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      <title-group>
        <article-title>PANORAMA DA NORMALIZAC0 NO SECTOR'BAS TELECOMUNICACOES</article-title>
      </title-group>
      <fpage>71</fpage>
      <lpage>87</lpage>
      <abstract>
        <p>As actividades de normalizae;io no sector das Telecomunicac6es, em Que o Institute das Comunicac6es de Portugal 6, a nivel nacional, o organismo responsdvel por proceder s onrmslizsc5o de materiais e equipamentos, representam presentemente ams :ire&amp;em francs expansAoms Europa. Esta expansio devese A reconhecida import5ncia de Que se reveste hoje o desenvolvimento e o reforco da normali'zac5o europeia em todos os sectores, quer para o funcionamento erect(Va da legislac5o comunit:iria (Directivas com "refer6ncia a normas" e Directivas no dominio dos "mercados pnblicos"), quer para a promoc5o de um ambiente t6cnico integrado de interesse para as actividades industriais.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. INTRODUCA-0</title>
      <p>..
~
das telecomunicac6es, a nivel internacional e, sobretudo, europeu. Sent esquecer as
medidas jA tomadas atrav(s do Decreto-Lei n.o 234/93, de 2 de Julho, para a
melhoria das estruturas do sistema o6cial portugu&amp;s para os assuntos da
quatidade (Sistema Portugu&amp;sda Qualidade), em cuja organizac5o Esta contido o
Subsistema da Normalizac5o, 6 no entanto ao TCPQue compete, por via das suas
atribuic6es legals quanto a normalizac5o e no quadro do Protocol. de CooperscAo
no Dominic da Normalizac5o no Quadro do Sistema Nacional de Gest5o da
Qualidade entre o TCP e o TPQ, tomar as medidas especfffcas no sector das
Telecomunicac6es, de forma harmonizada com o SPQ, no qual se encontra
enquadrado.</p>
      <p>No presente documento 6 apresentado um panorama da normalizac5o no
sector das telecomunicacBes, com enfoque sobre as activfdades desenvolvidas a
nivel europeu e do enquadramento de Portugal nestas actividada.</p>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>2. A ORGANIZACA-0 DA NORMALIZACA-O EUROPEIA</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2.1 A ESTRUTURA EUROPEIA DENORl\4ALIZA0</title>
      <p>Os Organismos Europeus de Normalfzac8o - CEN, CENELEC e ETSI
constituem actualmente os tr pilares da estrutura europeia de normalizac5o nos
diferentes sectors de actividade.</p>
      <p>Inicialmente. a criac5o de organizac8a europeias de normalizac5o fol, por
um lade, um meio de assegurar urns implementacAo mais eficaz das normas
intemacionais por parte dos organismos de normalizac5o nacionais na Europa e,
por outro lado, teve come objectivo harmonizar as normas nacionais divergentes
ou preparar normas quando n5o existiam nenhumas. Em 1961, fol criada uma
associac5o de organismos nacionais de normalizac5o, a nivel europeu, dos paises
da CEE e da AECL, o Comit6 Europeu de Normalizacio (CEN), seguindo-se, em
1962, a criac5o de uma organizac5o similar para a Area electro[6mica
(CENELCOM, que se transformou no CENELEC em 1973).</p>
      <p>Uma caracterfstica importante e distinta de ambas as organizaC6es era que
as suas decis6es sobre normas europeias commas, uma vez adoptadas. se tornavam
vinculativas para os estados-membros que as tinham votado. Fora da drea
limitada coberta pelo trabalho comum de normalizaC5o, os organismos nacionais
continuaram a daenvolver as suas pr6prias carnies independentemente.</p>
      <p>Actualmente, a estrutura do CEN e do CENELEC 6 a de associac6es de
organismos nacionais de normalizacAo on de comitks electrotkcnicos, Que t8m a
uItima palavra em todas as quest6es relacionadas com a actividade de
normalizac5o a nivel europeu. O orcamento de cada organizacko europeia 6
votado pews membros nacionais, hem coma os sens regulamentos internos,
programas de trabalho e decis6es quanto A distribuic5o de recurses. Em contraste
com o Que acontece a nivel nacional, os 6rgAos dirigentes do CEN n5o incluem
qualquer representaCAo directs de outros interesses al6m dos de entidades
pro6ssionais de norma3izac5o (tats coma autoridades publicas. fabricantes ou
outros utilizadores de normas), embors o CENELEC esteja estreitamente
associado a ind6stria electrot6cnica e nomeie industrials para alguns dos sens
cargos.</p>
      <p>Em 1987, no seu Livro Verde sobre o desenvolvimento de uma politica de
telecomunicac6es comunitdria, a Comiss5o Europeia prop6s Que o
desenvolvimento de especifxcaG6a harmonizadas fosse acelerado atrav6s da
criacAo de um novo organismo europeu de normslizac5o. Em resposta, os
membros da ConferSncia Europeia das Administrac6es de Correios e de
Tetecomunicac6a (CEPT) decidiram criar um tat organismo, que representa urns
mudaaca radical us abordagem da normalizac5o europeia, na medida em Que
estabetece a participacAo directa, a Rivet europeu, de todas as parses interessadas
no trabalho de normalizacAo, em Ingar da representac6o atrav6s de delegac6es
nacionais che6adas petos organismos de normalizac5o.</p>
      <p>O CEN (Comit6 Europ6en de Normalisation) 6 um organismo de
normalizac5o multi sectorial, responsdvel pets preparac5o de normas europeias
em todas as dress, incluindo a Areados Sistemas de Processamento da Informsc5o.</p>
      <p>O organismo Que Ihe corresponde em termos de actividade a nivel
internacional 6 a ISO (International Standards Organization).</p>
      <p>2.2 CEN</p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>2.3 CENELEC</title>
        <p>O CENELEC (Comit6 Europ6en de Normalisation Electrotechnique)
prepara as normas europeias no dominio electrot6cnico em Berni, incluindo alguns
assuntos de interase para as telecomunicac6a, tratados no Ambito dos segnintes
comit6s ttcnicos (TCs):</p>
        <p>TC 46X</p>
        <sec id="sec-2-1-1">
          <title>Communication cables</title>
          <p>Requirements for a telecommunication connector for the</p>
          <p>of IT equipment amongst each other and to broadband
2.4 ETSI</p>
          <p>O ETSI (European Telecommunications Standards Institute) prepara as
normas europeias no dominio dos servicos e produtos de telecomunicac6a.</p>
          <p>O organismo que Ihe corresponde em termos de actividade a nivel
internacional t a XTU (International TelecommunicationsUnion).</p>
          <p>O ETSI, criado em 1988 na sequSacia das recomendac6es do Livro Verde
da Comissiio sobre o desenvoivimento de uma politica de telecomunicac6es
comunitdria (1987), foi o L:iltimoorganismo a ser, recentemente o6cialmente
reconhecido (Decisio da Comiss5o 92/400/CEE. de 12 de Julho de 1992, que altera
os Anexos a Directiva do Conselho 83/189/CEE) Consequentemente as Normas
Europeias de Telecemunicac6es (ETS) do ETSI t&amp;mdesde ent5o o mesmo estatuto
das Normas Europeias (EN) do CEN e do CENELEC.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>P\vfncipz.ose Funcionamento</title>
        <p>A criac5o do ETSI, em Marco de 1988, obedeceu aos seguintes princfpios:
- Maier rapidez na elaberacAodas normas (ao contrdrio do Quese passava
com a elaboraC5odasanti&amp;as Recomendac6esCEPT). Pam o efeite foi introduzido
o conceitode Equipas de Projecto (PTs).</p>
        <p>As Equipas de Projecto destinam-se essencialmente a reunir um sum:irio
das quest6es t6cnicas num dnico documente que n5o d&amp;particular vantagem a
uenhuma soluc60 nacional especifica.</p>
        <p>- M6todo da votac5o nacional ponderada, correspondente ao do Tratado de
Roma (Attigo 148), em vex do m( todo do consenso, anteriormente utilizado.</p>
        <p>A major pane das normas europeias de telecomunicac6es sAo urgentes. N5o
possivel, neste caso. gastar-se muito tempo a tentar chegar a um consensoL
atk um projecto de norms ser levado a debate pdblico.</p>
        <p>Os participanta` nio devem ser apenas as administrac6es de
telecomunicac6es, mas (Arnhem &amp;ind6stria, os aper&amp;dares de redes pnblicas. os
utilizadores e alguns organismos de investigaC5o e desenvolvimento.</p>
        <p>O ETSI tern actualmente cerca de 350 Membros e 65 Observadores,
representando administrac6es das telecomunicac6es, operadores das redes
pdblicas, fabricantes e outras organizac6es.</p>
        <p>A Comiss5o Europeia e o Secretariado da AECL tarno estatuto especial de
Observadores.</p>
        <p>0 trabatho de normalizac5o do ETSI ( !evade a efeito principatmente pelos
Comit e Sub-Comitks T6cnicos, que se baseiam na participac5o volunt:iria dos
Membros do ETSL Qualquer Membro tern dire(to a ester represent&amp;do nestes
corn((6s.</p>
        <p>Contudo, quaudo em certas dress de normslizacSo 6 necess:irio acelerar o
trabatho, recorrese, para o efeito, as Equipas de Projects Nas instalac6es do
ETSI, em Sophia Antipolis (Franca), encontram-se vdrias Equipas de Projecto a
trabalhar de acordo com os Termos de Refer&amp;Reinestabelecidos pe!a Assembleia
Tmica do ETSL</p>
        <p>Cada Equips de Projecto 6 constituida em media par 5-6 t6cnicos
trabalhando a tempo inteiro on a tempo parcial.</p>
        <p>Note se que todos os grupos tkcnicos do ETST.isto 6. os Comitds Tcnicos,
os Sub-Comit T6cnicos e as Equips de Projecto, trabalham directamente a nivel
europeu. N5o 530, pois, constituidos por comiciisnacionais.</p>
        <p>A produc5o de normas do ETSI tern sido muito notavel. Desde a criac5o do
ETSI e ate ao final de 1993 foram produzidas 255 normas.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-3">
        <title>Objecnvo das No,mas Europeias de Telecomum.caqBes</title>
        <p>As normas europeias de teiecomunicac5es s5o importantes para Os
seguintes objectivos a screWalcancados no espaco do Mercado nico Europeu:
C0Rm50
pmposu
d def&amp;Didopcla ISO coma a an!sieacia de oposic5o cons&amp;ante a urns determinada
- [ntero eracionadude</p>
        <p>das redes</p>
        <p>As normas desempenham um papel muito importante na garantia de Que
as redes de telecomunicacBes (publicas on privadss) podem trabalhar em
conjunto. Cube aqui mencionar que muitas normas, que par de6nic5o ska
voluntaries. cont&amp;m varies especi6cac6es de caracteristicas tdcnicas que, em
termos pmficos, ska obrigat6rias.</p>
        <p>- Livre circulac5o de bees e servicos</p>
        <p>Teoricamente, poder-se ia introduzir a Byre circulac50 de produtos e
serviCos de tetecomunicac6es sem que existissem normas. No entanto, neste caso
coffer-se is o risco de alguns paisa poderem recusar a importac5o de certos tipos
de equipamentos, com base em argumentos t6cnicos e de seguranca forjados para
o efeito. Se, par outro ludo, o fornecedor on prestador de um produto ou servi;o
puder provar a conformidade cum normas, enUo a livre circulac5o Heard mais
assegurada.</p>
        <p>- Liberalizac5o</p>
        <p>A liberaliza(!;:6o do sector das telecomunicocaes significa que os
compradora podem adquirir os seus produtos e servicos Dude quiserem. A livre
circulacio de produtos e servicos 6 necess:iria para a concretizacAo da
liberalizac5o. Cousequentemente as normas tamb6m desempenham um papel
importante em reIaCADa liberalizacio.</p>
        <p>- Celebmc5o de contratos de direito pdblico_
("Aquisic6es p6blicas")</p>
        <p>Apesar da liberalizac5o, parta substanciais da infra-estrutura de
telecomunicac6a serge exploradas por organismos p6blicos on semi-publicos.
Neste caso a celebracio de contratos de direito p6blico k da maier import5ncia. De
modo a ser evitada a protecc5o das inddstrias nacionais, ( necessdrio
estabelecerem-se regras que assegurem que os fabricantes estrangeiros tam
possibilidade de fornecer os seus produtos. Mats uma vez as normas 550 o
instrumento que garante que as "aquisic5es publicas" 550 efectuadas de maneira
corrects e transparente</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-4">
        <title>Estatuto Legal das Norma ETSI</title>
        <p>As normas preparadas pelas Equipas de Projecto e Comiss6esT6micas do
ETSI lam do sor aprovadas pols Assemblois T6mica do ETSI para adquirirem o
estatuto do ETSs (Normas Europeias do Tolocomunicsc6es). Estas normas s5o
voluntsrims. Contudo, om acordo com o TRAC (Technical Recommendations
Application Committoo), da CEPT, o ETSI tamb6m acoitou produzir o cantoudo
t6cnico das Rogras Tkcnicas Comaus (CTRs), do cumprimonto obrigat6rio.</p>
        <p>0 tipo do document. produzido polo ETSI para osto rim dosigna-so TBR
(Technical Basis for a Regulstion).</p>
        <p>A decisiio do olaborac5o do urns CTR cave a um comit6 do car:ictor
consultivo da Comiss5o Europois. o ACTE (Approvals Committee for
Telecommunications Equipmont), composto por roprosontantos dos
Estadosmombros o praidido polo representante da Comiss5o. Ap6S ossa docisdo 6
solicitado ao TEAC quo olaboro o "scope statement" da TEE, Darn eavio ao ETSL</p>
        <p>Seguidamonto, o ETSI onvis a TEE ao TRAC, quo a analisa no aspocto
tomica, aprova o prop6e modidas administrativas ao ACTE (por oxomplo, per/Odo
transit6rio, ontrada om vigor, etc.)</p>
        <p>rode pois dizer-se quo o ETSI continua apenas s produzir normas
voluntdrias. For outro lado, contribui para a nocashria produc5o das
ospoci6cac6es obrigat6rias. Mas 6 o ACTE quo transformard om CTR o
documento para ease fin produzido polo ETSI (isto 6. a TBR), modianto a adic5o
do clausulas das Directivas da Comunidado.</p>
        <p>00 acordo ostabolocido ontre a CE, o TRAC o o ETSI relativamento a
produc5o do CTEs dove sor ontondido como urns aplicac5o especial da Nova
Abordagom (dacrita us Eaoluc5o do Consolho do 7 do Main do 1985, 85/C
136/01), Segundo a quai a refer&amp;acts As normas volunthrias fol acoito como um
m6todo adoqusdo do dar oxpress5o t6cnica nos roquisitos ossonciais das Diroctivas
da Comunidade</p>
        <p>As normas do ETSI antes do sorom emitidss 550 aprovadas o
implomontadas do scordo com um procodimonto quo rospoits os principios &amp;orals
da normaiizac5o, isto 6. per(Ododo "standstill", inqu6rito p6blico. aprovac5o par
votac5o nacional pondorada o outros procedimontos nacionais (transposic5o, otc.).
Os organismos nacionais do normalizacAo daomponham nests rinse um papal do
grande import5nciao
, '</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-5">
        <title>Programa de Trabalho</title>
        <p>O programa de trabalho do ETSI (EWP, ETSI Work Programme)
constituido por dots tipos de itens:
- itens miscel5neos (Prenormalizac5o)
- itens para edicAo(Normalizacio)</p>
        <p>EWP 6 continuamente actualizado pelo Secretariado do ETSI. As
actualizac6a sAoapresentadasa cads Assembleia T6cnica para aprovac6o. Cada
Ootono, o ETSI publica uma vers5o redozida da revis5o do EWP. Ap6s a
Assembleia Tkcntea de Outono, 6ca tamb6m disponivel urns vers5o completa do
EWP. Este documento, com Ceres de 1500 p:iginas, consta de 3 partes
fundamentais:
- itens de trabalho em preparac5o nos Comit6s e Sub-Comites Tcnicos
(TC/STCs)
- itens de trabalho fomecidos pelos TCs ao Secretariado do ETSI para
votaciio/inqu6rito publico, etc.
- itens de trabalho abandonados(n5o coocluidos)</p>
        <p>A- lists de itens de trabalho cooduidos, isto 6 dos itens para edic5o
publicados, consta de um Catdlogo de Documentos do ETSI (ETSI Reference
DocumentsCatalogue).</p>
        <p>O Programa de Trabalho do ETSI 6 levado a efeito pelos 12 Comit6s
T6cnicos do ETSI (TCs), pelo Comit6 Conjunto ETSI/EBU e pela ECMA. Cada
comic&amp;trata de urnsdrea especi6cadas telecomunicac6es.</p>
        <p>O trabalho mats pormenorizado, isto 6, a redacc5o das normas, o
estabelecimeoto dos prazos, etc, 6 fetto pelos Sub-Comitks Tkcnicos. Os
SubComit6s s5o tamb6m responshvetspelasEquipas de Projecto, as quais executam as
redacc6estecnicasde normas complexsse que oecasitam major urg&amp;ncia.</p>
        <p>As Equipas de Projecto constituem ams ferraments importante para a
acderac5o do processo de normalizac5o quando existe um item de trabalho que 6
vital Que avance ou Que se encontra no caminho critico para a condus5o de um
projecto.</p>
        <p>Logo Que um projecto de norma 6 aprovado pelo Comite Tcairn, 6
enviado ao Secretariado do ETSL</p>
        <p>0 Departamento de Gest6o do Programs de Trabalho e o departamento do
Secretariado do ETSI encarregado da preparac5o e manutenc5o do EWP. Esta
preparaC5o, feita em cooperac5o com os Comit6!; T6cnicos do ETSL indui a
coordenac5o com organismos externos, e uma estreita cooperac5o com a CE e com
a AECL. Este departamento estd encarregado do estabelecimento e apoio das
Equipas de Projecto, e 6 responsdvel no ETSI pelo estabelecimento e gest5o dos
mandatos da CE e da AECL.</p>
        <p>Quando os Comit T6cnicos chegam a acordo sobre os projectos de
normas e esta sAo recebidos veto Secretariado do ETSI, o Departamento de
GestAo de Normas passa a execuc5o dos procedimentos de aprovac5o, etc. As
actividades deste departamento incluem a ligac5o com os Organismos Nacionais
de Normalizac6o, a trausposic5o nacional das normas, etc.</p>
        <p>Em Junho de 1992, durante a 152 Assemblel.a T e.en,.ca do ETSL fo.l fundado
o Programme Advisory Committee (PAC), um grope especial com o objectivo de
avaliar, numa perspectiva de mercado, o Program&amp;de Trabalho do ETSI e a sua
implementaC5opelos TC/STCs e/ou PTs. e atribuir prioridada ao EWP seguindo
uma an:ilise .'topdown". 0 PAC 6 constituido por 30 representantes dos
fabricantes, dos operadores de rede dos uOlia&amp;dorese das administrac6es, e a sua
Presid&amp;Delatern sido assegurada desde o inicio pelos TLP.</p>
        <p>Tendo em vista propor linhas de orientac5o a Assembleia Tkmica sobre as
prioridades de normalizacAo, o PAC de6niu Areas, nas quais est5o contidas os
Itens de Trabalho de Normaliasc5o. Cada urns destas Areas pertence a uma cert&amp;
Categoria Que Indies qual a situacAo corrente do respectivo trabalho de
normalizacAo (manutenc5o de normas existenta, normas em desenvolvimento
apenas no ETSI, novo trabalho de normalizacio,. etc.).</p>
        <p>Os indicadora mats importanta Queo PAC fornece s5o as Prioridades e as
Datas de Conclus5o do trabalho de normalienc5o das Areas. Para o
estabelecimento das Prioridades, o PAC entra, por um lade, em linha de cont&amp;
com as Categorias, e por outro, com as exig&amp;nciasde mere&amp;do, disponibilidade de
tecnologia, aspectos regulat6rios, etc</p>
        <p>Na 19&amp; Assembleia Ttmica do ETSI, realizada em Marco de 1994, foi
tomb(imlrequerido Que o PAC viesse a preparar recomendac6es sobre o Eran de
profaudidade necessarioda nermalizac5e.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-6">
        <title>2.5 COOPERA0</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-7">
        <title>CEN\CENELEGETSI</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-8">
        <title>Joint Presidents Group (JPG)</title>
        <p>Os tr Organismos Europeus de NormalizacAo trabaJham em estreita
cooperacio. As quest6es de preocupac5o mlitua relativas a gest5o e organizac6e
s5o discutidasno quadro do JPG (Joint PresideatsGr oup).</p>
        <p>O JPG funciona como um forum para a compreensAo das quest6es
estrat6gicasdo 5mbito da aormalizac5o europeia e para a preparac5o de acordos
comuns em :ireas que constituem preecupac5o comum dos tr8s organismos.
Constitui um poato fecal de didlogo com a CE e com a AECL.</p>
        <p>Os elemeatosprincipais do JPG 580 os presidentesdo CEN, do CENELEC
e do ETSI, assistidospelossenschefesexecutivos.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-9">
        <title>Joint CoOrdinan.on Group (JCG)</title>
        <p>O JCG responde directamente ao JPG. E um grupo tripartido que
coordena o trabalho de normalizacAo em :ireas de sobreposic6o do CEN,
CENELEC e ETSI, A excepc5o dos assuatos relativos As tecnologias da
informacio, os quais s5o do 5mbito do ITSTC (Information Technology Steering
Committee).</p>
        <p>O JCG trata dos cases em que duraute a lase preparat6ria do trabalhe
t6cnico,050 6 slcancadoacordo entre oscemitesem causa, atrav6s dos respectives
secretariadoscentrais.</p>
        <p>Os elementos principais do JCG s5o os presidenta dos Conselhos ou
Assembleias T6micas de cads um dos Organismos, assistidos pelos funcion:irios
respons:iveispelosseos secretariados.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-10">
        <title>Information Technology Steering CommL"tte(eITSTO</title>
        <p>0 ITSTC est&amp; incumbido pelo JPG de identificar os assuntos de maier
complexidadede normalizacio no dominio das tecaologias da informac5o e de os
distribuir ao orgaaismo denormalizacio apropriado.</p>
        <p>A func5o do ITSTC 6 contribuir para a obtencio de um programa de
normalizac5o coerenteno dominio das tecnologiasda informac5o, tendo em toda a
considerac5eas actividades internacienais.</p>
        <p>O ITSTC 6 constituido por delegac6a designadas pelos tr Organismos</p>
        <sec id="sec-2-10-1">
          <title>Europeus de Normatizac5o.</title>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-2-11">
        <title>Metodologia de Trabalho Conjunto</title>
        <p>Os tr6S Orgaaismos Europeus de NormalizacAo adoptaram. atraves do
JFG. uma metodoLogia de trabalho em 5 Modatidades que especifica as regras
b:isicas para a cooperacAo tkcaica ea produc5o de aormas europeias. Coaforme a
aatureza de cada project. de aormaLizaCAoo,s tr&amp;sOrgaaismos escolhem uma das
seguiates Modalidades de trabatho:
- Modatidade I: Relacioaameato laformativo
Cada orgaaismo toma coata iateirameate de uma Area especi6ca de
aormaLizaC5o e ma&amp;tern iaformados os outros orgaaismos sobre o
aadameato do trabalho.
- Modalidade 2: Relacioaameato Coatributivo
Um dos orgaaismos assume a lideraaca do projecto de aormalizac5o e os
outros orgaaismos produzem coatribuic6a escritas duraate o
daeavoMmeato do trabatho, quaado apropriado. Este relacioaameato
facial tambkm a troca completa de iaformax;:6o.
- ModaJidade 3: Relacioaameato por Sub-coatratac5o
Um dos orgaaismos 6ca iateiramente iacumbido da preparac5o da aorma,
mas parte do .trabalho 6 sub coatratado ao(s) outro(s) orgaaismo(s) de
aormaLizac5o. O iaqudrito pdblico 6 coadnzido peJo adjudicatdrio
priacipal.
- Modalidade 4: Relacioaameato Colaborativo
Nesta modaLidade, um dos orgaaismos flea com a lideraaca. mas as
reuai6es de trabalho tSm a preseaca de observadores dos outros
orgaaismos. Estes observadores tam direito a iatervir 00 debate, mas 050
t"&amp;mdireito a voto.
- Modalidade 5: Relacioaameato lategrado
Nesta modalidade, a produc5o das aormas flea a cargo de um gruPo de
trabalho coajnato ao qual cada um dos orgaaismos particiPa em P6 de
igualdade 0 trabalho do grupo flea sujeito a procedimeatos coajuatos. Que
incluem o principio de um voto por pals.</p>
        <p>No imbito dos acordos de trabalho conjunto dos tr6s organismos, alguns
dos desenvolvimentos mats recentemente registados, com impacto nus
telecomunicac6es, dizem respeito a:
- Identi6cac5o automdtica de veiculos no sector ferrovidrio (ETSI e CEN)</p>
        <p>M6todos de medic5o do dominio das radiocomunicac6es (ETSI e
CENELEC)
- Cart6es inteligentes: aspectosrelacionadoscom telecomunicac6es
(ETSI e CEN)</p>
        <p>Al6m disso, o Secretariado do ETSI participa, com o estatuto de
Observador, morn Conselho T6cnico Sectorial do CEN, recentemente formado,
sobre TecnoJogiasda Informac6o.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-12">
        <title>3. A ORGANIZA0</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-13">
        <title>DA NORMALLZACAO EM PORTUGAL</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-14">
        <title>3.1 0 ORGANISMO NACIONAL DE NORM4LIZACA-O</title>
        <p>Em Portugal. o Organismo Nacional de Normalizac5o 8 o Instituto
Portugu&amp;sda Qualidade (IPQ). A representac5o de Portugal maISO, no CEN, na
IEC e no CENELEC 6 assegurada pelo IPQ.</p>
        <p>O fPQ Rio 6 membro do ETSI, mas tern um papel. importante na
realizac5o dos inqu6ritos pdblicos e votac6a nacionais dos projectos de normas
deste organismo europeu de normalizac6o. 0 IPQ 6 a entidade nacional com a
responsabilidade exclusiva peta realizacAo do "standstill" , inqu6rito Pdblico,
de6nic5o do voto nacional e transposic5o. a Que Serefere o Artigo 140 das Regras
de Procedimento do ETSL O IPQ tern, emtreoutros, acordos estabelecidoscom o
ETSI para a edic5o e venda dasnormas.</p>
        <p>Esta em curso o estabelecimento da Jiga65ovia satuite entre o IPQ e o
ETSL no 5mbito do programa RISE (Retrieval and Interchange of Standards in
Europe), o Que ird representar no futuro um passo importante no desenvolvimento
das actividades de normalizac5o no nosso PaIs.</p>
        <p>A nivel nacional, o sistcma o6cial para Os assuntos da qualidade e o
Sistema PortuguSs da Qualidade no qual est&amp; comtido o Subsistema da
',.</p>
        <p>O IPQ ti!responsavel pela unidadc de doutrina e acc5o do SPQ, sua gest5o e
promoc5o do sen desenvolvimento conceptual e organizativo.</p>
        <p>Anteriormente A publicacAo do Decreto-Lei n.' 234/93, de 2 de Julho, o
Sistema Portugu6s da Qualidade designava-se Sistema Nacional de GestAo da
Qualidade (SNGQ). Embora o SNGQ viesse a demonstrar uma adequada
capacidade de ajustamento a significativa evoluc5o verificada nos dominios da
qualidade a nivel internacional e, sobretudo, europeu, as autoridades nacionais
consideraram importante actualizd-lo, par forma a comtemplar melhor o actual
enquadramento e as aZterac6esinstitucionais entretanto verificadas. No
DecretoLei n.o 234/93, que pretende, para este fim. melhorar a estrutura do sistema oficial
portugu6s para os assuntos da qua|Made estio contempladas praticamente todas
as observac6a e sugest6es que foram apresentadas pelo ICP durante a sua
preparacAo.</p>
        <p>No 5mbito do Sistema Portugu&amp;s da Qualidade, o Subsistema da
NormalizacAo visa apolar a elaborae;iiode normas e outros documentos relativos
ao Subsistema, de imbito nacional, regional e internacional.</p>
        <p>O Subsistema da NormalizacAo 6 gerido pelo IPQ, enquanto organismo
nacional de normalizacAo. com a colaboracio dos organismos com func6es de
normalizacAo sectorial sempre que estejam em causa mat6rias relativas nos
respectivos dominios de actuacio.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-15">
        <title>ORGANISMOS COM</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-16">
        <title>FUNCO-ES DE</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-17">
        <title>NORMALIZACA`-O 3.2</title>
      </sec>
      <sec id="sec-2-18">
        <title>SECTOIffAL OS</title>
        <p>Em Portugal, os Organismos com Func6es de Normalizac5o Sect.rial nos
dominios "Computadora e Processamento da Informac5o", "Electrotecnia" e
"Telecomunicac6es" s5o, respectivamente:
- Institute de Informatica do Minist6rio das Financas (IIMF)
- Institute Electrot6cnico Portugu6s (IEP)
- Instituto das Comunicac6es de Portugal (ICP)
.3.3]IMF
O IIMF, na qualidade de Organismo com func6es de Normalizac5o
Sectorial que coordena comiss6es t6cnicas portuguesas, acompanha a actividade
normative portuguesa que se daenvolve em paraldo com os trabalhos do comite
tdcnicoconjunto JTC 1 (Tecnotogias da InformacAo) da ISO e da IEC.</p>
        <p>0 acompanhamento dos trabalhos de normatizac5o que tern sido feito pelas
Comiss6es T6cnicas portuguesas do IlMf? (em ndmero de sete) consiste
essencialmente na apreciacio e votac50 dos documentos com origem em apenas
alguns sub- comit6s do ISO/IEC JTC 1 e A perticipacio em atguns dos seus grupos
de trabalho. No 5mbito da terminotogia informdtica tern vindo a elaborar as
vers6es portuguaas das outruns internacionais produzidn neste 5mbito, as quais
constituem as diferenta parta da NP 3003.</p>
        <p>3.4 JED
0 IEP g O Organismo com func6es de Normalizac6o Sectorial responsAvel
pets actividade normativa nacional daenvotvida no sector electrot6mica. Coma
tat, faz o acompanhamento dos trabalhos daenvolvidos por um elevado n6mero
de comit6s Ltnicos da IEC e do CENELEC. Pam o cretin, o IEP coordena v:irias
Comiss6a Tbcnicas Electrot6cnicas portuguaas a maior parte deJas activas, cuja
principal rondo 6 a apreciado e votaq;!6odos documentos oriundos dos comit6s
t6cnicos da IEC e do CENELEC.</p>
        <p>As comiss6es tkcnicas do IEP ocupam-se minds de uma grande variedade de
outros trabalhos, coma sejam a traduc5o o6cial dos titulos de normas europeias, a
traduc5o de algumas dasas normas, a elabomCio das normas ponuguesas de
Terminotogia Electrot6cnica correspoDdent6 aos respectivos capitutos do VET
(Vocabuldrio Electrot6cnico Internacional) da IEC, etc. 0 IEP assegura o
secretariado de muitas das suas comiss6es t6cnicas, e em alguns casos a respectiva
presidSncia
3.5 ICP
0 Instituto das Comunicac6a de Portugal 6 o Organismo com Func6es de
Normalizac5o Sectorial no dominio das Telecomunicac6es. Coma tat, procede, em
cotaborac5o com outros organismos, A normalizac5o de materiais e equipamentos
usados nas comunicac6es.</p>
        <p>0 TCP 6 membro do ETSI e da ITU na sua qualidade de organismo da
Administrac5o P6blica. Coma tat, chefia a detegaC5o nacionat As Assembleias
Geral e Tkmica do ETSL e As ConferSncias e Assembleias da ITU. Aleut disso,
participa em alguns trabathos dos dots organismos.</p>
        <p>Com a entrada em vigor, em Novembro de 1991, do ProtocoJo de
Cooperac5o no Domioio da NormalizacAo no quadro do SNGQ (hoje designado
SPQ) entre o IPQ e o ICP, fol transferida pam o ICP a coordenac5o dos
secretariados das Comiss6esTcnicas Portuguesas de Normalizac5o da area das
telecomunicac6es ate ent5o em funciooamento no Instituto EJectrotecnico
Portugu&amp;s.</p>
        <p>No quadro date Protocol.. a actividade do ICP resume sea responder aos
pedidos de parecer do IPQ (ioduindo, no casode documentos do CENELEC, a
traduc3o oficial dos titulos de documeotos em apreco) sobre os documentos
normativos provenieotes dosseguiotesorganisms:
- IEC, da Area dasRadiocomunicacSese dasPerturbac6es Radioel6ctricas,
- CENELEC, da Area das Telecomunicac6es,</p>
        <p>ETSI (em reJacio a cujos documentos o ICP 6 obrigatoriamente
consultado polo IPQ para efeitos de de6nic5o do voto nacional, da sua
respoosabilidade exclusiva. cooforme estabelecido no Artigo 140 do
Regulamento inferno do ETSI).</p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-19">
        <title>4. CONCLUSA-0</title>
        <p>O prop6sito date documento, conformo referido na sua introduc5o, era
apenas o de aprueotar um panorama da~normalizac5o. ~</p>
        <p>Espero cootudo quo contribua para cadaum tirar a sua pr6pria cooclus5o.</p>
        <p>Pessoalmente este exercicio permitiu-me tirar muitas concJus6es,cuja
apresentac5o sai fora do objectivo do presente documento, mas em "reJac5oas
quais Geoao disp6r para contribuirem para a discuss5o.</p>
        <p>No entanto, 030 deixarei de apresentar uma conclus5o resultante da minha
opini5o pessoal. O desafio da normalizac5o dirige Se a todos n6s. E uma
experiSnciagrati6caote tomar parte na respostaa ate desa6o.</p>
        <sec id="sec-2-19-1">
          <title>ACTE AECL CE</title>
          <p>CEE
CEN
CENELCOM
CENELEC
CEPT
CT
CTR
EBU
ECLMA
EMC
EN
ETS
ETSI
EWP
ICP
IEC
IEP
IPQ
ISO
IT
ITSTC
ITU
JCG
JPG
NP
PAC</p>
        </sec>
        <sec id="sec-2-19-2">
          <title>ANEXO A. SIGLAS</title>
          <p>Approvals Committee for Telecommunications Equipment
Assaciac"5oEuropeia de Com6rcio Livre
Comissio Europeia. Comunidade Europeia
Comuaidade Economics Europeia
Comit6 Europ6ea de Normalisatioa
Comit6 Europ6ea de Normalisation Electrotechnique des Pays du
Marchk Commun
Comit6 Europken de Normalisatioa Electratechnique
Conf6rence des Administrations Europkennes de Pastes et
TkIkcommunications
ComissAoTecnica
Commoa Technical Regalatiaa
European Braadcastiag Union
European Compaters Manufacturers Assaciatiaa
Electromagnetic Compatibility
European Norm
European Telecommunications Standard
European Telecommunications Standards Institute
ETSI WorkProgramm
lustituto das Camunicac6es de Portugal
International ElectrotechnicalCommittee
Institute Electrot6cnica Porte&amp;uh
Instituto de Informatica da Minist6rio das Finances
Instituto Portugu da Qualidade
International Standards Orgaaimtioa
Information Technology
Inforrnatian Technalagy Steering Committee
International Telecammunications Union
Joint Co-ordinatioa Group
Joint Presidents Group
Norma Portuguese
Programme Advisory Committee</p>
        </sec>
        <sec id="sec-2-19-3">
          <title>SNGO</title>
          <p>SPQ
STC
TBR
TC
TLP
TRAC
VET</p>
          <p>Auto, da cemunleoQdo.</p>
          <p>Desde 1977 a 1990 trabaihou na Ale&amp;tel Portugal. onde desempenbou func6es. como
Engenheiro. no projecto de Telecomumcmc6es. na Sires ds Normalizac5o. de Que fol
CheredeServicos No indite das func6esquedesempenboufol Coordenadordeloamsas
actividades de Normalizacio daquela Empresa teudo a sumactividade interna sido
orieatada esseucialmente para a Qualidade em estreita ligacio com a Engenharia. was
rues de concepcAo dos produtos. e com a Producio. nu rinsesde fabricac5o dos mesmos
A sua activfdade enema esteve ligada a Organizacio Nacional de Normalizac5o e a
Organizac5o de Normaliz`aciio Internacion&amp;I do Grupo Ac&amp;tel. cm representac5o da
Ale&amp;telPorfugaL
Colaborou. em 1987, no Ale&amp;tel Engineering Support Ceatre ( Inglaterra ), no
relancamentodetoda a estrat6glade normalizac6odo novo Grope Ale&amp;tel( ex-ITT ), no
quadro do Mercado Lumpen. tendo em vista a harmoaizac3o com as requisitos das
normas EN 29000 e o enquadramento nu actividades de normalizac5o Europcia no
dominio das Telecomuaicac6es e das Tecnologias da Inform&amp;caw Em finals de 1990
ingressou no Instituto das Comunicac6es de Portugal. onde 6 colaborador da Direcc5o de
Normalizac5o e Homologac3o.</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
  </body>
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