=Paper= {{Paper |id=Vol-2185/CtrlE_2018_paper_55 |storemode=property |title=Ensino Híbrido Na Educação Brasileira: Uma Revisão Bibliográfica(Hybrid Teaching in Brazilian Education: A Bibliographic Review) |pdfUrl=https://ceur-ws.org/Vol-2185/CtrlE_2018_paper_55.pdf |volume=Vol-2185 |authors=Igo J. D. Diniz,Stênio L.da Rocha, Ynessa B. D. de F. Santos,Apuena V. Gomes }} ==Ensino Híbrido Na Educação Brasileira: Uma Revisão Bibliográfica(Hybrid Teaching in Brazilian Education: A Bibliographic Review)== https://ceur-ws.org/Vol-2185/CtrlE_2018_paper_55.pdf
         Ensino Híbrido Na Educação Brasileira: Uma Revisão
                            Bibliográfica
Igo J. D. Diniz1, Stênio L.da Rocha1, Ynessa B. D. de F. Santos1, Apuena V. Gomes1
  1
      Instituto Metrópole Digital – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
                               59.078-970 – Natal – RN – Brasil
{igojoven@hotmail.com, steniolucio1@hotmail.com, ynessafarias@gmail.com,
                          apuena@info.ufrn.br}


Resumo. Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre o ensino híbrido no
Brasil a partir do levantamento das publicações dos últimos 10 anos envolvendo o tema.
Foram selecionados os estudos divulgados nos anais dos principais eventos sobre
tecnologias educacionais: Congresso sobre Tecnologias na Educação (CTRL+E) e
Workshop de Informática na Escola/ Congresso Brasileiro de Informática na Educação
(WIE/CBIE), a fim de contribuir para elaboração do estado da arte acerca do ensino
híbrido na educação brasileira.

Abstract. This paper presents a bibliographical review about blended learning in Brazil,
as it analyzes the publications of the last ten years involving the theme. It were selected
the studies spread in the conference proceedings of the main events on educacional
technologies: Congresso sobre Tecnologias na Educação - CTRL+E (Congress about
Technologies in Education) and Workshop de Informática na Escola/ Congresso
Brasileiro de Informática na Educação - WIE/CBIE (Computing in School Workshop/
Computing in Education Brazilian Congress), in order to contribute in the built of the
academic state of art about blended learning in brazilian education.

1. Introdução

Atualmente, com a globalização e diante do surgimento e propagação das tecnologias
digitais de informação e comunicação (TDIC), e alicerçada com o uso da internet, a
sociedade do século XXI vem sofrendo transformações significativas, modificando sua
forma de viver e conviver em comunidade. Na educação essas modificações, decorrentes
em grande parte da disseminação massiva das tecnologias digitais, promovem novas
possibilidades de expressão e comunicação, permitindo outros campos de estudos e
pesquisas até então desconhecidos.
        Diante disso, os sistemas de ensino encaram a necessidade de romper com práticas
e hábitos tradicionais, especialmente no cenário brasileiro, para permitir que avanços
tecnológicos e metodologias inovadoras possam fazer parte do nosso contexto
educacional e sejam incorporados progressivamente no cotidiano escolar. Destarte, a
inclusão de metodologias ativas e a utilização das TDIC em sala de aula têm sido as
grandes apostas para a substituição de práticas cristalizadas, ultrapassadas e que já não
atendem às demandas de aprendizagem dos alunos e professores de hoje.
        Perante esse quadro, a adoção do ensino híbrido (EH) desponta como
possibilidade muito importante na ressignificação dos tempos e espaços educativos,
permitindo uma (re)construção do processo de ensino e aprendizagem mais alinhada com
                                                                                       431
os anseios culturais e sociais da atualidade. Em consonância com esse raciocínio, Moran
(2015) defende que “[...] a educação formal é cada vez mais blended, misturada, híbrida,
porque não acontece só no espaço físico da sala de aula, mas nos múltiplos espaços do
cotidiano, que incluem os digitais” (p. 16).
        No ensino híbrido há espaço para a junção de diversas metodologias causando,
com isso, grande impacto nas antigas posturas e comportamentos de professores e alunos
em situações de aprendizagem. Nele, parte do ensino acontece online e parte offline,
incluindo momentos individuais e em grupo. Os momentos online priorizam o controle do
aluno sobre parte do seu próprio estudo, o que o leva a tomar decisões que desenvolvam
sua autonomia. Já nos momentos offline valoriza-se o contato pessoal entre os sujeitos
(alunos e professores), dando prioridade à construção de relações que são melhor
desenvolvidas a partir do contato pessoal.
        Envolvidos nesse contexto, nos propusemos a analisar, como objetivo geral deste
trabalho, o que tem sido falado acerca do ensino híbrido no cenário da educação
brasileira, focando nas seguintes questões: 1) Existem trabalhos acerca do ensino híbrido
aplicado na educação brasileira? e 2) Quais são as discussões e reflexões sobre o ensino
híbrido nas produções publicadas no Brasil no período de 2008 a 2017?
        Na busca de respostas para as questões levantadas, pesquisamos as publicações
sobre o EH no Brasil nos últimos dez anos, na base de dados dos anais dos principais
eventos que abordam o tema das tecnologias digitais na educação, quais sejam:
Congresso sobre Tecnologias na Educação (CTRL+E) e Workshop de Informática na
Escola/ Congresso Brasileiro de Informática na Educação (WIE/CBIE). Os objetivos
específicos desta busca foram identificar as aplicações que estão sendo dadas à
metodologia do ensino híbrido, bem como o que impulsiona a utilização na produção
científica especializada.

2. Fundamentação Teórica

Considerando o inevitável avanço das tecnologias digitais e sua disseminação em massa e
cada vez mais expressiva, torna-se impensável conceber qualquer ideia relacionada à
educação que não inclua as TDIC. É indispensável levarmos em consideração o público
para o qual a educação está sendo feita (especialmente a educação básica) e o fato desse
público ter nascido imerso em uma cultura predominantemente digital. Isso reflete
absolutamente na forma como esses sujeitos aprendem e processam todos os tipos de
informações. Se os alunos do século XXI têm um desenvolvimento cognitivo vinculado
ao uso das TDIC, não podemos ignorar isso e insistir na oferta de uma educação que não
contemple esse novo formato. Oliveira, Costa e Moreira (2001) reforçam isso quando
afirmam que

                                A informática compõe hoje a ecologia cognitiva na qual todos nós
                                estamos inseridos. Pelo que ela representa e potencializa do ponto de
                                vista da construção do conhecimento não é possível mais imaginar
                                os contextos educativos desvinculados dessa nova realidade
                                sociocognitiva (p. 60).



                                                                                                432
        O ensino híbrido, ou blended, respeita essa realidade, visto que favorece a
utilização dos espaços virtuais, mas não dispensa as interações pessoais inerentes à
educação presencial. A concepção do conceito de ensino híbrido, predominantemente,
“está enraizada em uma ideia de educação híbrida, em que não existe uma forma única de
aprender e na qual a aprendizagem é um processo contínuo, que ocorre de diferentes
formas, em diferentes espaços” (BACICH; TANZI NETO; TREVISANI, 2015, p.51-52).
        Os modelos de ensino híbrido mais conhecidos são o de rotação por estações e a
sala de aula invertida, ambos ainda com características do ensino tradicional. Na rotação
por estações a proposta pode ser de rotação individual, onde o aluno passa por diferentes
estações durante a aula com propostas de atividades diferentes em cada uma delas, ou o
laboratório rotacional, no qual parte dos alunos pratica tarefas no laboratório e depois vai
para a sala de aula, invertendo os grupos no atendimento com o professor. Já na sala de
aula invertida os alunos são estimulados a aprender a matéria a partir de material
disponibilizado previamente e os momentos em sala de aula são usados para as
discussões, apresentações de resultados, exploração de pontos ainda não fixados, etc; é
onde acontecem as maiores interações entre os sujeitos envolvidos. Esse modelo confere
ao professor o papel de facilitador, de mediador de aprendizagem, já que, com a
exploração prévia dos conteúdos e menos aulas expositivas, o tempo em sala de aula
passa a ser investido com o que os equipamentos digitais ainda não são capazes de fazer:
desenvolver relacionamentos, criar laços e aumentar habilidades sócio-emocionais em
interações interpessoais. (CHRISTENSEN INSTITUTE, 2018).
        Reforçam as características do EH o vínculo estreito com a reorganização do
tempo e do espaço da aula e com os papéis de aluno e educador pois, ao dar ao estudante
a chance de fazer, fora da aula, as atividades que ele pode desenvolver sozinho sem
qualquer prejuízo, abre-se espaço para utilizar o tempo em sala de aula com mais
qualidade, criatividade e interação. Como resultado, o processo de ensino e aprendizagem
é fortalecido sobre uma base de personalização exclusiva para cada aluno e/ou grupo.
Sobre isso, Bacich, Tanzi Neto e Trevisani (2015) defendem o seguinte:

                                 As modificações possibilitadas pelas tecnologias digitais requerem
                                 novas metodologias de ensino, as quais necessitam de novos
                                 suportes pedagógicos, transformando o papel do professor e dos
                                 estudantes e ressignificando o conceito de ensino e aprendizagem.
                                 Nesse sentido, o ensino on-line permite tal personalização, uma vez
                                 que pode ajudar a preencher lacunas no processo de aprendizagem
                                 (p. 51).


        Apesar dos diversos pontos positivos no ensino híbrido, a realidade precária na
educação brasileira e a falta da estrutura física devida têm desencorajado diversos
profissionais a aplicarem-no em suas aulas, ao passo que têm motivado um outro grupo a
desenvolver o ensino híbrido de forma ainda mais criativa, onde seja possível usar seus
princípios, a despeito da carência estrutural. Sabendo o quanto as tecnologias digitais
influenciam a forma como os alunos de hoje processam as informações e tendo
consciência de que os modelos tradicionais de ensino não dialogam com esse público de
forma eficaz, somos provocados a pensar como Moran (2005), quando ele nos convida a

                                                                                               433
“encontrar na educação novos caminhos de integração do humano e do tecnológico; do
racional, sensorial, emocional e do ético; de integração do presencial e do virtual; da
escola, do trabalho e da vida” (p. 13).

3. Metodologia

A metodologia utilizada no presente trabalho consistiu em pesquisa com caráter
bibliográfico, desenvolvida com base em material já elaborado, constituído
predominantemente de livros, publicações em periódicos e impressos diversos. (GIL,
2002).
        Para realizar o levantamento bibliográfico, optamos pela técnica de pesquisa
denominada estado da arte, ou também conhecida como estado do conhecimento, sendo
este último menos citado. Essa abordagem é uma das partes mais importantes de qualquer
estudo de cunho científico, pois busca-se mapear e fazer referência ao que já se tem
descoberto e produzido sobre o conteúdo pesquisado, privilegiando compreender as
formas, condições e evidências sob as quais os trabalhos acadêmicos estão sendo
produzidos, seja nas graduações, mestrados, doutorados ou nas diversas publicações em
periódicos e comunicações em anais de congressos e de seminários, consolidando e
auxiliando na expansão da produção do conhecimento, trazendo novas concepções e
identificando novos objetos de estudo. Esse tipo de pesquisa tem suas possibilidades e
importância destacadas por Romanowski e Ens (2006), os quais enfatizam que:

                                        Essas análises possibilitam examinar as ênfases e temas
                                        abordados nas pesquisas; os referenciais teóricos que
                                        subsidiaram as investigações; a relação entre o pesquisador
                                        e a prática pedagógica; as sugestões e proposições
                                        apresentadas pelos pesquisadores; as contribuições da
                                        pesquisa para mudança e inovações da prática pedagógica;
                                        a contribuição dos professores/pesquisadores na definição
                                        das tendências (p. 39).

        Para realizar o estado da arte neste projeto optou-se pela busca por publicações da
temática estudada nas bases de dados de anais dos eventos de tecnologias educacionais
CTRL+E e WIE/CBIE, delimitando o período dos últimos 10 anos, correspondido de
2008 a 2017. Vale ressaltar que iniciamos nossa pesquisa limitando as buscas às
publicações dos últimos 5 anos, mas, por não termos obtido quantidade significativa de
resultados, estendemos o período de tempo para os últimos dez anos.
        Com o intuito de delinear a pesquisa nos anais, optou-se pelos seguintes
descritores de busca: “híbrido”, “híbrida” e “blended” que são termos chave em português
e em inglês, referentes à temática deste estudo. Limitamos a nossa análise aos trabalhos
que foram aplicados, ou projetados, em alguma instituição de ensino brasileira a fim de
contribuir e gerar resultados para o público interessado em atualizar-se sobre como esta
temática tem sido aplicada no contexto educacional do nosso país.
        Para que fosse possível uma análise de dados mais dinâmica, após a conclusão das
buscas, os resultados encontrados foram tabulados e organizados de acordo com o título,
ano, fonte da publicação, objetivos e o método de pesquisa, conforme demonstrado na
Tabela 1 a seguir:

                                                                                              434
                            Tabela 1.Resultados da pesquisa




                              Fonte: Elaborado pelos autores

4. Resultados e Discussões
Após a etapa de levantamento e busca nas bases de dados dos anais dos eventos, e da
posterior tabulação, identificou-se um baixo número de publicações relativas ao ensino
híbrido no Brasil, apenas 10 conforme o Gráfico 1 abaixo:
                      Gráfico 1. Quantidade de publicações por ano




                              Fonte: Elaborado pelos autores


                                                                                     435
        Em resposta à nossa primeira questão de pesquisa, o gráfico 1 demonstra que os
últimos 5 anos as pesquisas com esse tema apresentam um crescimento. No entanto, esse
aumento crescente de publicações ainda acontece timidamente, evidenciando a
necessidade de uma atuação mais forte dos pesquisadores, discussões e trabalhos que
busquem compreender os desafios e possibilidades do ensino hibrido na/para educação
brasileira.
        Quanto ao caráter das pesquisas encontrados e mencionadas na tabela 1, percebeu-
se um equilíbrio em relação à aplicação teórica ou prática da temática estudada, sendo
40% das pesquisas de caráter teórico e 60% de caráter prático.
        Avaliando mais profundamente essa divisão e relacionando-a à nossa segunda
questão de pesquisa, notou-se que há uma boa diversidade quanto à aplicação desses
métodos, sejam teóricos ou práticos. Dos 40% teóricos, identificamos uma revisão
bibliográfica, duas discussões teóricas e uma demonstração de customização de software.
E dos 60% das pesquisas de caráter prático, um experimento controlado, duas
intervenções, um levantamento quantitativo de uso de plataforma e dois estudos de caso.
        Diante do contexto em que foi realizado, cada artigo analisado tem sua
importância. As discussões teóricas têm seu papel de construção do conhecimento acerca
da literatura estudada, e as intervenções práticas têm a função de testar a teoria e avaliar
os resultados, seus problemas e resoluções. Ademais, destacamos o artigo intitulado
“Ensino Híbrido: Proposta de formação de professores para uso integrado das tecnologias
digitais nas ações de ensino e aprendizagem”, o qual reuniu profissionais de educação de
16 diferentes estados do país para trocar experiências acerca do ensino híbrido, sua
aplicação, potencialidades e dificuldades; estudo que consideramos relevante como base
de exemplo para os profissionais interessados em aplicar metodologias do EH em suas
aulas.

5. Considerações finais

Nesta pesquisa, selecionamos os dados que mais chamaram nossa atenção, especialmente
quando relacionado ao material teórico analisado. Entre esses dados, destacamos o fato
de, nos repositórios consultados, haver apenas dez trabalhos publicados sobre o tema, e
em uma delimitação de tempo considerada longa. Não há, nesta pesquisa, informações
suficientes para afirmarmos o porquê de as pesquisas em ensino híbrido ainda serem
pouco exploradas, mas inferimos, de forma superficial, que isso possa manter relação
com a dificuldade de acesso à infraestrutura necessária para o desenvolvimento dessas
metodologias. Isso nos leva ao próximo dado de destaque, que foi a carência de
resultados envolvendo a educação básica.
        As deficiências estruturais nessa área, especialmente na rede pública de ensino,
foram refletidas nos resultados da pesquisa, os quais não apontaram frutos de aplicação de
trabalhos sobre a temática nesta etapa do ensino. A educação básica é onde hoje
encontram-se os grandes desafios e necessidades de transformações e melhorias na
educação do Brasil. Portanto, esses resultados revelaram um vasto campo de exploração,
que é a aplicação dessa metodologia no ensino básico. Acreditamos que quanto maior for


                                                                                        436
a representatividade na produção científica neste campo, mais adesão, engajamento e
encorajamento os professores terão para adotar metodologias do EH em suas aulas.
        Constatamos ainda, que uma parcela considerável dos trabalhos analisados,
versam sobre ações, experiências e reflexões mediatizadas através de ambientes virtuais
de aprendizagens, como base para aperfeiçoamento no ensino e aprendizagem na
modalidade híbrida. Mais uma vez, os dados são insuficientes para afirmações, mas, em
uma análise fria, percebemos que há uma tendência de adoção do ensino híbrido partindo
da educação a distância. Ainda não há número significativo de publicações científicas que
registrem a adoção de metodologias do EH a partir da inovação no ensino presencial.
        Destacamos que o levantamento ora realizado não foi capaz de englobar toda a
produção com pesquisa relacionada aos estudos do ensino híbrido no Brasil, fazendo-se
necessária a sua continuidade, aprofundamento e exploração em outras bases de dados.
Tampouco é possível, apenas a partir de análises superficiais, tecer afirmações sobre as
questões que permeiam essa temática. No entanto, já nos oferece evidências da produção
de conhecimento dos últimos 10 anos e das principais lacunas deixadas por esses estudos.

6. Referências
BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. M. (Org.). Ensino híbrido:
   personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
CHRISTENSEN             INSTITUTE.                     Disponível          em           :
   . Acesso em: 05 abr. 2018.
GIL, A. Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MORAN, J. Mudando a educação com metodologias ativas. In: SOUZA, C. A. de;
  MORALES, O. E. T. (Orgs.). Convergências midiáticas, educação e cidadania:
  aproximações jovens. Ponta Grossa, PR: Foca Foto-PROEX/UEPG, 2015, p.15-33.
OLIVEIRA, C. C.; COSTA, J. W. da; MOREIRA, M. Ambientes informatizados de
   aprendizagem: produção e avaliação de software educativo. 1ed. Campinas, SP:
   Papirus, 2001.
ROMANOWSKI, Joana Paulin; ENS, Romilda Teodora. As pesquisas denominadas do
  tipo “Estado da Arte” em educação. Diálogo Educacional, Curitiba, v. 6, n. 19, p.
  37-50, set./dez. 2006.




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