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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head>Identlncao de vari8vets a controlar</head></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head n="2.1">Caracteristicas de Produto</head><p>Em primeiro Ingar necesso Que sejam identificados os requisitos dO Cliente, Os implicitos e os explicitos, ou seja definir as Caracten sticas do</p></div>
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<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head>Introdu30</head><p>Este artigo pretende apresentar a metodologia 6 sigma, estandarte da Qualidade de muitas grandes multinacionais na dtistria e nos Seios.</p><p>Numa altura em Que os Sistemas de Informao so a primeira prioridade das OrganizJes e em  </p></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head n="3">O Processo</head></div>
<div xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0"><head n="4.2">Metodologia</head><p>A originalidade da metodologia no reside tanto no conceito estaristico Que j est presente nos conceitos de Controlo de Processo e nas Cartas de Controlo mas Sim no Projecto de implementaVgo desta teoria e na estrutura Que Ihe serve de sustento. Uma companhia Que implementa uma filosofia 6 Sigma basicamente implementa um Projecto de formao ambicioso e abrangente, precisando de uma estrutura humana de base que facilite a divulgao dos conceitos e conhecimentos aos diferentes nfveis dos colaboradores. Esta  </p></div><figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_0"><head>A</head><label></label><figDesc>Capacidade do Processo um indicador Que surge naturalmente comparando a variabilidade real do Processo com a sua variabilidade esperada. Este indicador representa um objectivo explfcito dum Fomecedor, uma medida de Qualidade que poder ser controlado. Tipicamente o valor alvo da Capacidade de Processo na inddstria autom6vel 6 de 1,33 o Que significa Que a variabilidade real 6 pela Motorola na d6cada dos 80 com o objectivo de aumentar o nivel de satisfao dos Clientes, reduzir custos e mede a capacidade do Processo desempenhar um trabalho livre de defeitos. O desafio que a Motorola Se colocou foi o de pretender um Processo limitado em 6 e no em 3 Sigma (Desvios Padro) Se hem que aceitasse um descentramento do Processo na ordem doS 1,5 Sigma.</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" xml:id="fig_1"><head>-</head><label></label><figDesc>30 Encontlro Naciona! para a Quaiidade mas Tecnologias de Inform@o e ComunicagSes Universidade do Minho 46 de Novembro 1998 6 estrutura assenta num grupo de facilitadores, e optou-Se For um modelo conbecirnento diferenciados polo cinturo; Master Black Belt, Black Belt, een Belt. Os mentores ou facilitadores devero ensinar, ajudar, transferir estratgias, identificar oportunidades de melhoria e usar a metodologia como aroaumento de venda. Nesta fase efectua-se a identificao dos crit6rios Que diferenciam o desempenho "best-in-class". Efectua-Se um benchmarng do Produto e em ocasi6es necessio redesenhar Produtos on Processos. E ento Que Se definem Os objectivos a atingir identificando tarnbm as potenciais fontes de variao. A hist6ria da Motorola tern origem numa proposta de reduo de custos feito por um quadro da empresa. Num sector muito competitivo em Que Os custos tm de ser reduzidos ao mimo a utilizao do Controlo Estatfstico de Processo no uma ideia inovadora, inovador e, sem dnvida, torno o estandarte e o padro a seguir.</figDesc></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_0"><head>30 Encontm Nacional para a Qualidade nas Tecnologias de InformaCgo e ComunicagSes Universidade do Minho 4-G de Novembro 1998 2 6 Sigma: A o na Qualidade</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell cols="3">ser Os paretros</cell><cell>do Processo assumindo que os outros so Ruido</cell></row><row><cell cols="3">Afinal fala-se muito em Qualidade mas o entendimento que dela Se faz de</cell></row><row><cell cols="3">dois nlveis: por um lado o m vel do consumidor do produto e por outro lado muit vezes existem coela6es ene eles.</cell></row><row><cell cols="3">um mero argumento de Marketing.</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">Se defmirmos a Qualidade como a propriedade de um produto de</cell></row><row><cell cols="3">satisfazer o Cliente (ao mais baixo custo) a questo que Se coloca</cell></row><row><cell cols="3">imediatamente : como Que, objectivamente, se sabe que um cliente est</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>-</cell></row><row><cell>2.2</cell><cell cols="2">Par&amp;metros de Processo</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">As Caracteristicas de um Produto so a consequ8ncia instantea dos</cell></row><row><cell cols="2">paretros</cell><cell>do seu processo.</cell></row><row><cell></cell><cell cols="2">Os factores Que condicionarn um Processo so indmeros. No entanto,</cell></row><row><cell cols="3">usando a lei de Pareto, um pequeno conjunto de Paretros</cell><cell>e</cell></row><row><cell cols="3">maioritariamente responsvel pelo Produto Burn dado instante. Estes devero</cell></row></table><note>)O de mais _______________________________________________________________ 3o EncontroNacionaJ para 1 a QuaJidade nas Tecnologias de Informao e Comunica6es Universidade do Minho 4-6 de Novembro 1998 1 Qualidade satisfeito? Ou seja: como se mede a Qualidade? Produto que Ihe conferem adequabilidade ao uso. Estas caractensticas so as Caracten sticas da Qualidade do Produto quais Se associa, individualmente, um intervalo dentro do qual a Caracteristica pode variar conservando, no entanto, o Produto a adequabilidade mencionada.</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_1"><head>30 Encontro Nadonal para 8 a Qualidade nos Tecnologias de Informa(;;5o e Comunicaes Universidade do Minho 4 de Novembro 1998 6 Sigma: A Aposfa na QuaJidade</head><label></label><figDesc></figDesc><table><row><cell></cell><cell cols="2">As empresas que esto a aderir a uma fllosofia 6 Sigma no se limitam</cell></row><row><cell></cell><cell>serviOs. Assim a GE, por exemplo, alargou Os 6 Sia</cell><cell>para as suas empresas</cell></row><row><cell></cell><cell>de</cell></row><row><cell>5</cell><cell>6 Sig!ma e as TIC</cell></row><row><cell cols="3">"^l</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>ente</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>;lade"</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>,ria a</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>Ls de</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>etam</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>lente</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>550 e</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>ector</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>Lents.</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>.xiste</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>SSOS</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>'ouco</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>ificar</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>s de</cell></row><row><cell></cell><cell></cell><cell>ionar</cell></row><row><cell cols="2">________________________________________________________________</cell></row></table></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_2"><head>3o EncontroNacionat para 9 a Qualidade Has Tecnologias de Informs5o e Comunicaes Universidade do Minho</head><label></label><figDesc></figDesc><table /><note>4-6 de Novembro 1998 ReIaC</note></figure>
<figure xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" type="table" xml:id="tab_3"><head>:So com a Qualidade Total</head><label></label><figDesc>Sigma de facto, n5o Se inventou nada. No entanto, os projectos de implementao tm sido projectos de mudana de grande dinamismo em Que a Besto de topo lidera e "obriga" a ntilizao de meios adequados. Esta dinca tern levado as organiza6es a identificar em detalhe Os sens Processos, definir objectivos e efectuar o sen follow-"up, e subretudo a investir nas pessoas, formando-as e responsabilizando-as. Ferramentas e tcnicas para a gesto da Qualidade</figDesc><table><row><cell cols="4">Pode-se tentar estabelecer Se 6 Sigma uma metodologia, uma f1losofia ou</cell></row><row><cell cols="2">uma ferramenta, talvez no seja relevante para o</cell><cell cols="2">bito deste artigo. No</cell></row><row><cell>entanto</cell><cell cols="3">importante salientar aquilo Que 6 Sigma traz de inovador</cell><cell>a sua</cell></row><row><cell cols="2">contribuiao para a Qualidade Total.</cell><cell></cell></row><row><cell cols="4">Os maiores contributos so sem dtivida a utilizao</cell><cell>do Controlo</cell></row><row><cell cols="4">EstatisticO e a forma em Que Se enquadra com outras ferramentas como o</cell></row><row><cell cols="4">QFD, sendo o envolvimento do trabalho em equipa e a liderana outros dos</cell></row><row><cell>pectos</cell><cell></cell><cell></cell></row><row><cell cols="4">Se Se analisar "friamente" 6 Temas abrangidos: Palavras chave: melhoria continua, capacidade de processo, qualidade total, reduo</cell></row><row><cell cols="2">de custos, excelncia</cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell>30 Encontro Naciona! para</cell><cell></cell></row><row><cell>10</cell><cell cols="2">a Qualidade nas Tecnologias de Informao</cell><cell>e ComunicagBes</cell></row><row><cell></cell><cell>Universidade do Minho</cell><cell></cell></row><row><cell></cell><cell>46 de Novembro 1998</cell><cell></cell></row></table></figure>
			<note xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" place="foot" n="6" xml:id="foot_0">Sigma: A Aposta na Qualidade</note>
			<note xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" place="foot" n="6" xml:id="foot_1">Sigma: A ^pasta na Qualldade</note>
			<note xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0" place="foot" n="6" xml:id="foot_2">Sigma: A Ap.os;ta na Qualidade</note>
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