para lingnagem utilizada. Esta aproximo baseada numa anise manual sendo precedida</cell></row><row><cell cols="4">determinar o contexto de utilizao de um Ceo automatismo pa seleccion a ioao do identificador. Uma operao relevte, evitdo a consulta Que pode ser</cell></row><row><cell cols="4">efectuada 6 a operao de qualifico, exaustiva dos documentos. Como qualquer sistema Que seja dependente da experi8ncia Que permite obter um conjunto de atributos para</cell></row><row><cell cols="4">esse identificador. Pode-se desta forma determinar atravs dos sens componentes qual a humana, o sen sucesso esta directamente ligada com o treino e a capacidade de</cell></row><row><cell cols="4">sua utilizao, Uma outra forma de determinar complementarmente a inform&amp;o de interpretao do engenheiro de soare Que o utiliza [14]. Por ontro lade, oferece nm</cell></row><row><cell>contexto usa uma operao grande manancial de informao</cell><cell cols="3">de localizao de uma forma compacta e Que pode ser manipulada de para obter o conjunto de identificadores Que</cell></row><row><cell cols="4">so usados no mesmo contexto. Estes identificadores podem permitir inferir atrav6s do</cell></row><row><cell>ambiente qu&amp;I a utilizao</cell><cell cols="3">dads ao identificador em questo. Se nenhuma desta</cell></row><row><cell cols="4">inform&amp;o for suficiente para determinar a funcionalidade do identificador ento geld</cell></row><row><cell cols="3">Al6m da inform&amp;o de contexto poderemos obter infoao</cell><cell>ms complexa,</cell></row><row><cell cols="4">nomeadamente recorrendo a compara6es entre conjuntos de identicadores.</cell><cell>A</cell></row><row><cell cols="4">comparao A mesma especificao foi dada aos vOs grupos, tendo cada grupo entregue uma dos atributos de um `determinado identiflcador em dois contextos, pol</cell></row><row><cell cols="4">exemplo duas vistas, podemos determinar Se alguma informsVio est a ser perdida ou especificaVAo em UML [4,51 com uma representao grflea das fases de anise e</cell></row><row><cell>adicionada. Nesta tiItimo co,</cell><cell>necesso verific se o aento</cell><cell cols="2">do nmero de abutos</cell></row><row><cell cols="4">contraria os requisitos ou no. E natural Que com a evoluio do sistema, e a medida Que duas partes. A parte de verificao de consistncia procurou identificar inconsistncias</cell></row><row><cell cols="4">opV!des vko sendo tomadas, o ndmero de atributos vd reflectindo esse enriquecimento pol com a especificao. A parte de inter-'operabilidade permitiu detectar qnal a facilidade de</cell></row><row><cell cols="4">um aumento significativo do seu ndmero. Note-Se Que o sistema s6 por Si no permite trocar os m6dulos, entre as aproximaBes dispom veis. Da perspectiva dos estudantes</cell></row><row><cell cols="4">estes testes representam uma medida da capacidade de interpretao da especifico</cell><cell>e da</cell></row><row><cell cols="4">manual Que perrnitir concluir Se esses atributos podem ser consider&amp;dos correctos. Este modularidade do c6digo produzido. O teste consistiu, numa primeira fase, na extrao das</cell></row><row><cell cols="4">soluGJes de anise e desenho. Esta extraAo foi efectuada manualmente, embora a</cell></row><row><cell cols="4">linguagem UML tenha sido desenhada para permitir um processamento automatico-Ou__</cell></row><row><cell>14</cell><cell></cell><cell></cell></row></table><note>tipo de conclusSes 6 extremamente dificil de introduzir em aplicaJes, mesmo recorrendo a mecanismos de intelig8ncia artifical ou program&amp;o gentica. ______________________________________________________________________ 30 Encontro Nacional para a Qualidade has Tecnologias de Informaq;;:5o e ComunicaVSes Universidade do Minho 46 de Novembro 1998</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_8"><head>15 30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Inform&amp;o e ComunicaSos Univers5dade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell>lassificao</cell><cell>e Seleco</cell><cell>de Componentes</cell></row><row><cell>m Projes</cell><cell>de Soare</cell><cell></cell></row><row><cell cols="4">seja pode ser compilada para efeitos de verifica6es de consistncia. No entanto, ainda</cell></row><row><cell cols="4">no foi escrito nenhum extractor para tal. A segunda lase da extrao do c6digo, em</cell></row><row><cell cols="4">C++, utilizou um parser simples que extrai apenas algumas caracteristicas da lingua&amp;em.</cell></row><row><cell cols="2">Note-se Que as</cell><cell cols="2">ores obtidas a partir da extra5o do C++ s80 muito maiores Que as Que</cell></row><row><cell cols="4">tm origem em UML, mas a linguagem especialmente complexa e modela uma fase</cell></row><row><cell cols="3">final de desenvolvimento.</cell></row><row><cell cols="3">O primeiro resultado foi obtido pela anSe directa da</cell><cell>ore resultante. A</cell></row><row><cell cols="4">dimenso das arvores, embora no seja a partida uma mtfica valid perruite especular</cell></row><row><cell>Quanto</cell><cell cols="2">complexidade e repetitividade da soluo. Assim,</cell><cell>ores anorfflalmente</cell></row><row><cell cols="4">glandes estavam associadas a c6digo de fraca qualidade enquanto</cell><cell>ores muito</cell></row><row><cell cols="4">reduzidas representavam, norrflalmente, o incumprimento total dos requisitos. No entanto,</cell></row><row><cell cols="4">casos houve em Que arvores de pequena dimenso representavam soluBes especialmente</cell></row><row><cell cols="3">trabalhadas e de boa qualidade.</cell></row><row><cell cols="2">4-6 de Novembro 1998</cell><cell></cell></row></table><note>A localizao de identificadores especfficos foi extremamente importante para ter uma ideia precisa da funcionalidade. No entanto, determinar quais cram os identificadores mais importantes e ficos em informao pode no ser simples, excepto em casos frequentemente estudados. Neste caso, a experincia anterior pefrfutia-nos saber de ante-mo quais seriam os pontos crfticos. A sua anlise foi, de facto, conclusiva para Esta aproximao provou ser especialmente dtil nos casos hem comportados, que representam a maiofia das soluJes apresentadas. No entanto, a perspectiva pouco usual</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_9"><head>30 Encontro Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de Informao e ComunicaC5es UnJversidade do Minho 46</head><label></label><figDesc></figDesc><table /><note>de Novembro 1998 16</note></figure>
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