<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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    <journal-meta />
    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Considerações ontológicas sobre modelar em AEC*</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Lívia Marangon Duffles Teixeira</string-name>
          <email>liviamarangon@gmail.com</email>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Renata M. A. Baracho</string-name>
          <email>renatabaracho@ufmg.br</email>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <abstract>
        <p>This article presents a research proposal based on concepts of graphic and conceptual modeling, on associative relations between concepts, documentary language and ontological commitment in the context of architecture, engineering and construction. Resumo. Este artigo apresenta uma proposta de pesquisa fundamentada nos conceitos da modelagem gráfica e conceitual, nas relações associativas entre conceitos, linguagem documentária e no compromisso ontológico no contexto da arquitetura, engenharia e construção.</p>
      </abstract>
      <kwd-group>
        <kwd>*Arquitetura</kwd>
        <kwd>Engenharia e Construção</kwd>
      </kwd-group>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. Introdução</title>
      <p>Propõe-se dessa forma evidenciar a vinculação da modelagem em engenharia e
arquitetura às ontologias e linguagens documentárias, enquanto proposta de solução à
geração de modelos representacionais semanticamente consistentes. Assim, o objetivo
geral da pesquisa é argumentar sobre a necessidade de um framework referencial para
modelos em engenharia e arquitetura, culminando em modelos, processos, sistemas e
banco de dados integráveis e interoperáveis. Os objetivos específicos irão refletir em
melhor desenvolvimento do projeto de empreendimentos e respectiva gestão, culminando
na otimização dos recursos, das pessoas, das finanças, na diminuição de desperdício de
materiais e no retrabalho e outros, além de alinhar os preceitos de gestão de informação
e gestão do conhecimento vinculados a esse processo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Modelos</title>
      <p>
        Modelos são abstrações criadas para representar uma parte da realidade. O resultado da
prática de modelagem, seja por meio de notações computacionais ou em sistemas
especialistas, deve apresentar modelos representativos com maior similaridade às
demandas explicitadas e maior aproximação da realidade
        <xref ref-type="bibr" rid="ref19">(Studer, Benjamin, Fensel,
1998)</xref>
        .
      </p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>2.1. Linguagens documentárias</title>
        <p>
          As linguagens documentárias são os instrumentos utilizados para a representação da
informação e do conhecimento e consequentemente para a organização e processos de
recuperação de conteúdo
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">(Cintra et.al,1994)</xref>
          . Os tipos de linguagens documentárias mais
conhecidos na Ciência da Informação são: i) os sistemas de classificação bibliográfica
(por exemplo: CDD - Classificação Decimal de Dewey); ii) os cabeçalhos de assunto (por
exemplo: LCSH - Library Congress Subject Headings); e iii) os tesauros (por exemplo:
AAT - The Art &amp; Architecture Thesaurus).
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>2.2. Ontologias</title>
        <p>
          <xref ref-type="bibr" rid="ref8">Grenon, Smith e Goldberg (2004</xref>
          ) definem ontologia como o conjunto de entidades que
existem no mundo, organizado através das categorias sob as quais essas entidades
simbólicas pendem e dos diferentes tipos de relações que são mantidas entre elas.
Enquanto ferramenta de modelagem,
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Gassen (2014)</xref>
          atribui às ontologias os seguintes
aprimoramentos, dentre outros: “interoperabilidade [...], validação [...], tradução [...],
enriquecimento semântico [...], auxílio na heterogeneidade semântica [...], integração [...],
e assim por diante”.
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">(Gassen, 2014, p.13)</xref>
          2.3. UML
2.4. BPMN
Segundo
          <xref ref-type="bibr" rid="ref11">Mattiazzi (1998)</xref>
          , a UML permite descrever os requisitos de software,
caracterizar a arquitetura de um sistema, focar na arquitetura ao invés da implementação
e direcionar programadores, aumentando a produtividade e diminuindo os riscos.
          <xref ref-type="bibr" rid="ref2">Baker
(2001)</xref>
          apresenta algumas das suas vantagens: i) linguagem comum entre analistas de
negócio e desenvolvedores; ii) é orientada a objetos - por ser uma linguagem sob
perspectiva orientada a objetos; iii) descreve processos de negócios de forma estruturada
e dinâmica; iv) ajuda a gerar melhores requisitos de sistemas.
        </p>
        <p>
          A BPMN é um padrão internacional de notação destinado a padronizar o mapeamento de
processos de negócio através da representação gráfica em diagramas (Baldam et al.,
2011). Ela tem por finalidade identificar, analisar, documentar, desenhar, monitorar e
melhorar o processo, seja ele automatizad
          <xref ref-type="bibr" rid="ref14">o ou não. Vasko e Dustdar (2006</xref>
          ) salientam que
a BPMN é uma notação de modelagem visual bem elaborada e proporciona um bom
suporte para aspectos comportamentais do projeto do fluxo de trabalho.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-3">
        <title>2.5. Modelagem gráfica</title>
        <p>
          Os empreendimentos, ainda como um projeto na mente dos profissionais, precisam ser
representados
          <xref ref-type="bibr" rid="ref15 ref16 ref17">(Pereira Junior, Baracho e Porto, 2016)</xref>
          . A tecnologia BIM proporciona
recursos de representação (como CAD-Projeto e Desenho Auxiliado por Computador) e
visualização, permitindo a interação direta e intuitiva, de forma bastante similar a uma
          <xref ref-type="bibr" rid="ref14">obra virtual (Lee et al., 2006</xref>
          ). Ela também relaciona todos os elementos geométricos, a
tabela de banco de dados e considera cada parte do desenho uma entidade, com atributos,
hierarquias, dependências semânticas e relacionamentos.
        </p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Gestão de Informação em AEC</title>
      <p>
        Ao se considerar o BIM como um sistema que abarca os processos de modelagem, análise
e geração de documentação
        <xref ref-type="bibr" rid="ref18">(Ribeiro, 2010)</xref>
        relacionamos seu propósito a um KOS
(Knowledge Organization Systems).
        <xref ref-type="bibr" rid="ref12">Mayr et al. (2016)</xref>
        trazem o entendimento de que os
sistemas de organização do conhecimento (KOS) suportam diferentes funções, como a de
representação e indexação de informações e documentos, road maps semânticos,
ferramentas para framework conceitual e fundamentação conceitual para sistemas
baseados em conhecimento. Assim sendo, vincular as tecnologias BIM e KOS vai além
de associar suas respectivas funções nativas, extrapolando-se para a necessidade de
identificar as sensibilidades e soluções de ambos enquanto sistemas de representação,
recuperação e gestão da informação.
      </p>
      <p>
        O desafio apontado para a gestão de informações em processos colaborativos,
interdisciplinares e interoperáveis - como em processos em BIM - é ressaltado na
necessidade da adequação semântica das entidades (sejam materiais, objetos,
perspectivas) através da validação dos seus compromissos ontológicos verdadeiros. Ou
seja, deve-se atentar para o fato das incompatibilidades geradas pelas diferenças
conceituais, terminológicas das entidades do projeto, que resultam em dificuldades na
interoperabilidade, recuperação de informação e na comunicação. Considera-se neste, os
modelos conceituais baseados em ontologias como uma alternativa para reduzir as
inconsistências por meio do entendimento de que os modelos e suas entidades devem
possuir adequação semântica equiparada às realidades associadas ao empreendimento.
Outrossim, apresenta-se a necessidade de se vincular a semântica e pragmática (
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">Cabré,
2005</xref>
        ) ao frame do projeto, para que se atendam e satisfaçam a complexidade
representativa e comunicativa do modelo em elaboração e/ou gerado.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Proposta Interdisciplinar</title>
      <p>Pereira Junior, Baracho e Almeida (2016) apontam que a relação entre a AEC e Ontologia
possui ainda um grau de maturidade baixo e ainda evidenciam que a tecnologia BIM não
possui compromisso ontológico bem definido - o que se configura uma lacuna para a
gestão da informação e do conhecimento do empreendimento. De forma a construir uma
trilha de pensamento que se configure como uma proposta de solução à lacuna
apresentada, busca-se vincular os conceitos já citados (BIM e Ontologia) à uma
linguagem documentária que sirva de suporte conceitual e terminológico para a
construção do “conhecimento do empreendimento”.</p>
      <p>
        O ATT - The Art &amp; Achitecture Thesauros
(http://www.getty.edu/research/tools/portal/index.html) é um tesauro que inclui os
termos, as descrições e outros metadados a respeito de conceitos relacionados à arte,
arquitetura, conservação, arqueologia e patrimônio cultural, incluindo ainda tipos de
trabalhos, estilos, materiais, técnicas e outros. De acordo com
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">Alexiev, Isaac e Lindenthal
(2015</xref>
        ), a maioria das relações entre os termos no referido tesauro são de TG (Termo
Genérico), embora também existam TRP (Termos de Relação Partitiva - parte/todo).
      </p>
      <p>
        Através de outro tipo de abordagem, uma ontologia é capaz de especificar
explicitamente a semântica dos termos de um domínio do conhecimento. Essa
característica possibilita sua utilização enquanto apoio à definição dos referidos termos
naquele contexto - otimizando o processo de comunicação, além de apresentar uma
solução à problemas de interoperabilidade semântica entre sistemas. Por isso, elas podem
proporcionar a troca de informação entre sistemas e até mesmo entre pessoas (
        <xref ref-type="bibr" rid="ref9">Jasper,
Uschold; 1999</xref>
        ). As relações que se estabelecem entre os termos em uma ontologia são
resultantes do estudo do domínio.
      </p>
      <p>O desafio que se estende como uma proposta de pesquisa passível de ser
aprofundada consiste em vincular as entidades representativas da modelagem gráfica de
forma paralela à terminológica. Ou seja, utilizando-se do tesauro se dará subsídio à
construção da definição consensual para o conceito na ontologia, onde também serão
estabelecidos os tipos de relações associativas existentes entre os conceitos e respectivas
descrições no contexto do empreendimento (Figura 10).</p>
      <p>Figura 10. Simulação do framework resultante em BIM</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>5. Considerações finais</title>
      <p>Considerando as contribuições dos instrumentos de representação da informação, aqui os
tesauros e ontologias, assume-se a relevância das naturezas terminológicas (conceitos e
relações), assertivas (axiomas aplicados aos conceitos e relações) e pragmáticas
(conhecimento consensual) para o contexto da AEC, utilizando-se de da plataforma BIM.
Espera-se que a utilização simultânea da modelagem gráfica e da modelagem conceitual
em um framework resulte na criação de um modelo de empreendimento bem
fundamentado, com correspondência executável no mundo real e documentada de forma
terminologicamente adequada.</p>
      <p>Através desse modelo será possível potencializar a interoperabilidade entre
sistemas; minimizar inconsistências com a demanda original do desenvolvimento
(cliente); maior assertividade na identificação, descrição e relacionamento das entidades
utilizadas no empreendimento em seu domínio real; sustentar a comunicação eficiente
entre diferentes áreas do conhecimento, diferentes línguas e consequentemente, diferentes
denominações terminológicas dos mesmos conceitos.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>6. Referências</title>
    </sec>
  </body>
  <back>
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