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      <title-group>
        <article-title>Sala de Aula Invertida: Uma Proposta de Inovação Metodológica na Formação de Professores</article-title>
      </title-group>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Ádila de Lima Ferreira</string-name>
          <email>adilaferreira_@hotmail.com</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Apuena Vieira Gomes</string-name>
          <email>apuena@info.ufrn.br</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Bruna Patrícia da Silva Braga Baracho</string-name>
          <email>brunapbraga@gmail.com</email>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Lucineide Cruz Araújo</string-name>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Maria da Conceição Lima Vieira</string-name>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Marta Carola Coelho de Brito</string-name>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Yzynya Silva Rezende Machado</string-name>
          <email>yzynya@hotmail.com</email>
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      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2012</year>
      </pub-date>
      <fpage>446</fpage>
      <lpage>452</lpage>
      <abstract>
        <p>With the advent of technology, access to information has transformed the educational models of education still in effect. Therefore, the school cannot take refuge from this reality and need to rethink the integration of technological resources by inserting the active methodologies. Therefore, this article aims to present theoretical contributions that point to the relevance and need to think about the continuing training of teachers to know and apply the flipped classroom. Therefore, a bibliographical survey was done, starting from the references of researches who deal with this theme, as well as a manual search for articles on the subject in the annals of some scientific events, analyzed in the course of a discipline of the Professional Master's Program in Educational Innovation in Technologies of the Digital Metropolis Institute of UFRN.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>o trabalho do professor, mas integrá-lo-á em um novo conceito [...]”, que exigirá dele
um treinamento e aperfeiçoamento constante para aproveitar de forma significativa o
leque de opções metodológicas e possibilidades que a tecnologia pode oferecer.</p>
      <p>
        Atentar para essas questões ainda se torna desafiador no contexto atual, pois
mesmo com todos os avanços tecnológicos, as instituições escolares continuam
promovendo o processo de ensino e aprendizagem a partir dos métodos tradicionais, que
privilegiam a transmissão de informações pelos professores. Nesse sentido,
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Morán
(2015</xref>
        , p.16) afirma que a escola ainda “ignora que a sociedade do conhecimento é
baseada em competências cognitivas, pessoais e sociais, que não se adquirem da forma
convencional e que exigem proatividade, colaboração, personalização e visão
empreendedora”.
      </p>
      <p>
        A partir dessa ótica, as metodologias ativas podem ser uma possibilidade
inovadora com o uso de tecnologias para o ensino e consequentemente para a
aprendizagem dos alunos, por permitir que eles aprendam ativamente, se engajem
cognitivamente e reflitam ao longo do processo sobre aquilo que estão fazendo. Além
disso, elas são “pontos de partida para avançar para processos mais avançados de
reflexão, de integração cognitiva, de generalização, de reelaboração de novas
práticas”(
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">MORÁN, 2015</xref>
        , p.18)
      </p>
      <p>Nesse sentido, a sala de aula invertida, como um tipo de metodologia ativa, se
insere no rol das inovações por possibilitar a integração de estratégias pedagógicas e
tecnologias educacionais e inverter a lógica habitual de uma aula, ou seja, “o que
tradicionalmente é feito em sala de aula, agora é executado em casa, e o que
tradicionalmente é feito como trabalho de casa, agora é realizado em sala de aula”
(BERGMANN; SAMS, 2016, p. 11).</p>
      <p>Mediante as considerações, este trabalho tem por objetivo apresentar
contribuições teóricas que apontam para a relevância e necessidade de se pensar a
formação continuada de professores para conhecer e aplicar a sala de aula invertida a
partir de experiências práticas com a abordagem no próprio processo formativo. Para
isso, fez-se necessário uma pesquisa bibliográfica, partindo das referências literárias de
estudiosos que tratam sobre o objeto de estudo vistos no decorrer de uma disciplina no
Programa de Mestrado Profissional em Inovação em Tecnologias Educacionais, do
Instituto Metrópole Digital da UFRN e de uma busca manual por artigos sobre o tema
nos anais de alguns eventos científicos.</p>
      <p>Nas próximas seções serão apresentadas as principais contribuições desta
temática pensada como uma proposta inovadora na formação docente. A fundamentação
teórica foi permeada pelas discussões a respeito da importância da formação continuada
de professores para o uso de novas metodologias e a sala de aula invertida, tema este
que ainda precisa ser mais explorado no campo da pesquisa e aplicação. E por fim as
considerações finais sobre todo o panorama mostrado neste trabalho.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Metodologia</title>
      <p>
        O presente estudo trata de uma contribuição teórica que torna relevante e necessária
pensar a formação continuada dos professores para conhecer e aplicar a metodologia
ativa sala de aula invertida a partir da experiência com o método no próprio processo
formativo. Nessa perspectiva, realizou-se uma pesquisa bibliográfica que conforme
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">Gil
(2002</xref>
        , p.44) “é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído
principalmente de livros e artigos científicos”, e atualmente também com material
disponibilizado na Internet.
      </p>
      <p>O cerne da pesquisa partiu inicialmente dos estudos decorrentes da disciplina de
“Fundamentos das Tecnologias Educacionais”, do Programa de Mestrado Profissional
em Inovação em Tecnologias Educacionais, do Instituto Metrópole Digital, pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, fundamentada nas contribuições dos
teóricos estudados, de modo a refletir sobre o uso das tecnologias integradas as
metodologias ativas, destacando algumas estratégias que favorecem a interação,
discussões e aprendizagens, bem como a vivência prática com a sala de aula invertida,
aplicada como estratégia de ensino-aprendizagem pelos professores da disciplina.</p>
      <p>Em continuidade, as pesquisadoras realizaram uma busca manual em alguns
anais para saber os tipos de trabalhos que vêm sendo desenvolvidos sobre o tema,
considerando os últimos cinco anos, ou seja, de 2012 a 2017, em que escolheram três
eventos científicos: Congresso sobre Tecnologias na Educação (Ctrl+E); Workshop de
Informática na Escola (WIE); e Simpósio Brasileiro de Informática na Educação
(SBIE). Tais eventos foram selecionados por tratarem de investigações a respeito de
inovações, metodologias e estudos voltados para o campo da pesquisa, aplicação e
desenvolvimento das Tecnologias Educacionais e de renome nesta área.</p>
      <p>Os critérios que orientaram a busca manual foram: critérios de inclusão: a)
artigos completos que apontem a sala de aula invertida/flipped classroom na formação
de professores; b) artigos que apontam a eficácia (ou não) da sala de aula invertida/
flipped classroom no ensino; e como critérios de exclusão: a) trabalhos com resultados
incompletos; b) trabalhos que não contenham como palavras-chave: sala de aula
invertida/flipped classroom; c) trabalhos não escritos em Língua Portuguesa.</p>
      <p>Abaixo segue as referências dos artigos encontrados:</p>
      <p>Quadro 1. Referências de artigos publicados nos eventos pesquisados</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>Evento</title>
      <p>Ctrl+E
ano
2016
Ctrl+E
2017
WIE
WIE</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>Referência</title>
      <p>Nenhum trabalho relacionado a sala de aula invertida.</p>
      <p>BEZERRA NETO, Raimundo N.; LIMA, Rommel W. Sala de Aula Invertida:
uma Revisão Sistemática da Literatura. In: Congresso Regional sobre
Tecnologias na Educação; 2017 mai 18-20, p. 167-175. Anais (online).</p>
      <p>Mamanguape: CTRL+E, 2017. Disponível: &lt;http://ceur-ws.org/Vol-1877/&gt;</p>
      <p>Acesso em: 30 mar 2018.
2012 a Nenhum trabalho relacionado a sala de aula invertida.
2016
2017</p>
      <p>HONÓRIO, Hugo Luiz Gonzaga; SCORTEGAGNA, Liamara. Sala de aula
invertida na prática: implementação e avaliação no ensino de matemática. In:
Congresso Brasileiro de Informática da Educação; 2017 30 out a 02 nov.. Anais
(online) do Workshop de Informática na Educação. p. 31-40. Recife: WIE, 2017.</p>
      <p>Disponível em: &lt;http://www.br-ie.org/pub/index.php/wie/issue/view/169&gt;.</p>
      <p>Acesso em: 30 mar. 2018.
SBIE
SBIE
2017</p>
      <p>PASCHOAL, Leo Natan; SILVA, Laíza Ribeiro; SOUZA, Simone R. S. de.</p>
      <p>Abordagem Flipped Classroom em Comparação com o Modelo Tradicional
de Ensino: uma Investigação Empírica no Âmbito de Teste de Software. Anais
do XXVIII Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE), p. 476- 486,
2017.</p>
      <p>Disponível em: http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/7576.</p>
      <p>Acesso em: 20 abr. 2018.</p>
      <p>A partir desta pequena amostragem de eventos citados, percebeu-se que os
estudos sobre sala de aula invertida são recentes no tocante ao uso da abordagem na
educação básica e principalmente com foco na formação docente, a qual não
encontramos publicações que apresentassem resultados nessa área, partindo dos critérios
propostos. Nesse sentido, fundamentamos a discussão sobre o assunto à luz dos estudos
teóricos de BERGMANN e SAMS, MORÁN, VALENTE, LIRA, e entre outros que
apresentam relevantes contribuições para este trabalho, nas quais serão descritas nos
capítulos a seguir.
3. A importância da formação continuada de professores para o uso de novas
metodologias
É indiscutível a necessidade da formação ao professor por parte das instituições de
ensino, tendo em vista a qualificação docente em todos os níveis educacionais. Nesse
contexto, vê-se a formação continuada como fator primordial para a atualização
profissional e o exercício pleno na sala de aula, contemplando o processo dinâmico e
inovador, o que faz com que os profissionais desta área estejam sempre em contato com
novos conhecimentos e metodologias ainda não experimentadas na prática
pedagógica.“[...] nesse sentido, passa a ser encarada como uma ferramenta que auxilia
os educadores no processo de ensino-aprendizagem de seus alunos, na busca de novos
conhecimentos teórico-metodológicos.” (DAVIS; NUNES; ALMEIDA, 2011, p.374).</p>
      <p>Dessa forma, e de acordo com as necessidades exigidas pelo mercado
profissional, faz-se necessário promover estudos embasados em teóricos que estejam em
consonância com os novos paradigmas pedagógicos direcionados ao processo de
aperfeiçoamento e de ampliação metodológica do ensino. Além disso, a formação
continuada dos profissionais da educação deve ser concebida como uma ferramenta
capaz de ampliar os horizontes teóricos e metodológicos, indo além de questões internas
das instituições de ensino e entendendo a conjuntura social na qual está inserida,
formando-se da maneira mais adequada possível.</p>
      <p>
        Assim, a tecnologia adentra nos espaços da sala de aula com a mesma
intensidade e urgência do que fora dela. Vem embutida nos programas, nos sites, e
configurada pelas redes de comunicação pelo uso dos computadores, laptos, celulares e
outros artefatos da modernidade. Conforme Hirsch
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6">(1996, apud VALENTE, 1999 p.32)</xref>
        “Embora tudo indique que a escola deverá sofrer ajustes para se adequar aos novos
tempos, o quanto ela deverá mudar é polêmico. Ela oscila entre o ensino conservador e
a aprendizagem mais liberal.” É papel imprescindível da educação direcionar o bom
uso dos recursos disponíveis, pois as tecnologias clássicas por si, já não provocam tanta
curiosidade e interesse aos alunos, quanto às tecnologias da web. Como contempla
Selbah, (2010 p.115-116) “[...] Hoje, mais que antes, é essencial que o professor
aprenda a conviver com a provisoriedade e com a incerteza, com o improviso e com
novas tecnologias. Isso requer o esforço de uma aprendizagem contínua [...]”.
      </p>
      <p>Dessa forma, urge a necessidade da disponibilização, por parte do poder público,
de cursos de formação continuada, direcionados aos professores que integram
tecnologias da informação e comunicação as novas metodologias. Formar o docente
para os novos desafios. Assim, buscar-se-á equacionar a formação continuada com
discussões que promova o debate sobre os temas ocasionados pelo acelerado advento
tecnológico, de modo a tornar o ambiente de sala de aula mais propício à aprendizagem.</p>
      <p>Portanto, a formação continuada de professores é de fundamental importância
para a elaboração de um trabalho mais exitoso, no qual o processo de ensino
aprendizagem se torne mais dinâmico frente às novas interações midiáticas. Assim, uma
formação que esteja atenta a novas metodologias com uso de recursos tecnológicos se
mostra pertinente para a atual sociedade, assim como para o objetivo deste trabalho.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>4. Metodologia ativa: sala de aula invertida</title>
      <p>
        O ato de aprender deve ser, constantemente, um processo de reconstruções que
permitam diferentes tipos de relações entre fatos e objetos, tendo em vista a utilização
dos saberes em diferentes situações, ou seja, a aprendizagem deve ser significativa.
Promover a aprendizagem significativa, exige, em primeiro lugar, uma metodologia de
ensino que seja capaz de envolver o aluno enquanto protagonista de sua aprendizagem,
desenvolvendo ainda o senso crítico diante do que é apreendido, bem como
competências para relacionar esses conhecimentos ao mundo real. Tal processo parece
tornar-se possível com a utilização do que denominamos por metodologias ativas de
aprendizagem
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">(PINTO et al, 2012)</xref>
        .
      </p>
      <p>Desta forma as Metodologias ativas se apresentam como estratégias de ensino
centradas na participação efetiva dos estudantes na construção do processo de
aprendizagem (BACICH; MORAN, 2018). Logo, entende-se que esse tipo de
metodologia, desde que bem planejada, permite aprendizes partícipes de todo o
processo de aprendizagem.</p>
      <p>No intuito de situar exemplos de metodologias que favorecem uma
aprendizagem mais ativa, a sala de aula invertida (ou flipped classroom) se apresenta
como uma abordagem que foi desenvolvida pelos professores Jonathan Bergmann e
Aaron Sams na escola de Química denominada Woodland Park High School, no
Colorado, Estados Unidos, em meados de 2007, os quais, inquietos com as dificuldades
de aprendizagem apresentadas pelos estudantes e com a dramatização das mesmas aulas
todos os dias, passaram a buscar alternativas didáticas para o exercício de um ensino
com melhores resultados.</p>
      <p>
        A ideia básica da sala de aula invertida seria substituir o “dever de casa” por
vídeos, que os professores desenvolveram com os conceitos-chave de cada aula,
permitindo que o tempo em sala pudesse ser utilizado para acompanhar os alunos em
suas dúvidas (BERGMANN; SAMS, 2016). Já
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Moran (2015</xref>
        , p.22) amplia esses
conceitos quando diz que “um dos modelos mais interessantes de ensinar hoje é o de
concentrar no ambiente virtual o que é informação básica e deixar para a sala de aula as
atividades mais criativas e supervisionadas”, ou seja, a classe se transforma em um
espaço dinâmico e interativo, permitindo a realização de atividades práticas, tarefas em
grupo, estimulando debates e discussões, e enriquecendo o aprendizado ativo dos
estudantes a partir de diversos pontos de vista.
      </p>
      <p>Um aspecto que merece destaque na compreensão do modelo de sala de aula
invertida diz respeito ao papel do professor, que deixa de ser um mero transmissor de
conceitos para assumir funções de orientação/tutoria, tornando-se responsável por
prover feedbacks especializados em resposta ao trabalho dos alunos, que assistem
previamente aos vídeos e trazem questionamentos para os encontros presenciais da
turma (BERGMANN; SAMS, 2016).</p>
      <p>Em contrapartida, é necessário ter o entendimento que a mudança de cultura e de
mentalidade em relação ao que se espera da prática docente não é algo tão simples,
principalmente porque rompe com as concepções tradicionais que até hoje alicerça o
processo de ensino-aprendizagem nos contextos escolares. Logo, a proposta de
formação de professores pensada na perspectiva de conhecer a sala de aula invertida a
partir da experiência prática com próprio método no processo formativo é uma
inovação pertinente a esta temática.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>5. Considerações finais</title>
      <p>Diante do exposto relatado na pesquisa desenvolvida para este trabalho, percebe-se que
as instituições de ensino, assim como os professores necessitam estar atentos aos
desafios e às mudanças ocorridas na sociedade contemporânea, de forma a acompanhar
o seu desenvolvimento e contribuições quanto ao uso das tecnologias na educação, bem
como, o incremento de novas mudanças culturais e sociais. Estas também devem ser
analisadas em contextos pertinentes à formação de educadores, para que se tenha uma
gama de possibilidades, integrando conteúdos curriculares e tecnologias.</p>
      <p>Logo, o presente estudo ressalta a importância da formação continuada de
professores, de forma que eles estejam abertos a novas metodologias que tornem os
alunos protagonistas do processo de ensino-aprendizagem. Assim, as Metodologias
Ativas surgem como excelentes propostas na forma de ensinar e aprender, visto que
torna o aluno cada vez mais autônomo. Desse modo, a sala de aula invertida, apresenta
contribuições para uma formação mais crítica e reflexiva. Para isso é necessário que o
professor esteja aberto e preparado para o uso dessa abordagem, buscando a integração
entre os conteúdos e tecnologias.</p>
      <p>Além disso, também é imprescindível que o professor esteja preparado para
fazer o melhor uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, aproveitando a
gama de possibilidades para a educação, buscando aproveitar o potencial das novas
ferramentas tecnológicas, em especial para fazer uso da metodologia ativa sala de aula
invertida, e constituí-la numa verdadeira inovação no ato de ensinar e aprender.</p>
    </sec>
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