<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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          <string-name>Projecto AQUIS Joao Barreira INESC jmmb@inesc.pt</string-name>
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      <fpage>33</fpage>
      <lpage>44</lpage>
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    <sec id="sec-1">
      <title>1. Enquadramento</title>
      <p>Esta comunica98o fem por objecflvo apresentar a experi6ncia europeia no ambito da
iniciaflva comunitaria ESPITI - European Software Process Improvement Training Iniciative.
Esfe projecto e em Porfugal, denominado AQUIS - Aumenfo da Qualidade na Jndustria do
Soffware, e a sua implementag8o esta a cargo de quatro organizaJes - o IPQ - Institufo
Porfugu6s da QuaJidade,o INESC - Institufo de Engenharia de Sistemas e Computadores, o
)IMF - Instituto Informaffco do Ministerio das Finanas e a Partex-CPS, SA.
O projecto AQUIS iniciado em Fevereiro de 1995, e Quedurare ate Junho de 1996, visa
promover o aumento da qualidade e a melhor ufillza8o das prafices de desenvolvimento de
software na ind0stria portuguesa, assim como uma maior eficiencia, qualldade e
racJonaliza8o de recurses atrav6s da forma9So e da informa8o, com o objecfivo de
aumentar a competitividade das organlza96es nacionais produtoras de software.
Para concretizar os objectivos acima referidos, foram previsfas as seguintes ac(;:6es:
. JdentificarClara e preclsamente as necessidades da industria;
. Aumentar o grau de notoriedade dos beneffcios da cerfificao
da serie de norrflas ISO 9000;
de empresas no 8mbito
* Promover a forma9Ao no Processo de Desenvolvimenfo de Software como forma de
facilitar o Processo de Certifica([;8o;
* Realizar diagn6stlcos ao Proceeso de Desenvolvimento de Soffware e aplicar tnicas de
melhoria do mesmo;
Constifuir um grupo de tecnicos altamente qualificados (poo/ de consulfores) Que
garantam o cumprlmento do objecfivo anferiormenfe referido (diagn6stlcos nas
organizaJes portuguesas);
Promover acJes de formag8o dirigidas a profissionais Coercede 150) de organizaq6es
oriundas dos diversos quadrantes empresariais, procurando um efeito mulfiplicador na
comunidade nacional de utilizadores; adequar o confeL:idodessas ac6es ao tipo de
pOblicoa Quese dirigem (gestores e tech\cos\;
Dar visibilidade a iniciativa atraves da divulgao de informa(;;8orelativa ao Processo de
Desenvolvimento de Software, da realizao de evenfos, coloca9ao de anunclos,
publicsAo de um Ilvro e produC8o de um audiovisual e de oufras acJes pontuais de
comunicao~
Jniciar a elaborao de dlrectivas CNQ para as Auditortas da Qualidade nae organizaJes
produtoras de software.</p>
      <p>Promover uma reco\ha s\sternafica .de inforfna8o data\hada de empresas, servis,
gesfores e tecnicos envolvidos has "melhores praticas" de produ8o de software; incfuBo
desta informao na base de dados a desenvolver a nivel europeu.</p>
      <p>O lpQ, responsavel pela gest8o global do programa, v6 esfa inicfativa como uma
oporfunidade para a promcb98oda qualidade na produ5o de software, denim da sue pol!flca
g\obal de promo98o da qualldade, e num momenfo particularmenfe oportuno, dadas as
oporfunidades de financiamento do processo de melhoria e da implemenfa(;:6ode Sisfemas
da Qualidade (SQ) pelo programa nacional Praflc e pela iniciafiva comunifaria
ESSIO INESC vb esta iniciatlva como uma oporfunidade para promover a fransfer6ncia de
tecnologia em engenharia de Soffware e Sistema da Qualidade para os produtores nacionais
de software, fruto do investimento Que fez na prepara8o e especializa9ee de recurses
humanos, e baseado na experi6ncia Onion Que detem em Porfugal, resultanfe das
lntervenC6es prafices que fem tido no terreno, complemenfado pela longa expert6ncia em
gestSo da qualidade da Partex-CPS, SA.
O !IMF oferece a sua experincia como 6rgeo responsavel pela normaliza8o sectorial,
detenfor de um largo conhecimento das necessidades em Tecnologias de Informao e
Comunica8o (TLC)da administraAo pub\ica, um c\iente signiticalivo no sou todo~
2. Iniciativas em Curse e Estade da Arte
Ta/ como para qualquer outra actividade produtiva, a qualidade de um produto software est&amp;
dependents da qualidade do processo produtivo usado. Esta efeifo, justifies urns atenAo
especial e melhoria do processo de desenvolvimento do software (PDS), visto como oo
astralegica para assegurar a qualidade quer dos sistemas desenvolvidos intemamente, quer
dos sistemas cujo desenvolvimento fol feito recorrendo a contrata8o extema.
Existem diversas iniciativas em curso destinadas a promover a me!horia do processo de
desenvolvimento de software.</p>
      <p>Em 1984 o Departamento de Defesa dos EUA (DOD) apoiou a criaQ8o do Software
Engineering Institute (SEI) na Universidade da Carnegie Mellon, para apolar equals
departamento nas tecno\ogias de Engenharia de Software. Em 1987, o SE\ terrninou o
desenvolvimento do Process Maturity Model, Que posteriormente evoluiu para o Capability
Maturity Model (CMM) (ver figure 1), com o objectivo de ajudar o DoD a eliminar os riscos
na contrataAo de Software, oferecendo um metodo para ava!iar os potenciais fornecedores,
e simultaneamente ajudar os fomecedores a implementarem programas de melhoria. Esta
iniciativa teve urns influ6ncia profunda na indOstria de software, e provocou o aparecimento,
a nfvel mundial, de urns actividade directamente ligada a melhoria do processo de
desenvolvimento de software.</p>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>NIVEL CARACTERISTICAS</title>
        <p>Optimizado
Realimentag&amp;ono processo
Automatiza8o</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-2">
        <title>PROBLEMAS A</title>
        <p>RESOLVER</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-3">
        <title>Alta Produtividade e Qua\idade</title>
        <p>Ger(do
Definido
Repetfvel
Procssso medido
(quantitativo)
Processoindependentsde
pessoas
{qua\.dativo)
Processodependentsde
pessoas
(inluilivo)
Inicial
(ad-hoc/ca6tico)
Mudanas tecnol6gicas
Analise de Problemas
Prevenc&amp;o de Problemas
M6tricas do processo
Analise do processo
Planos Quentitat\vos d
Forma&amp;o
Praticas tecnicas</p>
        <p>. revIs6es, testes
Import&amp;ncia do Processo</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-4">
        <title>Gest5o do Projecto</title>
        <p>Planeamento do Projecto
GestSo de Configuraac
Garantia da Dual(dads
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-5">
        <title>Alto Risco</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-6">
        <title>Rgura I - O Modelo CMM do SE!</title>
        <p>Em 1994, sate anos apos o Ianamento do Process Maturity Model (PMM), o Software
Engineering Institute realizou um levantamento da situa8o em 261 organizaQJes, de 79
empresas. O grafico da figure 2 ilustra a distribuio do hive! de maturidade encontrado
nessas organizaQags usando o modelo CMM do SEI.</p>
        <p>Nfvel de Maturidade do Processo de Desenvolvimento de Software
-</p>
        <p>.
. ~
--~
--.. ~</p>
        <p>~
--Na Europa, fol criado o European Software Institute (ESI), apoiado pela Cowlo Europeia
(CE) e sediado em Bilbao, Espanha, com o fim de promover a melhoria da qualidade na
indOstria europeia de software. Em paralelo, a CE Ianou em 1993 a fase experimental da
iniciativa ESSI, destinada a apolar financeiramente programas de melhoria nesta indOstria.
Na verfente de forms8o do ESS!, a CE Ianou a iniciativa ESPITI, orientada a promoQ&amp;oda
formsBo e dissemina8o dos conceitos associados e avaliaAo e melhoria do Processo de
Desenvolvimento de Software (PDS) e a certificaAo ISO 9000. Esta inicfativa, iniciada em
Novembro de 1994 e com 18 meses de duraao. e implementada por urns reds de
organizeqJes nos diferentes parses. Em Portugal, a iniciativa foi denominada AQUIS
(Aumento da Oualidade na !ndOstria de Software) e e implementada por um grupo de
organizaJes, liderada pelo IPO, e Que integra o INESC, o IlMF e a Partex-CPS, SA.
No 8mbito do ESPITJ foi feito em 1995 um levantamento a nfvel europeu, no qual se
procurava determiner a situaQAoactual, as areas com maiores problemas e as necessidade
de forma80 sentidas pelas empresas em metodos e tecnicas Que ajudam a me!horar todas
as fases de gestSo e desenvolvimento de software. Esta levantamento teve tambem em
aten80 os aspectos ligados com atitudes dos verfos sectores envoJvidos nas empresas
tech(cos, comerciais e gestores.</p>
        <p>Em particular, o inquerito fol focado nos seguintes aspectos:
* Conhecimento;
* Necessidades;
* ApJicabilidade
dos metodos de melhorfa do processo de desenvoJvimento de software/certifica&amp;o JSO
9000.</p>
        <p>Para!elamente, foi reunida informac8o Que permitisse a optimize8o dos esforos das
componentes de formaQ8oinc!ufdasna iniciativaESP|TI.</p>
        <p>O levantamento fOl feifo usando um inqueritobase comum em 17 parses europeus, com
algumas adaptsJes locals.</p>
        <p>Foramobtidas 3805 respostas ao inquerito,com taxes de coberturamuitovariadas de pars
para pals, em resu!tado de terem sido adoptados localmente dlferentes metodos Para
abordaras empresas. O inqu6riton8o e estatisticamenterepresenfativo,porque o principal
objectivofol maximizaro nOmerode respostas.
Em Portugal as respostas aos inquerifo foram obtidas por entrevista pessoa\, tendo-se
realizado 353 entrevistas.</p>
        <p>A op8o pelo metodo da entrevista pessoal foi feita como forma de garantir no so um
elevado ndmero de respostas, mas tambem um maior empenho no fornecimento da
informa98o. Apesar das entrevistas terem sido efectuadas pessoalmente, procurou-se
garantir o anonimato das informaJes recolhidas dando oportunidade aos entrevistados de
enviarem os formularios com as respostas, e Bern dados de identifica8o, depois da
entrevista, por correio.</p>
        <p>40%
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
50%
40%
30%
20%
10%
0%</p>
        <p>Sector Tl</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-7">
        <title>IndOstria</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-8">
        <title>ServiOs</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-9">
        <title>Outros</title>
        <p>As figures 3 e 4 mostram, respectivamente, a distribuio das empresas inquiridas por
secfor de actividade em Portugal e na Europa. As figuras 5 e 6 mostram a distribui(;:Aodo
nOmero de empregados das empresas de Tl's directamente ligadas a actividade de
desenvolvimento de Software frenfe ao nOmero total de empregados Messes empresas, e
confirmam a convic8o generalizada Que, na Europa em gera\, e em Portuga\ em especial,
predomlnam unidades de produo de software de pequena ou muito pequena dlmens8o.</p>
        <p>8280 responde 8 1 a 5 El6 a 50 El51 a 250
E
w
e
o
e</p>
        <p>Figura 5 - Sector das Tl em Portugal: Total de Empregados / Empregados no</p>
        <p>Desenvolvimento de SW
Figura 6 - Sector das Tl na Europa: Total de Empregados / Empregados no</p>
        <p>Desenvolvimento de SW
As figures 7 e 8 apresentam as distribuiJes de respostas as quest6es sobre os principals
problemas sentidos no desenvo\vimenfo de software, e permitem concluif Que n8o h6
diferengee significativas na situa80 particular em Portugal e a situa80 geral na Europa,
quando consideramos os tr6s aspectos mais referidos como sendo um "grands problema".</p>
        <p>I a Grands Problema</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-10">
        <title>B Problema Manor</title>
        <p>. D Sem Problemas</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-11">
        <title>O N8o Saba</title>
        <p>o/o
10%
socio
o/o
Nas figuras 9 e 10 apresenta-se a situs8o das organfzaJes inquiridas relativamente a
diversas areas directamente relacionadas com a melhoria do processo de desenvolvimento,
em Que se reconhece um optimismo exagerado em Portugal scarce de programas de
lnelhoria em funcionamento._______________
|
| 65%
| 60%
Os resultados desfe inqu6rito. o primeiro a ser realizado a nfvel Europeu e em Portugal,
demonstram barn a necessidade de disseminar os beneffcios resultantes da implements98o
de programas de melhoria do PDS, e de apoiar tecnica e financeiramenfe as organizaC6es
Que decidam iniciar esses programas, tendo em ateno a pequena dimer1ls6odes
unidades, logo a escassez de recurses de que disp6em.
3. A Forma96o no Projecto AQUIS</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-12">
        <title>As aotividades de formso foram planeadas em dues vertentes: FormsAo interns, destinada a implementer a especializao projeoto;</title>
        <p>FormsAo axioms, destinada a teonicos e gestores ligados a produo
de software.</p>
        <p>Na primeira vertente, proourou-se crier um grupo altamente qualifioado de formadores e
auditores, Que pudessem garantir a oontinuidade desta aotividade ap6s oonoluedo deste
projeoto, e em particular Queviessem a integrar a bolsa de auditores do IPQ, enriqueoendo
a com reoursos profundamente oonheoedores das pratioas de engenharia de software, e
devidamente preparados para a realizeAo de auditories nos prooessos de Gerti/iceo.
Assim, foram formados 3 espeoialistas do IPQ e 3 especialistas do INESC, nas seguintes
areas:
de oonsultores ligados ao</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-13">
        <title>Sistemas de Garantia da Qualidade;</title>
        <p>Auditories da Oualidade;
Metodologia de Auditoria - Tick-IT;</p>
        <p>Metodologia de Auditoria - IPQ.</p>
        <p>Na segunda vertente, destinada a profissionais e gestores de organizeJes produtoras de
software, promoveram-se curses de forms8o em "fneihores praVices"Que oonduzam a um
novo entendimento generioo do problems do desenvolvJrnentode software pela oomunidade
utilizadora.</p>
        <p>Foram programados curses de formsAo, com durao de 5 dies, distribuCdosao longo dos
anos de 1995 e 1996 (5 em Lisboa, 2 no Porto, 1 em Brags, 1 em Coimbra/Aveiro, 1 em
Faro), com oustos de inscri9So marginals, com um alvo total de 150 possess, e com os quais
se pretende:</p>
        <p>Sensibilizar os formandos para o assunto em questSo;
Motivar a utilize8o
Qualidade;</p>
        <p>de boas praBoas de Engenharia de Software e da Garantia da
Aumentar o oonhecimento dos problemas do sector por forms a analisar as sues causes
e propor 809508 oorreotivas/preventives;</p>
        <p>Crier um forum de expert6noias entre forfnandos~
."~^_^^v^v,v^v^v^v^_^^^v^v^vv.^.^,^. `^., , ,. , ^v.,.,.~.^,.^, ^, ^'.'. ,.,'.',.,'.'. ,.,.,. ,^, ^',^.,', ,',',','.'.',',.', ,. . , ,^,'^&lt;^'^'".'"".^v^.',v^v.,v^v^'^v^^v^^v^</p>
        <p>DIAI DIA2 DIA3 DIA4
v^^vv^`.^"^^v^^v^v^^v^v.-^.^^v^v^vv^v^v^.,^,^`~". , v, ,.,. . ~^'.'^',., .,., .,.',., ',. ,.,~. ,.'^'^'.,',',.,', , ,'^. ',`. , o.,.'.', v, '^~^~^v^", ,^v, ',v^v^v^^v^^^^.^v^v^v^
DIAS
*
*
*
*
*
.
*
*
*
*</p>
        <p>GARANTIADA
QUALIDADENO</p>
        <p>SW</p>
        <p>Ainda na actfvidade de formaao estao programados cursos especiflcos para o pessoal
teChico e de gestao das organiza6es envolvidas nos diagn6sticos piloto, actividade Que
sera detalhada posteriormente.</p>
        <p>A familiarizao do pessoal envolvido na produ8o de software com os conceitos de
`melhorespraticas, qualidade e ISO 9000 e um objectivo central do projecto AQUIS.
Para atingir este projecto, foram programadas as seguintes actividades:</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-14">
        <title>Sess6es oficiais de Ianmento e encerramento do Projecto; Realiza8o de tr6s (3) seminarios dirigidos a gestores e tecnicos de organfzaQ6es produtoras de software (dois em Lisboa e um no Porto);</title>
        <p>PublicagAo de um livro Queinclua a experi6ncia obtida durante o projecto;
ProduQ8o,distribui98o e prom8o de um audiovisual (video, CD-ROM) Quecontenha os
principals aspectos e beneffcios das "melhores praticas`.;
Participag&amp;o de elementos ligados ao projecto em eventos organizados por instituiJes,
associa96es e outras organizaQ6es ligadas directa ou indirectamente a Qualidade no
software.</p>
        <p>A actividade de divulga98o e disseminao e complementada por actividades de marketing
e publicidade, destinadas a aumentarem a visibilidade do projecto.
* Colocao de anOncios em jomais de grande circula30, relativamente as principals
fases do projecto;
* Produ5o e distribuio
projecto;</p>
        <p>em eventos seleccionados de brochuras e desdobrSveis do
* AcJes varias de comunicao</p>
        <p>directa, no 8mbito do marketing directo;
* AcJes especfficas de relag6es pOblicas dirfgidas ao pdblico na imprensa,
nomeadamente com os media preferidos pelo poblico afvo do projecto.
5. Diagn6stico Piloto
A realizeo de Diagn6sticos Piloto visa catalisar a introdu98o das "fnelhores praticas" na
indOstria nacional, atraves da motivao e da criaQ8o de casos em 15 organizaes. Os
diagn6sticos piloto v8Q slfnultaneamente, recolher informsC8o Que pode ser usada na
actividade de divulgao do projecto, e apoiar um nOmerosignificativo de organizaJes na
avaliao e reconhecimento das suas necessidades.</p>
        <p>As empresas alvo do diagn6stico piloto foram seleccionadas de um conjunto convidado, em
Queforam tomadas em considera8o factores tats como`.
* Distribuig&amp;o geograftca pelas areas da grande Lisboa e grande Porto;
. Distribuido entre organizeJes produtoras para uso pr6prio (departamentos intemos) e
empresas produtoras para o mercado;
* Distribui(;:8opor diversas areas de actividade.</p>
        <p>A realizeao de diagn6sticos ao Processo de Desenvolvimento de Software, em 15
organize6es seleccionadas em Portugal, e particularmente oportuna no momento de
Ianamento do programs PRATIC, sub-programs especlfico do PEDIP II para os produtores
de TIC (Tecnologias de Informs8o e Comunica8o). Estes diagn6sticos faciZitam a
prepare8o de candidatures para ac6es de certfficaao, sem custos para as organizeJes
para alem dos custos de envolvimento do seu pr6prio pessoal, mobilizando as organizeJes
beneficiadas e actuando como catalisador para Que mats empresas iniciem processes
semelhantes.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>6. Processo de Cerf|flea98o</title>
      <p>O reconhecimento de Quea actividade de produgo do software tern caracterfsticas pr6prias,
Que a distinguem de outras actividades produtivas, em particular da actividade industrial, o
Que motivou a publicso da ISO 9000-3, tern levado em varios pafses a definii98o de
directives para a auditoria da qualidade nests activldade, de Que se destaca, pelo seu
8mbito, a Iniciativa Tick-IT, no Reino Unido.</p>
      <p>O mesmo tipo de preocupa98o fez com Que o IPO lansse um grupo de trabaiho com
elementos do IPO do INESC e do IlMF, para preparer urns proposta de directive, a
submeter ao Conselho Nacional para a Qualidade (CNO), tendo a actividade desse grupo de
trabalho sido inserido no projecto AOUIS.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>7. ConclusSes</title>
      <p>O AQUIS (Projecto para o Aumento da Oualidade na Indostria de Software) integra-se numa
Inicialiva a nfvel europeu (ESPITI), lan9ada pela Comisseo Europeia.</p>
      <p>Os seus objectivos sdo o aumento da noto iedade dos processos de certificao ISO 9000 e
das melhorias na produ8o de software. E inten8o do projecto beneficiar a actlvidade de
software de todos os sectores da economia, com enfase particular nas necessidades das
pequenas e medies empresas.</p>
      <p>Os objectivos do Projecto AOUIS ser8o atingidos mediante um aumento do nfvel de
notoriedade dos beneffcios das normas . da serte ISO 9000, promovendo o processo de
certificaQAo ISO 9000 stray, s da forms80; da promo8o dos processes e teon!cas de
melhoria de produQ8o de software e de diagn6stico atraves dos seminar|Os de informso
geral e de forrnaQSo; e mediante a instaura&amp;o de um processo de cooperag8o entre
organiza(;:6ese partifha de experi6ncias hastes areas.</p>
      <p>Simultaneamente, consolida-se um conjunto de recursos tecnicos co~m capacidade e
experi6ncia, unless em Portugal, para prestar apoio de consultoria as organizaQ6es
produtoras de software, criam-se casos de estudo, catalisa-se a implementageo de
programas de melhoria e a certifies8o de empresas, e Ianam-se as bases para processos
de harmonizeo das auditories no 8mbito da certifica8o ISO 9000.</p>
      <p>Outras iniciativas futures, como o Pratic e o ESSI, poder8o servir para continuer a promover
acJes voluntaristas Qued6em continuidade ao projecto AOUIS.
Nascido em Lisboa em 1953, completou o curso de Engenharia Electrotecnica
e Telecomunica95es pela Academia Militar em 1977.</p>
      <p>No perfodo de 1977 a 1990 fol professor assistente no Instituto Superior de
Engenharia de Lisboa, tendo leccionado as cadeiras de Antenas e Rodes de
Telecomunica95es.</p>
      <p>Ingressou na Companhia Portuguesa Radio Marconi em 1987, tendo exercido
actividade na area de Sistemas Informaticos usados em Sistema de
TelecomunicaJes.</p>
      <p>Entre 1983 e 1987 exerceu as fun95es de Director TeChico da TeiemStica,
empresa subsidi8ria da Marconi, ap6s o Quefol Assessor do Ministro Adjunto e
da Juventude, responsavet polo desenvolvimento da Base de Dados da
Juventude, at6 final de 1991.</p>
      <p>Desde o infcio de 1992 6 Coordenador de Desenvolvimento de Neg6cios e
Coordenador do Centro de Ferramentas de Software no INESC.</p>
      <p>Tern dedicado especial aten95o, nos Itimos 3 anos, a utiliza5o de t6cnicas,
m6todos e ferramentas no processo de desenvolvimento de software, tendo em
vista a melhoria da produtividade e qualidade na indstria de software.
,-, .</p>
    </sec>
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