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    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Atividades Assíncronas em Um Curso de Graduação a Distância: Aceitação, Participação e Desempenho dos Discentes</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Camila Tauane Porfírio</string-name>
          <email>camila.tauane@aluno.uece.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Otávio Vieira Sobreira Júnior</string-name>
          <email>otavio.sobreira@uece.br</email>
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          <string-name>Lydia D. Maia Pantoja</string-name>
          <email>lydia.pantoja@uece.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Germana Costa Paixão</string-name>
          <email>germana.paixao@uece.br</email>
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          <label>0</label>
          <institution>Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a distância da Universidade Estadual do Ceará/Universidade Aberta do Brasil (UECE/UAB) Avenida Dr. Silas Munguba</institution>
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          <country country="BR">Brasil</country>
        </aff>
      </contrib-group>
      <fpage>152</fpage>
      <lpage>160</lpage>
      <abstract>
        <p>The aim of this study was to analyze students' performance against the use of asynchronous tools during the 1º year of a degree in distance biological sciences focusing on grades and deliveries of activities. The analysis was based on quantitative criteria, which analyzed the performance of 40 students, Maracanaú-CE pole. It was found that in the 30 activities there are preferences for textual production, more delivery, despite the lower grades (mean 69,6), while it was observed that the educational video was the least executed proposed activity, but with better means (84,6). The data point to a need for a discussion of the tools and how they impact student performance. Resumo. Objetivou-se analisar o desempenho dos alunos frente ao uso de ferramentas assíncronas durante o 1º ano de uma licenciatura em Ciências Biológicas a distância com foco nas notas e entrega das atividades. A análise se deu por meio de critérios quantitativos, onde foi analisado o desempenho de 40 alunos, polo de Maracanaú-CE. Constatou-se que das 30 atividades, os alunos mostraram preferência pelas que envolvem produção textual, com maior percentual de adesão, apesar das menores notas (média 69,6). Por outro lado, a produção de vídeos educativos foi a atividade com menor taxa de adesão, mas com médias melhores (84,6). Os dados apontam ser necessária discussões sobre as ferramentas pedagógicas utilizadas nas atividades a distância e como elas impactam no desempenho discente.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. Introdução</title>
      <p>Dentro dessa modalidade de ensino, Oliveira et al. (2017) definem que as
ferramentas de comunicação podem ser denominadas segundo o fator temporalidade,
sendo esta classificação em: síncronas e assíncronas. Entende-se como síncrona os tipos
de ferramentas em que a comunicação ocorre em tempo real, sendo necessário que haja
a definição de um horário para que os cursistas possam participar, tais como o Chat e as
Videoconferências. No caso das ferramentas de comunicação assíncrona, percebe-se
que não há a dependência do tempo real, podendo ser realizadas a qualquer momento.
Como exemplos destas ferramentas, podemos citar: fórum de interação, portfólio de
atividades, Blog, dentre outros.</p>
      <p>Após uma análise em vários ambientes virtuais de aprendizagem, Matta (2003)
observou a presença de alguns elementos comuns entre estes ambientes,
classificandoos desde categorias essenciais a ambientes complementares. E dentre os elementos
considerados mais importantes ao funcionamento de um ambiente virtual, os gêneros
assíncronos de comunicação são considerados os de maior importância. Porque
permitem uma construção mais elaborada dos textos, ao estar disponível na rede por um
período de tempo extenso, permitindo o aluno acessar no instante mais adequado para
si.</p>
      <p>Utilizando-se dos diversos tipos de ferramentas, é possível criar nos alunos um
sentimento de acolhimento. Tendo em vista serem contempladas suas necessidades,
respeito as suas particularidades de organização de tempo, além de, mesmo que
distantes fisicamente, transmitirem a sensação de proximidade entre todos os
envolvidos.</p>
      <p>Sabendo que as avaliações propostas nesse tipo de modalidade estão
contextualizadas dentro de um projeto político pedagógico que contempla as
especificidades da educação a distância, o Curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas da Universidade Estadual do Ceará – UECE, pelo Programa Universidade
Aberta do Brasil – UAB prioriza a inclusão de recursos tecnológicos que permitem
graus diferenciados de interatividade. A avaliação se dá tanto como instrumento de
mensuração do desenvolvimento do aluno, quanto como mecanismo de garantia de
qualidade, ou ainda como um feedback dos processos de ensino e de aprendizagem.</p>
      <p>
        Neste contexto, é necessário um novo paradigma de avaliação formativa
seguindo as características apresentadas acima. Segundo
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">Perrenoud (1999</xref>
        , p. 27),
podese compreender avaliação formativa como:
... toda prática de avaliação contínua que pretenda melhorar as aprendizagens
em curso, contribuindo para o acompanhamento e orientação dos alunos
durante todo o seu processo de formação. É formativa toda a avaliação que
ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, que participa da regulação das
aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">Perrenoud 1999</xref>
        , p. 27].
      </p>
      <p>
        Existe, portanto, a necessidade de identificar a aprendizagem específica de cada
estudante e o processo avaliativo possui um caráter continuo, permite evidenciar os
ganhos de aprendizagem dos alunos em determinados contextos. A objetividade de um
processo avaliativo deve se refletir na clara definição sobre que tipos de competências,
habilidades e atitudes estão sendo avaliados e o que é esperado de cada estudante [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref9">Silva
et al. 2015</xref>
        ].
      </p>
      <p>Baseando-se nesta premissa, o presente trabalho tem por objetivo analisar a
aceitação, participação efetiva e desempenho dos alunos frente ao uso de ferramentas
assíncronas durante o primeiro ano do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a
distância da UECE/UAB com foco nas notas e entrega das atividades.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Metodologia</title>
      <p>Trata-se de uma pesquisa descritiva de natureza quantitativa com foco nas notas e
entrega das atividades propostas a 40 alunos, inicialmente matriculados no Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas a distância da UECE/UAB, polo de
MaracanaúCE.</p>
      <p>Durante os semestres 2017.1 e 2017.2, os alunos cursaram 10 disciplinas
(Quadro 1). Neste período, considerando que uma parcela considerável dos cursistas da
turma já possuía uma graduação, muitos alunos solicitaram o “aproveitamento de
disciplinas”. Por tal motivo, a população total do estudo, variou consideravelmente ao
longo dos dois semestres e das disciplinas (Tabela 1). Nesse sentido, as notas utilizadas
para o cálculo das médias demonstradas neste estudo foram as de cinco alunos,
selecionados intencionalmente dentre a população total do estudo, por apresentarem o
mesmo “padrão” ao terem participado efetivamente de todas as disciplinas do curso
durante o período da análise, ou seja, não realizaram o aproveitamento institucional de
qualquer disciplina, tornando assim possível a comparação entre os resultados de suas
avaliações.</p>
      <p>Para os demais indicadores (quantidade de atividades entregues e quantidade de
atividades não entregues), foram considerados todos os alunos que estavam
matriculados na disciplina em análise.</p>
      <p>Quadro 1. Lista de disciplinas cursadas no primeiro ano do curso de Ciências
Biológicas, polo de Maracanaú-CE.</p>
      <p>Semestre
2017.1
2017.2</p>
      <p>Disciplinas
Introdução à Educação à Distância; Biologia Celular; Física para</p>
      <p>Ciências Biológicas; Química Geral e Orgânica; Técnicas de</p>
      <p>Transmissão do Conhecimento Biológico (TTCB)</p>
      <p>Psicologia do Desenvolvimento; Biofísica; Bioquímica;
Matemática para Ciências Biológicas e Fundamentos de</p>
      <p>Filosofia das Ciências</p>
      <p>
        Cada atividade ao longo desses semestres foi classificada de acordo com a sua
natureza, ou seja, de acordo com o produto principal que deveria ser entregue (postado
no Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA). Para padronizar a natureza dos
produtos, foi utilizado os critérios definidos por
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Paixão e Vidal (2015</xref>
        ).
      </p>
      <p>Por fim, os dados foram tabulados e analisados por médias e percentagens
simples, sendo os resultados devidamente analisados à luz da literatura atual e
pertinente sobre a temática.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Resultados e discussão</title>
      <p>Ao total foram analisadas 30 atividades, onde os alunos foram desafiados a Produção de
Texto Autoral, Podcast Educativo, Postagem em Blog Educacional, Produção de Vídeo
Educacional, Apresentação de Slides com Áudio, Produção de E-book, Plano de Aula,
Mapa Conceitual, Produção de texto colaborativo (Wiki) e Produção de um resumo de
artigo científico (Tabela 1).</p>
      <p>Com relação à média de notas por atividade, destaca-se wiki (92), mapa
conceitual (85,3), produção de vídeo educacional (84,6), apresentação de slides com
áudio (82), podcast educativo (78,8), postagem em blog educacional (76), produção de
E-book (76) e o plano de aula (72), como as atividades com maiores médias, logo, os
alunos conseguiram gerar produtos melhores. Entretanto, a produção de texto autoral
(69,6) e produção de um resumo de artigo científico (64), os alunos já não atingiram
boas notas.</p>
      <p>No tocante a entrega das atividades, no primeiro semestre os alunos não
entregaram as atividades relacionadas ao vídeo educacional, podcast educativo e
produção de E-book, enquanto para o segundo semestre, o vídeo educacional e podcast
educativo foram as atividades com menor taxa de entrega. Logo, no geral, os alunos
apresentaram dificuldades em relação ao vídeo educacional e podcast educativo.</p>
      <p>
        Por outro lado, esta opção de não entrega das atividades traz consigo uma
questão muito preocupante ao desenvolvimento do aluno. Se considerarmos que a
avaliação formativa em EaD surge como uma importante ferramenta de estímulo para o
estudo, uma vez que sua principal utilidade está em revelar os erros e acertos dos
alunos, dos professores formadores e dos tutores no processo de ensino e aprendizagem,
percebe-se que esse tipo de avaliação é um valioso mecanismo orientador dos estudos e
esforços de todos os envolvidos no decorrer desse processo. Afinal, está intimamente
ligada ao mecanismo de retroalimentação (feedback emitido pelo tutor) que permite ao
aluno identificar deficiências e reformular seus trabalhos, visando aperfeiçoá-los em um
ciclo contínuo e ascendente [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Santos 2008</xref>
        ].
      </p>
      <p>A avaliação da qualidade do ensino em EaD, por meio de instrumentos
constituídos por indicadores sistêmicos que expressam as especificidades e
particularidades da modalidade a distância, é de extrema importância. Sendo possível
citar alguns indicadores de entrada para a avaliação dessa modalidade como: a
qualidade da infraestrutura, onde se destacam: (i) o Ambiente Virtual de Aprendizagem
- AVA; (ii) os recursos para comunicação e interação professor-aluno-tutor e (iii) os
laboratórios de informática; as habilidades e competências do professor e dos tutores
para atuarem nas disciplinas; a qualidade do planejamento da disciplina; e o indicador
principal que embasa a discussão nesse artigo que são as habilidades prévias dos alunos
no uso das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação – NTIC, que podem
potencializar ou dificultar o acompanhamento da disciplina [Bertolini e Marchi 2010].</p>
      <p>Foi constatado preferências, como atividades relacionadas à produção textual,
por exemplo; foi um dos produtos com a maior quantidade de atividades entregues. Em
contrapartida, alunos obtiveram as menores notas (média de 69,6), também observado
em relação a redação de artigo científico (média de 64).</p>
      <p>Enquanto a atividade relacionada à produção de vídeo educacional, se destaca
por ser a menos entregue pelos alunos e com uma média de nota maior (84,6) em
comparação as atividades anteriores. Embora no segundo semestre desse relativo ano a
quantidade de alunos tenham sido reduzida em algumas disciplinas, devido a
aproveitamentos internos, a análise das atividades entregues foi feita baseada na
quantidade de alunos matriculados.</p>
      <p>
        Segundo
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Paixão e Vidal (2015</xref>
        ), para se construir textos de qualidade, o aluno
precisa fazer uma análise aprofundada dos textos técnico-científicos lidos, bem como
julgá-los coerentes, necessário para uma compreensão textual, significativos para a
construção do texto. A atividade relativa à produção, seleção e organização de textos
exige do aluno uma organização de ideias. Quando o aluno inicia o curso com
dificuldades de leitura e compreensão de texto, isso acarreta diretamente em suas
produções textuais, exigidas pelas atividades. Tal fato se agrava pois, especificamente
para este tipo de atividade, ainda não há uma diretriz de elaboração e avaliação, o que
dificulta para o aluno elaborar o seu material sem ter a noção clara das exigências e
sugestões do curso.
      </p>
      <p>
        Por sua vez, existe uma atividade com outra abordagem, a produção de mídia
visual, que não somente exige leitura e organização de ideias, como desenvolve outras
habilidades. Os vídeos educacionais, como uma das ferramentas didáticas existentes,
destacam-se como recursos de dinamização do processo de ensino e aprendizado, atuam
na facilitação da compreensão do conteúdo e na construção do conhecimento. Quando
bem explorados em espaços educacionais, os vídeos podem colaborar com a melhoria
no nível de aprendizado dos alunos [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">Mattar 2015</xref>
        , Ribeiro 2013,
        <xref ref-type="bibr" rid="ref8">Schneider 2013</xref>
        ).
Ademais, a criação de um vídeo pelo aluno traz inúmeras vantagens tais como torna-o
sujeito produtor do seu próprio conhecimento, possibilita a pesquisa, permite a
experiência na produção de um material colaborativo, otimiza o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove a expressão e da comunicação, favorece uma visão
interdisciplinar, integra diferentes capacidades e inteligências e valoriza o trabalho em
grupo.
      </p>
      <p>
        No Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a distância da UECE/UAB,
os critérios de avaliação dos vídeos educacionais são conteúdo, proposta pedagógica,
aspectos técnico-estéticos (linguagens, personagens, estrutura narrativa, formato,
produção), material de acompanhamento/créditos (título, autor ou autores, data e local
da gravação, público a que se destina e duração), veracidade da informação, a
legibilidade (qualidade do som e da imagem) e é avaliado também quanto a
originalidade e criatividade. A avaliação do aluno, segundo essas diretrizes, é pontuada
segundo uma escola de zero a cem pontos [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Paixão e Vidal 2015</xref>
        ].
      </p>
      <p>Com base Tabela 1 pode-se detectar que existem dificuldades no uso de
ferramentas como os vídeos educacionais e podcast e isso precisa ser trabalhado durante
a elaboração das posteriores avaliações; possivelmente identificar a negação do aluno
diante da realização de tal atividade. Em contrapartida, uma das atividades mais
realizadas é a produção textual, ferramenta comum de nosso cotidiano desde o início de
nossa alfabetização.</p>
      <p>Dessa forma, surge um questionamento: os alunos estão preparados para serem
avaliados dentro dessas ferramentas de ensino, através desses instrumentos tecnológicos
inovadores? Segundo Machado (2002 apud Lima 2006), “os ‘aprendentes’ ainda têm
dificuldades de serem autores e atores do processo de ensinar e aprender, de se tornarem
‘interatores’ implicados e responsáveis pela sua trajetória em busca do conhecimento”.
O que demonstra um grande enraizamento do ensino voltado à reprodução dos saberes e
à passividade já bastante questionadas [Lima 2006].</p>
      <p>
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Nunes (2012)</xref>
        afirma que, apesar da variedade de instrumentos avaliativos
inovadores disponibilizados nos diferentes ambientes virtuais, ainda é muito
significativa a presença de instrumentos tradicionais – o que talvez seja motivada por
essas dificuldades, encontradas por alguns estudantes quando se deparam com essas
ferramentas tecnológicas.
Tabela 1. Resultados das atividades das disciplinas do primeiro ano do curso
de Licenciatura em Ciências Biológicas, turma de 2017.1 do polo de
Maracanaú-CE.
      </p>
      <p>
        Porque essa ferramenta pode trazer essa dificuldade para o aluno? As outras
perguntas que surgem são: a avaliação que está sendo realizada está estabelecendo uma
conexão com o perfil do estudante à distância como flexibilidade de tempo-espaço? Ou
será que o aluno ainda não desenvolveu habilidades intrínsecas da educação a distância?
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref9">Silva et al. 2015</xref>
        ]. Esses questionamentos também são feitos por nosso estudo, logo,
são necessários estudos mais aprofundados para que possam ser sanadas tais perguntas.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Considerações finais</title>
      <p>Constatou-se que apesar da grande diversidade de instrumentos utilizados pelos alunos
em todas as disciplinas ofertadas no primeiro ano de curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas da UECE/UAB, as avaliações dos instrumentos ditos tradicionais do ensino
presencial ainda ganham aceitação pelos discentes, apesar da maioria das notas não
serem dentro da média. Os dados apontam que a maioria dos alunos entregam uma
produção textual em detrimento da elaboração de um vídeo e um podcast. Por fim, os
dados apontam ser necessário uma discussão mais profunda sobre as ferramentas e
como elas impactam no desempenho discente.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>Referências</title>
      <p>Amim, L. H. L. V. (2011). Melhoria da Qualidade em Educação a Distância,
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      <p>Hadji, C. (2001). A avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed.</p>
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14, n. 3, p. 271-282.</p>
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Revista da Associação Brasileira de Educação a Distância.</p>
    </sec>
  </body>
  <back>
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