<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <journal-meta />
    <article-meta>
      <fpage>105</fpage>
      <lpage>126</lpage>
      <abstract>
        <p>0 Tempo de Resposta nas Redes de Telecomunicac6es, 6 um dos panlmetros sobre os quais importa reflectir dado o sen impacto na avaliacAo do servico, par parte do sen utilizador. De facto ele influ6ncia directamente a percepcAo Que o utilizador de um service faz sobre o bin6mio QualidadeiCusto da Comunicac5o e como consequ&amp;ncia o sen Gran de SatisfacAo face ao ProdutoiServico Que Ike 6 oferecido.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>I,"VTRODU0</p>
      <p>No entanto, e na prdtica, 6 uso corrente a opc50 por urns soluC5oinicial com
parte analog(ca. de modo a aproveitar a estrutura da rcde telef6nica jg existente.</p>
      <p>Deste modo, o Quese faz 6 adaptar a rede telef6nica a comunicaC5ode dodos e
actuar de modo a atenuar os problemas inerentes a qualQuer rede anal6gica, tais
coma: atenaaac5o nos linhas, distorc5o de amplitude de fase e harm6nica, ruidos
inapulsivos e de ifatermodulacAo, crosstalk etc.. Multiplexers e Modems t&amp;m um
papel importante a desenapenhar na perfoa.mance global dos refea.idas redes.</p>
      <p>Neste 5mbito. o tipo de comutac5o a ucilizar 6 oncro factor a fer em
consideraco: so possiveis dais tipos de comutaco, a de Circuitos e a de
Pacotes.</p>
      <p>A ComutacAo de Paco/es e a Que na maioria dos casos traz mats vantage,ls.
pois faz uso de circuitos virtuais e de n6s de comutac5o. permitindo que o mesmo
troco ffsico de urns ligac5o seja usado simultaneamente para v:irias chamadas
( possibilidade de mutti-acesso pets mesma finha local ).</p>
      <p>No entanto isto tem um custo, Que t o tempo de tnsito na rede relativamente
major ( `devido ao tratamento que os pacotes t&amp;m nos n6s da rede ), custo esse
Que pode ser considerado baixo, se atendermos as vantagens referidas e ainda ao
racto de. coma consequ6ncia da introduc5o de computadores nos n6s de
comutac5o da rede, esta poder actuar "inteligentemente'. na gest5o de trafego e
controlo dos pacotes. de `forma a:</p>
      <p>Detectar eventuais erros originados na transmissAo e proceder a sun
correccAo ( elevada fiabiffdade na transmiss5o ).</p>
      <p>Armazenar os pacotes nos "buffers" dos nos de comutac5o e 56as enviar
para os terminals A medida Que estes os v5o podendo receber. evitando
assim o "overload" nos terminais ( gest5o da redo ).</p>
      <p>Fornecer um encaminhamento alternativo em caso de avaria na rede,
garantiftdo o $130estraviamento de pacotes na mcsma.</p>
      <p>Garantir uma linguagem e um protocolo para a rede global. de modo a
que os terminais se comportem puramente como elementos perif6ricos.Esta
situac5o pretende minimizer os problemas Que poder5o advir pelo facto de
os equipamentos terminais 050 serem compativeis.</p>
      <p>Tudo isto faz com Que a rede, attn de ser transparente para o utilizador,
"esteja Id" pois desempenha tarefas Que, de outra maneira ( no caso da
comutac50 de circuitos ) s5o. em geraf, da responsabilidade do utilizador, o que
seria uma enorme sobrecarga para este.</p>
      <p>Em termos econ6micos.. apesar do custo inerente h intelig&amp;ncianos n6s de
comutaC5o, a comutaC5o de pacotes consegue ser mais econ6mica pois implica
Limapoupanca maior em linhas de comunicaC5o, al6m de Que. ao optimizar os
recursos da rede, permitir urns major rentabilizac5o para as entidades
administradoras das redes e urns maior economia para os utifizadores, uma vez
Que a taxac5o passa a poder ser felts tendo em coots o volume de tr:ifego
transmitido.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>FUNCOES DE UMA RPCD</title>
      <p>Uma rede de comunicac5o de dados fem coma func6es b:isicas:</p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>Possibilifar o acesso a terminais e compufadores.</title>
        <p>- Regular o ritmo a Que a informac5o proveniente dos OTES ( Rafa
lerminal Equipment ) cruza a periferia da rede ( controlo de Ouzo ).</p>
        <p>Combinar a informac5o de maneira a Que haja urns eficiente partilha
dos recursos ( multiplexagem e concentrac5o ).</p>
        <p>Encaminhar as mensagens no sen destino o mats depressa possivel.</p>
        <p>Assegurar elevada fidelidade na transmiss5o ( controlo de erro. de
perdas. dnplicac6es e sequencialidade )
- Detectar fa|has nos elemenfos da rede minimizando as sens efeitos e
providenciando a sua rapids reparac5o.</p>
        <p>Estes func6es s50 realizadas recorrendo quer a hardware ( Que envolve
sobretudo liffhas, multiplexers e modems que s5o as equipamentos a quern cabe o
tratamento e transporte do Sinai fisico entre os nfis de comutac5o ou entre Estes e
os terminals ), quer a software instalado nos PEPS - "rout nd Rrocessors" e
nos concenfradores, qner ainda a protocolos de comunicaCADQue n5o 550 mais
do que regras para as comunicac6es nas interfaces entre equipamentos ( entre
terminals e n6s on entre nfis e nfis ).</p>
        <p>Um exemplo destes protocolos s5o os estabelecidos pela Recomendac5o X.25
do CCITT ( actualmente ITU-TS ).</p>
        <p>A titulo complementar podemos dizer que a Recomendacio X.25 estabelece
fnndamentalmente as caracteristicas ( protocolo ) da ligacAo entre o equipamento
terminal do utilizador e a rede comutada. 0 protocolo permite urns ligac5o de
transmissio livre de erros ao |ouzo da rede Para tal enconfra-se estruturada em
diferentes niveis de protocols Cads um deles aceita informac5o de um nivel
superior, adiciona-Ihe informacio de controlo e passa-a ao Dive| imediatamente
abaixo, invertendo-se este processo quando a direccio da comunicac5o 6 oposta.</p>
        <p>Outro exemplo Que pode ser referido e a norms X.75, a qual define as
caracteristicas e mode de opemc5o de um sistema de sinalizac5o entre RPCDs de
comutac5o de pacotes.</p>
        <p>Um exemplo tipico da relac5o entre as v:irias recomendac6es da s6rie X numa
ligac5o assincrona entre um terminal e o computador central est5o representadas
na Fig. L.</p>
        <p>0 servico de Comutac5o de Dados par ?scores 6. basicamente. um servico que
fol considerado iniciaJmente de uso praticamente excJusivo dos cJientes situados
no segmento de Mercado dito de neg6cios. No entanto, hoje em dia, com a cada
vez maior utiJizacio dos computadores pessoais, o tr:ifego residenciaJ passou
iguaJmente a ter um peso importante na componente global de trafego.</p>
        <p>No referente ao utilizador do servico, as sums principals preocupac6es
situamse no aspecto preen, facilidades de acesso e debit. real da comunicac5o,
seguranca e integridade da mesma.</p>
        <p>As tarifas das comunicac6es de dados por pacotes s5o, em Portugal,
constituidas por duas componentes: a quantidade de informac5o e a darnc5o da
comunicac5o. Este crit6rio n5o 6 seguido UniversaJmente e, form da Europa,
aJguns paises utiJizam apenas a componente referente a quantidade de
informac5o.</p>
        <p>Para al6m do custo da comunicac5o, importard ainda anaJisara qualidade dos
circnitos de interJigac5o entre os operadora intermtcionais para o trdfego de
comutacAo por pacotes. As veJocidades nominals de transmiss5o ( sempre
infer/ores aos d6bitos reals ) 580 por vexes balsas e muitas vexes inferiores ao
exigivel peJos CJienta. dai qnc se tends assistido. nos dJtimos tempos, a um
crcscimento no trAfego de dados sobre a rede teJef6nica. Este facto rem sido
suportado por nma rdpida evoJuc5o na tecnoJogia dos modems e nos aJgoritmos
de campress5o de dados.</p>
        <p>A nivel de novas oportunidades e desa6os a conjuntura
poderh contribnir para o- crescimento dos servicos
teJecomunicac6es.
nacionaJ actual
avancadas de</p>
        <p>A evoJuC5oda economia mundiaJe a integrac5o do espaco econ6mico nacionaJ
na Comunidade Europeia 580 aJgumas das principals vertentes que apontam
Hesse sentido.
~</p>
        <p>Aumentar a produtividadc reduzir os custos de funcionamento e aumeatar a
competitividade empresariaJ no seio da economia internacionaJ s5o alguns dos
principals desa6os qne sc coJocam As empresas nacionais. Neste contexto, as
tecnoJogias de informacAo e os servicos avancados dc teJecomnnicac6es t&amp;m um
papeJ fulcraJ a desempenhar, funcionando como ferramentas poderosas no
auxiJio da gest5o.</p>
        <p>For exemplo a Hive! europen e de acordo com um estudo reaJizado peJa
ComissAo Europeia, cerca de 35% do lucro global ( superior a 157 bulges de
d6Jares em J992 ) obtido a Dive! do Mercado europeu de tecnoJogias de
informac5o fol proveniente das veodas de servicos de teJecomunicac6es,
evidenciando deste modo o peso crescente que estes servicos ism vindo a assumir
no Mercado europeu.</p>
        <p>No mercado nacional. o novo enquadramento legislativo do sector das
telecomunicac6es, a liberalizacio dos servicos complementares e de valor
acrescentado, assim como a previsivel fusio e privatizacio dos operadores do
servico b;iiisicode telecomunicaC6es ser5o outro factor a ter em conta.</p>
        <p>Na Fig. 2 estAo represencadas, e de acordo com o referido escudo da Comiss5o
Europeia, as vendas de servicos de telecomunicac6es globals no mercado nacional
e as previs6es para 1994, hem como a evoluc5o prevista a nivel do mercado
europeu.</p>
        <p>Neste contexto, servicos como o correio electr6nico, o EDI, o acesso on-line a
bases de dados remotas, a videoconfer6ncia, o voice-mail, a interligac5o de
diferentes redes locals s5o a/guns dos servicos de telecomunicac6es que devem
registar elevadas taxas de crescimento nos pr6ximos anos.</p>
        <p>Um escudo recente realizado pelo "The Economist Intelligence Unit" junta de
um conjunto de empresas None Americanas, Europeias e Asi:iticas revelou uma
Brande propens5o destas empresas para os novos tipos de servicos de
telecomunicac6es acing referidos - percentagem na ordem dos 60% a 80% ate ao
final da d6cada.</p>
        <p>O mercado de servicos avancados de telecomunicac6es poderh constituir uma
excelente oportunidade de neg6cio para os operadores nacionais de
telecomunicac6es, desde que se entenda que neste mercado, 050 basts ter
disponivel a tecnologia necess:iria para o funcionamento dos servicos; 6 essencial
que os operadora tenham as condic8a necasarias para aulQlar as empraas
nacionais de modo a que atas executem a necas:i\ria adaptaC5o na reengenharia
dos seas processos de gestAo.</p>
        <p>Deste mode, os servicos avancados de telecomunicac6es constituem uma
oportunidade e um dunno para os operadores nacionais de telecomunicac6es
que saibam comprender as mudancas em curso e adoptar estrat6Biasadequadas,
de mode a oferecer soluc6es a medida das necessidades dos clientes e numa
segmentaCin do Mercado mats pormenorizada e rigorosa, em que a oferta de
urns multiplicidade de produtos e solucSes serd urns realidade</p>
        <p>Quern vai ganhar certamente com estas alterac6es s5o os dientes: ter5o cads
vez mats servicos a disposic5e a precos cads vez mats competitivos.</p>
        <p>Concretamente as Tecnologias de Informac3o ( I. ), um escudo recente
publicado na revista AP{ ( Dssociac5o Bortuguesa de Informatica ) e que .v8m Na
sequ&amp;ncia da anAlise que a Price Waterhouse tern vindo a realizar. desde 1989,
sobre a utilizaC5o das T.I. em Portugal, permite identi6car algumas tend8ncias
que se tern vindo a estabelecer a nivel do Mercado
nacional0 escudo report&amp; a dados respeitances a I991 e 1992. tendo sido consider&amp;do.
adicionalmente. a tend6ncia dos principals indicadores. mediante uma
comparac5o de dados relativos ao periodo compreendido entre 1989 e 1992.</p>
        <p>Este escudo permite concluir que a repartic5o de despesas em T.I. em 1992
reOete a tend&amp;ncia global que se tern vindo a veriOcar de forma consistence nos
ultimos tr6s anos, e que consiste na diminuic5o do peso relativo das despesas em
hardware e com pessoal informdtico e no crescimento da import5ncia do
software ( de base e aplicacional ) hem como dos gastos com as infraestruturas de
comunicac6es ( Fig. 3 ).</p>
        <p>De salientar que o dispSndio com comunicac6es fem vi'Odo a registar uma
forte e inequivoca tend&amp;ncia para o acrescimo, tendo passado de 11% ( em 1990 )
para cerca de um terco do montante global de despesas em T.I. ( em 1992 ).</p>
        <p>A estrutura de despaas em T.I. ( em 1992 ) revela que as despesas com
comunicac6es abservem cerca de um terco do montante global, enquanto a
aqffiSiC5o de software e o dispSndio com pessoal n5o ulff apassam os 20% em
conjunto. Apesar das tendSncias estruturais que se tarn viffdo a registar. os
equipamentos informdticos e a respectiva manutenc5o consomem ainda uma
parcela muito signi6cativa ( quase metade ) das despesas em T.I. das empresas
portuguesas ( Fig. 4 ).</p>
        <p>De mode geral, veri6ca-se um esforCo global no sentido de adquirif
informdticos, especialmente petas empresas Que deles n5o dispunham
cerca de dois anos atrSs.</p>
        <p>meios
ate h:i</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>PERFORMANCE DA BEDE ( Tempo de Resposta )</title>
      <p>Hoje em dia a Qualidade tende a ser, cada vez mats, um diferenciader de
mercado, e deve fnncionar como um instrument. de trabalho volt&amp;do para a
safisfaCAo do diente com vista h obtSncSo de um Dive! de Qualidade "optimale"
iste 6: Melhor Qnalidade a um Custo Mininfo.</p>
      <p>Um dos par&amp;metros principals no dimensionamento de um sistema de
transmiss5o do dados que importa analisar peta sun imporf5ncia 6 e Tempo de
Resposta da rede face a urns selicitacie externa.</p>
      <p>De facto para que os custos da comunicac5e sejam minimes para o Cliente 6
necesshrio que o Tempo de Resposta seja o mais baixo possivel.</p>
      <p>Este par&amp;metro da rede afecta 050 sf o valor da "facfnra" final que o cliente
tern que pagar e, por consequ8ncia, o Gran de Satisfac5o ( Julgamento ) Que o
cliente faz A Qualidade do Servico que the 6 oferecide. Sifnultaneamente
inOuencia directamente o Cliente na sua percepCADda Performance do Service
que the 6 oferecido e da Performance da Rede que the serve de suporfe.</p>
      <p>Conv6rn, portanto, analisar eSte par&amp;metro em tel-oxes do Que k cxpectave!
para o uti!tzador da rede de te!ecomunicac6es.</p>
      <p>0 parimetro mais importante na medida da performance duma rede e em
particular no tipo de apiicac6es de transmiss5o de dados 6 o Tempo de Resposta
total requerido. Este factor assumo um pape! mais importante em sistemas de
transmissAO "on!ine".</p>
      <p>0 tempo de resposta para o Cliente o n latexvain de tempo Que vat desde Que o
utiiizador carrega na tec!a "enter" on na tecla do "transmitir" alb a informacAo
requerida ( dados ) ao host distanto apareca no terminal.</p>
      <p>Nun sistema de transmiss5o de dados genorico, o tempo de resposta tern
v:irias contribuic6es a/gowns das quais est5o directamente associadas a rede de
telecomunicaCSes e outras 530 de origem externa.</p>
      <p>0 atraso da rede ( Network Delay ) deriva do processamento da informac60
inerente nos n6s de comutac5o e ao atraso na transmissAO( Transmission Delay )
o qua/ esth re/acionado com a configuracAOde rede adoptada.</p>
      <p>Externos a rede temos atrasos internos associados nos equipamentos terminals
e apiicaC:6esuti!izadas polos Clientos.</p>
      <p>Date mode, o Tempo de Resfxosta darn sistema de comunicacSo de dados
depende da soma dos seguintes Ergstempos mais signi8cativos:
i)</p>
      <p>Tempo associado h transmiss5O dos dados na rede.
ii) Tempo associado a needer nos sistemas de baso de dados.
iii) Tempo associado ao processamento interno do computador no
envio de dados.</p>
      <p>Do ponto de vista exc!usivo da rede. o Tempo do Raposta da redo 6 a soma de
dois te.mpos do tr6nsito: o tempo de trinsito na rede do terminal ate ao host e n
tempo de tr5nsito do host para o terminal.</p>
      <p>O Tempo de Resposta global de que o uti!izador Se apercobe 6 o tempo de
resposta da rede adicionado ao tempo de resposta do pr6prio host e dos
interfaces quo funcionam coma "front-end" entro a redo e o host. conforme Se
pretende visuaiizar na Fig. 5.</p>
      <p>Una !igacAo possive/ de terminais rennins a um host gen6rico atravs de urns
rede simp/i6cada de comutac5o de pacotos encontra-Se representada na Fig- 6.</p>
      <p>A ideia deste exemp!o 6 chamar a atenc5o para os principals elementos Que
contribuem para o Tempo de Rosposta Global.
0s dots principals b!ocos de uma rede de dados s5o o PAD ( Eacket Dssembler
isassembler )e o PSN ( Backer witched ode ).</p>
      <p>Ambas os dispositivos aceitam os dados em blocos adicionam-Ihe bits Que
permitem o controls de erros e possibilitam o routing ao longo da rede e
entregam estes novos dados a outros elementos da rede.</p>
      <p>O armazenamento dos pacota em ma de espera a entrada de cada PSN 6
necess:irio pew facto de cada n6 de comutac5o ter que comutar e rotear os
pacotes que !he via chegando do PAD ou,.eventualmente, de outros PSNs.</p>
      <p>0 PAD come ponto de acessa a rede de dados cu o set-up dos dados Que the
chegam em s6rte em pacotes para serem roteados end-to-end.</p>
      <p>A chegada de pacotes a Gila de espera 6 atent6rio uma vez Que assumimos Que
os ucilizadores sAo externos a rede e estes nunca indicam quando permitem
transmitir informac5o.</p>
      <p>A velocidade de transmissAo nas linhas de comunicac5o ( medida em Kilobits
par segundo ( Kbit/s ) e a performance dos PADs e dos PSNs 6 avaliada em
pacotes par segundo. Torna-se evidente Que a performance da transmiss5o e
influenciada pelo valor da BER ( git rror jBnte ) espect6vel, hem coma do BES
( kit rror econd ).</p>
      <p>Uma das medidas mais importantes de performance Nam link on, se se quiser,
da rede 6 o Tempo de Atrasa associado a transmiss5o dos pacotes atrav6s dos n6s
de comutaca.</p>
      <p>Basicamente existem duas foam principals que centribuem para o atraso ea
transmiss3o: A primeira 6 o Tempo de TransmissAo atrav6s do meio de
comuniuc5o e a segunda 6 o Tempo que os pacota passam nas Filas de Espera
assaciadas As PSNs.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>REACCAI`ODOS UTXLIZADORESAO TEMPO DE RESPOSTA</title>
      <p>Muitos sistemas Telem:iticos n5o apresentam o mesmo tempo de resposta a
cada salicitac5o do mesma tips que !he tenha sido requerida. A!guns, de facto,
por causa da natureza do pr6prio sistema. apresentario uma dispersse varihvel
de tempas de respasta.</p>
      <p>Idealmente, para a maioria das aplicac6es, gostariamos que essa dispers5o no
tempo de resposta fosse minima. Um grande desvio em relac5o ao valor standard
signi6ca que o utilizador do sistema. ocasionalmente, reagira.</p>
      <p>Se um utiJizador esta habituado a tempos da ordem dos 2 seg. e o sistema por
vezes leva 6 seg., eJe poder-se-h interrogar se de facto o computador vai
responder ou n5o ao Gm deste tempo todo. Os 6 seg. pareceram para o utiJizador
demasiado Jongos.</p>
      <p>Dote mode o utiJizador poder:i reagir negativamente e iniciar acc6es ou
pressionar quaJquer Leela do terminal, de modo a obter urns resposta tie rapids
quanta possivel por parte do computador, o Que poder:i causar probJemas
bastante mats graves ( ex. defier o sistema bloqueado ou congestiond-Jo devido a
pedidos consecutivos da mesas informac5o ).</p>
      <p>Em muitos casos, a configurac5o da pr6pria rode de comunicac6es tern um
efeito preponderante no valor do tempo de resposta e em outros aspectos
reJacionados com os interfaces dos equipamentos A rode. No entanto, factores
reJacionados com a psieologia humans devem ser considerados quando o sistema
em causa 6 para ser aceite pelos potenciais utilizadores.</p>
      <p>A psicologia comportamental identificou dots requisitos reJacionados com o
tempo de resposta terminal:</p>
      <p>Existe a expects(Iva natural por parte do utilizador em obter urns
resposta. Na conversa entre duas pessoas urns resposta 6 esperada Horn
intervaJo de 2seg. por urns delas. A resposta pode ser traduzida
simpJesmente per um ruido on urns express5o facial. mas a faJta de
resposta, por exemplo durante 4 seg. sera considerada como um corte na
conversac50. Um doles ha-de querer saber quaJ a razAo invocada para o
atraso.</p>
      <p>Em experiSncias efectuadas urns resposta dentro dos primeiros 2 seg.
mostrou constituir urns importante fronteira na obtSnc5o de feedback
- Os seres humanos Louden expont5neamente a organizar as suas
actividada em vdrias tarefas que podem ser faciJmente compJetadas em
sub tarefas.</p>
      <p>De acordo com psic6logos, marcar um determinado n6mero de telefone serd
seguido duns sensacAo tempor:iria de concJus5o de um processo. Da mesma
maneira, pane dona "conversa" entre terminals serd seguida por urns
condus5o ou encerramento de um outro processo. A raz5o principal deste
comportamento e que urns determinada quantidade de informscAo, por ex o
Homere de teJefone que esta a ser digitalizado, precisa de ser mantido Horns
mem6ria tempor:iria que funciona um pouco como um "buffer de
armazenamento humano".
"Quando estou a marcar o numero de telefone eu retenho-o no men buffer ao
acabar de marc:i-lo. Depois, simplesmente. apago-o. Analogamente, quando
estou a introduzir informacAo num terminal de computador, at6 que tenha
finalizado e a referida informac5o tenha sido enviada. en retenho os dados na
minha mem6ria tempor:irta</p>
      <p>Durante este periodo. en n5o quero ser interrompido, sen5o sujeito-me a
perder coda a informac5o que flubs armazenado previamente no men buffer.
Urns interrupc5o ou um atraso na conclns5o da gecko em curso ( neste caso
introduc5o de dados no computador ) Dode ser frustante Contudo, um atraso
maior Dode ser facilmente tolerado ap6s a conclus5o do processo introdut6rio dos
dados."</p>
      <p>Diferentes elementos constitutivos de um dihlogo entre terminals, podem
reQuerer diferentes tempos de resposta e, por vezes, 6 possivel tirar vantagens
deste facto no projecto/dimensionamento darn dado sistema.</p>
      <p>Qnando existem muitas interacc6es interligadas para efectuar uma simples
tarefa. um tempo de resposta muito maior do Que 2 seg. para cads interaccAo
individual serd frustante para o utilizador. No entanto, ap6s urns dada sequ&amp;ncia
de interacc6a ter sido completada. um tempo de resposta maior ( facitmente
to/er:ivel</p>
      <p>For ezempto. existem sistemas Que. para colmatar o etevado tempo Que tevam
a processar determinado pedido. providenciam urns resposta tempordria de .'x"
em "z" segundos. de mode a Que o utiZizador se aperceba Que n5o foi esquecido.
Esta resposta Dode ser simptesmente o "display" no terminal da mensagem
'.working". Actualmente ha quern use publicidade como mensagem.</p>
      <p>Em alguns casos. um tempo de resposta maior que 2 seg. 6 aceitAvel. No
entanto existem situac6es em Que tempos da ordem dos 2 seg. s5o um logro. For
exemplo, v:irios tipos de interacSes com terminals grhficos usando o "mouse"
requerem tempos de resposta na casa da metade do segundo ou. eventualmente,
do d6cimo de segundo, especiatmente para trabalhos intensivos. coma s5o os
desenhos assistidos por computadores ( CAD-CAM ).</p>
      <p>Existent. tambem, situac6es em Que tempos de resposta curtos podem ser
psicologicamente considerados maus. For exemplo. no caso de uma m:iquina
responder instaut5neamente a um pedido feito, pode ter um efeito devastador
sobre o utitizador.</p>
      <p>Inconscientemente o utifizador tentard todos os meios para Que a mAquina Ihe
responda dentro dos "timings'. que para etc s5o expectdveis e de con6anca,
atendendo A informacio pretendida. E por esta raz5o Que alguns sistemas
introduzem um delay para assegurarem Que respostas a pedidos complexos n5o
sejam visiveis no terminal em tempos inferiores a 1.5 seg..</p>
      <p>No entanto, em sistemas de telecomunicac6es, o planeador esta mais
preocupado com~ longos cempos de resposta do Que com os pequenos, coma fe
6bvio.</p>
      <p>Existem certos limites em Que o tempo de resposta se enquadra e Que sin
importaotes na determioacio do tempo de resposta reQuerido now processo de
di:ilogo entre terminals. Estes limites est5o sumarizados oa Tabela 1.</p>
      <p>A Fig. 7 preteode representar num grh6co de barres a "Sensac5o do
Utilizador'. face a tempos de resposta vari:iveis.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>PRECO ( Factora Econonu.cos)</title>
      <p>Um dos factores Que se deve ter em conta quando se planeia o Tempo de
Raposta requerido k o ecoo6mico.</p>
      <p>0 custo para provideociar um tempo de resposta muito baixo pode ser muito
elevado. devendo ser referido Que para alem da estrutura e desempenho da rede
ele e influenciado pelo equipaloeoto terminal do cl\cote.</p>
      <p>For outro |ado. Tempo de Resposta da rede 6 um dos par&amp;metros da rede Que
afecta a factura final a pagar pelo utilizador do servico, sendo Que utilizadores da
rede de dados, Que transferem graodes quaotidades de ioformacio pelas redes
pdblicas de comotacio de pacota, podem estar a pagar virtas veza mais do Que
deviam pagar, ateodeodo aos oiveis de performance de transmissAo Que estio a _
obter do Operador.</p>
      <p>De facto, em muitos casos o utilizador Que paga,efectivamente, uma
traosmiss3o de dados a taxa de 9.6 Kbit/s tern. na pr:itica, apeoas urns
velocidade de traosmtssAo da ordem dos 2Kbit/s. ou mesmo ioferiores, devido A
m:i Qualidade dos Robes.</p>
      <p>Assim, por exemplo, a transferiocia de um ficheiro com I Mbtt de ioformacio
mats protocol`o, n5o serd de aproximadameote 20 miootos ( valor qoe aerie de
esperar se a Itgacio fosse de facto a 9.6 Kbit/s ) was Sim poderd demorar Ceres de
2 horas. Se par cootrapooto for a comunicacio realizada via Rode Telef6oica
utilizando Modems da 6ltima geracio ( V.32 Bis oo V.Fast ) estes tempos
poder5o ser reduzidos para cerca de 3 miootos.</p>
      <p>A md performance da rede, na maioria dos casos, 6 da responsabilidade do
operador de telecomooicac6es, mas a factors 6 sempre page pelo cliente, isto 6 o
utilizador do servico page oms taxa extra por um atraso loogo na traosfer6ncia
da informacAo ( traosmiss5o ) sobre o qua| 050 6 respoos:iLvdDem cootrola.</p>
      <p>A degradacio oa performance 6 freqoeote e ( verdadeira taoto para Iigac6es
de dados a nivel domkstico, europeu e iotercootioeotal. Um possivel factor
indicador da variabilidade da performaoce 6 Qoaodo I particular n6 de
comutac5o ( ex. om pals ) 6 um pooto de tr5os{to ( ou pals de triosito ).</p>
      <p>A integridade da factors a pager pelo cliente pode ser de6oida como a
probabiltdade de a ioforwac5o confide oa factors apresentada ao diente
reOectir, correctameote o tipo, destioo e dorac5o da chamada.</p>
      <sec id="sec-5-1">
        <title>Tabela I</title>
        <p>( Tempo de Resposta )</p>
      </sec>
      <sec id="sec-5-2">
        <title>Maier que 15 sex.</title>
        <p>Geralmente atrasos superiores a 15 segundos dificultam a interacc5o conversacional.
Cea.to tifao de eanpregados podem Hear satisfeitos, esperando mais de 15 seg.,
sen(ados a um tea-minal por urns simples resposta. Contudo, para uma passes mats
ocupada, urns espera de 15 segundos seria intolerdvel. Se demoras superiores a 15
segundos acontecessem, o sistema deveria estar concebido de tal forms que o
utilizador possa alternar com outras actividades e requerer a resposta mais tarde</p>
        <p>Deste mode a factura correspondence a qualquer servico de telecomunicac6es
deve reOecfir, exacfamenfe, o uso Que esse servico especiNce faz da pr6pria rede
de comunicac6es Que o suporf ou.</p>
        <p>O julgamento Que o clienfe faz da Qualidade do Servico Que (be e oferecido e
essencialmenfe inffuenciado palms suns suspeifms acerca de pagamenfos
incorrecfos, pelo Que e, consequenfemenfe, o c(ienfe queixa-se principalmenfe
para melhorar a sum factara.</p>
        <p>Mas, cal como se referiu anferiormenfe o equipamenfe terminal dos Clientes,
pelo sen tempo de processamenfo inferno ( igualmenfc am ponto a fer em confa.</p>
        <p>For Onfre lado, a capacidade de enchimento dos diferenfes pacetes, Que por
sum vez 6 inffaenciada pelo fiflo de aplicacSo do Clienfe hem como pela sum
expeli6ncia de nfifizac5o, podeni constifuir um outro factor imporfante no Gusto
Anal.</p>
        <p>CONCLUS6ES</p>
        <p>Pretendeu-se, deste mode, chamar a afencio para a inNu&amp;nciaque o Tempo
de Rapesta fem. dam mode gerai. nm determinamo am Performance oms Redes
de Telecomunicac6es e em particular nas Redes P6blicas de Comanicac5o de
Dades.</p>
        <p>De facto, o p5rametro "tempo de resposta" 6 vital e deve ser alvo de uma
anhlise cuidada, pois afecfa direcfamenfe canto o preco, como a facilidade de
acesso e o dkbifo real dz comanicacio, valors esfes qae sic de imporfiocim
extrema para um utilizador de um dado servico nmsun avaliacio dz quafidade e
confentamento/descontenfamento sobre am servico especiffco de
telecomnnicac6a que Ike at&amp; a ser disponibilizado.</p>
        <p>importance fer sempre presence que a "factum" final a pagar pela ufilizac5o
da rede de comunicac6es 6 sempre paga pelo clienfe e que esta facfura pode de
cerco modo ser inNuenciada pela boa on mi performance da redo.</p>
        <p>0 julgamenfo que o diente faz da Qualidade de Servico que the 6 oferecida
tende a reNecffr as suns suspeifas acerca de pagameofes iocorrecfos e
consequentemenfe afecfar o sea Gran de Satisfacko.</p>
        <p>Import&amp; tambem chamar a atenc5o para as diferentes reac6es psicot6gicas
inerentes no comportamento hamano dos ufilizadores. face a valflres
diversi6cados que o par&amp;metrotempo de resposfa possa provocar, afendenffo
050 s6 i arg8ocia, beol como k cxpecfafiva om ufifizacifl de um dado service Por
parfe do atilizador.</p>
        <p>Neste ponto convir:i referir Que o Cliente dever:i. em certos casos, reflectir
sobre o sen equipamento terminal`e a in8u&amp;ncindeste no custo da comunicac5o
( n3o 6 56 mooperador que cabe a reducAodestes tempos ).</p>
        <p>Para finalizar convirh referir que a satisfacAodo cliente passa por acC6esde
melboramento. tanto a Dive[dos servicos coma da pr6pria rede de comunicac6es
que os suporta, em que a "bitola" de orientac5o deve ser no sentido de optimizar
o bin6mio Preco/Qualidade ou seja, baixa de precos e incremento da Qualidade.
conforme se pretende mostrar na Fig. 8..</p>
        <p>Neste sentido, importantes Bassos tem sido dados pelos Operadores Nacionais
e Internacionais.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-5-3">
        <title>BIBLIOGRAFIA_</title>
        <p>{ll Roger L. Freeman, Telecommunication System Engineering, A. Wiley
Interscience Publication.
[21 Luis Sousa Cardoso. Videophone Service over PSTN,
CPRMMARCONI, ETNO-Quality of Service Workshop, Portugal 1993.
[3) Luis Sousa Cardoso, Live Fax TraMc Analysis, CPRM-MARCONI,
ETNO-Quality of Service Workshop, Portugal 1993.
[4) Luis Sousa Cardoso, Billing Integrity and Network Response Time on
PPSDN's, CPRM-MARCONI. QSDG Switzerland1989.
151 John Snyder, Information on the Impact of Transmission Delay on
Group 3 Facsimile Transmission, COMSAT Corporation, QSDG New
Zealand 1993.
[61 .Measurement of Performance of an International Packet Switched
Connection, Network Technology Division, COMSAT Lab.
1988[71 Tim6teo Figueir6, Servicos AvanCado5 de Telecomunicac6es - Novas
Oportunidades e Desa6os, Telepac em Noticias, Ndmero 21 Out/Nov/Dez
1993.
[SI Mitt Leonard, Sophistication Spurs on Modem Tecnology' Electronic
Design. October 1993.
lg} Jonh Fennick Qnality Measures and the Design of Telecommunications
Systems, Artech House. Boston, London1988'
|
|
[10] Revises Informatica
Portuguesa Informatica.</p>
        <p>Hoje. Ndmero
1 ADO V, A.P.I.-AssociacAo
,Autor do Comunic_do_
Nome : JoAo Manuel da Costa Rodrigues de Oliveira
Licenciatura em Engenharia Electrot( cola e Computadores - Ramo Telecomunicac6es e
Electr6nica no Instituto Superior T6cnico.</p>
        <p>EstagiSrio nos TLP - Te(crones de Lisbon e Porte, Novembro 1989 a Setembro 1990
Projecto Final Curso Desenvolvimento de Algoritmos para o Encaminhamento do
TrAfegona Rede Telef6nica, Rotas Unicas e Alternatives.</p>
        <p>Integrou Equipa de Docentos de Cursos promovidos pelo Fundetec 1990 nmArea de
licroinformatica.</p>
        <p>Quadro T6cnico dos TLP desde15 de Setembro 1990 at&amp;Janeiro 1992.</p>
        <p>Quadro da MARCONI desde Janeiro 1992. integrado na Direcc5o Comercial, Dode
desenvolve trabalho na:sareas de Engenharia de Tr:ifego, Acessos Irregulares a Redo,
Satisfa(;:So dos Clients e Analise e Investigaq;io sobre a Qualidade de Service e
Performance da Bede
Sx
c
e
a
6.00
5.00
4.00
3.00
2.00
1.00
0.00
15.000
10.000
5.000
0.000
1990</p>
        <sec id="sec-5-3-1">
          <title>Iggl</title>
          <p>lgg2
1993
1994
MERCADO EUROPEU - SERVIQOS DE TELECOMUNICACOES
( bili6es do d6laros )
MERCADO NACIONAL - SERVI(;:OSDE TELECOMUNICAI[;:OES
( em milh6es de conies )</p>
          <p>1992
Fig. 2
Repartio das despesas em Tl ( 1992 )</p>
          <p>ComunicaV6e
SW Base (2.O%)
AplicaV:6es(.12.7%)</p>
          <p>Sistemas(I2.2%)</p>
          <p>Manuten980 (15.2%)
\ Ix:g</p>
          <p>II</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list />
  </back>
</article>