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    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Percepção de estudantes de curso técnico semipresencial em Tecnologia da Informação de uma Universidade Federal</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Juliana Teixeira da Camara Reis</string-name>
          <email>julianareis@imd.ufrn.br</email>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Andreza Souza Santos</string-name>
          <email>andreza@imd.ufrn.br</email>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Barbara Fernandes</string-name>
          <email>barbara@imd.ufrn.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Apuena Vieira Gomes</string-name>
          <email>apuena@imd.ufrn.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Marcel Oliveira</string-name>
          <email>marcel@dimap.ufrn.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>- Campus Universitário - Natal - RN - Brasil</string-name>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2015</year>
      </pub-date>
      <fpage>472</fpage>
      <lpage>482</lpage>
      <abstract>
        <p>This paper objectified evaluate the perception of the Information Technology technical course of the Federal University. It was doing a virtual questionnaire with open and closed questions. It was answered by the students 488 questionnaires. In the data, was observed that 41% were in the High School, 68% were satisfied with the course. About the material of the teaching, it´s necessary improvement, because 20% said that the one not motivating to the learning. In the conclusion, we highlights that necessary improve the teaching material and more know the help of the material.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>1. Introdução</p>
      <p>
        A expansão da internet e o maior acesso máquinas digitais é discutido por
mundo, o indivíduo atua sobre si mesmo, modificando a forma de pensar, escrever,
planejar e raciocinar.
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6">(MONEREO e POZO, 2010)</xref>
        .
      </p>
      <p>
        Diante desse contexto, iniciaremos a discussão acerca da Educação a Distância
(EaD) mediada pelo uso das tecnologias informacionais. Principalmente em função da
Internet Web 2.0, que permitiu maior flexibilidade, interatividade, múltiplas linguagens,
recebimento instantâneo dos materiais e ampliação das fontes de pesquisa
        <xref ref-type="bibr" rid="ref8">(SANTOS,
LEMOS e BEZERRA, 2012)</xref>
        . A educação a distância pode ser definida conforme Decreto
Nº 5.622 de dezembro de 2005, como uma modalidade educacional que é “mediada por
meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores
desenvolvendo atividades em tempo e locais distintos e diversos”.
      </p>
      <p>
        A EaD mediada pelo uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs),
acarretou em mudanças nas formas de interagir, se comunicar e se relacionar
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6 ref8">(SANTOS,
LEMOS e BEZERRA, 2012; COLL e MONEREO, 2010)</xref>
        . Tais mudanças recaem não
somente ao professor, mas principalmente na forma do aluno aprender e se colocar neste
contexto.
      </p>
      <p>
        Diante disso o aluno é o principal ator na EaD, e sua percepção diante do curso é
fundamental para o processo de ensino-aprendizagem, bem como para o desenvolvimento
de competências e habilidades para o exercício profissional
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">(GOMES, MOTA &amp;
LEONARDO, 2014)</xref>
        .
      </p>
      <p>
        Além disso, os estudantes de cursos a distância terão um bom rendimento e
sucesso acadêmico quando forem ouvidos, pois é de suma importância que os cursos
venham atender suas necessidades e seus anseios
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">(GOMES, MOTA &amp; LEONARDO,
2014; Barrenechea, 2003; BELLONI, 2001)</xref>
        .
      </p>
      <p>Investigar e avaliar as expectativas, a percepção e o perfil do aluno é fundamental
para se construir um curso de excelência e qualidade, bem como direcionar às reais
necessidades dos estudantes. Deste modo, trazendo a luz os seus anseios e motivações,
será possível um planejamento de curso que esteja em consonância com as demandas da
atualidade bem como permitirá a criação de estratégias pedagógicas que estejam, em
conformidade com as necessidades do educando, podendo assim, inclusive, impactar na
redução da evasão nos cursos a distância.</p>
      <p>A avaliação da percepção dos estudantes, também contribuirá para subsidiar a
elaboração de projetos e intervenções os quais tenham como finalidade a excelência dos cursos
oferecidos e a promoção do desenvolvimento formativo de habilidades, competências e do
pensamento crítico formando um profissional ético, engajado, solidário e coerente com as
demandas e problemas da contemporaneidade (BELLONI, 2001).
2. O aluno na EaD</p>
      <p>O aluno na EaD, é apontado na literatura, como autônomo, maduro e que esteja
engajado com o uso das novas TICs. O perfil de estudante da EaD é caracterizado por
estudantes adultos, do sexo feminino, não familiarizados com as Tecnologias da
Informação, constituíram família e são trabalhadores (ABED, 2014). Tal contexto reforça
a ideia e que a Educação a Distância, permite a possibilidade de dar continuidade a
formação acadêmica com capacitações profissionais e também como primeira formação
acadêmica.</p>
      <p>Atualmente, espera-se que o aluno seja ativo e responsável pelo seu processo de
ensino-aprendizagem e que apresente capacidade de autonomia e autorregulação
(BELLONI, 2001; JACOBSON et al, 2011). A aprendizagem autônoma é aquela centrada
no educando. No entanto, de acordo com PALOFF (2004), este posicionamento é distante
do perfil de aluno que se encontra na EaD, pois muitos assumem uma postura passiva
diante do curso on-line.</p>
      <p>Levando em consideração o contexto dessa pesquisa, destaca-se a formação
técnica em TI em uma Universidade Federal, que requer além de competências
individuais para lidar com o modelo de educação a distância (autonomia, autorregulação
e interesse pela pesquisa), o desenvolvimento do pensamento crítico, visualizando a
profissão de maneira mais ampla. Tornando assim o estudante sujeito e ativo em seu
processo formativo (JACOBSON, 2011).</p>
      <p>Tais competências poderão ser desenvolvidas durante o curso, mas é preciso que
haja uma compreensão e avaliação da percepção dos alunos em relação ao curso técnico,
de modo a identificar suas necessidades, fomentando assim o perfil de aluno que se espera
enquanto egresso.
3. Curso Técnico em TI na modalidade semipresencial em uma Universidade
Federal</p>
      <p>Este artigo visa apresentar avaliação da percepção dos alunos em curso técnico
em Tecnologia da Informação (TI), na modalidade semipresencial. Este termo tem sido
utilizado na EaD, na tentativa de caracterizar os sistemas educacionais que abarcam tanto
atividades a distância quanto presenciais.</p>
      <p>O curso é oferecido no âmbito de Instituto direcionado para vocação tecnológica
vinculado a uma Universidade Federal. O mesmo é voltado para estudantes a partir dos
quinze anos de idade, que cursam ou que já tenham cursado o Ensino Médio. Trata-se de
um curso técnico concomitante, voltado para jovens e adultos com potencial talento em
informática, para isso a seleção conta com apoio de psicólogos, estes elaboram
instrumento de prospecção, que não aborda aspectos conteudísticos, mas avalia
habilidades e competências em TI. O curso é dividido em quatro módulos (básico,
intermediário, avançado e integrador). No primeiro são trabalhados temas gerais e de
programação básica, nos demais os estudantes são direcionados a determinadas ênfases
(Informática para Internet, Redes de Computadores, Eletrônica, Automação Industrial e
Programação de Jogos Digitais).</p>
      <p>São oferecidas 1680 vagas, sendo 70% destas voltadas para os alunos da rede
pública de ensino, destacando assim um dos seus objetivos do Instituto, que é a inclusão
social e digital. O curso acontece no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Moodle,
havendo um encontro semanal presencial durante o módulo básico. No módulo avançado,
alguns cursos passam a ter dois encontros semanais, como é o caso de Automação
Industrial e Eletrônica. Ao término de cada semestre, o aluno recebe uma certificação
correspondente ao módulo cursado, assim o estudante pode receber o certificado de
“Programação básica, intermediária, avançada e técnico em TI”.</p>
      <p>Destaca-se também o módulo que integra todas as ênfases, denominado de módulo
integrador. Este agrega os três módulos, por meio de ações de pesquisa, ensino e extensão,
bem como estágios.
4. Objetivos</p>
      <p>Este estudo teve por objetivo avaliar a percepção dos estudantes de curso técnico
em Tecnologia da Informação de uma Universidade Federal.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>5. Procedimentos Metodológicos</title>
      <p>5.1. Estratégia Metodológica</p>
      <p>Trata-se de um estudo quantitativo do tipo descritivo. Para alcançar os objetivos
foi elaborado um questionário estruturado com questões abertas e fechadas, que versaram
sobre diferentes aspectos do curso: Aula Zero (aula inaugural); Educação a Distância;
instalações físicas; material didático; suporte do tutor; suporte do Moodle; textos e
pesquisas complementares; tempo/horas de estudo dedicados ao curso; monitoria;
conciliação do curso com outras atividades; relações interpessoais entre os alunos; relação
com a equipe do Polo; Setor Pedagógico; e por fim, um espaço destinado às sugestões.</p>
      <p>O questionário foi autoaplicado, os estudantes receberam orientação para
respondê-lo nos encontros presenciais e um representante do Setor Pedagógico do
Instituto esteve presente para esclarecer as possíveis dúvidas.</p>
      <p>Para este estudo destacaremos as questões vinculadas diretamente à Educação a
Distância: satisfação com a modalidade; material didático; suporte do tutor; suporte do
Moodle; textos e pesquisas complementares; monitoria; e espaço destinado às sugestões.
Os resultados aqui apresentados correspondem a avaliação da percepção dos alunos em
relação ao módulo básico.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>6. Análise e Discussão dos resultados</title>
      <p>Os resultados aqui apresentados partem da percepção dos alunos, entendida como
a maneira como o aluno visualiza sua realidade a partir de sua experiência social e
histórica, não sendo um conceito estático, já que se modifica de acordo com os contextos.
Por isso, é de suma importância que a avaliação dos cursos técnicos seja realizada de
maneira contínua.</p>
      <p>Dessa forma, é de grande relevância a avaliação do curso tendo em vista a
percepção dos alunos, pois a satisfação apresenta relação direta com a experiência de
realização de uma expectativa. A seguir, serão explicitadas as análises descritivas dos
resultados encontrados na avaliação do módulo básico dos Cursos Técnicos (PÁDUA
JUNIOR et al, 2013; JACOBSEN et al, 2011).</p>
      <p>A avaliação teve um total de 488 respondentes (alunos do Módulo Básico - ano 2015).
Esses alunos apresentaram uma predominância de 75% do sexo masculino e 25% do sexo
feminino.</p>
      <p>Em relação ao nível de satisfação com a modalidade semipresencial (Gráfico1),
pode ser observado 57% dos respondentes mostram-se satisfeitos com a modalidade de
Ensino Semipresencial e 17% mostraram-se indiferentes. Este resultado é um dado
relevante, pois o alunado do curso técnico é composto de estudantes de diferentes faixas
etárias, dentre elas de estudantes do Ensino Médio entre 15 e 17 anos. Este perfil escapa
ao apresentado pela literatura, que afirma a presença de estudantes adultos, no entanto,
mesmo com este perfil diferente da literatura, verifica-se uma predominância de
estudantes satisfeitos com a modalidade de ensino (PÁDUA JUNIOR et al, 2013).</p>
      <p>Gráfico 1: Nível de satisfação com a modalidade semipresencial</p>
      <p>Fonte: Setor Pedagógico, 2015.</p>
      <p>Em relação ao aspecto “Material Didático”, foram avaliados os seguintes pontos:
motivação para a aprendizagem (gráfico 2) e nível de satisfação com diferentes elementos
presentes no material didático (gráfico 3), tais como exercícios on-line, listas de
exercícios, textos complementares, vídeos, layout e conteúdo.</p>
      <p>Apenas 15% dos estudantes percebem o Material Didático (MD) como elemento
motivador da aprendizagem. O MD é um aspecto de grande relevância em se tratando de
um curso com grande carga horária a distância, como é o caso do curso objeto dessa
pesquisa.</p>
      <p>Gráfico 3: Nível de satisfação com o material didático
6,
6,
62&amp;1
6.&amp;2</p>
      <p>
        Estes resultados corroboram a necessidade de conhecer o perfil do aluno, suas
necessidades, anseios e motivação, o que contribui para que o professor conteudista
elabore um material em consonância com o perfil definido. A literatura aponta que o
desconhecimento do perfil dos estudantes é um dos fatores que prejudicam o
acompanhamento do curso e seu comportamento autônomo
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">(PÁDUA JUNIOR, et al,
2013; ALONSO, 2014)</xref>
        . Além disso, os desconhecimentos acerca do perfil podem trazer
prejuízos referentes a compreensão e interpretação dos textos, pois muitas vezes os
materiais são densos e confundem-se com artigos científicos (PÁDUA JUNIOR, et al,
2013).
      </p>
      <p>Os aspectos que mais contribuíram para a resolução dos exercícios (Gráfico 4)
foram: material didático; tutor; e textos e pesquisas complementares. A avaliação
demonstrou que 59% dos alunos percebem que o suporte do material didático para a
resolução de exercícios propostos “atende em parte”. Com relação ao suporte oferecido
pelo tutor, obteve-se um total de 63% dos alunos percebendo que o tutor “atende
totalmente” às demandas para a resolução de exercícios, já em relação aos textos e as
pesquisas, 51% dos respondentes informaram que “atende em parte”.</p>
      <p>Gráfico 4: Satisfação com o Suporte ao estudante
(%"
(
(
(
# (
("</p>
      <p>(!</p>
      <p>Mais uma vez é destaque a necessidade de adaptação do material didático ao perfil
dos estudantes dos cursos técnicos, de modo a tornar o material motivador e suporte
relevante para a resolução dos exercícios propostos (JACOBSEN, 2011; JÚNIOR, 2013).</p>
      <p>Conforme JACOBSEN (2011), os professores conteudistas devem desenvolver
competências não só para preparar o material instrucional adequado, mas também para
provocar a interação e motivação que colaborem para a construção do conhecimento do
alunado.</p>
      <p>Destaca-se o suporte do tutor como “atende totalmente” as necessidades
relacionadas a resolução dos exercícios, o tutor na EaD, também representa o papel de
professor, o mesmo acompanha, motiva e torna-se parceiro dos estudantes no processo
de ensino-aprendizagem (JACOBSEN, 2011; BELLONI, 2001). Por outro lado, este dado
pode refletir alunos habituados ao modelo presencial e que veem no tutor a figura do
professor do ensino presencial, neste sentido sinaliza a necessidade de trabalhar junto às
turmas, o que se espera do aluno na EaD.</p>
      <p>
        Com relação ao “Suporte Moodle”, 80% não utilizaram o serviço, tal resultado
pode levar a pensar em três hipóteses: dificuldades em compreensão da questão sobre o
Suporte Moodle; desconhecimento do serviço ou facilidade no uso da plataforma. Tal
dado pode estar relacionado ao público composto pelo IMD, estudantes do Ensino Médio
(predominantemente), sendo assim nativos digitais, tendo a ferramenta como algo de fácil
manuseio e compreensão
        <xref ref-type="bibr" rid="ref2">(CASTELLS, 1999)</xref>
        .
      </p>
      <p>Gráfico 5: Satisfação com o Suporte Moodle</p>
      <p>Com relação a percepção inicial e percepção no momento da aplicação do
questionário foi verificado um dado positivo a ser destacado, houve um aumento da
satisfação do início do curso para o momento de aplicação do questionário, conforme
verificado no gráfico seguinte.</p>
      <p>Gráfico 6: Percepção acerca do curso</p>
      <p>Fonte: Setor Pedagógico, IMD-UFRN, 2015.
7. Considerações Finais</p>
      <p>De modo geral, o Módulo Básico atende de maneira adequada às necessidades e
demandas dos alunos, identificando a necessidade de investimento nos seguintes
aspectos: material didático como motivador da aprendizagem, maior divulgação e
esclarecimento do serviço de apoio (Suporte Moodle).</p>
      <p>É necessário, ainda, rever ações em função das necessidades dos alunos e oferecer
mais incentivo às atividades de pesquisa e estudo de materiais complementares para o
enriquecimento da aprendizagem.</p>
      <p>Mostra-se fundamental, também, a realização de ações que busque a apropriação
dos estudantes em relação aos cursos semipresenciais, uma vez que o perfil do aluno do
curso técnico analisado difere do que é observado na literatura, trata-se em sua maioria
de estudantes que estão cursando o Ensino Médio e que não conhecem a modalidade, e
que estão habituados ao modelo tradicional de ensino, no qual o aluno não é autor do
próprio aprendizado e no qual o professor ainda é o principal ator para que o processo
aconteça.</p>
      <p>
        Por fim, é importante destacar a relevância de compreender o perfil do aluno, a
cultura atual e o indivíduo nesse contexto, sua recente forma de pensar, escrever, planejar
e raciocinar, de modo a possibilitar assim materiais didáticos, interações com os tutores
dos estudantes. Deste modo será possível alcançar um curso técnico de excelência e com
uma formação técnica em TI ampla, que esteja de acordo com as demandas do mundo
trabalho, mas que também provoque nos estudantes a curiosidade cientifica e a
necessidade de pesquisa e atualização constante, em detrimento de um curso somente
restrito ao tecnicismo.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA – ABED. Censo
EAD.BR.ABED/2014.
htt
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">p://www.abed.org.br/censoead2014</xref>
        /CensoEAD2014_portugues.pdf. Acesso em: 24
abr. 2016.
      </p>
      <p>Belloni, M. L. (2001). Educação à distância. Campinas: Autores Associados.</p>
    </sec>
  </body>
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