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        <article-title>Análise das Colmeias de mídias sociais nas instituições de ensino superior</article-title>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Rafael de Almeida</string-name>
          <email>rafaelalmeida@ufmt.br</email>
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          <string-name>Cristiano Maciel</string-name>
          <email>cmaciel@ufmt.br</email>
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          <string-name>Patrícia Cristiane Souza</string-name>
          <email>patriciacs@ufmt.br</email>
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          <string-name>Author Keywords</string-name>
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        </contrib>
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          <label>0</label>
          <institution>Higher education; Social Media; Honeycombs; Interactions</institution>
        </aff>
        <aff id="aff1">
          <label>1</label>
          <institution>Universidade Federal de Mato, Grosso (UFMT) Instituto de</institution>
          ,
          <addr-line>Computação (IC) Av. Fernando, Corrêa da Costa, no2367 Cuiabá/MT -78060-000</addr-line>
          ,
          <country country="US">USA</country>
        </aff>
        <aff id="aff2">
          <label>2</label>
          <institution>Universidade Federal de Mato, Grosso (UFMT) Instituto de</institution>
          ,
          <addr-line>Computação (IC) Av. Fernando, Corrêa da Costa, no2367 Cuiabá/MT -78060-000</addr-line>
          ,
          <country country="US">USA</country>
        </aff>
        <aff id="aff3">
          <label>3</label>
          <institution>Universidade Federal de Mato, Grosso (UFMT) Supervisão de</institution>
          ,
          <addr-line>Produção Multimídias e, Audiovisual - Av. Fernando, Corrêa da Costa, no2367 Cuiabá/MT -78060-000</addr-line>
          ,
          <country country="US">USA</country>
        </aff>
      </contrib-group>
      <abstract>
        <p>Currently, public and private institutions seeking to keep close to technological advances in terms of information and communication technologies. This perspective that the institutions are faced with the "Social Web", an era where the relationship and communication over the Internet is one of the main goals. Assuming the mission of creating a bridge between the technological relations Social Media have subsidized much access of institutions to this web social universe. This paper's objective is to present an overview of how Higher Education Institutions (HEI) has officially adopted the use of social media are behaving regarding aspects defended by Gene Smith [15] in their hive of social media.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>
        Atualmente, instituições públicas e privadas buscam se
manter próximas aos avanços tecnológicos no que tange as
tecnologias de informação e comunicação. É com essa
perspectiva que as instituições se deparam com a “Web
Social”. Todo sucesso atribuído a essa ferramenta se baseia
na sistemática colaborativa [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref11">10</xref>
        ], aonde o relacionamento e
a comunicação pela internet é um dos objetivos principais.
Assumindo a missão de criar a ponte entre as relações
WAIHCWS’16 was held as part of IHC’16, organized by the Brazilian
Computing Society (SBC). October 04, 2016, São Paulo/SP, Brazil.
Copyright 2016 © for this paper by its authors. Permission to make digital
or hard copies of all or part of this work for personal or classroom use is
granted for private and academic purposes.
tecnológicas as mídias sociais têm subsidiado o acesso de
grande parte das instituições a esse universo social da web.
Cada vez mais são perceptíveis às mudanças sociais em
decorrência ao avanço tecnológico. São mudanças no
convívio familiar, no modo de se estudar, na maneira de se
relacionar como um todo. Rheingold apud Costa [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">5</xref>
        ] afirma
que as comunidades virtuais não são um lugar apenas onde
as pessoas se encontram, mas também um meio para se
atingir diversos fins. Exemplo claro dessa afirmação se
observa na pesquisa brasileira de mídia 20151, aonde 76%
da população brasileira acessão internet todos os dias com
uma média diária de 4h59m (segunda a sexta-feira) e de
4h24m aos finais de semana. Todo esse tempo aplicado
segundo a pesquisa para busca de informações, notícias de
diferentes cunhos, diversão, entretenimento, estudo ou
simplesmente uma forma de passar o tempo livre.
Da década de 90 até os dias atuais são inúmeras mudanças
no que se refere ao relacionamento digital que tanto a
sociedade quanto as IES têm procurado adequar a sua
rotina.
      </p>
      <p>Anteriormente o acesso a um dispositivo que possibilitava a
comunicação instantânea como um celular, era algo restrito
a uma parcela pequena da sociedade. Atualmente esse
cenário se modificou radicalmente, tornando possível
observar crianças ainda no ciclo da educação básica
portando tais equipamentos. E juntamente com essa
possibilidade de acesso e alta demanda, que as
funcionalidades e aparatos tecnológicos atrelados a esses
equipamentos evoluíram.
1 Pesquisa Brasileira de Mídia - PBM 2015
Disponível em:
A evolução tecnológica transpôs a barreira da comunicação
possibilitou aos seus usuários a liberdade de realizar
multitarefas. Agora é possível por meio de dispositivo
móvel ou até mesmo uma televisão, enviar um e-mail, ler
uma notícia ouvir música e escrever um documento.
Juntamente com esse avanço tais atividades começaram a
exigir das instituições fomentadoras de informação sua
adequação a essa nova realidade.</p>
      <p>Diante disto as mídias sociais assumem o papel de interligar
grande parte das necessidades dos “usuários digitais”, se
incorporando como uma figura indispensável no que diz
respeito ao planejamento estratégico de grande parte das
instituições públicas e privadas.</p>
      <p>
        Confunde-se muito redes sociais com mídias sociais, que,
apesar de estarem no mesmo universo, são coisas distintas
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
        ]. A definição mais difundida atualmente é de Kaplan [7],
que Mídias Sociais é um grupo de aplicações para Internet
construídas com base nos fundamentos ideológicos e
tecnológicos da Web 2.0, ao qual permitem a criação e
intercâmbio de conteúdo gerado pelo usuário. Para um
melhor entendimento as redes sociais é um elemento que
esta contido entre do universo das mídias sociais.
Dada a atual facilidade de acesso a essas mídias, cria-se
assim um ambiente propício para o diálogo e a troca de
conhecimento. Visando analisar esse panorama foi feita
uma pesquisa com quatro Instituições de Ensino Superior
(IES) no Brasil, que já tinham aderido ao uso de mídias
sociais como um canal de comunicação oficial. As
instituições escolhidas foram: Universidade Federal do
Acre (UFAC), Universidade de São Paulo (USP),
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
      </p>
      <p>
        O objetivo é apresentar um panorama de como estas
instituições vêm se portando no que tange aos aspectos
defendidos por Gene Smith [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] em sua Colmeia das mídias
sociais.
      </p>
      <p>
        METODOLOGIA
O início da pesquisa se dá durante o desenvolvimento do
TCC [2], que buscou abordar através de uma pesquisa
exploratória de domínio nas áreas software social e
engenharia de aplicações web, um conceito que pudesse
facilitar a inserção das instituições de ensino superior no
ambiente das mídias sociais. A pesquisa se respaldou na
teoria da Colmeia de Software Social proposta por Smith
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] e a clássica pirâmide de projeto web de Pressmam
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref14">13</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        Se definiu como objeto de análise instituições federais e
uma representante estadual de ensino superior, que já
dispusessem de perfis nas 3 principais mídias sociais;
Facebook, Twitter e Youtube. Além dessas mídias foi
incluída para análise a página institucional de cada
instituição. Sendo assim usou se como parâmetro a
macrorregiões do Brasil para se eleger uma representante de
cada região. Não foi representada a região sul do país, dado
o curto espaço de tempo para conclusão da pesquisa e
devido também não apresenta grande distinção de
características socioeconômicas se comparada à região
Sudeste ao qual já é representada nesta pesquisa.
Durante aproximadamente dois meses foram analisadas:
postagens, número de compartilhamento, existência de
grupos, comentários, número de visualizações, dificuldade
de acesso às mídias sociais das instituições, data das
postagens e número de seguidores. Todos esses elementos
foram escolhidos a partir das definições dos favos que
compõe da colmeia [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] e as boas práticas proposta por
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref14">13</xref>
        ].
      </p>
      <p>Após a conclusão das análises foi proposta algumas
diretrizes para auxiliar as instituições na sua tomada de
decisão [1].</p>
      <p>
        O foco deste artigo é apresentar a análise das instituições
sob a ótica da Colmeia [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
        ] por acreditar que os elementos
que a compõe permitem uma visão amplificada do universo
das mídias sociais. Outro fator relevante para escolha deste
modelo de análise é devido a sua difusão em várias outras
pesquisas [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
        ] [6] [8] [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref14">13</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        TEORIA DA CÓLMEIA DAS MÍDIAS SOCIAIS
Smith [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] em suas pesquisas encontra um esquema
proposto por Peter Moville usado em IHC. Diante dessa
nova perspectiva Smith reestrutura o modelo e o readéqua
para os conceitos básicos de uma aplicação social. Esse
novo modelo é formado por sete (7) favos [6], que estão
dispostos de forma a criar uma colmeia, denominado de
Colmeia das Mídias Sociais (Figura 1).
      </p>
      <p>Figura 1. Colméia das Mídias Sociais</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>Fonte: Smith, 2007.</title>
      <p>
        Cada Favo é responsável por um seguimento dentro das
mídias sociais, mais existem mídias que não
implementaram todos os favos[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ]. Para melhor
compreensão, é importante entendermos o conceito de cada
favo:
Favo identidade, por exemplo, responsável pelos
elementos que identifica o usuário no sistema [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ], tais
como nome, foto do perfil, crença, estado civil, formação
acadêmica, sendo que cada tópico pode ser configurável
(obrigatório ou não) conforme a mídia.
      </p>
      <p>
        Favo conversa, é o que trata da parte comunicacional, foca
na maneira de falar com as outras pessoas através do
sistema [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ]. Quando se pensa no aspecto de conversação
em mídias sociais, pode se deparar com vídeos, áudio,
mensagens de texto, mensagens dinâmicas do tipo
emoticons. Atualmente devido ao avanço nas tecnológicas
de transmissão de dados e aprimoramento dos aspectos
gráficos se diversifica cada vez mais as formas de se
transmitir uma mensagem.
      </p>
      <p>Favo compartilhamento, é o elemento responsável pelo
compartilhamento de informação em suas mais diversas
formas (textos, vídeos, áudios, imagens). Informação esta
que para grande parte dos emissores representa um valor
social.</p>
      <p>Favo presença, trata da relação “estar presente” do mundo
físico no aspecto virtual. Evocando a ideia de que o usuário
pode encontrar alguém tanto fisicamente quanto
virtualmente[1].</p>
      <p>Favo relacionamento, trata do elo que une um ou mais
usuários. Essa relação pode ser gerada por diversos fatores;
profissionais, familiares, interesse ou até mesmo se resumir
a curiosidade.</p>
      <p>Favo reputação, é responsável pelo rankeamento do
usuário em relação às mídias em que está inserido. A
repentina “fama” pode girar em torno daquilo que ele
propaga, podendo refletir de forma positiva ou negativa
para sua imagem[1].</p>
      <p>Favo grupo, representa as comunidades e sub-comunidades
formadas por usuários [8]. Em qualquer rede social alguns
elos mantêm relações mais estreitas ou mais íntimas entre
os usuários [9], justificando assim, a necessidade dessa
aglomeração, sendo que em grande parte o que os une é o
interesse em comum do grupo.</p>
      <p>A diferença de tonalidade dos favos representa os níveis de
presença nas mídias sociais é tratado como: forte (para o de
maior intensidade), fraco (o de menor intensidade) e
ausente (o favo sem preenchimento). Observando a Figura
1 nota-se que o Twitter é uma mídia que implementa em
sua essência os favos conversa, identidade, relacionamento
e presença, sendo este último o mais visado se destacando
com coloração mais intensa em relação aos demais. Porém
não implementa os favos: compartilhamento, grupos e
reputação.</p>
      <p>ANALISE DAS IES
Nesta seção visa demonstra o resultado do levantamento
realizado nas quatro instituições de ensino superior.
Abortando os principais problemas e sucessos encontrados
em suas mídias sociais.</p>
      <p>UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO - UFMT
A Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) é uma
referência em ensino com presença marcante no cenário
socioeconômico de seu estado. Ao decorrer dos anos tem
colocado no mercado milhares de profissionais graduados e
pós-graduados. Desde sua fundação tem procurado refletir e
respeitar os aspectos culturais e especificidades que a
circula. Pautando como eixo das políticas públicas, a
memória regional, a educação, o meio ambiente, a ciência e
a tecnologia.</p>
      <p>Atualmente a UFMT, no que se refere às mídias sociais
conta com sua página institucional “www.ufmt.br”, e seus
perfis oficiais “Acontece na UFMT” nas redes Facebook,
Twitter e Youtube.</p>
      <p>O perfil da UFMT no Facebook assume o seu papel de
ferramenta de comunicação entre a instituição e a
população de forma geral. Com essa nova abertura, a
instituição cria a oportunidade de exercer além de seu
compromisso social e sua autopromoção como instituição
de ensino. Ao analisar os elementos que compõem a
colmeia, alguns pontos mereceram destaque. Olhando para
o favo compartilhamento foi possível notar que ao visitar as
postagens mais antigas vários dos links compartilhados se
encontram corrompidos.</p>
      <p>Outro fato ainda em relação ao compartilhamento é que
quando um usuário acessar a página institucional da
universidade e tentar compartilhá-la em seu perfil do
Facebook, logo notará que a imagem que seguirá à noticia
compartilhada não tem relação com a demonstrada na
notícia do site da instituição, conforme mostra a Figura 2.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Figura 2. Compartilhamento do site instituiconal da</title>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>UFMT para o Facebook. Fonte: Facebook da UFMT www.facebook.com/ acontecenaufmt</title>
      <p>A UFMT mantem ativo no Twitter o seu perfil como o
nome “acontecenaufmt”. Ele foi criado em 2009, já se
encontra com 4537 postagens; atualmente, é seguido por
pouco mais de 5600 usuários. Por mais que tenha uma
frequente inserção de conteúdo, se trata basicamente de
uma réplica do que se encontra no seu perfil do Facebook,
indicando, possivelmente, um sistema autônomo de
replicação de conteúdo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Figura 3. Postagens do perfil da UFMT no Twitter. Fonte: Twitter da UFMT www.twitter.com/acontecenaufmt</title>
      <p>É possível notar que apesar do expressivo número de
seguidores, praticamente não é observado o diálogo entre
eles na página do perfil, caracterizando assim, uma
eminente necessidade de se observar os elementos de
relacionamento e conversa da colméia.</p>
      <p>O perfil da UFMT no Youtube, serve de repositório oficial
de vídeos de responsabilidade da TV Universidade (TVU).
Todo material produzido e divulgado nesse canal é
referente às matérias ou participações da UFMT em âmbito
estadual e nacional para divulgação das ações sociais, de
pesquisa e administrativas da instituição.</p>
      <p>Com uma coletânea rica em informação, o canal conta com
um número aproximado de 180 pessoas inscritas, e totaliza
79.680 visualizações de seus vídeos. É possível inferir que
a baixa popularidade está relacionada ao isolamento deste
canal, juntamente com a falta de integração com os outros
perfis da instituição, afetando diretamente o favo reputação.
Outro fato de extrema relevância é a falta de assiduidade na
inserção de novos conteúdos – foi observado que a última
postagem nesse canal foi há mais de nove (9) meses,
situação que pode indicar um abandono do canal, e que,
consequentemente, pode impactar diretamente no favo
identidade.</p>
      <p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO – UFPE
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) tem sua
fundação datada em 11 de agosto de 1946. Ultrapassando o
número de 40 mil pessoas entre alunos e servidores, é
destaque como a melhor universidade do Norte-Nordeste do
país segundo avaliação Trienal de 2013 da Capes2. A UFPE
2 Capes – Disponível em:
&lt;http://www.capes.gov.br/images/stories/download/avaliac
mantém ativo 3 perfis: Facebook, Twitter e Youtube bem
como sua página institucional.</p>
      <p>Atualmente a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da
UFPE é a responsável pela administração e manutenção dos
perfis sociais da instituição.</p>
      <p>Começando a análise pelo perfil da UFPE no Facebook
imediatamente se depara, com a dificuldade de como se
garantir que o perfil acessado realmente se tratava do perfil
oficial da instituição. Tal fato se deve ao nome adotado no
perfil está como “Ascom UFPE”, situação essa que já
implica negativamente nos favos identidade e
relacionamento, pois o público que quiser curtir sua
fanpage provavelmente terá dificuldades em encontrá-la no
Facebook.
Partindo para as postagens é possível identificar um sistema
de replicação de mensagens do perfil do Twitter para o
Facebook. Esse mecanismo infelizmente tem contribuído
para a queda da qualidade da postagem, e dificultado
acessibilidade ao conteúdo.</p>
      <p>Outro fator negativo é que, devido à maioria de suas
postagens serem por replicação, muitas vezes o
ao/Planilha-notas-finais-Avaliacao-Trienal-2013-aposrecurso.xls &gt; Acesso em nov. 2014.
administrador do perfil não observa os questionamentos e
comentários deixados pelos usuários.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>Figura 5. Publicação do perfil da UFPE no Facebook.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>Fonte: Facebook da UFPE www.facebook.com/ascom.ufpe</title>
      <p>Nota-se uma pequena diferença no número de adeptos a
favor da UFPE no Twitter se comparado ao do Facebook.
Algo que se confirma ao se analisar a participação dos
usuários que é mais efetiva aonde? que nos outros perfis da
instituição.</p>
      <p>O público retuíta, compartilha e até comenta as mensagens.
A instituição também adota o nome Ascom UFPE na mídia
Twitter. O seu conteúdo é o mesmo apresentado no perfil
do Facebook, mas aqui de forma ordenada e original,
procurando usar de todos os recursos disponíveis na
ferramenta (interatividade com fotos/vídeos, retweetar,
Hastag). É possível notar uma identidade bem definida e
uma presença efetiva com informações, visando tanto à
comunidade acadêmica quanto a sociedade local. O canal
(Ascom UFPE) mantido pela UFPE na mídia Youtube é
responsável em manter uma diversidade de vídeos da
instituição: entrevistas, reportagens e aulas. Conta
atualmente com 289 inscritos, está no ar desde 2011,
totalizando 68.733 visualizações.</p>
      <p>Analisando os vídeos publicados, foi possível identificar
que o administrador do perfil desabilitou a possibilidade de
os usuários deixarem comentários. Essa barreira imposta
pela instituição, através da figura do administrador do
perfil, contribui para a diminuição do favo reputação. Ao
impedir os usuários, que muitas vezes poderiam ser
responsáveis pela maior divulgação do canal, o direito de se
expressar, a instituição pode estar contribuindo
negativamente para o crescimento da credibilidade da
identidade da instituição perante os usuários.</p>
      <p>A página institucional a UFPE adota um layout que valoriza
a identidade da instituição, porém os links para acesso as
suas mídias sociais não estão dispostos na página inicial. É
necessário acessar as várias abas da página para se
encontrar os links dentro de “Agência de Notícias”.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>Figura 6. Página institucional UFPE. Fonte: Site institucional da UFPE - www.ufpe.br/agencia/</title>
      <p>A ocultação parcial desses links contribui para o baixo
número de acesso e ineficácia da ferramenta, pois um dos
propósitos das mídias é o pleno relacionamento entre os
diversos meios de comunicação.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-9">
      <title>UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – UFAC</title>
      <p>
        Situada na região norte do país, a Universidade Federal de
Acre (UFAC) iniciou suas atividades em 1964, mas
somente dez (10) anos depois é federalizada por meio da
Lei 6025/74. Conforme o PDI [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref13">12</xref>
        ], a UFAC possui hoje em
pleno desenvolvimento, cursos, programas e projetos nas
diversas áreas do conhecimento humano, mantendo,
atualmente, 45 cursos de graduação presenciais ofertando
1.620 vagas.
      </p>
      <p>Em seu perfil no Facebook a UFAC conta com
aproximadamente 2000 curtidas, este perfil é mantido por
sua Assessoria de Comunicação Social (ASCOM) ao qual
foi criado no início no ano de 2013. As informações
divulgadas se restringem às ações sociais e acadêmicas da
universidade para a comunidade.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-10">
      <title>Figura 7. Página da UFAC no Facebook. Fonte:</title>
    </sec>
    <sec id="sec-11">
      <title>Facebook da UFAC - www.facebook.com/ascom.ufpe</title>
      <p>Analisando as suas postagens, é possível verificar uma
diversidade na forma de vincular a informação: em alguns
momentos compartilha imagens e links e, em outros, é
utilizado mecanismo autônomo de compartilhamento.
Praticamente, não foi encontrado diálogo ou
questionamento entre usuários e a instituição. Essa falta de
interação pode estar relacionada ao conteúdo, que em sua
maioria se limita a links compartilhados do próprio site
institucional.</p>
      <p>Realizando uma busca no Facebook, é possível encontrar
outro perfil, possivelmente não oficial, sem conteúdo,
usando somente o nome e brasão da instituição UFAC.
Existe a possibilidade que este perfil seja responsável por
desviar a capitação de novos seguidores, tendo em vista o
seu alto número de adeptos – algo entorno de 3.357.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-12">
      <title>Figura 8. Página da UFAC no Facebook. Fonte:</title>
    </sec>
    <sec id="sec-13">
      <title>Facebook da UFAC - www.facebook.com/ascom.ufpe</title>
      <p>Ainda em relação à busca, também foi possível observar
alguns grupos no resultado da pesquisa. O grupo dentro do
Facebook nada mais é que uma estrutura interna para o
diálogo e compartilhamento. A temática abordada dentro de
um grupo costuma ser algo singular, na maior parte das
vezes relacionado ao nome do grupo. Neste caso, é possível
observar que os grupos listados na busca têm alguma
relação com a UFAC. Possivelmente, são grupos formados
por alunos, servidores, pessoas que desejam informações
específicas da UFAC. Cabe lembrar que em nem todo
grupo é permitida a visualização dos conteúdos nele
compartilhados devido às opções de privacidade, à escolha
do moderador: público (aberto para visualização) ou
privado (fechado).</p>
      <p>
        Quanto a página institucional da UFAC adota um layout
carregado de informações, impossibilita a visualização
como um todo, devido à adoção da resolução 960x2088
pixels, característica que dificulta a navegação, algo que
poderia se amenizado com adoção dos preceitos da técnica
de responsividade [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref19">18</xref>
        ], por exemplo.
      </p>
      <p>Um aspecto que vale ressaltar na página institucional da
UFAC é o relacionamento das suas mídias sociais, em
especial o Flickr, uma rede social especializada em
imagens. Essa integração facilita manutenção da página e
padronização das imagens contidas nas notícias,
possibilitando um ambiente mais homogêneo. Com relação
ao compartilhamento das notícias com as demais mídias, a
forma adotada pela UFAC é eficaz e amigável. Não
atrapalha a leitura e mantém contadores das mídias que são
atualizados sem a necessidade de estar logado.</p>
      <p>Em quase quatro anos de sua criação, com pouco mais de
600 seguidores, o perfil social da UFAC no Twitter é
ambiente com pouca interação. As postagens pela Ascom
são frequentes, mas a interação dos seguidores é mínima –
são poucas as mensagens com retuítes ou curtidas.
Entretanto, as postagens vêm adotando o uso mais
diversificado de imagens e vídeos, com o objetivo de
estimular essa interação. Também é possível notar que a
familiaridade com a ferramenta é algo recente, pois
somente nas postagens mais recente se observa o uso de
recursos como hashtag, compartilhamentos e fixação de
postagem. A imaturidade por parte da instituição quanto ao
uso e administração da mídia é algo evidente, ao se
observar o seu baixo rendimento na rede social.
Consequentemente, elementos da colmeia como reputação
e relacionamento são penalizados, pois a posição da
instituição não os favorece.</p>
      <p>Com um forte apelo institucional e um apreço pela cultura
regional, o canal da UFAC no Youtube reúne reportagens,
entrevistas e tutoriais, visando tanto o corpo acadêmico
quanto a população em geral. Foi criado no ano de 2013 e
dispõe de somente 40 postagens – é possível observar que a
frequência de postagem de um arquivo para outro ultrapassa
os 30 dias. No que diz respeito à estrutura do canal em
relação aos conceitos da Colmeia, a instituição foi
cuidadosa: a mesma faz questão de divulgar através de links
os demais perfis que mantém em outras mídias que é algo
que contribui positivamente para os favos identidade e
relacionamento. O canal dispõe de somente 241 inscritos,
que não é algo tão expressivo, mas é aceitável, se levado
em conta a baixa divulgação desse perfil.</p>
      <p>São poucas as publicações do canal em que é possível
perceber a conversa e o compartilhamento do público.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-14">
      <title>UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP</title>
      <p>Referência no âmbito nacional e destaque em nível
internacional, a Universidade de São Paulo (USP), em mais
de 80 anos, têm contribuído significantemente para o
crescimento tecnológico e intelectual do país. O seu perfil
no Facebook entre as outras IES analisadas é o que
apresenta o maior número de seguidores com 53.877.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-15">
      <title>Figura 9. Página da USP no Facebook. Fonte: Facebook da USP - www.facebook.com/usponline?_rdr</title>
      <p>Outra singularidade da USP com as demais instituições
analisadas, é que ela é a única a receber o selo de
autenticidade atribuído pelo Facebook. Esse selo tem a
função de apontar “originalidade” do perfil, indicando que
realmente a instituição tem domínio sobre o conteúdo ali
postado. A criação do selo foi necessária devido ao alto
número de páginas Fakes (páginas que usam o nome,
informações, matérias e identidade visual das instituições
para detrimento de sua imagem).</p>
      <p>As postagens do perfil da USP no Facebook se diversificam
na forma de transmitir a informação, podendo o leitor optar
em somente ver a imagem, ler o resumo, ou acessar o link
para a matéria na íntegra. Esse modelo de postagem permite
a liberdade de acesso conforme a disponibilidade ou a
alguma limitação tecnológica do usuário, como tráfego de
dados.</p>
      <p>O site institucional da USP tem informações bem
distribuídas, com algumas redundâncias. Em relação às
mídias sócias, estas estão em destaque, facilitando o acesso.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-16">
      <title>Figura 10. Página institucional da USP. Fonte: Site institucional da USP - www5.usp.br/</title>
      <p>Acessando os ícones laterais da página é possível ter acesso
ao “APP USP” um aplicativo para dispositivo móvel que
possibilita um canal de comunicação direto, praticamente
em tempo real recebendo informações da instituição. Por
meio deste cria-se um ambiente propício à formação de
grupos, para conversa, compartilhamento e presença.
Também foi possível encontrar uma inconsistência no
compartilhamento de informações do site institucional para
a mídia social Orkut uma vez que esta mídia não existe
mais. A readequação da página com a remoção do ícone de
compartilhamento do Orkut se faz necessária para que se
evite o acesso involuntário a um link corrompido.
Com um público praticamente de 74 mil seguidores, a USP
tem se limitado no uso dos recursos oferecidos pelo Twitter.
É possível observar que em suas postagens é predominante
o uso da forma textual, sem imagens ou vídeo. Esse fato vai
na direção oposta das demais instituições analisadas, que
procuram combinar formas de transmitir a informação.
Analisando pelo engajamento e pelo número de seguidores
dessa mídia, é possível que a maneira peculiar de
comunicação tenha sido um dos elementos contemplados
no projeto de navegação. Pois o uso da forma textual
facilita o carregamento das postagens, levando em conta o
percentual do tamanho de um arquivo em texto.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-17">
      <title>Figura 11. Página da USP no Twitter da USP. Fonte:</title>
    </sec>
    <sec id="sec-18">
      <title>Twitter da USP – www.twitter.com/usponline</title>
      <p>Novamente é possível observar, agora em outra mídia, o
selo de autenticidade que garante ao usuário a segurança de
que está se comunicando através de um canal oficial da
instituição. Mesmo adotando essa política de não usar
vídeos e imagens em suas postagens, fato que poderia
promover os canais mantidos em outras mídias, a USP se
sobressai em outros favos: relacionamento e reputação são
exemplos de favos explorados com maior incidência nessa
mídia, algo notório ao se observar os números de
seguidores, curtidas e comentários em suas postagens.
No Youtube o conteúdo é voltado propriamente à
comunidade acadêmica e pouco mais de 160 postagens a
USP tem seu foco na divulgação dos projetos científicos e
atividades de extensão que são desenvolvidas na instituição.
A USP mantém o canal desde 2007 atualmente com 2.329
inscritos.</p>
      <p>A instituição novamente reafirma o seu compromisso, com
a divulgação dos demais perfis ao qual mantém em outras
mídias sociais, deixando em local visível os links
representados cada um por sua logomarca especifica.
Entretanto optou por desativar o recurso que permite aos
usuários, deixarem comentários em suas postagens. O fato
de se resguardar de comentários favorece a instituição no
aspecto de possíveis retaliações com relação ao conteúdo,
mas em nada contribui para um melhor desenvolvimento do
relacionamento.</p>
      <p>
        DISCUSSÕES E CONCLUSÃO
O ambiente educacional de ensino superior nos mais
diversos países mesmo em meio a dificuldade de uso das
ferramentas [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref18">17</xref>
        ] tem enfrentando o processo evolutivo da
comunicação intermedida pelas mídias sócias. Essa relação
contribui para construção de um ambiente de ensino
colaborativo [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref17">16</xref>
        ]. A colmeia das mídias sócias possui
elementos que possibilitam uma maior proximidade da IES
ao ambiente das mídias sociais, ainda que de maneira um
pouco abstrata dada algumas limitações da teoria.
A partir da análise das mídias das quatro instituições, foi
elaborada uma colmeia comparativa entre as IES conforme
Figura 12. Na análise de cada favo, a presença de cada
elemento é representada pelas cores cinza escuro (para
presença forte do elemento), cinza claro (para presença
fraca do elemento) e branco (para ausência do elemento).
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-19">
      <title>Figura 12. Colmeia comparativa das IES analisadas.</title>
    </sec>
    <sec id="sec-20">
      <title>Fonte: autor.</title>
      <p>A colméia da UFMT permite visualizar alguns pontos ao
qual a instituição necessita se atentar. Em nenhum dos
favos foi possível notar forte presença dos elementos da
colmeia, algo que venha refletir de forma impactante na
mídia. Ao contrário, é possível se deparar com diversos
erros (erro de compartilhamento, links corrompidos). No
tocante ao favo presença este não foi identificado, uma vez
que não se nota uma agilidade na interação ou algum
mecanismo que intensifique o relacionamento instantâneo
com o usuário (Exemplo: chat, mensagem no Facebook). O
favo grupo se encontra ausente, haja visto que em nenhum
momento foi citado ou se tornou possível de identificação
entre as mídias oficiais da instituição.</p>
      <p>Já na colmeia da UFPE a maior dificuldade é quanto à
divulgação e manutenção das suas mídias. No favo
identidade foi possível observar que sua tradição tem
repercutido de forma positiva na rede e favorecido a
divulgação da instituição neste ambiente. O favo
compartilhamento foi trabalhado com maior incidência no
Twitter aonde o público se mostrou mais presente. Contudo
é possível observar a frequência de compartilhamento em
todos os perfis desta instituição. Entretanto, tanto o favo
Presença quanto o de Grupos se encontram ausentes, pois
ambos não foram possíveis de identificação nas mídias da
instituição.</p>
      <p>A UFAC em sua colmeia trás um favo que até então não foi
observado nas demais instituições que é o favo grupo. Este
favo ainda de maneira fraca foi possível ser encontrado
relacionado com uma das mídias da instituição. Se destacou
o favo identidade devido a preocupação de divulgação dos
perfis oficiais em todas a mídias que mantém, além é claro
da sua reputação que favoreceu o fortalecimento da
identidade. O favo compartilhamento se destaca nesta
colméia devido a uniformidade entre as mídias e relação
entre os conteúdos. Notasse ausência de características do
favo presença nesta instituição.</p>
      <p>
        Diferentemente das demais colmeias, a da USP, consegue
aplicar todos os favos em suas mídias sociais. O favo
reputação se destaca, pois é o favo que reflete o grande
número de adeptos da instituição nas diversas mídias,
grande parte devido o seu conceito como IES em âmbito
nacional. O resultado positivo do favo Relacionamento
reflete o constante crescimento da instituição nas mídias
sócias e o cuidado na maneira de se relacionar. O favo
identidade se evidência na colméia devido a sua
uniformidade, independentemente de qual seja a mídia a
USP preza por manter a sua identidade como instituição.
O resultado das análises demonstra algo que outros
pesquisadores já haviam constado: o valor substancial que
as mídias sociais podem exercer no ambiente educacional
de ensino superior [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref17">16</xref>
        ]. Yadav [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref18">17</xref>
        ] em sua pesquisa
demonstra que 52,33% do ensino superior é de alguma
forma influenciado pelas mídias sociais. Dada a
representatividade das mídias sociais, as IES devem
começar a enxergar esse ambiente como uma ferramenta de
consolidação do ensino e fortalecimento das relações da
instituição, comunidade acadêmica e sociedade em geral.
Algumas dificuldades foram encontradas durante o
processo de pesquisa, boa parte devido a teoria das
colmeias de mídias sociais esta em um nível acentuado de
abstração. Sabe-se porém, que a presença de todos
elementos em páginas institucionais não é simples. Da
mesma forma, essa análise não é simples, uma vez que os
elementos do favo parecem ser mais aplicáveis a perfis de
indivíduos do que de instituições ou comunidades.
As dificuldades observadas na operacionalização da
colmeia de Smith [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] foram também observadas por
Pereira, Baranauskas e Silva [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref12">11</xref>
        ], aonde os mesmos
propõem que se faz necessário a inserção de novos
elementos na colmeia, para que possa contempla algumas
especificidades das mídias sociais. Tal realidade se
confirma ao analisar os principais problemas levantados
nesta pesquisa, grande parte destes estão relacionados a
usabilidade e acessibilidade.
      </p>
      <p>Neste sentido, este estudo serve como ambiente de
experimentação também para a adaptação, a qual merece
ser mais bem investigada.</p>
      <p>
        Os elementos pesquisados neste artigo possibilitam
trabalhos futuros, como o aprimoramento da teoria da
colmeia de Smith [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">15</xref>
        ] para páginas institucionais, assim
como o levantamento da perspectiva dos alunos, servidores
e comunidade quanto a forma que as IES vêm lidando com
as mídias sociais.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-21">
      <title>REFERÊNCIAS</title>
    </sec>
  </body>
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