<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>INTERNACIONAL DE TELECOMUNICACOES E O SEU PAPEL NA NORMALIZACAO NO SECTOR BAS TELECOMUNICAC6ES</article-title>
      </title-group>
      <fpage>89</fpage>
      <lpage>101</lpage>
      <abstract>
        <p>A UO A Normalizac5o 6 um instrumento fundamental para a construcAo da Qualidade. De facto a Qualidade beneficia da aplicac5o de tr8s niveis de Hernias nacionais e internacionais, que correspondem a seguinte classificacAo: * as normas do primeiro tipo, que descrevem as condic6es de uma t6cnica, ao especificarem as caracteristicas dos elementos constitutivos e a conjugacAo dos mesmos; as normas do segundo tipo, que desempenham o papel de modelo no sentido matem:itico do termo; etas "modelizam" as necessidades dos utiLizadoressob a forma de caracteristicas funcionais, sem prevercm as soluc6es 6sicas necessArias; as normas do terceiro tipo, Que tratam designadamente, da gest5o da qualidade na empresa n5o s6 an nivel da sua organizac5o ou da sua garantia da qualidade mas tambkm da Analisedo valor, da manutenc6o, dos m6todos estatisticos, etc.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
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  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>A Qualidade pode ser de6nida como a aptid5o em satisfazer urns
necessidade de8nida. Enccntra-se aqui um denominador comum, que est&amp; longe
de ser fortuito, com a normalizac5o. For consequ6ncia de as necessidades a
satisfazer screw de variadissima ordem, as normas apresentam-se de uma forma
extremamente diversa, e de modo nenhum esthtica. uma vez Que essa forma e o
sea conteudc se torna extremamente dependente da evoluc5o do meio envolvente.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2 - ""UtITE 0 MEIO ENVOLVENTE</title>
      <p>No periodo anterior a 1960, os Membros da UT cram. basicamente raises
com ferte compcnente industrial. Por6m, per velta do inicie dos anos 70 toda a
situac5c se alterou como censequSncia da obtencio do estatufo de independentes
por puree de alguns dcs paises na altura consider&amp;dos Menes desenvolvidos e que
no sen cenjunto pass&amp;ram a `ccnstituir a maioria dos Membros da CIT. Estava
criada uma sitaac5o em que a minoria dos Membros fcrneciam a maforia do
suporte ( 6nanceiro e t6cnico ) A UIT. Os componentes desta mfnorfa eram
simulfaneamente, detentcres do peder de inovacAe tecnol6gica o que !hes dava
vantagem ccmpetitiva imediata, e os maiores fomecedora de equipameotos de
telecomunicac6o. Assim, euquanto ata daejavam a introduc5o imediata no
mercadc das novidada tecnol6gicas para melhorarem as suns telecomunicac6es
nacicnais e internacionais e ac mesmo tempo reforcarem as suns ba!ancas
ccmerciais. a maioria dcs Membros procurava fuodamentalmente assist8ncia e
alguma contrfbuic5o para c deseovolvimento das suns estruturas bAsicas~de
telecomunicaC6a de`modo a poderem satisfazer as suns necessidada essenciais e
ao mesmo tempo atingirem um grau de daeovclvimento capaz de !hes permitir
um saltc qualitativo.</p>
      <p>Este meio envolvente originou uma situ&amp;GAbOastante peculiar uma vez Que
os Paises ccm poder industrial passamm a estar sujeitos a possibi!idade de as
sens interesses serem postos em causa como consequ&amp;ocia de no seio da Ult Os
acordos serem, em Berni,obtidos per consenso.</p>
      <p>Nesta 6poca as Recomendac6es eram apenas aprovadas em Confer6ncias
Mundiais que tinham Ingar de cfnco em cinco noes. Todo o sistema era
extremamente burocrAtico e moroso. Algumas vexes, a normalizac5o era
disponibilizada mm um &amp;erasesigni6cativo face A realidade do deseovolvimento
tecnol6gico.</p>
      <p>A partir dos anos 90, a situacAo politica e econ6mica mundial fol
completamente alcerada por um processo evolutivo que permanece nos tempos
correntes. De facto, existe hoje um mundo novo, onde os "alinhamentos"
anteriores desapareceram. For outro !ado coda esta evoluc5o politica tern sido
acompanhada por urns recessAoecon6mica que desacelerou a evo!uc5o das trocas
comerciais a nivel mundial. E, embora haja indicios de Que alguns Faises estejam
j:i a emergir desta crise ado sem dinedadmitir que levard ainda algum tempo
para que a satisfacio das necessidades da crescente populac5o mundial possa
obter um padr5o de qualidade de Vida razo:iveL</p>
      <p>Desde o inicio da d6cads novos padr6a comerciais comecaram a emergir e
verificou-se uma reorientacAo dos lacos comerciais dando origem a novas
necessidades de telecomunicac6es destinadas ao suporte dessas trocas comerciais.</p>
      <p>Registou-se um crescimento sen precedents de fabricantes de
equipamentos de telecomunicac6es, de fornecedores de servicos e redes de valor
acrescentado, de Operadores e redo de distribuic;liode audio e televisAo.
Entrou-se num periodo de crescente competicio no qual as celecomunicac6es
daempenham um papel essencial.A titulo exempli6cativo re6ra-se que, em 1992.
o total de receitas dos 40 maiores Operadores internacionais de telecomunicac6es
fol superior a 250000 milh6es de USO. No final deste mesmo ano a densidade
celef6nica ( ndmero de linhas por 100 habitants ) a nivel mundial apresentava o
valor m6dio de 10, enquanto que no conjunto dos 24 paises membros da OCDE
era de 49.</p>
      <p>O desenvolvimento tecnol6gico das telecomunicac6es continua a assegurar
a um ritmo cracente a existSncia de novos produtos e de novos meios de
comunicacio, veri6cando-se o objectivo permanence da redui|;:Aodos custos
inerentes a comunicacAo e o aumento das velocidades de transmissAo, hem como
a criac5o de meios com capacidade para suportar o volume sempre crescente da
quantidade de informac5o a transportar, sendo certo que a explorac5o das
t6cnicas digitals e a sun associacAo com aplicac6es computorizadas 050 foram
ainda totalmente exploradas.</p>
      <p>Todos Esta factores, aliados a outros que 050 imponard referir, origin.ram
com que a UTr tivase reexaminado a sua estratkgia e metodologia de trabalho
criando a 6gnra da aprovac5o das RecomendaC6espar procedimenfo acelerado e,
comOlefarmenfe.diminaindo o periods de femOo enfre Confer6ncias Mandiais.</p>
      <p>No entanfo, 6 sem davida o movimento crescenfe no senfido da privafizacAo
dos Operadora de Telecomanicac6a e a desregulanfenfaC5o a nivel dos raises
( Rm dos monap6lios ) que se apreseafam a UTTcome o factor de maier desa6o.</p>
      <p>
        Enquanto as diferentes Adminisfrac6es nacionais estiveram em condic6es
de decidir as polificas de telecomanicaC6a nacioaais, a infrodac5o de novas
servicos e novas predates Leaden a ser restrifa atrav6s de pravis6es
regalamentares baseadas em fecnologias aaferiores. Por6m, a privafizac5o dos
Operadores de Telef:omaaicac6a e a daregalamenfac5o ocorrida em diversas
paisa liberfaram espirifos empreendedora para passarem a ac(oar no sector das
felecomanicacSes
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">( em fins de 1993, 18 dos valors 40 Operadores infernacionais
eram empresas privadas )</xref>
        . Assim em maifos paises, as nfifizadores t&amp;magora a
possibilidade de escolha enfre 2, 3 on 4 Operadores infernacionais para
famecedores dos services e saporfes necessaries Assans comanicac6a.
      </p>
      <p>Esta sitaacAe nriginoa qae as relac6a enfre os Clienfes, es Services e Os
Pradutos passaram fandamenfalmenfe a ser dominados pela Qaalidade e Pele
forca da componenfe Marketing.</p>
      <p>Coma conseqa&amp;ncia, am nova dilema fol criado aos Membras da UIT:
come podem os Operadores de Telecomanicac6a` ( na sea nova esfrufara e
fornfalacAo ) daenvolver a saa acffvidade no seia de ova Organizac5o
intergovernamenfaf ?</p>
      <p>Um primeiro raaltado fol a concess5o k Ind6sfria de um esfafafo de
parficipaCio saperior ao anterior.</p>
      <p>Par Onfrelade, alguns Governos viram, na possibilidade da venda de Parfe
do sea sector das telecomanicac6es ( offfives de om processo de privafizac5o ) um
meta de abferem capacidade 6nanceifn para enfrenfarem o inveSfifffenfo
necessdrio A safisfac5o de aafras necasidada dos popalac6es qae rePresenfav, e
no mesmo tempo, Regrew liberfos da realizac5o de invesfimenfos pesados Para a
necessdria expans5o e modernizacAa dffS ifffraesfrafuraS bdsicas de
telecomanicac6es.</p>
      <p>Este movimento tern originado qua figuras proeminentes tenham avancado
a ideia de que a UIT deveria deixar de ser nma Organizac5o intemacional
intergovernamental para passar a ser baseada numa componente de caracter
industrial ( Operadores e Fabricantes ).</p>
      <p>Presentementa os interventores Industrials e as Administrac6es tSm o sen
papal a desempenhar e, se o fizerem hem e harmoniosamente. os utilizadores
gunkar6o com a contribnicAo de ambos.</p>
      <p>Com o sector industrial ( fabricantes ) autorizado a participar, de uma
forma mats activa e em conjunto com as diferentes Organizac6a cienti6cas e os
Operadores da Telecomunicac6es. no Sela dos diversas quest6es e Comiss6es de
Estudo que comp6em o Sector da Normalizac5o das Telecomunicac6es da UIT, e
consequentamonta terem voz activa na malaria das decis6es a nivel da
normalizac5o, torna-se expoctdvel qua o daenvolvimento das telecomnnicac6es a
nivel mundial so realtzo do uma forma mats construtiva o harmoniosa. Isto sem
ben66co para os Paisa em faso de daanvolvfmento dado qne os sens tnteresses
particulara podem ser mow factlmente entendidos o o sector industrial dos Poises
mats desenvolvidos pode ser atraido a efectuar maiora investimentos nos
territ6rios daquoles.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3 - A ULTE A SUA PRESENTE ESTRUTURA</title>
      <p>A Uni5o Internacional de Telecomunicac6es 6 uma Organizac5o
internacional d:issica, de ambito mundial. - a titulo de curiosidade refim-se que
a UIT 6 a agSncia especializada mats anttga da ONU: - cujo objectivo essencial 6,
em linhas gerais:
* A cooperac6o internacional entro os sens Membros tendo em vista a
melhoria a o emprego racional dos talecomunicac6a de qualquer esp6cie;
* AssistSncia tkcnica nos Poises em desenvolvtmento a mobilizac5o de
recursos materials e 6nanceiros porn estaram;
* Promoc5o do servico universal da telecomunicac6es;
* promoc5o da uma aproximac6o mats Coraldos quest6es de
telecomunica96as colaborando com outras organizac6es intergovernamentais reflionais
e internacionais, hem coma com organizac6es 050 governamantais'
A um nivel mats especi6co 6 seu objective nomeadamente:</p>
      <p>A atribuic5o e registo de frequSncias radioel6ctricas, hem como de
posic6es orbitals de satelites geoestaciondrios;
A facilitacio da normalizacAomundial
Coordenac6o da harmonizacAodo desenvolvimento de meios;
ElaboracAo de estudos, adopcAo de Regulamentos , Resoluc6es e
Recomendac6es;
Promoc6o do estabelecimento de linhas de cr6dito preferenciais e
favordveis ao desenvolvimento de projectos destinados a prestac5o de um
servico universaL</p>
      <p>Dentro da Estrutura da UfT conviriiireferir a existSncia de tr6s Sectores
bdsicos: o das Radiocomunicac6a, o da Normalizac5o das telecomuntcac6es e o
do Desenvolvimento das telecomuntcac6a.</p>
      <p>O Sector das RadiocomunicaG6a ocupa-se tat como o seu nome indicia,
das radiocomunicac6es , a Hive[ mundiat assegurando, nomeadamente. a
utilizacAo racional, eScaz e economics do espectro radtoelkctrico, elaborando
estudos e adoptando Recomendac6es.</p>
      <p>O Sector de Desenvolvimento das Telecomunicac6es responde a dupla
responsabilidadeda UfT enquanto instituicAo especializadada ONU e agente da
execuc6o para a concretizac5o de projectos no quadro do sistema de
desenvolvimento das Nac6es Unidas on de outros acordos de 6nanciamento,
oferecendo, organizando e coordenando as actividades de cooperac5o e de
assist&amp;nciat6cnica</p>
      <p>O Sector da Normalizac5o das Telecomunicac6es ocupa-se da
normalizacAo, k escala mundial, elaborando atudos sobre quest6es t6cntcas,de
explorac5oe de tarifac5o e adoptando Recomendac6es.</p>
      <p>Este ultimo Sector tern o seu funcionamento assegurado atrav6s de
Confer6ncias Mundiais de Telecomunicac6a, Comiss6es de Estudos da
Normalizacio das Telecomunicac6ese pelo Departamento da Normalizac5o das
Telecomunicac6es,cujo Director organiza e coordena Ostrabalhos do Sector.
Presentemente as Comiss6es de Estudo em actividade s5o as segointes:</p>
      <p>Comiss;5iode Estodos I - De6nicAo dosServfcos
* Comiss5ode Estudos2 - ExploracAo da rede de Telecomonicac6es
* Comiss5o de Estodos 3 - Principios de tarifac5o e contabilizac5o</p>
      <p>Comiss;iio de Estodos 4 - Manntenc5o da rede de Telecomunicac6es
* Comissio de Estudos 5 - Proteccio contra efeitos electromagnetico!
* Comiss3ode Estodos6 - Exteriores e edificiosde Telecomonicac6es
* Comiss5ode Estudos 7 - RodesdeDados e comunicac6osentre sistemas
abertos
* Comissio de Estudos 8 - Terminais para servicos Telemhticos
* ComissAode Estodos 9 - Transmiss6esde radiodifos5o e televisio.
* Comiss5o de Estudos10 - Linguagenspara aplicac6a de
Telecomonicac6es
* Comiss5o de Estudos II - Comotac&amp;oe Sinalizac5o
* Comiss3ode Estudos 12 - Qualidade da transmissSocxtFemoa extremo
( redo eterminals )
* Comissio de Estudos 13 - Aspectossemis da redo ( B-ISBN)
* ComissAode Estodos 14 - Modems e tkcnicasde transmissio yarn servicos
de dodos,telegmficos e telomdticos.
* ComissAode Estodos 15 - Sistomase equipamentos do Transmiss5o</p>
      <p>Estas 15 Comiss6a de Estudos encontram-se par sua vex subdivididas em
diferentes quest6a, cada uma delas tendo por objecto o estudo de uma mat&amp;Fin
especifica a qual pode ser abordada em diferentes Becomendac6es. O programa
de trabaiho para o periodo 1993-1996 compreende um total de 289 quest6es Que
envolvem praticamente todos os aspectos reiativos 6s telecamunicacSes.</p>
      <p>Par outro [ado, e como resultado da dItima Confer6ncia Mundia2 de
Telecomunicac6es fol decidido estabelecer um Grupo acessor ( TSAG ) cuja
fumeAoconsistird no exame das prioridades e estrategias relativas ao Sector de
NormalizacAo das Telecomunicac6es, no estudo dos progressos alcancados e
dentro de um programs de trabalho estabelecido recamendar medidas e
fomentar a cooperaC5oe coordena(!;:iocom outros Orgaoismos de Normalizac5o
externos a UTTe igualmente interessados na normalizac8o das telecomunicacSes,
tats camo o ETSI, TTC e Tl.</p>
      <p>Ainda com o fim de evitar sobreposic6es e conflitos entre os trnbalhas
desenvolvidos atraves das diversas qnest6es que constituem as diferentes
Comiss6es de Estudo, forum criados os JCG ( Grupos de Coordenac5o )
especi6camente para cinco grands dreas:
++ TMN ( TeZecomunicationsManagement Network )
++ UPT ( Universal Personal Telecomnnications)
+40Broadband ISBN
++ Audiovisual / Multimedia Services
++ Quality of Service e Network Performance</p>
      <p>A TABELA 1 mostra as interrelac6es entre os JCG e as diversas Comiss6es
de Estudo.</p>
      <p>As matkrias de Qualidade de Servico e Desempenho da Bede ficaram assim
a ser coordenadas par um Grupo especial de peritos (JCG) tendo n
responsabilidade deste Grupo sido atribuida k Comiss5o de Estudos 2. ImportaFd
aqui referir que esta JCG oho s5o Grupos abertos nos quais os Membros da UIT
se fnzem representar, mas apenas Grupos de Coordenac5o a alto nivei, da
actividade da UIT e, por isso mesmo apenas constitnidos pelos repFesentantes
designados pelas diferenta Comiss6es de Estudos com interesse particular na
mattria-sob responsabQidade de cads especi6co JCG.
JCG
DE</p>
      <p>UPT
LIDER
+
+
+
+
+
+
+
+</p>
      <p>JCG
DE
TMN
+
+
LIDER
+
+
+
+
+
+</p>
      <p>JCG</p>
      <p>DE
B-ISDN</p>
      <p>JCG</p>
      <p>DE</p>
      <p>AVMMS
+
+
+
+
+
+
+
LIDER
+
+
+
+
+
+
+</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>LIDER</title>
        <p>JCG</p>
        <p>DE
005/NP
+
LIDER
4
+
+
+
+</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>NOTA - + Significa suporte ao JCG</title>
        <p>TABELA I</p>
        <p>Importarh ainda referir que associados com a Comiss5o de Estudos 2
existem dois Grupos de DesenvoLvimento: o NMDG ( Grupo de Desenvolvimonto
da Gest5o da Rode ) e o QSDG ( Grupo de Dosonvolvimento da Qualidado do
Servico ). Esta dais Grupos s5o consdtuidos por poritos indicados pews
Operadora do Tdocomonicac6a intorasados em Dela participar e cujo
objoctivo prim:irio 6 motivar os diforenta intorvenientos, nas sons hreas de
espocialidade Darnurns moLhoriaglobal do comportamonto das redo e servicos
de teLocomunicaC6ahem coma a roalizae;iiodo "estudos do campo" sompre quo
tat for considorado como convoniento pdos sous mombros ou sempre quo
soticitados a tat peLasdiferontosComiss6a de Estudo.</p>
        <p>A tituLoexempLi6cativo ream-se quo o QSDG fol criado em 1984 e dado
ent5o o ndmero do intorvontora Rio tom parado do crescer, conformo Dode ser
constatado atravks dos segnintos dodosestatisticos:
1984
1985
1986
1987
1988
1989
1990
1991
1992
1993</p>
        <p>Hague
Orlando
Hong-Kong
Manila
Albufeira
Berna
Fadua
Blois
S. Francisco
Rotorua
16
16
21
19
25
26
25
26
30
35
20
18
25
26
31
34
33
39
42
45</p>
        <p>Dentro dos diversos estudos efectuados alguns inserem-se perfeitamente na
problemdtica das Tecnologias de Informacgo/Qualidade das Telecomunicac6es :
a necessidado cada vez mais premente por parte dos utilizadores, para a
utilizacAo de maiores velocidados de transmiss5o oms sums comunicac6es de
dados, a exist&amp;nciade tempos de resposta mais curtos e, evidentemente, menores
custos do telecomunicac6es.</p>
        <p>As vantagens dz utilizacAo da transmissio com recurso a compressAo de
dados s5o outros dos pontos de interaso : de facto so a vantages principal reside
na reduc5o do tempo total de comunicmc5o, 050 se deverd esquecer que deste
modo resulta uma op6mizac3o dos meios disponiveis. melhoria da seguranca e
uma maior flexibilidado para futuras expans6es.</p>
        <p>Interessante ser&amp; motor que Se com um modem V.32bis. a velocidade de
transmiss5o sincrona 6 limitada a 14,4 kbps, a utilizaC5o de compress5o de dados
permite melhorar esto d6bito para cerca de 57,6 kbps.</p>
        <p>No entanto 6 preciso ter em atene;iio quo a eventual degradac5o da
qualidade dos suportes de comunicacAo representa aqui um factor importante.
De facto a transmiss5o de dados com compress5o 6 bastante mais sensivel ao
ruido do que as transmiss6es normais. pesto modo torna-se necessdrio a
existSncia de suportes de transmissio sem exist&amp;nciade erros ( error-free ). For
outro lado a utilizac5o de compressAo de dados implica a utilizaC5o de algoritmos
de correcC5odo erros.</p>
        <p>Um particular aspecto, com influ&amp;ncia directs em tado o trabalho de
normalizacAo no seio da UIT e especialmeute na Area da Qualidade das
Telecomunicac6es, fol a recente adopc5o das alterac6a introduzidn an models
relacional entre Qualidade de Service e Daempenhe da Bede e Que pade ser
observado na Figure 1. Este novo modelo Que substitui o Que anteriormente era
referenciado na Fig 1 da Recomendac5o E.800 passa a constituir o ponto de
partida para os estudes e andlises de mat6rias relacionadas cam a Qualidade na
:ires das Telecomunicac6es.</p>
        <p>Associado com este modelo. encontra-se em desenvolvimento urns nova
Recomendac&amp;o,cuja designacio previs6ria 6 E.Layer e Que prop6e um m6tode
de definir a stratum de urns rede de telecomunicac6a tomando came base um
models l6gico de 5 camadas. Este modelo permite a eris&amp;50 da relac5o
Cliente/Fornecedor 'no interior da estrutura dz redo e tern vindo a ser
desenvolvido a partir de urns ideia bdsica contida na Recomendac5o G.803.</p>
        <p>A criacio do Concetta Cliente/Fornecedor aplicada a todos os elementos
constituinta de urns rede de telecamunicac6a permitir:jimelherar e daempenho
de cads um dasa elementos de modo a satisfuer as necasidada de outro dos
elementos adjacent" e consequentemente satisfuer as suas necasidada de
Qualidade Este nova elements, dado Quethe fol fornecido um predate cam boa
qualidade. poder:jiLs.e o seu desempenho for eflciente entregar um predate de
boas condiC6a ao elements de rede Que se Ihe segue nu caminho de transmiss5o.
Desto modo e cerrende tads a cadets de urns relacAo extreme a extrema. o
utilizader final saini bene6ciado e as suas legitimas expectativas poder5o ser
satisfeitas.</p>
        <p>Embers este models condom inevitavelmente a Que as necessidada dos
diversos "clients" se tornem Waite numerosas e cads case pader requerer um
plancamente de qualidade specif,co ( objectivos, meies de mensurac5o, prajecto
de predate e projects de procaso ) o Foul(ado final seni necas:iriamente mats
harmeniose e a Qaalidade final seni superior.</p>
        <p>Reparo se que 6 ate o models adoptado pela UIT quande os diferentes
aspectosenvo!venta dasredes e servicos de telecomunicac6a s5o decompostose
distribuidos em diferentes Comiss6a de Estudo e m6ltiplas Quat6a.
[1) Jean Claude Courtier e B.Vaucelle. Trait&amp;de la quailed totaie. Edicio Bordas. Paris
Direitos reservados para a lingua portuguesa Ru-Editora Lda</p>
        <p>,Anrnr dn rnwnunw.rnr&amp;n_</p>
      </sec>
    </sec>
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  <back>
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        <mixed-citation>
          [2]
          <string-name>
            <given-names>R</given-names>
            <surname>Slinsaulieu</surname>
          </string-name>
          , Sociologie de l'
          <article-title>organisation et del'entreprise Presses de la Foundation aatiooale des scieecespoliffques</article-title>
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          NOME : LUIS ]
          <string-name>
            <surname>FAQ DE SOUSA CARIfOSO</surname>
          </string-name>
          ,
          <article-title>Engeoheim EM 1970 iogressa ma CPRM- MARCONI passando a desempenhar roof&amp;es no</article-title>
          <string-name>
            <surname>Ceotro de TelecomuoicacSu de Lisboa</surname>
          </string-name>
          <article-title>Em 1976 6 oomeado Chere dos Servicos de Coordeoacio e Controlo, cargo que ocupa ate 1979 altura em que d desigoado Chere do</article-title>
          Modernde Controlo de Qualidade Bette 1986 e
          <year>1991</year>
          desempenha fuoc6es de Consoltor maDivisio de Plameameoto de Bede supervfsiooando em materia de Bessie de eoraMiobamentos e
          <article-title>performance da redo cargo quc ocupa ate 1992 altora em que e. des a.gnado Respoosdvel pele A</article-title>
          . rea de Quala.dade de Servat;
          <article-title>oda A.rea de Ncg6cios das Comuoica&amp;besde Leesa Distiocia fuocio quo desempenba Nesta data A partir de 198S 6 desigoado Dela CPRM-MARCONI come sen represeotante em diverse, grupos de estudos da UIT ( Uoiio lotemacional de Telecomunicac5es )</article-title>
          , seodo de salieoter.
        </mixed-citation>
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