<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <journal-meta>
      <journal-title-group>
        <journal-title>An Overview of SPICEs Model for Process Management", Proceedings of the Fifth
International Conference on Soare Quality, Austin, TX</journal-title>
      </journal-title-group>
    </journal-meta>
    <article-meta>
      <pub-date>
        <year>1998</year>
      </pub-date>
      <volume>2</volume>
      <fpage>3</fpage>
      <lpage>26</lpage>
      <abstract>
        <p>Este artigo tern como objectivo mostrar como uma empresa que Se dedica ao desenvolvimento de produtos de soare e prestao de servios na ea das tecnologias da informa8o, num esforo auto-didacta evolniu de uma situa5o, por e]a detectada e reconhecida de aus6ncia de quaisquer processos para uma situaAo de candidatura certificao oficial pela norma NP EN ISO 9001 para o desenvolvimento de produtos de soarePela anSe da situ30 da empresa entre 1994 e 1997 verificos Que no imcio do pen-Odoestudado apresentava uma maturidade de grau 1, de acordo com o modelo CMM-SW, e que no flm deste penodo tinha evoluido para uma situao de grau 2 com reqnisitos de grau 3 a serem realizados. Embora Osdados apresentados sejam reais os nomes utilizados para a empresa on para os produtos referenciados so ficncios. A evoluo demonstrada de seguida foi o resultado do esforo de todos os colaboradores da empresa sensibilizados pol um grupo de cerca trs pessoas Que luz dos conceitos da Qualidade se dediearam anSe do que estava val e sua posterior correco. Para tal tomaram como referSncia as normas ISO 9001, ISO 9000 pane 3 e ISOC 12207. Somente para consulta recorreu-.se tambm ao modelo CMM-.SW (Capability Maturity Model for Software do Software Engineering Institute) e ao projecto SPICE (Software Process Improvement and Capability dEtermination da ISO). No inicio o esforo de melhona rcalizado no tinba qualquer objectivo especial alem da viabilizo do crescimento cada vez maior da empresa, posteriormente a 3o Encantm Nacianal para a Qualidade masTecnalagias de InfarmaI;;;iiioe Camunical;;:6es Universidade da Minna 46 de Ncvembro 1998</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>"^
^
^</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>1. Introduo.</title>
      <p>icaV5Odas normas ISO 9000 na evoluo do ProcesSode Desenvolvlmentode Sore
uma empresa Que se dedica ao desenvoMmento de sore.
(PDS)
AdminiStra5o tomou como um doS sens vectores estratgicos
a certificao
pelo IPQ
stituto PortuguSs da Qualidade. Este processo de certificao
oficial
est
actualmente a decorrer tendo j sido feita a candidatura e existem auditores externos
empresa a auxiliarem na preparao</p>
      <p>para a certificao.
2. Descrig5o da empresa e apresentaC8o dos pmdutos
e serviCos de
so&amp;ware.</p>
      <p>uma empresa portuguesa Que Se dedica ao desennolvimento
de</p>
      <p>ComeV:oua sua actividade em 1988 e o crescimento da empresa foi muito rFido
tendo em conta a dimenso da equipa e o ndmero de aplicaJes. Entre 1994 e 1997 quase
duplicou o ndmero de pessoas, chegando a ter cerca de 40 pessoas dedicadas ao
desenvolvimento de soare,
e o ntimero de unidades de produtos de soare
instaladas.</p>
      <p>A grande maioria das aplicaJes so desenvolvidas na linguagem CA-Clipper em
plataforma de rede Novell recorrendo a uma biblioteca de funJes
desenvolvida
intemamente em CA-Clipper e C++.</p>
      <p>Os principais produtos de soare
desenvolvidos so sistemas de Besto para
pequenas e medias empresas. Alguns dos produtos mais importantes s50: Gesto
Comercial, Salarios, Contabilidade e Imobilizado. Tamb6m desenvolve projectos
medida do chente, e aplicaJes para clientes individuals como, por exemplo, o cculo
do
IRS e gesto</p>
      <p>de condominio. Nos 1iItimos quarto anos diversificou Os ambientes de
desenvolvimento e neste momento realiza aplica6es em Lotus Notes e aplicaJes
Que
designa por Microsoft, por serem solugJes desenhadas com produtos Microsoft para
interagirem com outros produtos Microsoft. O principal grupo de desenvolvimento
o
Que esta dedicado
evolu5o das aplicaJes mais antigas desenvolvidas em CA-Clipper.</p>
      <p>30 Encontro Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Halvers|dado do Minho
46 de Novembro 1998</p>
      <p>e Comunica5es
de uma emprese QueSededica ao desenvolvimento de sore.</p>
      <p>Devido ao aumento da equipa e a mudanas tecnol6gicas Osproblemas existentes quanto||
acompanhar a evoluo tecnol6gica.</p>
      <p>Durante os primeiros anos o processo de desenvolvimento no estava barn
definido e a partir de urns dada altars foi necessario implementar algumas medidas
rninimas. Em 1993 constituiram um departamento da Qualidade com o objectivo de
implernentar as medidas necessarias a definio e melhoria dos processos existentes.
Estas medidas tinham como referncia as orients5es dadas pela norma NP EN ISO 9001.
Mais tarde recorreram tamb6m norma ISO/IEC12207 sobre o ciclo de Vida do soare.</p>
      <p>A evoluo observada Daempress e na Diviso de Sistemas fez com que no final
de 1997 Se identificassem varios processos de desenvolvimento de soare embora aiDda
no Se possa dizer Que existisse um tiDiCO processo padro de desenvolvimento de
soare para a organizao. O objectivo no final deste ano era seguir a via da
certificao oficial atribufda polo \PO tomando como modelo de garantia da qualidade a
norma NP EN ISO 9001 quanto a anise/desenvolvimento, produo, instalao e
assist8ncia ap6s"venda para o desenvolvimento de soare- Contavam-Se cerca de 230
empregados distribufdos pelos varios escrit6rios abertos no psis, e a empresa era
composta pol um conjunto variado de departamentos que reflectia as eas de neg6cio em
Queacma.</p>
      <p>Alem dos elementos administrativos Que englobam o departamento financeiro e
de pessoal, era constituida do modo seguinte:
30 "EncanbaNacianal para
a Qualidade .nas Tecnalagias de .InfarmaC3ae Combatcaes
Universidade do Minna
4-6 de Novembro1998
Jllica das normas ISO 9000 na evoluo do Processode Desenvolvimento de Sore
e uma empresa Quese dedica ao desenvoMmento de soane
(PDS)
d
Divz"s-ao
de Sisemas
-, ,
Lecnzca</p>
      <p>Funca-o
" ... tem comapn.ncipal objectivo promover aco-es d eformado no
ambz"topessoaL,em aplicao-es mLcro-infornzdticase, prossz.oL
on"mas para a obtenVdode cccaVos reLco-prossionais
';".d..esenvoLveacBes de Outsourcz"negde eLaboraVa-doe cursos
era-calenddn`o ... "
" ...possui uma equipa de desenvolvimento com vastos
conhecimentosemMicroso Access, Microsoft V"zsuaBLasic,
CAVisual Objects, :us Notese Microsofr SQL Server. "
" ... desenvoLveprodutos epro]"eczoSa`medi s necessz"des dos
cLientes...</p>
      <p>Os produtos:
* Win SoPack e SoPack_ - "Progras de gest5o, destios &amp;s
empres comercz"aies de Sez`Vos que desejam ortizar as
are de az"nz.straao/gesta-o, ","
. Homeware - "ALin deprogras dz.reccionas ao utz.Lizador</p>
      <p>paicuLar, ao prosz"oL Liberale `asPMEs. "
ALguns s projectos:
* Cdu de Pres6es para o CredLtoIbiLidrio;
* Gest&amp;ode Prodas Perceive; e Reun"L`vets para Windows;
* Projecto G.S.A. (Gestao de Seias Aereos),.
* Sz"ste de Seguz.mentode Vz.tas,.
* SoLuBo de EstabeLecimentoAuton"co de Cdas com</p>
      <p>Seias Voz.ceMaz.L;
*
"ADz'nz.sdoTe.cm.casubdivz.de-seem quatro urn'dudes
correspondentes`asqo veentes de ac.' Engen.a,
Assiste-nc" Reparado e Cla&amp;em" "
Um`dadede
En&amp;enn.a""...um dos pn"ncipaz.osbjecas
desenr soLuo-esinfoc
pra-tz"cea de acompbar</p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>Unie de Engenn"a e-o de</title>
        <p>de assegurar a sue niabzTde
a evoLu50 de novas protos. "
Assz'ste-nc Te m.ca(Help Desk &amp;Dzspatchz"ng):
"...assegura do tipos de Sez"as, nomenamente Help Desk
tel nico de cara ter tecnico e a gest5o de Inteeno-es Te nz.cas
es. "
Unz"daddee Reparao-es:
30 Enconbo Redone! pan
a Cmalidade masTecnologias delrd.rmao
Univezsidade do Minho
de Novembro 1998
e Comunicagdes
de Telecomunz.cao-ese
Infraestruturas de Rede
Comercz"aL
Servzos</p>
        <p>Centra</p>
        <p>de uma empresa Quese dedica ao desenvofvimento de so
_____________________________________________
".."asSeguraas indispensdveis Iz"ga6esem rede de um maz.orou
menor nu"mro,,depostos de trabaLbomantendo eLevadosnlveis de
comunzcaao.
" .. um total supoe z"Laloa-o de equipamentos actz.vosde
rede e cabgem estrurada quer, a nlveLLocalquer, a nlveL
nacioL, .. "
". ..co A gente Global TEPA C, a lnfoSo dpo-e de um
conjunto de seios e produtos drea telecomunz"cao-esla
coComunz"cao-es Via Sat6Lite(VSATs), rede Telepac (X.25 e
Fre-Relay), Internet (acessos comutados e penees, etc.),
rede IP, MailPac e EDI""
"ADiv"zs5o Comercial terna seu cargo o reLacionamentoentre os
clientes e a empresa. "
"Ap6s o contacto im`cz"aclom a empresa e mednte necessidades
pressas pelo cLiente, apresenta u proposta basea num
estudo caractenstz"casdo projecto. Este e reaLz"do em
coLaborado com as va'rz.asurn.es tecnz"c z.ntemas,qua
panicipam escol soLudo eq "
"Afase de impLementado do projecto inic-Se ap6s adjica
do cLz"ente0. comerciaLacompa to o processo,ncz-Onoo
como um s eLospncz"pais entre o clients e as vd" un"ades do
Centro envolvz" no execu50 doprojecto. Em projectos de tor
envergadura e" apont um Gestor de Projecto que assegura o
cumpn.mento dos objecu`vosint.c.z"se execu qquer coecVo-es
necessa ao sucesso do proJ"ecto".</p>
        <p>Departamento de Compras e ac Dz.strz'buz.VdCoentral:
", ..enorme volume de produtos, . . adquios centralnte, e
abastece as necessz.es integraz"sdos Canos Regz"ois (Braga,
Poo, Sebal e Faro) e ce de jas Microja. "
Depaamento de Marketing:
" ...tern co p"cipal"objectz"vo a z.do pno de rkeg
empres os esdos de merco e s Lz"sea, idencaBo
novas are de acaBo no merco, a denz.do e eOra
caracten"stz"cadsos produtos e projectos, os requisitos Qlidade
e a produVa-ode ua e empacotamento de produtos. "
".,.tem a seu cargo a recBo, composz"Boe elaborado graca
do rev" InfoSo Ns .. ."
" ...e'tambe"m s respoabiLidade a concepdo,
desenvoLvimeo e nutendo do Web Sz"tequa a InfoSo
dz"sponz"bz"La"traves Intemet ... "
" .. .desenvoLvimentode projectos `mued, .. "
de
3o Encontm NadanaE para
a QuaEidade Has TecnoEegias de InformaCan e
Universidade do Minho
6 de Novembro 1998
munica
ica0 das noas ISO 9000 na evoluo do ocessode Desenvolv)mentode Sore
uma empnesaQuese dedica ao desenvolvfmentode sore.
(PDS)
0 departamento responsvel
pelo desenvoJvimento dos produtos de soare
e
prestao
dos servios associados
a Dintso de Sistemas.</p>
        <p>As linhas de produtos desenvolvidas distinguem-Sepor:</p>
        <p>Tabela 2 Tabela das Rubes de produto desenvolvidas na Divis5o de Sistems.
Os Seios
sociados
venda destes produtos so:
do cliente
esclarecimento
A linha de produto WinSoPack suru
devido
evoluo
dos sistemas da linba
SoftPack em ambiente DOS para ambiente Windows.
AlBoUndsos produtos desenvolvidos em cada linha de produto so:
L`a</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>SoPack</title>
        <p>de produW
Win SoPack
6</p>
        <p>Produto
. Geso
. Contabiiidade;</p>
        <p>Imobilizado;</p>
        <p>Comercial;
. Geso</p>
        <p>de Recursos Humanos;
' Geso de Saios;
. Geso</p>
        <p>Comerci;
'
ohmdo;
36 Encontro Nacional pam
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
46 de Novembm 1998
Homeware
. Contabilidade;
. Gesuio de SalOs.</p>
        <p>Tabela 3- Direct6rio de produtos desenvolvidos Dela fnfoSoft
Existem outras duas
eas de actuao
que do origem a projectos feitos
medida
do cliente e que consistem em solu6es baseadas em produtos
tus Notes' e solu6es
baseadas em produtos Microsoft' .</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. SituaCgioavaliada at6 ao Gnat de 1_993.</title>
      <p>No final de 1993, a situao
da Diviso
de Sistemas quanto a sua estrutura e
processos existentes era a indicada a seguir:</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>a) Estrutura:</title>
        <p>Figural 1- Estrntura da Divis&amp;o de Sistemas entre 1988 e 1993.
/^
36 Encontm NacionaL para
a Qualidade nas Tecnalagias de Infarmao
Universidade do Minho
6 de Novembm 1998
e CamunicaCSes
II"CaV:ad-a0s normas ISO 9000 ha evoluo dOProcesso de DesenvoMmento de Sore
urns ernpresa Quese dediOaao desenvolvlmentode soar
(PDS)
o Um responsvel pela equip&amp; de deSenvolvimento. Tinha como principals tarefas a
angariaVo de clienteS, a distribuio de tarefaS pelas pessoas da equipa, controlo dos
custos e a oramentao.
* Um responsvel pela equipa de assistncia ap6s-venda. Tinha como principais tarefas
a gesto dos contratos de assistncia ap6s-venda e todos os servios por eles
abrangidos. Era tamb6m responsaveJ pela demonstrao dos produtos existentes.
. Um responsvel pela manuteno da biblioteca de fun5es CL_LIB utilizada no
desenvolvimento de todas as aplicaBes.</p>
        <p>Normalmente cada pessoa actuava s6zinha e no havia grande interajuda entre
elementos de cada equipa. O responsvel pela equip&amp;canalizava todos Os problemas e
normalmente estava ausente em visitas a clientes.
b) Processos:</p>
        <p>Ngo havia definio de quaisquer processos.</p>
        <p>Embora existisse uma distinao funcional entre produtos e projectos, ou seja, existiam
equipas diferentes designadas para cada um, a forma de controlo' de um sistema
ide&amp;lizadocomo produto ou como projecto era igual. Existia a noo de verso, mas no
cram controladas as vers5es instaladas e a time&amp; c6pia de segurana existente era de
versAo para verso independentemente de existirem intimeras revis5es interm6dias.
Norrnalmente nAoera possivelrep6r mumcliente exactarnente a verso que ele tinha.</p>
        <p>A cada pessoa estava atribmdo um projecto e era ela que detinha todo o
conhecimento sobre os requisitos do trabalho em causa. Era responsavel pela anise,
desenvolvimento, testes, inst&amp;Iao, escrita de he/ps e manuais ou quaisquer outras tarefas
com ele relacionadas.</p>
        <p>N5o existia qu&amp;Iquer'document&amp;o associada ao projecto al6m do oramento.
Os praZos de entrega raramente eram cumpridos.</p>
        <p>Existiam regras de program&amp;2o Que cram as t:inicasnormas intemas. A forma de
organjzar o projecto no era explicit&amp; embora pela utilizao da biblioteca de funJes
8
36 Encontm Nacionat para
a Qualidade mas Tecmologias de Informacao e ComunicaC:5es
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998
de uma empresa QueSededica ao desenvolvimento de sore.
iii
CL_LIB estivesse subentendido um conjunto de regras quanto
organizao
do c6digol
funV5esQue inclufa. A actualizao deste manual estava normalmente muito atrasada em
relao ao estado actual da biblioteca de funJes.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Situao</title>
      <p>Os problemas detectados no final de 1993 na Diviso de Sistemas levou a criao
de um grupo denominado Diviso da Qualidade Que tinha como principal funo
encontrar solu6es Queresolvessem estes problemas a curto prazo. As medidas adoptadas
Por este grupo foram sofrendo sucessivas adaptaJes de modo a satisfazerem as
necessidades dos clientes e dos elementos da Divisko de Sistemas sem prejudicarem o
desempenho exigido pela Administrao.</p>
      <p>A situaV:o obtida no final de 1997 6 a apresentada de seguida e pretende mostrar a
diferena entre a situao em 1993 antes da actuao da Divis5o da Qualidade e a Que se
chegou ap6s as ac6es correctivas quanto estrutura e aos processos da Diviso de
Sistemas.</p>
      <p>0 sucesso de tais medidas fol tal Que perrnitiu definir como objectivo estrat6gico por
parte da Administrao a candidatura certificao oficialpelas normas ISO 9000.</p>
      <p>No final de 1997 a Divis8o de Sistemas era constituida por cerca de 40 pessoas
distribufdas por tr8s unidades: Desenvolvimento, Assistncia, Investigao e
30 Encontm Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informao
Universidade do Minho
6 de Novembro 1998
e "Comunica
:(!cac .das normaSISO 9000 na evoluo do Processo de Desenvofvimentode Soare (PDS)
e uma empreSa Quese dediOaao deSenvofvfmentode sore.</p>
      <p>Desennolvimento. No Desenvolvimento temos ainda quatro grupos distintos: o
grupo So
acWin</p>
      <p>Soack,
o grupo Homeware, o grupo
tus Notes e o grupo</p>
      <p>Considerando as varias fases dos Processos de Desenvolvimento de Soare
(PDS) existentes, destes grupos os dnicos Que tinham a lase de testes de aceitao
controlada intemamente cram o grupo SoPackIWin SoPack e o gmpo Homeware.
Quanto aos restantes, e sobre a lase final de testes de aceitao:
o o grupo Microsoft, pela natureza dos projectos realizados Que so todos
medida do.
cliente e em que
acordado, For contrato, entre cliente e InfoSoft que o primeiro
o
responsvel
pelos testes finals de aceitao
nas suas instala6es, no
justifica o
coDtrolo desta lase pela InfoSoft;
o o gmpo
tus Notes, devido ao pequeno ndmero de projectos existentes no
se
justificava ainda o custo de mantel uma equipa dedicada aos testes de aceitao
final.
[I
I
|
|
1
A estrutura da Diviso evoluiu para a apresentada na figura seguinte:</p>
      <sec id="sec-4-1">
        <title>Figura 2- Estrntura da Di50 de $!stern no final de 1997.</title>
        <p>10
3o Encontm Nacional para
a Qualidade Has Tecnologias de Inform@o
Universidade do Minho
6 de Novembro 1998
e ComunicaCdes
A tabela seguinte mostra a distribuio
das pessoas da Diviso
de Sistemas pelasl
Desenvolvimento:
. Produtos
. Projectos
. Outsourcing
. Lotus Notes
. Microsoft
Assist8ncia ap6s nenda:
. Instalao, Arranque e</p>
        <p>ForrnaBo
. He/pdesk
b) Processos:
23
13
4</p>
        <p>Analise e desenvolvimento de aplicaJes. Eso divididos
em duas grandes areas: urns ligada produVo de
pacges stunrd (Produtos SoPack, Win SoPack e
Homeware), como Contabilidade, etc. e outra ligada
realizeiio de aplicaJes por medida (Projectos).</p>
        <p>Estem ainda dois outros nticleos de desenvolvimento em
Lotus Notes e em aplicaJes Microsoft.</p>
        <p>ESte ainda um outro grupo Quefunciona em contratos de
outsourcz"ngp,essoas Quetrabalham nas instalaJes do
cliente desempenhando os mais variados trabalhos na ea
informatica.</p>
        <p>InstalaV:iioa,rranque e formaVo, esclarecimento de
ddvidas sobre o Soare instalado.</p>
        <p>Actualizao de vers6es nos clientes com contrato d
manuteno activo.</p>
        <p>Responsabilidade For todo o contacto com clientes.</p>
        <p>Innestiga5o de novas tecnologias existentes no mercado
e estudo e desenvolvimento de ferramentas internas de
apoio ao Desenvolvimento.</p>
        <p>Quanto
definio
de processos
verificou-'se</p>
        <p>Que houve
uma evoluVo
de
ans6ncia de quaisquer processos para a existncia
de seis processos de desenvolvimento
de soare
que consistiam nos processos correspondentes
crio
e manuteno
de:
*
*
*
*
*
.</p>
        <p>Linha de produto SoPack;
Linha de produto Win SoPack;
Lia</p>
        <p>de produto Homewe;
Desenvolvimento reado</p>
        <p>em regime de Ouourcing;
Desenvolvimento de aplica6es em
s Notes;
Desenvolvimento de aphca6es
croso
30 Encentm Nacional Darn
a Qualidade nas Tecnologias de Informa(!;;5oe ComunicaBes
Universidade do Minke
6 de Novembro 1998
icaD das normas ISO 9000 na evoluo do Processode Desenvolvlmento de Sore
uma empresa Quese dedioa ao desenvolvimento de sore
0 processo de desenvolvimento de soare
(PDS) associado
linha de produto
-SoPack,
que se tratava da linha de produto com valor nmero
de unidades instaladas,
consistia em</p>
        <p>P</p>
        <p>Fignra 3- Processo drflnido para a linh
de produto Soock
entre 1996 e 1997.
3o Encontro Nacional para
a Quafidade nas Tecnologias de Informsq!;:doe Comunicae
Universidade do Minho
46 de Novembro 1998</p>
        <p>Desenvolvimento.</p>
        <p>Realiza5o de testes de aceita50 final.</p>
        <p>Elabora50 da lista de clientes beta e do penodo
experimental.</p>
        <p>Realizaiio da documentao para o utilizador.</p>
        <p>ForrnaV:iioda unidade de Assist6ncia ap6s-venda.</p>
        <p>CriaSo da ea para cria20 das disquetes de instalao.</p>
        <p>ApresentaViiodo monosistema DivisiioComercial.</p>
        <p>Visita aos clientes da lista beta.</p>
        <p>Preparao
do</p>
        <p>:.Zingfinal para todos os clientes.
4</p>
        <p>Duplica50</p>
        <p>das disquetes de instalaiio para o mailing.</p>
        <p>Relat6rio sobre o periodo beta.</p>
        <p>Mailing.</p>
        <p>atamento estatistico do inqu6rito respondido pelos
clientes.</p>
        <p>Relat6rio final.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>5. Melhorias obtidas</title>
      <p>ou Vers5o xx dO produto yy.
Folha do sistema de helpdes
Lista dos ficheiros enviados.</p>
      <p>Controlo de vers5es.</p>
      <p>Definio do pen-Odobeta.</p>
      <p>Manuais de utilizador.</p>
      <p>Maunual de insttaaloa.iio.</p>
      <p>Ennccoommeennddaadaa duupplliiccaakgoo dos
maannuuasi.s.</p>
      <p>Ficha de assist8ncia no cliente.
Polka do sistema de heLpdes
Lista dos clientes com contrato com
direito a upgrade.</p>
      <p>Carte de upgrade para o cliente.
Inqu6ritos de satisfao preenchidos</p>
      <sec id="sec-5-1">
        <title>Encomendada duplicaAo das disquetes.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-5-2">
        <title>Relat6riosobre o perfodobeta.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-5-3">
        <title>Registoda informao relacionada com o envio do mailing. afico.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-5-4">
        <title>Relat6riofinal de versSo.</title>
        <p>Os vores
obtidos pa
uma das pmeiras
fes
que comeou
a ser quflcad
Aceitao</p>
        <p>Fin
` do Processo de Desenvolvimento
de Soare</p>
        <p>DS)
sociado</p>
        <p>Iia
3D Emmao Nadonal Darn
a Qualidade nas Tecnologias de InfoaC5o
Univeidade do Minho
6 de Ncvembro 1998
e Comunimu
;IiCaV5Odas nOrmasISO 9000 na evoluo do Processo de Desenvolvimentode .sore
e uma empresa Quese dedioa ao desenvoMmento de sore
(PDS)
dB produto SoPack.</p>
        <p>Os resultados obtidos nesta fase de Testes de aceita20 final,
permitiram concluir Que houve melhorias tanto na qualidade do produto como no
processo de desenvolvimento a ele associado.</p>
        <p>A implementao
desta fase para a linha de produto SoPack
fol uma das
Al:&gt;c:runSdos problemas detectados durante 1995 forarn:
. a quantidade de problemas de urgncia mima
Quese estava a acumular; grande parte
da actividade da unidade de Desenvolvimento era dedicada
correco
destes erros no
* a falta de manuteno
da</p>
        <p>ea de aplica6es instaladas para teste levou a uma
desorganizao
tal Que a realizao
dos testes nesta
ea exigia uma quantidade de
tempo Que no era compatfvel com o tempo de resposta adequado ao problema do
* em consequncia do problema indicado no ponto anterior a escrita dos he/ps comeava
a apresentar alguma desorganizao</p>
        <p>porque no se sabia quais as tiltimas versJes Que
tinham saido para os clientes, o Quetornava complicado a sua actualizao;
* a unidade de AssiSt&amp;nciaa clientes praticamente no tinha tempo para se actualizar
sobre as novas vers6es, o contacto entre esta e o chafe de projecto estava pouco
formalizado o Que fazia com Que algumas vezes houvesse confuso
na forma como
cram tratados Osproblemas;
o o desenvolvimento de novos produtos comeava a ficar comprometido porque al6m de
Se estar a dispender muito tempo na resoluo
de erros, o pen-Odo experimental de
testes em clientes beta,tomava-se muito longo e dIficil de manter devido a pequenos
erros Que em Testes facilmente seriam detectados;
soare;</p>
        <p>As ac5es correctivas desencadeadas durante 1996foram:
. Em vez,de Se,proceder correco do erro e dar saida de executneis cada vez Que
entravauma nova Folha de Erro passou a agrupar estas e a marcar uma semana por
mes pa a resolu de todas as folhas entradas nesse m6s;
. A un~dadede Desenvolvimento passou a razer uma primeira "bate de testes sobre</p>
        <p>Ose utveis entregues de forma a minimizar alguns tipos de erros;
* Mo,/{fica do esquema de directorias existente na ea de testes de forma a facilitar
enlreoutras coisas a identificao das aplicaJes e vers5es em teste;
. C,iao da Esta de controlo de vers5es e do dio de passagem de ficheiros para a
/`
L,mdadede AsslstSncla;
!
. /Realizao de estatisticas sobre o helpdesk;
./Escrita de vas instru6es de trabalho.
,</p>
        <p>,,..`Foraemfectuados dois tipos de anise com os seguintes objectivos:
I" a) Atrav do sistema de he/pdesk - verifica da diminuio do ndmero de erros
,|" detectados ap6s instalao em clientes. Garantia da qualidade do produto atrav6s da
' veriflca8o dos requisitos especificados;
b) Atrav6s das actividades Queconstituem Ostestes de aceitaVo final - optirnizo do
processo de soare da linha de produto SoPack.</p>
        <p>Atrav6s do sistema de helpdesk 6 possivel quantificar o ndmero de erros
detectados por clientes ap6s um executvel ter sido aprovado na lase de testes de
30 Encontm Nacional para
a Qualidade nas Tecnologias de Informa(!;:8ee Comunicecaes
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6 de Novembro 1998
15
?licaVgodas normas tSO 9000 na evoluo do Processode Desenvolvimentode .S;o/?mJa(nPeDS) I
e uma empresa Quese dedica ao desenvoMmento de soa I,,
A m6trica utilizada designada por MP I , foi:
\
\
"'</p>
        <p>Sabendo Que o comportamento dos restantes sistemas analisados fol semelhante
ao registado para a Geso Comercial, pelos resultados apresentados no grco 1 "'...
podemos conclu,ir Que o objectivo de melhoria do processo de desenvolvimento de "'
soare no sentido de garantir e melhorar a qualidade do produto fomecido foi atingido.
Verifica-Se Que os valores obtidos para 1996 550 inferiores em relao aos de 1995 pelo
menos em none dos meses observados: Fevereiro, Maro, Abril, Maio, Junho, Julho,
Outubro, Novembro e Dezembro. N5o podemos considerar as diferenas do m8s de
Janeiro porque em Janeiro de 1995 no houve registo de problemas de Gesto Comercial
em HeZpdesk. Nos meses de Julho e Novembro tiveram valores muito pr6ximos. Em
Agosto e Setembro foram os dnicos meses onde se registararn valores superiores para
1996. De um modo geral verificouse uma diminuio do nmero de erros detectados no
sistema pelo Que a qualidade do produto quanto fiabilidade deste aumentou.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>5.2 An6lise atravs</title>
      <p>das aividades
dos te
de aceio</p>
      <p>flnal.</p>
      <p>Smda dos ficheiros testados e cuja aceitaiio foi positiva
(executveis, bases de dados, hes, documentso, tooLboxs, etc.).</p>
      <p>Preenchimento dos dados na aplicaiio de helpdesk.</p>
      <p>AcBde
A. Psagem
pa sa50
B. Testes genies
C. Testes no gens
D. Ou acddades</p>
      <p>de Bcheiros
Tabela 6- Yurivets ~n- lisadas no control" das acHes correctives tomadas para os Testes de
aceitao</p>
      <p>For esta segunda anise, sobre actividades realizadas durante Ostestes funcionais
de aceito
final, polo Grco</p>
      <p>2, podemos concluir Que houve melhorias pelo monos
nesta fase do processo de desenvolvimento de soare
da linha de produto SoPack. As
conclus6es apresentadas a seguir para cada uma das actividades so todas elas hons
incadores</p>
      <p>desta melhoa.</p>
      <p>Em relao
actividade A - passagem de flcheiros pa
insao
como
podemos ver houve uma diminuio</p>
      <p>do tempo ocupado nesta actividade. Isto fol devido
dimiDuiO
do ntimero de erros detectados, de um modo geral, e tambm
devido
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4-6 de Novembro 1998
e ComunicaCSes
;|JCaVgO das normas 1s0 9000 na evoluo do Processo de DesenvoFvimentode Soare
e uma empresa Quese dediOaao desenvoLvimentode soare
(PDS)
optimizao da tarefa- A implement&amp;o de algumas regras e a utilizao de batchLes
e de ficheiros de /og Que garantiam a c6pia correct&amp;e permitiam analisar o erro de
c6pia quando este Se verificasse.</p>
      <p>Em re]ao actividade B - testes urgentes de prioridade mima - tambm Se
verificou uma diminuio do tempo dispendido. A eficcia e eficincia dos testes
realizados e principalmente a implement&amp;o de determinadas medidas na fase de
desenvolvimento do processo de soare da linha SoPack estiveram na origem desta
melhoria Estas medidas consistiam na aplicao de uma primeira "bateria" de testes
pelos programadores antes de entregarem os executveis para testes funcionais de
aceitao e a organizao de "baterias" peri6dicas de resoluo de erros em vez de Se
entregar um novo executval por cada erro encontrado. Esta dltima medida tamb6m teve
impacto nos valores obtidos para a actividade
A</p>
      <p>Em relao actividade C - testes no urgentes - houve um aumento do tempo
dispendido nesta actividade, o Que Se revel&amp;como um born Sinai, na medida em Que em
consequncia da dirrlinuio dos tempos gastos nas actividades A e B fol possfvel dedicar
mais tempo realizao destes testes com maior cuidado e ateno.</p>
      <p>Em relao ao conjunto de actividades agrupadas em D - outras actividades - o
facto de se tel passado de uma situaVo de todo o tempo de testes dedicado s actividades
A, B e C para uma situ&amp;o em Que alm de Se reaJizarem estas actividades 6 possivel
realizar outras tais como realizao de estatisticas, elaborao de pianos de testes,
realizaVo de testes a outras linhas de produto um indicador de que houve de facto uma
melhoria desta fase do processo se tivermos em conta Queos recursos humanos utilizados
neSt&amp; fase de Testes se mantiveram.</p>
      <p>e ComunicaBes
de uma empresa Quese dedica ao desenvolvimento de so</p>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>ActividOdesTestesgaffe 1995e 1996</title>
      <p>| u Tempo dispendidona Adividade x em 1995
| u Tempo dispendidona Actividadex em 1996</p>
      <p>Gr:mco 2- Avaliao
das actividades dos Testes de Acei`ta50 Final ap6s acBes correctives</p>
      <p>entre 1995 e 1996.</p>
      <p>Pela anise
realizada conclulmos Que houve melhorias no processo
de
desenvolvimento de soare</p>
      <p>da linha de produto SoPack, na lase de Testes Funcionais
de Aceitao</p>
      <p>Final e muito provavelmente tambm
houve melhorias na lase de
Desenvolvimento ,(considerando as lases descritas na norma ISO/IEC12207para um PDS).
Com~oconsequncia destas melhorias no Processo verificararn-Semelhorias na qualidade
do sistema mais importante desta linha de produto, a Gesto
Comercial, pelo menos
quanto
caracteristica de</p>
      <p>abilidade do produto.
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e Comunica9Ses
:[icao das normas ISO 9000 na evoluo do Prooessode Desenvolvimentode
e uma empresa Quese dedica ao desenvolvlmenfo de soare.</p>
      <sec id="sec-7-1">
        <title>6. Conclus3o.</title>
        <p>Desde a constituio</p>
        <p>da empresa em 1988 at ao final de I997 a organizao
evoluiu da situao
de fomecedor de pequenas soluJes
informfleas
feitas a medida do
cliente para soluJes
padro</p>
        <p>com o objectivo de satisfazer um deterrninado segrnento de
r
t
desenvolver.</p>
        <p>20
3o Encontro Nacional para
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Universidade do Minke
6 de Novembrol998</p>
        <p>e ComubiogSes
de uma empresa Quese dedica ao desenvolvimento de
Alosuns dos requisitos de nfvel 3 comeam
a ser vislumbrados atrav6s da l
quantificao das vias lases do processo de desenvolvimento de soare de forma a
avaliar a eficcia deste e promover a sua melhoria constante. Esta possibilidade tamb6m
j existe e j 6 recolhida informako pelo menos na lase de testes de aceitago final de
forma a elaborar m6tricas Que relacionam o nmero de erros detectados ap6s instalago
em funo do ndmero de unidades instaladas e da complexidade do sistema dada pelo
ndmero de executveis.</p>
        <p>Numa situa&amp;o de mudana tecnol6gica, quando teve Que migrar de um ambiente
aplicacional em DOS para Windows 95, a aplicao da norma ISO feita por esta empresa
foi posta prova na medida em que Ihe permitiu realizar esta migrao num periodo de
tempo bastante razovel (cerca de 6 meses), tendo em conta o ndmero de aplicaJes a
converter, o conhecimento existente sobre as novas tecnologias e a dimenso da equipa.
As normas intemas de desenvolvimento tinham uma flexibilidade tal Que Ihes permitia
sem fugir s regras ditadas intemamente, desenvolver Os novos produtos com uma
qualidade muito pr6xima da habitual.</p>
        <p>Esta margem de liberdade implfcita na aplicao e utilizaAo das normas assim
como a exist6ncia destas contribuiram de modo significatino para o sucesso da opero e
traduzem talvez de uma forma mais ou menos pr6xima o sucesso Que a organizao tern
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a Qualidade mas Tecnologias de Informal;do e Comunical;;6es
Universidade do Minho
6 de Novembro 1998
Documentos das normas ISO 9000 publicados pelo IPQ - Instituto Portugues da
Qua!idade;
"ISO 9000 para Pequenas Empresas - O Querazer - Conselhos do ISO/TC ] 76" do IPQ
traduzido pelo Prof Doutor Henrique Machado Jorge;
"Capability Maturity Model, Version 1.1", IEEE Soare, Vol. 10, No 4, July 1993,
pp.18-27 Mark C. Paulk, Bill Curtis, Mary Beth Chrissis, Charles v. Weber;
"A Comparision of ISO 9001 and the Capability Maturity Model for Soare",
Soare Engineering Institute, CMU/SEI-94-TR-12, July 1994, Mark C. Paulk;
"CMM Versus SPICE Arcl)itectures", Soare Process Newsletter, IEEE Computer
Society Technical Council on Soare Engineering, No 3, Spring 1995, pp. 7-ll,
Mark C. Paulk, Michael D. Konrad, Suzanne M Garcia.</p>
      </sec>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list />
  </back>
</article>