<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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          <label>0</label>
          <institution>ServiCosde telecomunical;:6es EquipamentodetelecomunicaHes Publicidadetelevisiva Servicos de TV porcabo Setvicos de Pay-TV Aluguer e compradefilmes Salas de cinema</institution>
        </aff>
      </contrib-group>
      <fpage>127</fpage>
      <lpage>138</lpage>
    </article-meta>
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    <sec id="sec-1">
      <title>1. Motivaq50</title>
      <sec id="sec-1-1">
        <title>Normalmente assume-se, no sentido lato, Quemultimedia 6 qualquer combinado de dados, sow, imagem e video, podendo ser aplicavel quer no sector dos neg6cios como tambem no residencial e de entretenimento.</title>
        <p>Devido a aus6ncia de um crit6rioclaro sobre a defini&amp;o do conceito multim6dia e suas
aplicat;:6es,existe alguma dificuldadeem preverquais os proveitos Queesta nova area de
neg6cio poderStrazer.No entanto,6 possivel tiraralgumas ilat;:6esobre qual a motivat;;:do
Que esta por detrasda multtru6diase analisarmosquais os proveitos a nivel mundial do
sector de entretenimento[I]:
bili6es de USS
"
"
"
"
"
"
Estes Velcros fomecem uma medida empirica sobrequal o interesse da multim6dianesse
mercado. Emborase constate Quea maioriadas receitasprovemainda da area datelefouia
existem contudo a curto pmzo algumasaplicat;:Semsultimediacom consideravetPotencial.
ConsiderandoQueexistem principalmentetr6sgrandesinddstriascomPetindoPorum Ingar
cimeiro no mercado da multimedia sendo elas a ind6striatelevisiva das telecomunicaV6es
e dos computadores (incluindo sove), e previsivel Que a exploret;:8ocomercial em
Brandeescala de aplicat;:6emsultimediaIrater brevementeum forteimPulso.
A indtria da televisko procuraatilt novas tecnicas de maneira a melhorar a sua
programacAcde acordo com os desejos da sua audiencia 0 sector das telecomuuicac6es,
aberto a compedcho, precisa de desenvolver novas oPortunidadesde neg6cio Porforma a
wanter e reforcara sua posit;:dono mercado. A inddstriados comPutadores,confrontada
com uma certa acomodaco dos clientes aos produtosbasicos, v8 a area da multimedia
couma routeimportantede rendimentos,capazdesustentaro sen crescimento.
idade dos operadoresde telecom micacJes e de televisSo por cabo
L actualizeo das s redes por forma a suportar exignci f
, novo padrSode fego multim di nomeadcute aavs da in
:anos segmentos pncips e tb m no acesso rede local.
cute a este aumento capacida e4, jh se iciou o processo de in
Vpa) e SONET (EUA e Jap5o) na rede de spoe, prevendo-se
mte co pro, a utilimV2odo A 'Mcomo mecsmo de corny80
ue os sistem de Supoe Queto no possivel eneg os difereno
segmento residenci e de neg 'cios j eso a ge aId I
fomecedo de tecnologiae in&amp;a s [2].</p>
        <p>ente, os labctes de codecs bm eso a desenvolver duc
melhor utilimCAod iaes existentes, aavs de elevados
W"A tabela segate iIa ex ggnci de al aplicaJes em
sssSo e coespondente potenc ; de compressAor,espectivente.</p>
        <p>Apt(caSo</p>
        <sec id="sec-1-1-1">
          <title>TV / VOD basico HD</title>
          <p>RealidadeVirtual</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-1-2">
        <title>Oril inaL</title>
        <p>280
1'VS
1,4 ( bis
35
bis
Comprimido</p>
        <sec id="sec-1-2-1">
          <title>1,5Mbit/s</title>
          <p>20 Mbit/s</p>
        </sec>
        <sec id="sec-1-2-2">
          <title>1,8Obit/s</title>
          <p>mesmo com compressAo, e a e cepCSoda primeira aplica80 de
VHS), ainda n8o estem ac cute dispoveis seios com
lo capes de lidu com estes req silos. Ape agorase ici a ,
de VOD pela rede de telecom Jes, rouendo tcca S
re) dos subscdtores. Assi.m,os op mdores priso de plemen
com acrescidu capacidadesde eso por foa a sadsfr exig
,ios de bIga
ios neg6cios tern requisitos p uIs em vide do facto de ca
gerado a pr de aplicaC5esem edeslocs. Emteos de gem50 &lt;
lo a mor pe ies de redes locs jA es ac
atenq a incl50 de CD-RO s e eqpOnto de video. sin
s lateaces em hvdware e so are do lates de todos c
; envoldos no pmcesso encomj este desenvolvimento,jh Que a I
&gt;ir dos equipentos mulm6 i a pro beneHcid-losa todos.
o Actual
Wde sd Quesuponem a m Itimdia 6 ctic pois esu de cc
e tipos de eqpento distintos, s qs por sua vez podem uIi
stduds. Por exempZo,existem s de 30 esciBcaHes pa o u
I dezen pa video digi e a da p OsfoatoS CD-RO
cnologi de comunica80 (mais e a dia s6 no contexto d L</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-1-3">
        <title>Contudo, a existtncia duma variedade de standards o essencial como forma de garantir a inter-operabilidade entre as varias plataformas.</title>
        <p>Para alom dos grupos de standardiza(;:Soe,xistem diversas organize6es interessadasmas
aplica(;6es multimedia e nas plataformasde interoperabilidade, nomeadamentea IMA
(/nteractive MultimediaAssociation), o MCCOI(MuLtimediaCommunicationsCommum
of Interest), o MPG(MultimediaPG) e o IMRG(/nteracn.veMedia in Retail Group). Estas
organizaC6es incluem tanto operadores de telecomumcacHes como tamb6m grandes
fabricantos de hardware e software, funcionando come um verdadeiro "f6rum
multimodia".</p>
        <p>Neste contexto, os principalsstandardsde compressgo baseiam-se nas especifica96es do
JPEG(imagens fixas), H.26I (videoconfer6ncia),MPEG-I e MPEG-2/H.262(aplicdveis a
video).</p>
        <p>O JPEG fol desenvolvido pela ISO e pelo antigo CCIlf paraimagens estafleas, embora
algumas vezes tambdmseja usado para sequ8ncias de imagem em movimento devido
facilidades de ediBo. tendo side publicado formalmente em 1993 sob a Si&amp;laT.81 e
1510918. As Baas"mfzes"estSo no desejo de adicionar imagens com quaiidadefotograflea
ao videotexto, utilizandomodems a 960 bit/s.A implementa'(;:Adoo /PEG e Simetrica(igual
complexidade na codificaCAoe descodificaAo) o, onde a velocidade nae seja cdtica pode
ser efectuada por so"/i-wmem qualquerPC. No entanto, ja existem places de hardware
(por ex. C.-CUBE)que utilizamtecnologia VLSI.
0 H"261fol desenvolvido e ratificado em 1990 pale CCITT para videoconfer6ncia e
videofone, sendo a componento de compresshovideo da recomenda98oH.320, e permite
utilizer a redo ISDN entre 64 Kbit/s o 2 Mbit/s (Px64 Kbit/s). Os descodificadores do
H.261, e sobretudoos codificadores(devido a necessidado de estimacBodo movimento),
s80 mais complexes que os do JPEG.Jhforamimpiementadosem software em places D5P
com taxas at6 128 Kbit/s, embora exista hardware dedicado para taxas mais elevadas.
Normalmente existem em unidadescompletas,jd integradascom o codificadorde dudio,
multiplex, etc., mas esl;Aoirninentesvers6es de places paraPCs.
0 MPEG-I fol desenvolvidopela ISO tendo sido publicado em 1993 sob a sigla 1511172,
tendo o sea imcio side motivado em 1988 pelo aparecimentodos CD-ROM,DVI e estudos
preliminaresa I..2 Mbit/s orig.inadospelo H.261. Maims das BaasseccJes $50 id&amp;micasas
do H.261, emboranAosendo um substitutodeste ultimo em virtude do maior atraso,mas
inclui facilidades adicionais de acesso aleat6rio e possibilidade limitada de edi5o. N5o 6
destinadoa nenbumaaplica&amp;o em particular,mas OsCD-Ija o utilizame e muitoProvavel
que o VOD taml:)emo venha a utilizarem Brandeescala Apesar do standardPermitirate
100 Mbit/s utiliza-se frequentemente 1.2 Mbit/s, nAo existindo Conrado taxes de
transmissdoespecificas. '..</p>
        <p>O MPEG-2 destina-se a maiores taxes de transmissdo,utilizando-se tiPicamentedo 5 a 50
Mbit/s, e maior qualidadeQueo MPEG-I. Emborao H.262 fosse originalmentedestinado
as redes BISON e ATM , o MPEG-2Video e o H.262 v ser um texto comum.0
MPEG3, previamentedestinadoa HDTV, seFaenglobado no MPEG-2,o qual ser&amp;a base do novo
standard de di tin TV digital europeia tendo sido iambem adoPtadoPela "Grand</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-4">
        <title>Alliance "que esta a desenvolvar o sistema de ATV nos EUA. O MPEG-2 commtttee draft 13818 fol publicado em Dezembro de 1993.</title>
        <p>Os codiClcadorese descodificadoresdo MPEGs50 aindamais complexos que os do H.261,
proporcionalmentaa qualidade da imagem. Emboraos codifxcadoresMPEG sajam muito
caros, em muitas aplicac6es o utilizador apanas precisarado descodificador, havendo j'a
sub..sistemas da VLSI disponivais para MPEG-1 (For exemplo, C-CUBE, Motorola
.I.`homson,Pioneer, Philips) a espara-sa a curto prazo o aparecimento de chs de
descodifica9Aoparao MPEG-2.</p>
        <p>A recomendac H.320, qua inclui o H.261 e fol introduzidapelo CCITT em 1990,
consiste Rum conjunto da varios standart::tspara videoconfer6ncia at6 2.048 Mbit/s,
garantindoa compatibilidadeentre sistemas no qua respeita a compressdo, transmissAoe
interoperaCSoda video a 8udio. Curiosamenta,a Intel Corp. esta a apostarBurnalgoritmo
propriet:irio distinto, chamado /ndeo, capaz da suportar videoconfer8ncia em PCs
util.izandoos sens processadoresi486 ou Pentium para comprimir/descomprirnivrideo e
audio.</p>
        <p>Esta aposta baseia-se no argumento de qua o H.320 t demasiado complexo para ser
implementadonuma plataformada PCs a custos razodveis,paraaldm da n&amp;ocobrir ainda
aspectos da interactividadaqua 580 'vitais para os futuros sistemas de videoconfer8ncia
"des(dop".A T.120 da ITU-TS esta actualmantea estudar este aspecto da interactividade
mas s6 a esparadaurns aprovaq5ofinal em 1995.</p>
        <p>O Indeo esm a ter aceita;:dopor Farrada importantasfabricantesda PCs CAST,Compaq,
etc.) e de sol?\4are-houses (Microsoft Novell, Lotus, etc.), a grandas fomecedores de
sistemas da videoconfarSncia(PicturaTel,Vtel, CompressionLabs, etc.) esnlo actualmenta
a orienter..sasegundo uma astral&amp;&amp;lIalibrida ou seja` utilizamo H.320 paraos sistemas de
vidaoconfer6nciaem astndioe o laden paraos produtos"desklop".</p>
        <p>Os principaisstandardsqua estdo actualmentaem dasanvo2vimentos8o o H.32z H.VLC/N
a o MPEG4\H.VLC/L. 0 H.32z d identico ao H.320 mas destina-sa aspaciflcamantaas
LANs, tando os estudos, iniciados no Outono da 1993, sido impulsionados pela
conner&amp;8nciaentraas redasda comunicacHasa os computadoras,viabili7andoos sistemas
davidaoconfar6ncia"desbop" e da tele-trabalbocooperative.</p>
        <p>A interoparabilidadecom os terminals H.320 existantassem asseSurada A necessidadeda
definir o standardH.VLC/N paravideofonia foi reconhecidapals ITU-TS em virtude do
aparacimento de vidaofonas "anal6gicos" propriatarios da AT&amp;T, utilizando voz
digitalimda a 5 Kbit/s a video digital de baixa resoluc&amp;oa aproximadamante10 Kbit/s
utilizando o H.261. 0 H.VLC/N deverS utilizer urns tecnologia identica mas a taxes de
transmissBoate 28 Kbit/s(modems V.34), esparando-saa sua aprovaG8oem 1995.
0 futurostandardMPEG4\H.VLC/L procuradefinir t6cnicas de compress&amp;oPalo menos
urns ordem de grandam malhores qua as existentas MPEG-1-2/H.261, contando com a
colaboraV&amp;eontra a ISO e a ITU-TS. Algumas das aplica96es incluirio videofonia video
em sistemas m6veis, jogos, cart6asintaligentas,etc.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-5">
        <title>A correspond8ncia actual entre os serviCos de transporte de telecomunicac6es capazes de suportarem multimedia em rede e a banda exigida pelos correntes standards de compresso esta ilustrada na tabela seguinte:</title>
        <p>Standard
Tampa, Ult.lizador
ServiCo
H.261</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-6">
        <title>JPEG</title>
        <sec id="sec-1-6-1">
          <title>MPEG-I</title>
        </sec>
        <sec id="sec-1-6-2">
          <title>MPEG-2</title>
          <p>Nx64 Kbit/s (N=l~.24)</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-1-7">
        <title>Linhas PDH DS I/EI, ISDN H II , From</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-8">
        <title>Relo::vA,TM a 1.5 Mbit/s 10 a 240 Mbit/s</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-9">
        <title>ATM a 155 Mbit/s ou 622 Mbit/s</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-10">
        <title>1.5Mbit/s</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-11">
        <title>Linhas PDH DS I/E I, ISDN HI I, From</title>
      </sec>
      <sec id="sec-1-12">
        <title>Rel(::OA?T,M a 1.5 Mbit/s</title>
        <p>4 a 6 Mbit/s</p>
      </sec>
      <sec id="sec-1-13">
        <title>Linhas PDH DS2/E2, ATM a 6.3 Mbit/s</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>3. Oportunidades</title>
      <p>Emboraexistamja alguns produtosmultim6diadisponiveis, como o PCSIOOda PictureTel
que perrnitecomunicaC6esvisuals pessoais baseadasem PCs, aindaexiste um vasto campo
de ac(;:5o para as empresas poderem desenvolver produtos pr6prios e adequados a
necessidades especificasdo mercado.</p>
      <p>Segundo as tendEnclasactuals,as aplica(;:6esmais atractivasparao sector dos neg6cios s80
o processamento de documentos e apresentac6esmultim6dia o`trabalhocooperativo, a
telemedicina a forma(;: e ensino a disnmcia Todas estas aplicacHes, ou qualquer
combinao entre elas, ter6o o potencial de utilizes intensivamente atributos visuais,
nomeadamente,a imagem dinica dos interlocutores.</p>
      <p>No segmento domestico ser5o sobretudo o Video-On-Demand, televisko e jogos
interacdvos, "homeshopping" e "homebank:ing".0 Video-On-Demand e uma aplica(;;:8o
que surgird naturalmentedevido ao sen Brandepotencial de mercado, revelando-se como
uma excelente oportunidadepara alian(;:asentre operadores de telecomunicacHese de
televio por cabo. Exemplo disto e o projectode interactivadesencadeadopela Time
Warnerem Orlando,prevendo-sea exploracAocomercial em Brande escala nos E.U"A.ate
ao final do ano.</p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>4. TendSncias</title>
        <p>Existem tr8s grandesgrupos de produtosonde se esperaque amultim6diadesempenheum
papel crucial[3]:
o Produtospara"meetings"
. Produtospara"desktop"
. Produtosde consumo "domesticos"</p>
        <sec id="sec-2-1-1">
          <title>Os sistemas para "meetings", utilizando equipamento de videoconferencia dedicado, embora n&amp;osejam multimedia no sentido lato fomecem a Chane para o video pessoal, ou de "'desklop", enquanto se espera que os produtos de consumo baixem Os custos e viabilizem a massificaciio dos servicos multimedia</title>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>4.1 Muffin6dla para "Meetings"</title>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>Os pontos fortes destes sistemas s50 a qualidade dos equipamentos dedicados e o born</title>
        <p>conhecimento das necessidades dos utilizadores em virtude da experi&amp;ncia passada.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>Contudo, a valor parte dos sistemas existentes s5o proprietarios e ha apenas uma base relativamente pequena de equipamentos instalados.</title>
        <p>Podem-Seidentificartrestipos de equipamentoprincipalconsoanteo tipo de situaGdo.
' Grupos grandes usando equipamento de estudio de videoconferdnciaa taxas
entre 384 Kbit/s e 2.048 Mbit/s e ritmos ate 30 imagens/s.</p>
        <p>Grupos pequenosusandosistemas de videoconfer6nciam6ve2ou de "gabinete"a
taxes inferioresa 384 Kbit/s e ritmos ate 15 imagensls.</p>
        <p>Gruposmuito pequenosou individuals usando sistemas de baixo custo base&amp;dos
em PCs com baixas taxes de transmissAoadequadasa ISDN.</p>
        <p>E expecravel um crescimento sustentado nas receitas provenientes deste tipo de
equipamento. Prev6-SeQuea partirde 1996 as vendas dos PCs multimediairdo crescer
acentuadamente,eclipsando rapidamenteas dos sistemas de videoconfer6nciadedicados
(ver figum-l). Os fomecedores de equipamento de videoconfer6ncian sen5o capazesde
competir em preco com estes novos produtos,mas poderSoformeraliancas de coopera(;:&amp;o
com os fomecedores de sistemas de computadorespara desenvolveremos seus pr6prios
Video-PCs. Em contrastecom a redu(;:Adoo preco, eles devemo oferecerum servi9ocom
acrescimo de qualidadee com facilidadesadicionais (ex: possibilidadede co/aboracAo).
Ate agora a videoconfer8ncia tern sido vista como uma aplicaV&amp;ohorizontal,
potencialmentecomerciali:Zaveat um leque diversificado declientes. No futuroos produtos
tambem deverio incluir uma gama de facilidades multim6diacooperativaparamercados
verticals tais como a fOrma{;;Ao,ensino e consulta remota Dado que 6 improvdnelQueOs
Eomecedores de videoconferncia actuals desejem desenvolver s6zinhos todas estas
facilidades adicionais, surge entdo uma oportunidade de jundo de esforcos com as
companhias que tenbam apostado no desenvolvimento de sistemas cooperativos.</p>
        <sec id="sec-3-2-1">
          <title>4.2 Multim6dia para "Desktop "</title>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-3-3">
        <title>Para &amp;lEm do enorme potencial de mercado existente, urn&amp; das vantagens para o</title>
        <p>desenvolvimento deste tipo de aplica6es e a exist&amp;nciade componentes Chanena cadeia de
valor acrescentado come sejam as ceras, os processadores de video (ex: AT&amp;T.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-4">
        <title>Motorola) e o so./1"wareQ,ue fazem com Que grandes interesses econ6micos estejam em jogo e impulsionem a sua imp!ementa9do a curto prazo.</title>
        <p>Nesta categoria incluem-se tr8s grupos de produtos basicos Que serko necessarios para
suportarmultimedia atrav6s das LANs ou WANs no ambiente do sector dos neg6cios:
computadorespessoais, servers e ferrarnentasdesotiware.</p>
        <sec id="sec-3-4-1">
          <title>4.2.1 Computadores pessoais</title>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-3-5">
        <title>Neste contexto os computadores pessoais distinguem-se entre dois tipos, podendo haver alguma form&amp;de simbiose entre ambos:</title>
        <p>. PCs "multimedia-ready", Que sAo PCs ou workstations Que suportam o
armazenamento,recupera e plback de todos os tipos de dadosmultimedia.
Embora sendo imcialmente mono-postos, ir8o progressivamentemigrar para
ambientes de trabalho em rede. Normalmente incluitdo como configuraco
minim&amp;um CD-ROM driver, urn&amp;pl&amp;ca de audio, microfone e colunas e
softwve tipo MS Windows3.1 (com extens6es paraandin).
. Video PCs, que sAo PCs ou work!itationsapropriados para suportarad hoc
comunicaHes de audio e video em tempo real, assim come a transferncia
simulea de dados carte dois ou mais individuos utilizando a rede ISDN.
Come configurac8ominim&amp;de hardware terSouma c`amerade video, urn&amp;placa
ISDN, e come soliware paraVideo Mail e partilhade recursospodemo utilizaro
Videofor Windowsou Apple QuickTime.</p>
        <p>No futuro, a maior parte dos PCs existentes no sector dos neg6cios estaraligada a urn&amp;
LAN. Os utili2adores esperamser possfvel &amp;cedera informa;8o multimediaa partirdesses
PCs da mesma forma que eles podem &amp;cederagoraa ap!ica6es de texto e graficos.Assim,
e importante que os fomecedores assegurem que os sens produtos suportam essas
facilidades. Um exemplo da estrat&amp;giada Intel 6 o Indeo, pretendendoassegurarQue os
PCs base&amp;dosnos processadoresi486 e Pentiumse tomem a plataformabasic&amp;parao video
"desktop".</p>
        <p>A impocia futuradeste mercado,comparativamenteao anterior,esta hem patenteadana
figura-2, que traCaestimativasacumuladasdos proveitosresultantesda (video)conferncia
em multimedia paradiferentestipos de situaHes.
4.2.2 Servers</p>
        <sec id="sec-3-5-1">
          <title>Distinguem-Seda mesma formadois tipos deServers:</title>
          <p>' "File Servers"Que podem &amp;cedera informaCkomultimedia `(texto,imagem,
audio e dodos) armazenados em mnItiplas baterias de discos magneticos on
6pticos (CD-ROMs).
' Video Servers que podem suportara transmisskode video em tempo-realsobre</p>
          <p>LANs (ex: paravideo cltl:)s).</p>
          <p>Espera-SeQue a procura de servers e LANs Que possam suportarmultimedia aumente
rapidamente.As empresas terSoque actualizaras suas redes locais internaspor forma a
suportaremo aumentodo fluxo de informsc, fomecendoassim novas oportunidadespara
os fomecedores de soare pararedes e de "hubs"com capacidadede comutacAo.
Existemj8 prot6tiposde servers mnltimedia capazesde suportaraplica(;:6ecsomo o
VideoOn-Demand porcabs Diversascompanhiasde destaQuecomo a IBM, a Digital Equipment
e a Oracleestdo acrnalmentemuito actives nesta area
4.2.3 Software
'Existemcinco grupos de ferramentasQue Se espera sejam capazes no futuro de suportar
multimedia no ambiente das redes:
' Extens6es aos sistemas operativos</p>
          <p>Novos sistemas de sofrware para computadores pessoais, tal como o
Microsoji Video for Windows, jd esnto no mercado. A isto seguir-Se-a o
aparecimentode produtos para suportarmultimedia em servers e sobre o
sistema operativoem rede.
. Programasde base,(folhas de calculo, processadoresde texto, etc.)</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-3-6">
        <title>Algumas vers6es em rede de pacotes tais como o SmartHelp da Lotus, o qua! fomece ajuda muZtimediapara o Lotus I-2-3,ja eso disponiveis.</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-7">
        <title>Programas de edicko e de apresentacAopara o sector de neg6cios</title>
      </sec>
      <sec id="sec-3-8">
        <title>Alguns produtos de mono-utilizador ja eso no mercado, esperando-se Que</title>
        <p>as vers6es para trabalho em rede possam aparecer brevemente de modo a
serem usadas com libraries de material audiovisual disponiveis em /e
servers.
' Ferrarnentascapazes de extrair a informacAo contida em bases de dados
multimediaexistencesem/l/e servers.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-9">
        <title>Uma nova gerac&amp;o de ferramentas de comunica&amp;o capazes de suponarcm aplicac6es tais como Video Mail, confer6ncia em grupo e todas as formas de trabalho cooperativo.</title>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4.3 Mercado de Consumo</title>
      <p>As oportumdadesprincipalsHastesector passampela expans&amp;odos mercadosja existentes
(ex: home shopping), pela substitui9Aode alguns mercados(ex: o aluguer tradiciona!de
fi!mes por Vtdeo-On-Demand), assim como pela cria80 de outros novos (ex: acesso a
inform&amp;cAfDinanceira seguros, Sande,bases de dados,etc.).</p>
      <p>Existem tr8stipos principaisde hvdware de consumo Quepoder&amp;osuportarcomunicaCJes
multimediano futuro:</p>
      <sec id="sec-4-1">
        <title>CD-ROMp/a:vers</title>
        <p>Ja existem disponiveis no mercado varios CD-ROM p/ayers mono-posto,
assim como diversos titulos que v5o desdeencicloped{asatejogos de video,
estandorapidarnentea aumentarde numero.
'
'</p>
        <p>TV set-tops</p>
        <p>Irgo aparecereste ano no mercado novos TV set-top boxes, os quais ja
incorporar;iodescodificadores MPEG para a recep&amp;o via sate/ice ou por
cabo.</p>
        <p>PCs</p>
        <p>OS PCs jh existem no mercado hA variOs anos, mas novos produtos
multimediaeso agoraa aparecerparaaplicacdesmono-pesto
0 mercado de consumo, por ter cacten'stic
desenvolvimentoda multimdia em vos sentidos:
msi5ctes,
impote
pa
o
- 0 sucesso dos CD-ROM pZa:3verpsermitirh reduzir o custo dos CD-ROM
drivers destinados aos PCs e servers multimedia
. O sucesso de TV set-tops permitira reduzir o custo dos descodificadores
MPEG.
2' Alguns dos produtos e do ow-how aprendido com o desenvolvimento
efectuado para o mercado de consumo podem ser transferidos para o mais
exigente mercado de neg6cios.
' O estabelecimento de urns base domestic&amp;de equipamento interactive,
viabilizando inicialmentealgumas aplicades como a home-shopping, podera
permitir futuramente a expansgo das vendas de produtos e ferramentas
multimediaa retalhistas,dances, segurose muitos outros sectores.</p>
      </sec>
      <sec id="sec-4-2">
        <title>4.4 Posicionamento dos Operadores</title>
        <p>Existemquartograndeefactores Queinfluenciardodecisivamenteo sucesso ou fracassodas
organizacJesenvolvidas no mercadoda multim6dia:
*
.
.
.</p>
        <p>Compreensdodo mercado;</p>
        <sec id="sec-4-2-1">
          <title>Conhecirnento do cliente;</title>
          <p>Implementac de redes "ajustadasao mercado"(ex: AT&amp;T !stet e ST High
Street Network);</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-4-3">
        <title>EFxci6ncia- custos de operacAo(pessoas e recursos).</title>
        <p>As receitas dos operadoresde telecomunicaC5esprovenientes do tmfego de video sera
gerada sobretudo por quarto tipos `de equip&amp;meow: os tr6s tipos de sistemas de
videoconfer6nciaidentificadosanteriormentee aindaos Video PCs.</p>
        <p>AS receitas provenientes do equipamento dedicado, incluindo os sistemas de grandes
gmpos (est6dio), continu&amp;faa ter uma contribuico importantenos pr6ximos anos, pois
estes sistemas 550 usados por periodosmats longos e a custos mais elev&amp;dos(utilizafldo
linhas alugadas). $6 a partirde 1996 d expectavel Que o crescimento da impornhlciados
Video PCs se tome aparente.</p>
        <p>Uma previs8otemporal sobre o desenvolvimentodo mercado de multimedia esta ilustrado
na figura-3.</p>
        <p>1992</p>
        <p>19'M
F:"gUra-3T.'endknclaSdos SistemasmulLime~d:(F`aonte,. [42)
1999"
[31</p>
        <sec id="sec-4-3-1">
          <title>6. Autor</title>
          <p>A aposta a cutto prazo deverh ser feita com base no desenvolnimento de aplicac6es
multim6diacomo o trabalhocooperativo,ensino remoto e videoconferncia em "desop"
utilizandoa rede ISDN.</p>
          <p>A tecnologia de compressSo para PCs ja esta disponivel para estas aplica95es, sendo
accessario desenvolver sobretudointerfaces(essencialmentesoare) paraa rede e parao
utilizador,e acrescentarfacilidadesmultimedis.</p>
          <p>Nesta lase e essencial conseguircolocar no mercado sistemas com capacidadesmultimedia
"desp" e de comunicaC8outilizando a rede ISDN, e sensibilizaros utilizadoressobre o
seu potencial. Isto tern vindo a tomar-se cads vez mats facil &amp;trovesda incluso de
interfacesgraficas atractivas,tomandoo sotiware "amigaveincomo urnspartefundamental
e importantefonte de proveitos,pois em largamedidao sucesso das aplicat;:6esmultimedia
dependerdda facilidadecom Queos utilizadorespossamseeder as funt;:Jedsisponiveis.</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>5. ReferSncias Bibliogrdficas</title>
      <p>C. Lewis, ~Where'sthe multimedia money comejrom?~, Conferenceon Exploiting
the New MarketOpportunitiesin Networked Multimedia London.2-3 March Z994
C. Lourenco, "CoherentLightwave Commum.cations:Applz.cationPerspectives in
Submvine Cable Systems", 2nd International Conference on Optical Fiber
SubmarineTeleco .mmunicatiSonystems (SubOptic),Versailles, France,29 March
2 April 1993
J. Jeffcoate, M. Li, S. T`unms,"Networked multimedia: the busz.nessopportum'zy",
OvumLtd.</p>
      <p>J. Jeffcoate, "Winnersand losers: An analysis of potential revenues!or d:.lTerent
sectors in the networked multimedia industry",Conference on Exploiting the New
MarketOpportunitiesin Networked Multimedia London 2-3 March 1994
CarlosJu'L.wFerreira LourenCo
Marconi`- Av. A'lvvo Pals, 2 - 1600Lisbon - Tel: 7207.045 - Fax: 7207.148
Licenciou-se em EngenhariaElectr6nicae Telecomunicac6espela Universidadede Aveiro
em 1990, estando presentementea concluir a sua tese de Mestradoem Telecomunicac6es
na mesma Universidade.A sua formscAode p6s-graduacAoinclui, entre outros, o curso de
Especializac&amp;o em Gesnio de PME`s, ramo de Gestdo Industrial, pelo Cefasi da
Universidadede Aveiro e o Curso de Comunicac6es OpticasAvancadaspela Universidade
de Essex, Inglaterra
No pen'odo de 1990 a 1992 desempenhou diversas func6es no Departamento de
Electr6nica e Telecomunica6es da Universidade de Aveiro, nomeadamente como
Investigadorparticipandoem diversos projectos,prestandoapoio cientifico e lectivo. Nessa
alturaesteve envolvido no projectode sistemas de distribuiVACo ATV. Efectuoutambem a
anaIlse da viabilidade de sistemas coerentes WDM com amPlificacio OpticsPararedes de
distribuit;:Adoe video e servit;:oisnteractivos.
Incorporadesde Fevereiro de 1992 o DepartamentoCentralde I&amp;D da MARCONI,onde
desempenha diversas f:unc6es, nomeadamente ao nivel da participac8o em projectos
nacionais e intemacionais (RACE, EURESCOM) e na prestac8o de consultadoriaem
sistemas submarinos. E responsAval t6cnico pela ea de investigac8o aplicada em
comunicaC6es6pticas e pelo estudo de monosserviCose aplicaJes de bandalarga.
Os seus interesses scrumsincluem quera vertentetecnol6gica com especial lucid8ncianos
sistemas de televisAo por cabo, sistemas 6pticos de aim velocidade, amplifies5o 6ptica
supervisSo de sistemas, arquitecturase tecnologias de transportee de acesso a Fadelocal,
assim como tamb&amp;ma nertente de aplicac6es e serviCosde bands larga nomeadamente
(HD), Video-On-Dema PPer-View e Multimedia
E autorde urns dezena de publica6es intemacionais e nacionais.</p>
    </sec>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="ref1">
        <mixed-citation>[4]</mixed-citation>
      </ref>
    </ref-list>
  </back>
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