<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Archiving and Interchange DTD v1.0 20120330//EN" "JATS-archivearticle1.dtd">
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  <front>
    <journal-meta />
    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Modelo Conceitual de Dados Baseado em Ontologia: Estudo de Caso CGU</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Ma´rcia Myuki Takenaka Fujimmoto</string-name>
          <email>marcia.takenaka@cgu.gov.br</email>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Edna Dias Canedo</string-name>
          <email>ednacanedo@unb.br</email>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <abstract>
        <p>This paper describes the study and proposal of an information architecture, in the form of an ontology-based conceptual data model, for the CGU Ministry with potential for use in the implementation of data sources governance and management based on Cobit 4.1 PO2 - Define the Information Architecture process. Resumo. Este artigo descreve o estudo e a proposta de arquitetura da informac¸a˜o, sob a forma de um modelo conceitual de dados baseado em ontologia, para o Ministe´rio CGU com potencial de uso na implementac¸a˜o da governanc¸a e gesta˜o de fontes de dados baseada no processo PO2 - Definir a Arquitetura da Informac¸a˜o do Cobit 4.1.</p>
      </abstract>
      <kwd-group>
        <kwd>Data Management</kwd>
        <kwd>Ontology</kwd>
        <kwd>Integration</kwd>
        <kwd>Information Architecture</kwd>
      </kwd-group>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>
        A preocupac¸ a˜o com o aprimoramento da governanc¸a de dados fez com que a
CGU iniciasse planos para a implantac¸a˜o do processo PO2 - Definir a Arquitetura da
Informac¸a˜o do Cobit 4.1 [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref8">ISACA 2007</xref>
        ]. Os objetivos de controle desse processo atentam
para a necessidade do entendimento comum dos dados entre a Tecnologia da Informac¸a˜o
e o Nego´cio; do compartilhamento dos elementos de dados entre aplicativos e
sistemas; da prevenc¸a˜o quanto a` criac¸a˜o de elementos de dados incompat´ıveis. No
decorrer da elaborac¸a˜o dos planos, foi elaborado um modelo de AI no estilo
EntidadeRelacionamento (ER), chamado de Meta-Modelo CGU, cujo foco foram metadados sob
o ponto de vista de BD. Esse modelo, ainda na˜o implementado, carece de elementos
conceituais, que auxiliem o entendimento dos dados, e na˜o apresenta estrutura adequada de
suporte ao compartilhamento de dados. Assim, este trabalho, sob o ponto de vista de
aplicac¸a˜o ao caso CGU, faz uma proposic¸a˜o de modelo de AI sob a forma de modelo
conceitual de dados baseado em ontologia como forma de contribuir para o alcance de
objetivos de controle de PO2. Por outro lado, sob o ponto de vista da academia, este
trabalho pode demonstrar a aplicabilidade da abordagem ontolo´gica de gesta˜o de dados e
de arquitetura de refereˆncia para estrutura ontolo´gica propostas em estudos anteriores.
      </p>
      <p>Este artigo esta´ organizado como segue. A Sec¸a˜o 2 apresenta algumas definic¸o˜es
consideradas importantes para o entendimento deste trabalho. A Sec¸a˜o 3 relata alguns
resultados de mapeamento sistema´tico efetuado e alguns trabalhos correlatos. As Sec¸ o˜es
4 e 5 apresentam a proposta de AI para a CGU e resultados da sua validac¸a˜o,
respectivamente. Por fim, a Sec¸a˜o 6 apresenta as concluso˜es e os trabalhos futuros.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Fundamentac¸ a˜o</title>
      <p>
        De acordo com
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">Borst [Borst 1997</xref>
        ], uma ontologia e´ definida como uma especificac¸a˜o
formal e expl´ıcita de uma conceitualizac¸a˜o compartilhada, na qual a especificac¸a˜o formal
quer dizer algo que e´ leg´ıvel para os computadores; expl´ıcita sa˜o os conceitos,
propriedades, relac¸ o˜es, func¸o˜es, restric¸ o˜es e axiomas explicitamente definidos; conceitualizac¸a˜o
representa um modelo abstrato de algum fenoˆmeno do mundo real e compartilhada
significa conhecimento consensual.
      </p>
      <p>
        As linguagens usadas na especificac¸a˜o de modelos conceituais suportados por
Ontologia, como UML Unified Modeling Language, ER e ORM Role Modeling sa˜o
frequentemente linguagens orientadas a software. Como consequeˆncia, a falta de semaˆntica
nos modelos criados com essas linguagens leva a problemas como interpretac¸o˜es
equivocadas, representac¸o˜es amb´ıguas e imprecisas e dificuldades na comunicac¸a˜o
[Albuquerque 2013]. Para remediar essa situac¸ a˜o, na u´ltima de´cada surgiu o que e´
conhecida como modelagem conceitual suportada por ontologia, que consiste na pra´tica de
usar ontologias e princ´ıpios ontolo´gicos para apoiar a atividade de modelagem conceitual
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref2">Burton-Jones and Meso 2002</xref>
        ], [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref13">Parsons and Cole 2004</xref>
        ], [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6">Evermann and Wand 2005</xref>
        ],
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref12">Li and Parsons 2007</xref>
        ].
      </p>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>2.1. Integrac¸a˜o de Dados</title>
        <p>
          A definic¸a˜o de integrac¸ a˜o de dados adotada neste trabalho e´ a de [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref10">Lenzerini 2002</xref>
          ]: e´ a
capacidade computacional de abordar o problema de fornecer dados localizados em
diversas fontes heterogeˆneas sob uma perspectiva u´nica. Segundo [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Calvanese et al. 1998</xref>
          ], ha´
basicamente duas abordagens para se revolver o problema de integrac¸a˜o de dados: a
procedural e a declarativa.O objetivo da abordagem declarativa, de interesse deste trabalho, e´
modelar os dados nas fontes utilizando uma linguagem adequada a fim de construir uma
representac¸a˜o unificada dos dados a ser referenciada para pesquisas futuras. A integrac¸a˜o
e a unificac¸a˜o de dados transversais a va´rias aplicac¸o˜es foram as duas principais formas
de compartilhamento de dados consideradas nestes estudo.
        </p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Revis a˜o de Literatura</title>
      <p>A primeira etapa deste trabalho foi um mapeamento sistema´tico, que permitiu a
construc¸a˜o de um panorama da atenc¸ a˜o recebida pelos estudos que assentaram suas ideias
na utilizac¸a˜o da ontologia para a gesta˜o ou integrac¸a˜o de dados. A distribuic¸ a˜o por ano
de 252 trabalhos selecionados em busca refinada produziu uma linha de tendeˆncia
crescente para o per´ıodo entre 2006 e 2107, demonstrando um crescimento nas pesquisas
relacionadas ao tema.</p>
      <p>A partir de questo˜es de pesquisa formuladas e respondidas com base em 28
artigos selecionados para leitura integral foi poss´ıvel observar que: i. o foco dos
estudos concentrou-se em propostas de modelos emp´ıricos (22 artigos); ii. ha´ 15
estudos que continham proposta de ontologia juntamente com a soluc¸a˜o te´cnica na qual a
ela sera´ utilizada; iii. muitos dos estudos relatam necessidade de ampliac¸a˜o de uso ou
evoluc¸ o˜es de suas propostas. Ha´ nu´mero reduzido de estudos (16) que discorreram sobre a
implementac¸a˜o/avaliac¸o˜es de suas propostas; iv. os to´picos mais mencionados como
pesquisa futura foram: matching de ontologias, buscas semaˆnticas e anotac¸o˜es semaˆnticas.</p>
      <sec id="sec-3-1">
        <title>3.1. Trabalhos Relacionados</title>
        <p>
          A ideia ba´sica da Abordagem Ontolo´gica de Gesta˜o de Dados (OBDM) apresentada por
[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref11">Lenzerini 2011</xref>
          ] e´ uma arquitetura em 3 camadas: 1. Uma ontologia do dom´ınio; 2. Uma
camada das fontes de dados e 3. Uma camada de mapeamento entre as duas anteriores (1
e 2). Essa separac¸a˜o apresenta algumas vantagens potenciais [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref5">Daraio et al. 2016</xref>
          ]: i. a
camada ontolo´gica e´ o meio que leva a uma abordagem integrativa na governanc¸a de dados;
ii. a ontologia e os mapeamentos correspondentes das fontes de dados proveem uma base
para a documentac¸a˜o de todos os dados organizacionais ; iii. extensibilidade do sistema,
ou seja, a partir de um esqueleto ba´sico do dom´ınio pode se adicionar incrementalmente
novas fontes de dados ou novos elementos.
        </p>
        <p>
          A arquitetura de refereˆncia para estrutura ontolo´gica proposta por
[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Fitzpatrick et al. 2012</xref>
          ] e´ composta por: i. Ontologias de Fundamentac¸a˜o (ou
Ontologias de Alto N´ıvel), ii. Ontologia de Integrac¸a˜o de Dados Multidom´ınio, iii.
Ontologias de Dom´ınio e iv. Ontologias de Tarefas e v. Ontologia de Aplicac¸a˜o.
[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Fitzpatrick et al. 2012</xref>
          ] explica que a` luz do crite´rio da ortogonalidade, a ontologia
de integrac¸a˜o de dados multidom´ınio e´ relacionada, por subsunc¸a˜o, a ontologias de
fundamentac¸a˜o como a SUMO e outras. As ontologias de dom´ınio sa˜o inclu´ıdas na
ontologia de dados de multidom´ınio. A estrutura compreende, tambe´m, ontologias de
tarefas gene´ricas e ontologia de aplicac¸o˜es, esta u´ltima para suportar tarefas espec´ıficas
de dom´ınio.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-2">
        <title>4. Proposta</title>
        <p>
          No aˆmbito deste estudo, na˜o foi poss´ıvel construir uma conceitualizac¸a˜o compartilhada
por todos os interessados, por isso, optou-se por adotar um modelo conceitual baseado em
ontologia como AI proposta. O desenvolvimento do modelo seguiu uma customizac¸a˜o
da abordagem ”Enterprise” limitada a` sua fase informal (composta por identificac¸a˜o do
propo´sito e identificac¸a˜o do escopo) [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref9">Jones et al. 1998</xref>
          ]. Tal delimitac¸a˜o na˜o prejudica a
criac¸a˜o do esqueleto do modelo: estrutura e os respectivos conceitos-chave ou
abrangentes, estando coerente com a extensibilidade prevista na abordagem OBDM. O propo´sito
estabelecido para o modelo foi: ”Estruturar a organizac¸a˜o dos metadados das fontes de
dados CGU de forma a permitir o entendimento abrangente das fontes e o seu
compartilhamento, viabilizando o reu´so de dados e a interoperabilidade entre sistemas.”. Quanto
ao n´ıvel de formalidade, optou-se por por um modelo equivalente a uma ontologia
”Estruturada Informal”[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref15">Uschold and Gruninger 1996</xref>
          ], suficiente quando na˜o ha´ processamento
do modelo diretamente por ma´quina. As atividades de identificac¸ a˜o do escopo, na qual e´
produzida a especificac¸ a˜o do dom´ınio a representar, e de avaliac¸a˜o do modelo se
utilizaram de questo˜es de competeˆncia informais.
        </p>
        <p>
          O modelo hol´ıstico proposto e´ baseado na arquitetura de refereˆncia de estrutura
ontolo´gica [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Fitzpatrick et al. 2012</xref>
          ] e esta´ segmentado nas camadas de: i. Dados
Multidom´ınio - MD; ii. Dom´ınios de Nego´cio - DN; iii. Tarefas-Gerais - TG; iv. Aplicac¸o˜es e
Sistemas - AP. A estrutura formada pelas camadas acrescidas dos respectivos
conceitoschave e´ a base da hierarquia formada no proto´tipo desenvolvido na ferramenta
WebProte´ge´ [Prote´ge´ ]. O proto´tipo inclui relacionamentos e definic¸ o˜es de forma a completar
a representac¸a˜o da camada 1, ontologia, da OBDM.
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-3-3">
        <title>4.1. Camadas do Modelo de Arquitetura da Informac¸a˜o</title>
        <p>Figura 1. Classes da Camada Integra c¸a˜ o MD e de Dom´ınio de Nego´ cios DN
A principal finalidade da camada MD e´ ser abrangente o suficiente para conter
todos os conceitos fundamentais e transversais aos va´rios dom´ınios de nego´cio CGU. O
lado esquerdo da Figura 1 identifica as classes que compora˜o essa camada, que foram
selecionadas principalmente de ontologias organizacionais utilizadas como refereˆncia e
acrescidas de determinados conceitos gerais.</p>
        <p>
          A camada DN tem como finalidades: prover uma visa˜o das fontes de dados a
partir dos dom´ınios de nego´cio CGU e explicar a esseˆncia de cada um desses dom´ınios a
partir da descric¸a˜o dos relacionamentos entre classes. As classes no topo da hierarquia
formada DN representam as competeˆncias da
          <xref ref-type="bibr" rid="ref4">CGU [CGU 2017</xref>
          ]. Os dom´ınios de nego´cio
da CGU sa˜o explicados por relacionamentos que expressem a seguinte forma geral:
Sujeito (Ex:Partes Envolvidas) + Ac¸a˜o (Ex:Tipo de Ac¸ a˜o do O´rga˜o) + Objeto (Ex:Item de
Recurso) + Complementos (Ex:Local ou Documento).
        </p>
        <p>A finalidade da camada TG e´ revelar os servic¸os ou tarefas de suporte que sa˜o
independentes de dom´ınio de nego´cio. Os assuntos Arquivo, Seguranc¸a, E-mail,
Workflow sa˜o exemplos de classes dessa camada. Por u´ltimo, a camada de aplicac¸ o˜es AP tem
como principal finalidade mostrar a lista dos sistemas/aplicac¸ o˜es CGU, classes principais
da camada, com subclasses representativas das fontes de dados que as compo˜em. O
relacionamento de cada sistema/aplicac¸a˜o com suas subclasses (que podem ser provenientes
de MD, DN, TG ou da pro´pria camada AP) e´ de composic¸a˜o ”Is part of ”.</p>
        <p>A utilizac¸ a˜o do modelo produzido pode ser numa abordagem top-down,
bottomup ou por camada espec´ıfica, a depender da necessidade de compartilhamento ou
entendimento das fontes de dados. Por exemplo, quando a intenc¸a˜o e´ integrar ou unificar de
bases de dados, as classes MD sa˜o o principal alvo de pesquisa. Por outro lado, quando
ha´ necessidade de produc¸a˜o de informac¸ o˜es estrate´gicas sobre as atividades do o´rga˜o, o
entendimento dos dom´ınios de nego´cio CGU e das fontes subjacentes pode ocorrer
partindo se das classes DN e, em seguida, examinado os seus relacionamentos com classes
das outras camadas.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>5. Validac¸a˜ o do Modelo Proposto</title>
      <p>O proto´tipo constru´ıdo foi verificado primeiramente a partir do mapeamento de tabelas
em BD da CGU. Para isso foram criados na WebProte´ge´ elementos correspondentes a`
camada 2 da OBDM, metadados de 83 (oitenta e treˆs) tabelas de BD, cobrindo as
principais entidades existentes no Meta-Modelo CGU. Em seguida, foram registrados os
mapeamentos entre tabelas e classes do modelo, que correspondem a` camada 3 da OBDM,
considerando as tabelas como individuais (instaˆncias) da classe para a qual deve ser
mapeada. Para efeito de simplificac¸a˜o, na˜o houve mapeamento no n´ıvel de atributo e as
tabelas foram mapeadas somente para o seu principal conceito ou classe. Foi poss´ıvel
efetuar o mapeamento de todas as tabelas, pore´m alguns implicaram em criac¸a˜o de novas
subclasses para melhor adequar o relacionamento fonte-classe.</p>
      <p>A validac¸a˜o do proto´tipo foi completada por avaliac¸a˜o dez especialistas do O´ rga˜o
por meio de questiona´rio com duas sec¸o˜es para : 1. verificar se o modelo atende a` questo˜es
de competeˆncia que guiaram a sua elaborac¸ a˜o; 2. verificar a percepc¸a˜o de melhorias
da AI proposta neste trabalho com relac¸ a˜o ao Meta-Modelo. Setenta e seis porcento
das manifestac¸o˜es quanto a`s perguntas da primeira sec¸a˜o foram de que o modelo retorna
respostas completas a`s questo˜es de competeˆncia formuladas. As respostas a` segunda
sec¸ a˜o permitiram concluir que a percepc¸a˜o dos analistas e´ de que o modelo e´ capaz de
agregar melhorias importantes ao Meta-Modelo CGU (oitenta porcento das manifestac¸o˜es
a`s perguntas da segunda sec¸a˜o).</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>6. Conclus a˜o e Trabalhos Futuros</title>
      <p>Os resultados obtidos com a validac¸a˜o do modelo de AI deste trabalho foram
considerados satisfato´rios e permitem concluir que a proposta de AI deste trabalho e´ fact´ıvel e
pode auxiliar o atendimento dos objetivos de controle do processo Cobit PO2- Definir a
Arquitetura da Informac¸a˜o na CGU, notadamente no que diz respeito ao entendimento e
ao compartilhamento de dados.</p>
      <p>Como trabalhos futuros, ha´ interesse nas seguintes atividades: 1. aprimorar o
esqueleto de AI proposto, tornando-o um modelo mais completo e formal; 2. estudar as
te´cnicas existentes para a conversa˜o de modelos ontolo´gicos em modelos relacionais; 3.
identificar e avaliar ferramentas de correspondeˆncia automa´tica de estruturas de dados a
fim de auxiliar a atividade de mapeamento entre fontes e classes.
Albuquerque, A. F. (2013). Ontological foundations for conceptual modeling datatypes.</p>
    </sec>
  </body>
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