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        <journal-title>Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnotogias de Informao
Universidade do Minho</journal-title>
      </journal-title-group>
    </journal-meta>
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      <title-group>
        <article-title>Avalial!;:5iodo Portfolio de Sistemas Legados Usando Mode|as de Estima80 Algoritmico</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
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          <label>0</label>
          <institution>30 EncontroNacional para a Qualidade nas Tecnologias de InformaV5o e ComunicaCSes</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>1998</year>
      </pub-date>
      <volume>132</volume>
      <fpage>4</fpage>
      <lpage>6</lpage>
    </article-meta>
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  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>INESC</title>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>Resumo</title>
        <p>Este artigo inclui uma avaliao quantitativa do valor do portfolio de um conjunto de
aplicaJes legadas numa grande empresa nacional. Esta avaliao 6 uma das peas accessas a
concepVo de um modelo de custeio das operaJes de manuteno dessas aplicaBes, na
fundamentao de acJes de reengenharia ou mesmo na avaliao de serviVos de desenvolvimento
em "outsourcing". So utilizados dois modelos de estimaVo de recursos especialmente concebidos
para o planeamento de projectos de Engenharia de Software e analisam-se as diverg8ncias
AvaliaGa-odo Portfolio do SistemasIogados
Usando Modelos de Estimao Algoritmicos</p>
        <sec id="sec-1-1-1">
          <title>Desde os prim6rdios da computao matemticos para estimar Oscustos da produo heurfsticas do tipo:</title>
        </sec>
        <sec id="sec-1-1-2">
          <title>Que se iniciaram esforos para desenvolver modelos de software. As primeiras tentativas consistiam em</title>
          <p>"num grande projecto cada programador produz, em meia, 150 linhas de cozgo fonte testadas
por me^s ft
'cadaprogramador de manutena-o mantem, em me"dia,quatro caas de carto-es"</p>
          <p>S6 no final dos anos 70 e inicio dos 80, comearam a ser desenvolvidos modelos
matemticos que constitufram um salto qualitativo import&amp;riteno estado da &amp;rteda ea. Este tipo de
modelos necessitam de ser afinados ("calibrados") para cada ambiente especIfico, por form&amp; a
representar a influncia de varios factores que influenciam a produtividade. Isso traduz-Se no
aparecimento de "constantes" ou "paretros"</p>
          <p>Para al6m do sen papel crucial no planeamento de novos projectos, estes modelos podem ser
igualmente utilizados para estimar o valor de um sistema leg&amp;do.Tal pode ser necesso seja para
reengenharia por migrao em vez de substituio, ou mesmo para av&amp;liarsistemas desenvolvidos
em "outsourcing".</p>
          <p>Neste artigo sero utilizados doismodelos de estimao adequados para sistemas leg&amp;dos,o
COCOMO (Constructive COst Model) e os Pontos de Funo (Function Points). Nas pr6ximas
secV6esser efectuada uma breve introduo a cada um destes modelos,~simultanearnente com a sua
instanciao para um caso de estudo. A finalizar so comparados e discutidos os result&amp;dosobtidos
com cada um.</p>
          <p>2
30 Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informa!;:do e ComunicaCSes
Universidade12d0o Minho
46 de Novembro 1998</p>
          <p>AvaliaCgo do Portfolio de Sistemas Legados
Usando Modelos de Estimao Algoritmicos</p>
          <p>O caso de estudo refere-Se estimao dos recursos necessOs para conceber um conjunto
de aplica5es Jegadas, produzidas numa grande empresa nacional. For outras palavras, pretende-se
estimar quanto esforo e quanto tempo foram necessOs para criar essas aplica6es, dado Que,
como habitualmente acontece, no foram efectuados registos dessas grandezas durante a sua</p>
          <p>As aplicaJes legadas em causa est&amp;oescritas em COBOL com SQL embutido e, na vers&amp;o
estudada, tinham 74693 linhas de c6digo fonte, no considerando linhas de Coventos e linhas
em branco. A Foro dessas aplica6es relativa s interfaces (formulios e relat6rios) produzidos
com as ferramentas disponibilizadas pela ORACLE, no considerada neste estudo.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-1-2">
        <title>2. O Modelo COCOMO</title>
        <p>2.1 Introduo</p>
        <p>Este modelo foi proposto por B Boehm [Boehm8l, Boehm84l, tendo sido construfdo e
calibrado iniciaJmente a partir de informao de um ndmero considervel de projectos concluidos.
O autor afirma Que a sua utilizaVo tern permitido estimativas com um erro inferior a 20% em 70%
dos projectos. O interesse em tomo deste modelo levou criao nos EUA de um "COCOMO
Users' Group" Que organiza reuni5es desde 1985. Na Europa existe tambm um grupo de
utilizadores, denominado EuroCOCOMO.</p>
        <p>O COCOMO cOnsiderada trs modos de desenvolvimento:
* Modo orgco - aplicvel a ambientes de desenvolvimento estveis, com pouca inovao
projectos com equipas de dimenso relativamente pequena;
* Modo semi-destacado - aplicavel a projectos com caracteristicas entre o modo orgnico
embutido
e a
e o
30 EncontroNacionaf para
a Quafidade nas Tecnologias de Informa(;;5o e ComunicaCSes
u4n-6ivderesiNdoadveemdboroM1in9k9e8 121
,
. .-~
,
- ,.</p>
        <p>Av,aliao ddoPoo/io de 5/sremas Legados
Usando MadeJas de Esbmao AJgorifrnicos
* Modo embutido - aplicvel no desenvolvimento de sistemas complexos embutidos em hardware
2.2 Modelo Bsicc
O
dc
dj
ul
o
d{
E</p>
        <p>Enquanto se vai apresentando o modelo vamos, simultaneamente, aplicando-o ao caso de
a
Modo orgkmco 2.4
Modo semi- 3.0
destacado
Modo embudo .O-I</p>
        <p>Estes valores so considerados tipicos da indtistria de software. nevero polm ser
sucessivamente refinados com base em projectos passados, por forma a obter um melhor
ajustamento das curvas (calibrao do modelo). Considera-Se Que um homem.ms corresponde em
m6dia a 152 bolas de trabalho pol cada ms de calendario Este valor toma em considerao Os dias
de frias, forma5o e faltas For doena. Tern-Se ento Que um homem.ano corresponde a 152 * 12 =
1824 homem.horn .</p>
        <sec id="sec-1-2-1">
          <title>O esforo total previsto Segundo o modelo bico :</title>
          <p>E - 2.4 * (74.693)1'05 - 222.4
homem.me"'s</p>
          <p>18.5 homem.ano</p>
          <p>Note-Se Que este valor s6 toma em considerao a dimensko dos sistemas produzidos e no
todas as outras facetas (humanas, tecnol6gicas e organizacionais) da complexidade que
condicionaram a sua produo. Estas sero consideradas adiante quando utilizarmos o modelo
onterrn6dio, pelo Que a estimativa do esforo ser substituida For outras consideradas mais
crealvelS.
2.2.2 Esb-ma-0 do Pram Nominal</p>
          <p>Um calendio excessivamente dilatado provoca o efeito conhecido For Lei de Parkz"nson
(expanso do trabalho at ao limite permitido), no promove hons hbitos de trabalho (se levado a
sofisticar em excesso o sistema em desenvolvimento) e diminui a produtividade. Segundo B.
Boehm, alargar o prazo a 150% do nominal, aumenta os custos de 1l0%. For outro lado, um
ca}endio excessivamente curio pode ser simplesmente impraticve}. H um limite para aqum do
qual 6 impossvel reduzir o prazo de desenvolvimento. Segundo B. Boehm, comprimir o prazo a
75% do noruinal, aumenta os custos de 125%.</p>
          <p>0 modelo COCOMO considera assim existir um plazo de desenvolvimento 6ptimo,
desiado pol prazo noHal, dado For :
T = 2.5</p>
          <p>)c [meses]
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a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minke
4-6 de Novembro 1998
e Comunica(;;Ses
123
Avor/ia-o do Poruo/io de Sismmas Legados
Usando Modelos de Fmao Algoribnicos
Tal como as anteriores constantes, tarnbm esta dever ser sucessivamente refinada com base em
projectos pass&amp;dos.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-2">
          <title>O Prazo Nominal previsto Segundo o modelo bsico :</title>
          <p>T - 2.5 * (222.4)0.38 - 19.5 meses
Este prazo ser adiante recalculado para o modelo intermdio (Queinclui mais inform&amp;o).
\s
2.3 Modelo Internddio
2.3.1 Determine-o dos Factores Influenciadores do Custo</p>
          <p>O Modelo Bico necessariamente simplista, pol considerar apenas um modelo baseado na
dimenso e em tr8s nfneis discretos da complexidade dos sistemas a produzir. A fase Seguinte de
sofistica0 do modelo, a Que Se chama Modelo Intermdio, corresponde a considerar a influncia
de um conjunto de vios factores, relativos quer ao sistema a produzir (produto) propriamente dito,
quer ao suporte computacional (tecnologia utilizada), factor humano e organizao do processo de
desenvolvimento de software. A influncia destes factores, em nl:imero de 15 no modelo
originalmente proposto, deve ser avaliada numa escala discreta e ponderada, expressa na seguinte
tabela:
6
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a Qualidade nas Tecnologias de InformaCSo e Comunicac6es
Universidade12d4o Minho
4-6 de Novembro 1998</p>
          <p>TIVOS AO PRODUTO
* Nfvel de fiabiEdade reque
* Dimenso da base de dados
* Complexidade do produto
,SUPORTE COMPUTACIONAL
* Reso~es ao tempo de execuco
* Restri5es ao espao</p>
          <p>armazenamento
* Volatilidade da mquina vi
* Tempo de resposta do computador
PESSOAL
* Capacidade dos istas
* Experincia no donio da aplicao
* Capacidade dos proadores
* Experi8ncia utilizao</p>
          <p>virtual
* Experincia na linguagem</p>
          <p>programaV
PRoCESSo
* Adopo prcas de proaVo</p>
          <p>acs
* USOde feent actus
* Cumpmento com pro denido
de
de LE</p>
          <p>LY</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-3">
          <title>DATA</title>
          <p>CPLX
T</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-4">
          <title>STOR VT</title>
          <p>AC
PC
XP
X</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-5">
          <title>TOOL</title>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-6">
          <title>SCED da maQuinn</title>
          <p>30 EncontmNacional para
a Qualidade masTecnologias de Inform@o e Comunica6es
Universidade do Minho
4-6 de Novembro 1998</p>
          <p>W
1.65</p>
          <p>Para reduzir a subjectividade inerente atribui5o de um valor da escala aplicaram-se as
heurfsticas descritas em oehm84]. Para alguns dos factores apenas indicado um valor da escala
(a sombreado), enquanto que para outros so indicados dois distintos. Esta ti}tima situao
corresponde a casos onde a dl:ividasubsistia na escolha do valor mais apropriado. Tal ser utilizado
para traar dois cenOs, um optimista e outro pessimista.</p>
          <p>do esforo para o Modelo Interm6dio passa a ser:</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-7">
          <title>A constante a, quando utilizados estes 15 factores corrigida para:</title>
          <p>Modo orgco
Modo
destaeado
Modo embuOdo
semi3.2
3.0
2.8</p>
          <p>Cenan`o Optimism:
homem.ano</p>
          <p>Cenan.oPessimista:
homem.ano</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-8">
          <title>Partindo de um valor padro suportados pela empresa) temos:</title>
          <p>Cenan~o optirnista:
Cena-n.opessimista:
263.200 cantos
648.800 conies
E - 3.2 * (74.693)1"05 * 1.33
394.4 homem.mes
32.9
E - 3.2 * (74.693)1'05 * 3.28 - 972.7 homem.ffzgS
_8/.I
de 8.000 contos pol homem.ano (valor total dos encargos
8</p>
          <p>e ComunicaC8es
Ava|lao do Portfolio de Slsfemas Legados
Usando Mode/as de EsUmao Algaritmicos
A este valor h que adicionar os relatinos, entre outras coisas, a:
* custos de arrendamento ou amortizaVo de instalaBes, equiparnento
operativo, software de rede, ferramentas, SGBDs, ...) utilizados
* custos de manuteno de hardware e software
(sistem
o transportes e comunica5es
2.3.3 Estime-o</p>
          <p>do Pmzo Nomina
~</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-9">
          <title>Com base na equao do prazo nominal j arras utilizada temos:</title>
          <p>Cenao</p>
          <p>Opdmista:</p>
          <p>T -_2.5 * (394.4)0.38 _- 24.2 meses
Cen6r,ioPessimista: T - 2.5 * (972.7)0.38 -_34.1 meses</p>
          <p>Note-se que a expanso do prazo menor Que a expanso do esforo. Com efeito o modelo
COCOMO advoga que a produo de sistemas mais complexos envolva eqmpas mais numerosas,
isto , urns distribuio temporal de esforVomais intensa.
2.4 Modelo Completo</p>
          <p>Na sua verso mais completa, o modelo COCOMO introduz facetas adicionais como a
decomposio de um sistema de grande dimenso em subsistemas. Outras facetas correspondem
distribuio das estimativas de esforVo e de prazo For fase e For actividade e influncia
diferenciada de cada factor influenciador do custo por fase. Para mais detalhes sobre este modelo
consulte-Se [Abreu98c, Abreu98d]. No vamos considerar, neste estudo, o modelo completo.
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a Quaiidade nas Tecnologias de Informso
Universidade do Minho
4-6 de Nonembro 1998
e ComunicaCSes
127
Avail..a!pa-odo Ponb,olio de Sisremas Legados
Usando Modelos de Estimao Algoritmicos
3. O Modelo de Pontos de Funl!;;:5(o"Function Points Analysis")
][njcialmenteproposto por A!an Albrecht Cento na fBM) [Albrecht8!] um dos modelos de
estimao de maior aceitao, sobre o qua! quer a comunidade acadmica, quer a industrial, tm
reflectido regularmente [Behrens83, Knaf!86, Dreger89, Low9O, Jones9l, Davis92, Betteridge92,
Abreu94l. Inicialmente divulgado atravs dos grupos de utilizadores Guide e Share, foi
posteriormente (1986) criado um "fnternationa! Function Point Users' Group" (IFPUG), com sede
em Westervi!le (Ohio, EUA), qua pub!ica normas e especifica6es sobre como efectuar contagens
de pontos de funo. Mais recentemente foi criado um "European Function Point Users` Group"
Esta modelo permite estimar a dimens / comp!exidade de um sistema a desenvo1ver a partir do
ntimero de caracteristicas visfveis - funcionalidades - do ponto de vista do uti!izador on dos outros
sistemas a Queaque!e esteja !igado. Tern assim a vantagem de poder ser aplicdvel numa fase inicial
do ciclo de Vida dos sistemas, a partir da especificao dos requisitos, desde Queesta esteja
suficientemente detalhada. Outra vantagem geraJmente imputvel a este mode]o a da independncia face a
metodoJogia de anise e !inguagem de programao.</p>
          <p>Neste artigo Sela nti!izado um refinamento dos Pontos de Funo com o acr6nimo de MKn
[Syrnons88] que resu!tou do traba!ho da Nolan, Norton &amp; Co. (uma empresa de Tecno!ogias de
Informao da Peat Marwick McLintock) no bito de um contrato com a Civil Aviation Authority
do Reino Unido. As melhorias desta variante referem-Se adaptao das regras de contagem dos
pontos de funo, no sentido de inc!uir mtodos e ferramentas actua!mente utilizados (bases de
dados re!acionais, metodo!ogias de anise estruturada, geradores de aplica5es, etc.). Em
[Symons9lJ, para a!m da descriVo das regras de contagem, descreve-se a caJibrao do modelo
com base em dados de uma centena de projectos recentes e descrita uma ferramenta denominada
"Before You Leap", Quesuporta o sen c!cu!o com essa calibrao. Para mais detalhes sobre este
mode!o consu!te-se [Abreu98a, Abreu98bJ.</p>
          <p>10
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a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade1d2o8 Minho
4-6 de Novembro 1998</p>
          <p>e ComunicaBes
Aliao do Poofio
Usando Mode(Os de
de Simas
mao</p>
          <p>Legados
Algori!ms
Para o cculo da dimenso so consideradas as seguintes caracteri"sticasdo sistema:
. Nmero de entradas externas (cyans de entrada ou alteraAo de dados);
- Nmero de sdas extern (6crans de sda ou listagens de dados);
- Ntimero de interrogaJes (transacBes de entradsaida desencadeadas pelo utilizador);
. Nmero de ficheiros l6gicos infernos (acessiveis pelo utilizador).
. Ndrnero de interfaces extemas (com outros sistemas, com outras aplica5es, etc.)</p>
          <p>Inicialmente construfda uma soma ponderada dos nmorns acima referenciados. A
ponderago feita de acordo com Gritrios de complexidade ( por exemplo o tipo e dimenso dos
ficheiros de entrada e saida, o ntimero de Campos num cran, etc"), sendo a sua atribuio um
exercicio no trivial e moroso. A essa soma chama-Se Total Ndo Ajustado de Pontos de Funao
(TNF)"</p>
          <p>externas
No caso em apreo, devido a constrangimentos temporais, fol utilizado o mtodo expedito a seguir
desc to.
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e ComunicaV8es
129
Avalia-o do PooJio de Sisosmas Legados
Usamdo Modelos de EsSmao Algorihmicos
3.3 C8IlcuIoExpedito de Pontos de Funo</p>
          <p>Ali=suDS autores [Jones9l, Davis92] afirmam existir uma proporcionalidade entre o total no
ajustado de pontos de funo (TNAPF) e o nl:imero de linhas de c6digo fonte (LOC). Esta
proporcionalidade dependeria da linguagem usada tal como consta na seguinte tabela:</p>
          <p>Repare-se Que esta abordagem expedita ao calculo de Pontos de FunVo, conhecida pol
"bacring", s6 6 passfvel de aplicao para projectos j conclufdos, em que Se conhece, portanto, o
nl:imerode linhas de c6digo. Vamos ensaiar esta abordagem para o caso das aplica5es legadas em
estudo, comparando os resultados com os obtidos atravs do modelo COCOMO e dai extrair as
possi"veisconclus5es.</p>
          <p>12
30 Enconbo Nacional para
a Qualidade masTecnologias de Informao
Universidade13d0o Minho
4-6 de Novembro 1998</p>
          <p>e Comunica(;Bes
AvaliaCSo do Port:f:oliode Sietemas Legados
Usando Modelos de EsNmao</p>
          <p>Algorifrnicos</p>
          <p>Para o caso das aplica5es consideradas, que na verso disponibilizada tern 74693 linhas de
c6digo em COBOL, tern-Se Que os Pornos de Funo
no ajustados devero variar entre 74693/105
e 74693/91. Assim tern-se:
TNAPF e [711, 8211
3.4 Ajus;tamenW da Con1tagem
L do
-e e
OptSta</p>
          <p>PessiSm
comicaVo</p>
          <p>de dados
nJes disbufd
desempenho
tipo de con5guraiio
entrada interactiva de dados
eflciSncia dos udlidores
acizaVo</p>
          <p>interacva
complexidade do processarnento
facilidade de inslao
facilidade de ulizao
disperso ffsica das instala6es
facilidade de terao
GT!
3
4
3
4
3
3
3
3
3
2
3
3
4
3
5
3
5
4
4
4
^
3
4
42</p>
          <p>1
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a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
4-6 de Nonembro 1998
e ComunicacSes
NAopresente ou nenlluma influSncia =0
Influencia insicante = 1
Iuncia moderada = 2
O Grau Total de Infue`-ncia(GTI),
Tecnol6gz"ca(PCT), por sua vez,</p>
          <p>o somat6rio das vias
dado pol:
FCT - 0.65 + C * GT!
inBuSncias. O Factor de Complexidade
em que C, o Coeciente por Grau de Influe"ncia, tern de ser calibrado com base em projectos
passados. Como ponto de partida podera usar-se o valor tj[picopara a indtistria ( C= 0.01 ).</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-10">
          <title>Para o caso em analise tern-Se Finalmente 6 calculado o Total Ajustado de Pontos de Fundo ( TAPF ) por mum.plicaV&amp;o do total no ajustado pelo factor de complexidade tecnol6gica. Segundo este modelo TF ulna medida da dimenso S (size) do sistema considerado.</title>
          <p>S- TAPF - TNAPF * PCT
e Comunica(;:6es
Avalia55o do PorNolio de Simas
Legados
Usando Modelos de EsUmao
AlgoHhmicos
. PLa produtividade em grandes projectos</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-11">
          <title>Comega"se pelas equaV6esda produtividade, que Segundo o autor constante para projectos acima de uma dada menso, isto :</title>
          <p>Para s &gt; 1000
P -PL
modelo, dada ento por:
Para S &lt; 1000
Na ausncia de calibraVo pode usar-se o valor tipico para a indstria (PL= A * 0.06 )
Para projectos de menor dimenso a produtividade tern um maximo para 250 pontos de funo,
decrescendo para um e outro }ado desse ponto. A equao
da produtividade , Segundo o autor do
em que A</p>
          <p>um factor de escala a ser calibrado. Os valores tfpicos para a inddstria so A=1.0 (para
~linguagens 3GL) ou A=1.6 (para linguagens 4GL).</p>
          <p>Para o caso das aplicaJes legadas em QueA = 1.0 e S e [761, 952] obtm-Se:
Usando Modelos de Estimao</p>
          <p>Algoritmicos</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-12">
          <title>A partir da produtividade e da dimenso pode calcular"se o esforo;</title>
          <p>P-SI</p>
          <p>E
on</p>
          <p>E - S IP
Tomando por base os factores de converso considerados para o caso do modelo""COCOMO:
* 1 homem.mes = 152 homem.bola
* 1 homem.ano = 12 homem.ms =1824 homem.bola</p>
          <p>E e [9726, 15610} homem.hora = [63.99, 102.69}homem.ms = [5.33, 8.56} homem.ano
3.6 DeterminaV5o do Caiendario
. T o penodo de tempo necessio</p>
          <p>para construir um sistema [semanasJ
. D o ritmo mdio (deLz"ve rate) a que um sistema construfdo [pontos de funo
por semana]
*</p>
          <p>KBuma constante de calibrao</p>
          <p>(valor tipico para a indstria = 0.45 )
D `- KD*S</p>
          <p>legadas tern-Se S e [761, 952]. de onde Se obtm finalmente:
T e [61.30 , 68.57] semanas = [14.15 , 15.82}meses._____________________________
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a Qualidade nas Tecnologias de Informal!;;5o e Comunica96es
Universidade do Minho
4-6 de Novem13b4ro /998
Usando Modelos de Eating1!;:doAlgoritmicos
4. Conclus6es</p>
          <p>A tabela seguinte resume os resultados obtidos com os dais modelos:
^.
.^"</p>
          <p>Coma Se pode veriflcar, existe uma acentuada discrepcia
nas estimativas,
muito
particularmente nas do esforo. Selia Form expectvel que o modelo de Pontos de Funa
perrnjtisse a obteno de estimativas pr6ximas das obtidas com o modelo COCOMO as quais
foram, coma j se disse, validadas. Vamos seguidamente levantar e discutir trs hip6teses para
corrigir esta aparente anomalia.</p>
          <p>Hip6tese 1 - Os valores tipicos para a inddstria assumidos para as constantes C, A e KD sa-o
aceimveis, mas o factor de conversko de Lmftas de C6digo para Pontos de Funo
proposto
em [Jones9l] e [Davis92] esni incorrecto.</p>
          <p>Fundamento te6rico; o factor de converso
atrs utilizado pressupunha a utilizao
de
linguagem COBOL apenas~Contudo, no caso em apreo, uma percentagem relativamente Brande
das linhas de c6digo fonte do sistema em anise,
esto expressas em SQL. Esta dItima
linguagem, eminentemente declarativa, tem um yodel expressivo superior ao COBOL, pelo que
com o mesmo nmero de linhas, permute obter um maior funcionalidade, logo um maior nmero
de Pontos de Funo.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-13">
          <title>For outras palavras, o factor de converso devera ser menor.</title>
          <p>30 EncontroNacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informa(;;do e ComunicaC8es
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4-6 de Novembro 1998
* Ensaio: atravs do mtodo de aproxima6es sucessivas foram determinados valores do factor de
converso Que permitem obter intervalos de estimativa Que esto contidos nos calculados com
be no modelo COCOMO. Obtiver Seos Seintes vores:</p>
          <p>Censrio</p>
          <p>LOG\FP FP
Optimista 22
Pessimista 20
Discussko: como se pode observar na tabela precedente conseguiu-'se uma sobreposio de
ambos os intervalos (esforo e calendio), o Queno nos perlnite, priori, refutar esta hip6tese;
contudo isso fol conseguido custa de um considerveI aumento do ntimero de Pontos de
FunV:o (inicialmente tinha-se FP e [76/, 9521) obtido custa de uma grande reduo do factor
com que esta hip6tese no se
re inteircute
sasfat6a.</p>
          <p>Hip6tese 2 - O factor de conversAo proposto em [Jones9l} e [Davis92]
constes C, A e Kn tem de ser cbmd
aceinivel, mas as
* Fm:xdamento te6rico; a constante "C" (Coeficiente por Oran de influncia) afecta o Factor de
Complexidade Tecnol6gica Que, ao influenciar a contagem de Pontos de Funo, vai ter impacto
nas duas estimativas (Esforo e Calendo); a constants "A" afecta a Produtividade, logo a
estimativa do Esforo; a constante " KD" (delive rate) afecta a estimativa do Calendo. Todas
estas constantes devem ser ajustadas com base em projectos passados. A esta operao de ajuste
* Ensaio: atravs do mtodo de aproximaV5es sucessivas foram determinados valores das trs
constantes que permitiram obter intervalos de estimativa Que esto contidos nos calculados com
base no modelo COCOMO. Obver se assim os Seintes vores:
18
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a Qualidade nas Tecnologias de Informal;:8o e ComunicaC6es
Universidade13d6o Minho
4-6 de Novembro 1998
* Discuss5o: embora se tenha conseguido uma sobreposiVo de ambos Os intervalos (esforo e
calendo), o Que no nos permite, h priori, refutar esta hip6tese, Os valores das constantes Que
permitem este ajustamento s80 consideravelmente distintos (em particular A Que 6 relativa
produtividade) dos valores tipicos da indtistria sugeridos na literatura, pelo Que esta hip6tese
tamb6m no se afigura inteiramente satisfat6ria.</p>
          <p>Hip6tese 3 - Quer as constantes C, A e Kn, quer o factor de conversAo de Linbas de C6digo
para Pontos de FunVko tam de ser calibrados.
. Fundamento te6rico: reunio dos fundamentos alegados para as duas hip6teses precedentes.
* Ensaio: atrav6s do mtodo de aproxima5es sucessivas foram deterlninados valores do factor de
converso e das trs constantes de calibrao Que permitem obter intervalos de estimativa Que
esto contidos nos calculados com base no modelo COCOMO. Obtiveram"se os seguintes
vores:
Gena io LOG/F C</p>
          <p>P
Optimista 61
Pessimista 51</p>
          <p>FCT</p>
          <p>FP</p>
          <p>A
. Discuss5o: as constantes, se hem Que calibradas, so mais pr6ximas dos valores tipicos da
indl:istriaQueno caso da hip6tese 2. 0 factor de converso 6 menor Que o sugerido para COBOL,
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a Qualidade mas Tecnologias de Inform&amp;o
Universidade do Minke
4-6 de Novembro 1998
e ComunicaJes
dada a utilizao</p>
          <p>de SQL embutido. Esta 6 uma hip6tese de compromisso, provavelmente</p>
          <p>Note-se qua em quaJquer uma das hip6teses, a estimatina pessimista do esforgo fomecida
pelo modelo COCOMO sempre bastante superior (cerca do dobro) obtidas por via do modelo
de Pontos de Funo. Qualquer tentativa para obter valores semelhantes daquela estimativa atrav6s
deste Itimo modelo obrigavam utilizao de constantes de calibrao e/ou factores de converso
com valores decididamente irrealistas. A explicao para taI facto poder residir em algum exagero
na determinao dos Factores Influenciadores do Custo no Geno (excessivamente) pessimista
traVadocom base no modelo COCOMO.</p>
          <p>FunV:o atravs da forma convencional (referida na seco 3.2). Esse resultado permitir
melhor discusso da equivalncia e grau de preciso destes dois modelos.
uma
Usando Modelos de Es6macSo Algoritmicos</p>
          <p>Abreu, Fernando Brito : "Do ADA COCOMO ao COCOMO 2", InterFace, no7, Maio
[Abreu98c] Abran, Fernando Brito : "Modelo COCOMO: das origens
actualidade", InterFace,
[Abreu98b] Abreu, Fernando Brito : "Pontos de Funo:
pistas e variantes", InterFace, no5, Maro</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-14">
          <title>Abran, Fernando Brito : "Pontos de Funo:</title>
          <p>uma hist6ria de sucesso?", InterFace, no4,</p>
          <p>Abreu, Fernando Brito &amp; Jesus, Lurdes Pereira : "Experience with the Function Points
MkII approach within software development efforts that use Relational Databases",
actas da ESCOM Conference, Ivrea (Itia),
Maio de 1994.
[Albrecht8l]Albrecht,</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-15">
          <title>Allan J. : "Function Points as a Measure of Productivity",</title>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-16">
          <title>Actas do 53rd</title>
          <p>meetinoa of GUIDE International CorI., Dallas, 1981.
[Behrens83] Behrens, C"A. : "Measuring the Productivity of Computer Systems Development
Activities with Function Points", IEEE Transactions on Software Engineering, Vol. 9,
DD6, p. 648-652, Novembro 1983.
[Betteridge92]Betteridge,</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-17">
          <title>R. : "Successful Experience of Using Function Points to Estimate Project</title>
          <p>Costs Early in the Life"Cycle", Information and Software Technology, Vol.34, nolO,</p>
          <p>Boehm, Barry W. ; "Software Engineering Economies", Prentice-Hall Inc., Englewood
p.655-658, Outubro 1992.</p>
          <p>Cliffs, NJ, 1981.
"/Nm
3o EncontroNacional para
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[Davis92]
[Dreger89]
[Knaf186]
[Low9O]</p>
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          <p>Dreger, J.Brian : "Function Point Analysis", Prentice-Hall, Englewood Cliffs, NJ,
ISBN 0-13332321-8, 1989.</p>
          <p>Jones, T~ Capers : "Applied Software Measurement: Assuring Productivity and
Quality", McGraw-Hill (New York), ISBN 0-07032813-7, 1991.</p>
          <p>Knafl, G.J. &amp; Sacks, J. : "Software Development Effort Prediction Based on Function
Points", Actas da COMPSAC 86, p.319-325, IEEE Computer Press, Outubro 1986.
Low, Graham C. &amp; Jeffery, D.Ross : "Function Points in the Estimation and
Evaluation of the Software Process", IEEE Transactions on Software Engineering,</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-18">
          <title>Voll6, nol, Janeiro 1990.</title>
          <p>[Syrnons88] Syrnons, Charles R. : "Function point analysis: difficulties and improvements", IEEE</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-19">
          <title>Transactions on Software Engineering, Vol.14, Nol, p.2-l1, Janeiro 1988. [Syrnons9l] Symons, Charles R. : "Software Sizing and Estimating - Mk II FPA (Function Point Analysis)", John Wiley &amp; Sons, ISBN 0-471-92985-9, 1991.</title>
          <p>Usando Mode(es de EsUmao
Atgorinnicos
de Soare,</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-20">
          <title>EstimaVo, COCOMO, Pontos de Funo.</title>
          <p>Temas da conferncia
* Modelos de estimao
de recursos em projectos de desenvolvimento</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-21">
          <title>Mtricas de complexidade do soare</title>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
  </body>
  <back>
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      <ref id="ref1">
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          [Boehm84] Boehm, Barry W. :
          <article-title>"Software Engineering Economics"</article-title>
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          <source>IEEE Transactions on Software Engineering</source>
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      </ref>
    </ref-list>
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