<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
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    <journal-meta />
    <article-meta>
      <fpage>189</fpage>
      <lpage>199</lpage>
      <abstract>
        <p>As redes de telecomnnicacaes adicionaram a componente do mavimenta A inte!igSncia estatica dos centras de inform:itica tradicionais. Em camp!emento, a combinaC5o das telecomunicaC6es e da intelig6ncia dos computadores permitiu que o Sector das Te!ecomnnicac5es participasse na din&amp;mica, nos anmentos de efxci8nciae na reduc5o de custos do Sector da Informdtica.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
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  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>Par ontra !ado, o desenvo!vimenta das novas tecno!agias !evau
a criacAa e ao desenvo!vimenta de novas servicas transfronteiras que
desempenham um papel cada vez mais importante na economia. Estes
servicos s6 podem, contudo, alcanCar o sen pleno potencial se
actuarem num mercado vasto e sem entraves. Isto diz respeito, tanto
aos servicos audiovisuals, de tratamento de dados e da inform&amp;c50,
como aos servicos informatizados de comercializac5o e de distribuic50.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>O Sector das TelecomunicacSes</title>
      <p>actualmente, a nivel mundial, numa mutacio
mais r:ipida, com a convergSncia das
Informatica e, a largo prazo, do audiovisual.</p>
      <p>encontra-se pois,
profunda e cada vez
Telecomunicac6es, da</p>
      <p>Os sistemas bnr6ticos simples estAo a ser substituidos,
presentemente, por terminals bur6ticos ligados entre si por meio de
redes de telecomunicac6es que integram fnnc6es de transmissAo, de
comutac50 e de tratamento da informsc50.</p>
      <p>Ao longo de 140 anos, as telecomunicac6es desenvolveram-se
de um servico 6nico para uma ddZia de diferentes servicos existentes
no final dos anos 80. Morna s6 d6cada, as novas capacidades
tecnol6gicas ir5o conduzir a um crescimento explosivo e a urns
multiplicacio dos serviCos.</p>
      <p>E a gestAo destas mutaCSesQue se encontra, actualmente, no
centro do meio envolvente e da necessdria revisSo d&amp;organizaCAodo
Sector das TelecomunicaC6es.</p>
      <p>O objectivo final da Comunidade Europeia, no 5mbito dos
servicos de telecomunicacaes t o estabelecimento de um mercado livre.
Actualmente as Administrac6es Nacionais dos diferentes paises da
Comunidade Europeia possuem ainda, na maioria dos casos, o
monop6lio sobre a estrutura bdsica de telecomunicacaes e sobre o
fornecimento do servico telef6nico em tempo real. No entanto, a
Comunidade Europeia esth empenhada em alterar esta situac50 e,
apesar de um conjunto importante de interesses contra a liberalizac5o
da estrutura bhsica e do servico telef6nico, poder-se-A aceitar coma
prov&amp;vetQue, a mais ou memoslongo prazo, tat vird a acontecer.</p>
      <p>Da an:ilise deste meio envolvente results que os grandes
factores de competitividade entre Operadores de Telecomunicac6es,
nos snos mais pr6ximos, ser5o : A Qualidade de Servico e o factor
Preco.</p>
      <p>De facto 6 s resultante deste dois elementos fundamentals que
permite ao Cliente determinar o sen grau de Satisfa{l;:Acoom o servico
que Ihe fol oferecido.</p>
      <p>Results sssim que a Qualidsde do Servico, embors inRuencie,
n5o determina, por si s6, o Grau de Satisfa4;:iodo Cliente face ao
factor econ6mico que este insere.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Results, pois, o conceit. ( value for money ). de valor do produto on servico</title>
      <p>Um movimento a que se assiste hoje em dia e a tendSncia
generslizada que os Clientes vSm manifestando de incluir, nos
contrstos de sdesAo aos diferentes servicos, clAusulas sobre Qualidade
de Servico. Em gersl os Clientes pretendem bssicamente; acesso
rApidaao serviCo,gsrantis de disponibilidade dos meios, integridade e
segursnca na transmissAo da informac5o e um preCocompstivel com a
valor do servico e que deverd ser o mais bsixo possivel.</p>
      <p>Trata-se de uma norma jh em prdtica em pslses do Oriente
( e.g. Hong-Kong e JapAo), no Reine Unido e nos E.U.A.</p>
      <p>Um exemplo concrete 6 o case da Mercury Communications
no Reina Unido, a qusl aceitou criar, recentemente, urns garantia de
servico ( SGR ) pars os circuitos alugados de 2 Mbit/s. Esta garantia
de servico prev&amp;o reembolso ao Cliente em percentagens que podem
ser consideradas um pouco penosas pars a Mercury em case de fslha
do servico. Neste tipo de falhss 550 adoptados crit6rios diferentes pars
as interrupc6es conforme sejam de longa ou de curta dursc5o. Em
termos gerais k gsrantido so Cliente um reembolso da taxs annal em
valores percentuais que variam dos 10 aos 100%.</p>
      <p>Este tipo de contratos pode ter import6ncia fundamental para
os grandes Clientes. Refira-se, a titulo de exemplo, que durante 1989, o
Hong-Kong Bank experimentou 440 interrupcHes de servico, com um
total de 519 horas de inoperac5o para o conjunto dos sens 10 circnitos
alugados entre Hong-Kong e o Reina Unido ( MCL ).</p>
      <p>Esta actuae5o por parte dos Clientes, que como e evidente se
encontra muito dependente do sen Poder Negocial face aos
Operadores, visa a sua protecCAo face nos fornecedores dos servicos ou
dos meios de infraestrutura basics da rede.</p>
      <p>Este movimento de pressAo por parte dos Clientes comeca a
expandir-se a nivel mundial e nalguns paises ( e.g. E.U.A. ) assiste-se
mesmo A criaG5ode Grupos de Consumidores ( e.g. inquilinos de um
pr6dio ) de modo a poderem aumentar o sen Poder Negocial em
termos de Qualidade de Servico e simultaneamente usufruirem de
precos mais baixos impondo aos diferentes Operadores ( em regime
concorrencial ) descontos de quantidade.</p>
      <p>Noutros casos, onde o Poder Negocial do Cliente n5o
apresenta componentes t5o fortes, ska par vexes as AdministracSes
Nacionais que impSem aos Operadores a negociaC5ode Conveni!;:Sedse
Precos onde a implementaCAodas variac6es destes est&amp;associada ao
cumprimento de niveis minimos de Qualidade de Servico, Osquais, ao
ago se verificarem, t&amp;minerente a deduc5o de urns percentagem s
variac6es de precos.</p>
      <p>Esta situac5o obrigou a que os Operadores de
Telecomunicac6es sentissem necessidade da criaC5o dos design&amp;dos
( Acordos de Qualidade de Servico - SQA ) , Os quais tSm por fim
acautelar os sens interesses face aos requisitos que o forte Poder
Negocial dos Clientes de alguns Paises Yarnimpondo nos contratos de
adesAoao serviCo. Existe conhecimento que a Marconi disp6e hoje jd
de um diverso conjunto de SQA estabelecidos com Operadores de
diversos Paises, como consequ8ncia deste movimento que Se
desenvolve a nivel global.</p>
      <p>Como resultante desta movimentaC5o refira-se o Documento
Tempor:irio 710 presente a Comiss5o de Estudos 2 da CIT e o
"esqueleto" da nova Recomendac50 E.SQA entretanto desenvolvida e
que se anexam. ]E, o inicio da regulamentac5o destes acordos de modo
`a facilitar a sua negociac50 e consequentemente a sumimplementac5o.</p>
      <p>Tornar-se-h previsivel que face ao aumento da liberalizac5o
do sector, e com o crescente aumento do Poder Negocial dos Clientes,
estes venham a impor aos pr6prios Operadores, que at6 agora punham
e dispunham Nesta mat6rim, os requisitos que necessitam para a
obtencSo do sen Gran de Satisfac50 maximizado.</p>
      <p>Autor da comum-caC_do
NOME : LUIS ]DAD DE SOUSA CABDOSO, Engenheiro</p>
      <p>EM 1970 ingress&amp; na CPBM- MARCONI passando a desempeohar
func6es no Centro de Telecomunicacbes de Lisboa Em 1976 ( oomeado
Chere dosServicos de Coordenac5o e Controlo, cargo Que ocupa ate 1979
altura em que e designado Chere do N6Cleo de Controlo de Qualidade
Eotre 1986 e 1991 desempenha funCSes de Consulter na Divisio de
Planeamento da Bede snpervisionando em mat6ria de gestAo de
encaminhamentos e performance da redo, cargo Que ocupa ate 1992
altura em Que 6 desiguado Bespoosdvel peta Area de Qualidade de
ServiGo da Arem de Neg6cios das Comunica6es de Longa Distcia
funcio quo desempenha nests data A partir de 1985 6 designado Peta
CPRM-MARCONI como sen representante em diversos gropes de
estudos da UIT ( Uniio Interoacional de Telecomonicac6es ), sendo de
salientar:
Desde Man;o 1991 6 Vice Chairman da Quest5o 2/2 - "FACSIMILE
QUALITY"
Desde Junho de 1993 6 Vice Chairman da QuestAo 8/2 - "SERVICE
QUALITY OF NETWORRS"
Desde de 1992 6 esz.dente do O_SDG - "QUALITY OF SERVICE
DEVELOPMENT GROUP". Desde Julho de 1993 e membro do JCG
QOS/NP, orgauizacAo da UIT responsdvel pela coordenaC5o da
actividade dos diversos Grupos de Estudo em materia de Qualidade de
SeniCo e Performance da Bede
Desde 1992 6 representante da CPRM-MARCONI no ETNO na area da
Qualidade de Servico e Desempenho da Rede. Em Janeiro de 1993
chamado a colaborar como monitor em mat6ria de Crime InformAtico no
INSTITUTO NACIONAL DE POLiCIA E CIENCIAS CRUvffNAIS.
Participon no projecto TIES (Telecom Information Exchange Services)
da TIT tendo sido coordenador a nivel mundial de trabalhos
relacionados com a qualidade de Imagen no servico de facsimile e sobre
o desenvolvimento do videotelephone nAo-ISBN" E Presidente do
Conselho Fiscal do CCDRM.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>STUDY GROUP If AND WORKING PARTfES Geneva. 4-14 February 1992</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>Ouestions:8/fl and 11/ff</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-3">
        <title>SOURCE; ASSOCfATE RAPPORTEUR FOR QUESTfON fl/ff</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-4">
        <title>TITLE</title>
        <p>: QUALITY OF SERVICE AGREEMENTS (SQA)</p>
        <p>Customers are increasingly expecting the right to receive a high quality of service. The
right to negotiate the quality of service expected from service providers and/or network operators is
becoming common place. As a consequence, network operators are seeking to develop mutually
acceptable performance standards between themselves. to enable customer expectations to be
met.</p>
        <p>Such operational performance standards should be developed and agreed within a.
common framework, enabling recognized QOS parameter measurements to be incorporated.</p>
        <p>A further requirement of a service qualify agreement should be that it recognizes the
possible conflict between customer, technical and commercial needs when viewed as operating
between:</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-5">
        <title>a) participating service providers</title>
        <p>and</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-6">
        <title>b) service providers and end customer.</title>
        <p>To facilitate the study of the content and operational requirements for such agreements,
the framework attached is proposed for further study in the future Study Group II Service Quality</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-7">
        <title>Question.</title>
        <p>) ')
L
Draft Rec E$QA</p>
        <sec id="sec-3-7-1">
          <title>Dafini6on of a ServiceQuality Agreement (SQA) A bi-or multi- lateralServicequality agrecmentbetween telecommuniations operatorsand/or servia providers.</title>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-2">
          <title>PurpOH Of A $QA</title>
          <p>Toassisfnetworkoperatorsandlor servia providersWexchange
appropriatqeualityparformana informationwarecognisedcommon
standard.</p>
          <p>Toprovideareasoned methodtomonitorthedifferencesbetweena service
usu's expectationsanda Serviceprovtder'5performance.</p>
          <p>Toprovidethebaseinformation nea5sary tO prioritiseand devalop joint
qualityimprovementinitiatives.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-3">
          <title>Scope of a $QA</title>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-4">
          <title>Content of a SQA</title>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-5">
          <title>Dmust be serviceand/or produa sped6c</title>
          <p>- mutuaily agreedwith respect tOcriteriaand parametersCi.e.within
thecapabiiitiesof each contributor)
-. SWtemanfOf itSApplicAdOn
- Statementof itslimitationsCi.e.confinedto=pacts associatedwith
serveabiiity)</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-6">
          <title>Objectives(currentand!uture)</title>
          <p>ParamewrsChow,what &amp; when do we measureand basis of each)</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-7">
          <title>Targets(currentand future) " InformadonTransferPrOofrma (hOw,what &amp; when)</title>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-8">
          <title>Supportmgterminology(termsanddcfmidom) SQA administrationprocess(control,reviewperiod managing qoality improvementinitiatives)</title>
          <p>lTff - Telecommuniralfon StandardiTllfOn Sector
2/ 2-37-E</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-7-9">
          <title>STUDYGROUP2</title>
          <p>_________________________
Genew 22-31 Match1994
Documentaddnamedto: WP 2/2</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-3-8">
        <title>Quesfton(s): SA/2</title>
        <sec id="sec-3-8-1">
          <title>SmMk ReppcrteurQBof2</title>
        </sec>
        <sec id="sec-3-8-2">
          <title>English</title>
          <p>nuc Proposed Draft Rec LSQA - homework for Servfa Quality Agreemento</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-8-3">
          <title>Geneal Pdndplu</title>
          <p>14</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-8-4">
          <title>Introduction</title>
          <p>The foHowingcontributionwas developed at the91112 meeting hosted in
Bncknclf UK, 1-3February1994. Its pmpnsas areintendedto provide demit
on the key topfa thatrequirefurtherstudy and deflnf6on in order that o
Recommendadoncanbe developed.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-3-8-5">
          <title>BackgroundInformoNoo</title>
          <p>Customersatisfactionsurveys, of majorinternational&amp;nationai
telecommunicationwars. repeatedlyshow thatservia wars now expect the
right to negotiate tailoredservia level agaements with the servfa providcr.
In ordcrthat a `Quooff$xetryvia (Qoff)agreementcan be provided by e
soma providerto a user. it is necessarythat:
a) themeasuredperformancpearameterasmuniversellyunderstood
and accepfeda,ndderivedfrominterna6onaifdyeveloped
deflnftions.
b) the agreementacknowiedgesthe potendalconflict between
commercal and customerneeds. when viewed es operating
between thc partidpatmgadlinistra6ons and the controlling
otion and its contractedend user.
Sot,,</p>
          <p>S .erefaQuality Agreement(SQA)Decampment Pdndplu
A SQA must be seen as a valueaddmS devie mat provida all
parfidpantswitb c annyle metbod to moniWrandunprove end`toend
servicequality, To ensurematSQAscomma a reoogmsedway of aasistm8
mis ?rooms, some Imyprindples need to be moorporatedtluou8bout weir
development and operation namely:
- Keepit mnple to undentand and operate
- Keep it customer moms</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
  </body>
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