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    <article-meta>
      <title-group>
        <article-title>Um modelo de ontologias folksonomizadas para a auditoria em instituições financeiras no Brasil</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Isa' Lice da Mota Rodrigues Salgado</string-name>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2005</year>
      </pub-date>
      <abstract>
        <p>This paper presents a research project with the purpose of constructing a folksonomised ontology (FO) model, using Design Science Research (DSR), for a specific domain, auditing, in a delimited market environment, financial institutions in Brazil. Resumo. Este artigo apresenta um projeto de pesquisa com propósito de construir um modelo de ontologias folksonomizadas (FO), com uso de Design Science Research (DSR), para um domínio específico, a auditoria, em um ambiente mercadológico delimitado, as instituições financeiras no Brasil.</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. Introdução</title>
      <p>
        econômicos, para aquilatação do grau de correspondência entre as afirmações e critérios
estabelecidos, e de comunicação dos resultados a usuários interessados.” Cabe ainda
informar que, nesta fase da pesquisa, o termo ontologia é utilizado para expressar “uma
declaração formal dos termos, das suas definições e dos axiomas que descrevem suas
relações, altamente dependentes do universo de discurso intencional e das inferências
desejadas” [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref14">Lima-Marques, 2006</xref>
        , p.58] e FO são ontologias alinhadas com termos de
uma folksonomia e enriquecidas com seus dados contextuais [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Alves, 2012</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        A partir dos pressupostos apresentados, identificados a partir de nossa vivência
na auditoria de uma instituição financeira e de uma extensa revisão de publicações no
domíno auditoria, e de busca por soluções para problemas existentes na recuperação de
informações necessárias ao trabalho de auditores, a sugestão de aplicação da FO em
domínios específicos, proposta por
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Alves (2012</xref>
        ), foi avaliada e resultou na questão que
norteia a pesquisa proposta: “Como aplicar técnicas e abordagens desenvolvidas em
folksonomias e combiná-las com o uso de uma ontologia desenvolvida para suporte a
auditoria em instituições financeiras no Brasil?”
      </p>
      <p>O propósito estabelecido para o estudo é a construção de um modelo de
ontologias folksonomizadas (FO), com uso de Design Science Research (DSR), para a
auditoria em instituições financeiras no Brasil. Para atingir esse objetivo, a proposta
inclui realizar uma revisão sistemática da literatura sobre ontologias, folksonomia e
auditoria de instituições financeiras no Brasil; produzir um quadro conceitual e histórico
da auditoria em instituições financeiras no Brasil; mapear os processos de construção
de ontologias e implementação de folksonomias; implementar uma FO para evolução
de ontologias no domínio auditoria, com adoção da premissa de manutenção das
relações de confiança entre a alta administração e as partes interessadas de uma
instituição financeira; e, finalmente, elaborar um modelo de FO como ferramenta útil ao
suporte para a tomada de decisão apoiada em informações confiáveis.</p>
      <p>
        Importante registrar que, a partir do problema de pesquisa, para desenvolver
uma investigação científica que resultasse na fundamentação teórica e em uma proposta
de modelo de FO para auditoria de instituições financeiras, foi realizada a busca por
uma metodologia que se adequasse ao estudo proposto. A princípio adotamos o uso de
Design Science Research (DSR) em trabalhos científicos com esse objetivo por
indicação de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref9">Dresch, Lacerda, Antunes Jr (2015</xref>
        ) e
        <xref ref-type="bibr" rid="ref20">Pimentel (2017</xref>
        ).
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Justificativa e relevância da pesquisa</title>
      <p>
        A realização do estudo proposto se justifica, em primeiro lugar, pela originalidade e
ineditismo da proposta. Isso é inicialmente evidenciado pela já citada carência de
pesquisas que associam auditoria à fundamentos, metodologias e técnicas da CI. Fato
que também pode ser verificado no levantamento do estado da arte da Auditoria da
Informação feito por
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">Botha (2003</xref>
        ), onde é evidenciada a necessidade de se investir em
pesquisas na área. Adicionalmente, no Brasil,
        <xref ref-type="bibr" rid="ref18">Paiva, Silva e Santos (2015</xref>
        ) reforçam
esse estágio ao afirmarem que há pequeno número de publicações sobre Auditoria da
Informação no país. No universo pesquisado por essas autoras, 8.943 publicações de
três eventos, foi identificada a presença da temática “auditoria” (audit, auditing) em 133
artigos. Dentre esses, apenas um artigo é categorizado como Auditoria da Informação.
      </p>
      <p>
        Outro fator que caracteriza a relevância e a originalidade do projeto é o fato da
FO não ter sido aplicada ao domínio de conhecimento em pesquisa. A FO foi
desenvolvida dentro do programa de pós-graduação da Unicamp e dente os trabalhos
previstos para a expansão da pesquisa foi citada a aplicação da FO em domínios
específicos. Além disso, no resultado do trabalho de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Alves (2012</xref>
        ) são sugeridas a
relevância e a oportunidade de estudos sobre ontologias. Situação explicitadas pela
grande quantidade de publicações sobre o tema, em especial no âmbito da Ciência da
Computação (CC) e da Ciência da Informação (CI). Cabe destacar alguns autores sobre
o tema muito citados internacionalmente: Nicola Guarino, Thomas R. Gruber, Giancarlo
Guizzardi e Peter Mika. No Brasil também há diversas pesquisas relacionadas a
ontologias. Em Almeida e Bax (2003), por exemplo, é apresentada uma visão geral
sobre ontologias, com diversas definições, tipos, aplicações, métodos de avaliação e de
construção. O artigo de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref23">Souza Júnior e Café (2012</xref>
        ) registra a presença de ontologias em
pesquisas de mestrado e doutorado realizadas no país e demonstra o predomínio da área
de CC nos estudos referenciados.
      </p>
      <p>
        Sobre folksonomia, a relevância da investigação também fica evidenciada no
interesse crescente sobre tema, que tem forte presença em estudos sobre comunidades e
redes sociais. As redes sociais estabeleceram os novos fluxos informacionais e
reconhecidamente determinam as questões que mais interessam aos usuários.
        <xref ref-type="bibr" rid="ref21">Rocha e
Moreno (2012</xref>
        ) fizeram uma revisão bibliográfica sobre o assunto e identificaram a
necessidade de pesquisas envolvendo o tema no âmbito da Ciência da Informação.
Também vale ressaltar que as folksonomias oferecem simplicidade de uso decorrente da
ausência de um vocabulário controlado, fato que leva a dificuldades para organização e
descoberta de conteúdo. Tais operações podem obter melhores resultados se forem
estabelecidas relações semânticas entre os rótulos. Ou seja, se associadas a ontologias.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Indicações preliminares de revisão da literatura</title>
      <p>
        A auditoria é uma disciplina presente em várias áreas do conhecimento. Teve origem na
Contabilidade [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">Boynton; Johnson e Kell, 2002</xref>
        , p.34], mas já está incorporada em outras
áreas, inclusive Administração, Ciências Econômicas e CI. Para demonstrar a
diversidade de áreas, vale destacar: de qualidade [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">Mills, 1994</xref>
        ], financeira [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref22">Sierra; Orta,
1996</xref>
        ], ambiental [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref13">La Rovere, 2001</xref>
        ], de processos [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref8">Dias, 2006</xref>
        ] e em Sistemas de
Informação [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref19">Piattini, 2000</xref>
        ]. Outras obras podem ser consultadas para identificação de
mudanças já ocorridas nas atividades de auditoria, a exemplo de Almeida (2005). Sobre
questões relacionadas à transformação digital da auditoria, ao questionamento das
práticas estabelecidas e à necessidade dos auditores repensarem sua função para a era
digital existem muitas publicações, dentre elas:
        <xref ref-type="bibr" rid="ref28">Vasarhelyi (2008</xref>
        ), sobre “auditoria
contínua” , Computer Assisted Audit Tools and Tecniques (CAAT) e Mineração de
Dados (Data Mining);
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">Alexiou (2017</xref>
        ) no texto Agile Audit; e
        <xref ref-type="bibr" rid="ref24">Takahashi (2018</xref>
        ) na
chamada sobre a transformação da auditoria.
      </p>
      <p>
        Por outro lado, na revisão inicial de literatura, foi possível evidenciar que
desenvolver ontologias de domínio não é tarefa fácil. Algumas das obras importantes
sobre o assunto são:
        <xref ref-type="bibr" rid="ref10">Gruber (1993</xref>
        ), Guarino (1997), Almeida; Bax (2003);
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6">Cantele
(2009</xref>
        ) e
        <xref ref-type="bibr" rid="ref23">Souza Junior; Café (2012</xref>
        ). Algumas das pesquisas aplicadas realizadas no
Brasil, a exemplo de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref2">Almeida (2006</xref>
        ) e
        <xref ref-type="bibr" rid="ref25">Torres (2017</xref>
        ), demonstram que o esforço no
desenvolvimento de ontologias de domínio é compatível com pesquisa em nível de
doutorado. Sobre folksonomias, o trabalho de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref21">Rocha e Moreno (2012</xref>
        ) apresenta uma
extensa revisão bibliográfica. Para introdução no assunto vale consultar
        <xref ref-type="bibr" rid="ref27">Van Damme;
Hepp; Siorpaes (2007</xref>
        ). Além disso, é importante ressaltar o trabalho de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref17">Oliveira et al.
(2017</xref>
        ), que contem uma revisão sistemática da literatura sobre a criação de ontologias a
partir de folksonomias e
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Alves (2012</xref>
        ), que apresenta a proposta de “ontologias
folksonomizadas" (FO), selecionada para aplicação nesta pesquisa.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Planejamento e metodologia da pesquisa</title>
      <p>
        A pesquisa, proposta tem origem na busca de solução para problemas e, por isso, do
ponto de vista paradigmático, segundo
        <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Creswell (2010</xref>
        ), recebe a classificação de
pragmática. E para
        <xref ref-type="bibr" rid="ref26">Valentim (2005</xref>
        ), nesses casos, quanto ao objeto, a pesquisa pode ser
classificada como exploratória, uma vez que busca respostas para um problema e não o
teste de hipóteses. Além disso, ainda pela classificação de
        <xref ref-type="bibr" rid="ref7">Creswell (2010</xref>
        ), quanto a
abordagem metodológica, o projeto propõe uma pesquisa qualitativa. Isso porque seus
objetivos carregam, em si, a necessidade implícita de explorar e entender aspectos
culturais, além de teorias e práticas adotadas pelos profissionais da auditoria e pelas
organizações que serão envolvidas na investigação. A investigação possui, portanto, a
natureza de pesquisa aplicada.
      </p>
      <p>
        Para alcançar o objetivo geral proposto, o estudo está segmentado em 5
objetivos específicos, fará uma revisão sistemática de literatura e utilizará elementos de
uma pesquisa Design Science Research (DSR), na forma descrita por
        <xref ref-type="bibr" rid="ref20">Pimentel (2017</xref>
        , p.
419). Os métodos, adotados, incluindo as fontes de dados, técnicas de coleta e técnicas
de análise, resumidos a seguir.
a) Quadro Teórico: revisão sistemática da literatura sobre ontologias, folksonomia e
auditoria de instituições financeiras no Brasil; incluindo: Planejamento da Revisão,
Condução da Revisão e Análise dos Resultados;
b. Quadro Teórico: produção de um quadro conceitual e histórico da auditoria em
instituições financeiras no Brasil a partir de levantamento de informações sobre as
instituições financeiras no Brasil, com realização de entrevistas e aplicação de
questionários;
c. Estado da Técnica: mapear os processos de construção de ontologias e
implementação de folksonomias, com adoção de DSR e pesquisa bibliográfica
complementar para identificação do estado da arte, inclusive sobre aspectos teóricos e
de implementação do protótipo da ferramenta para a construção de ontologias
folksonomizadas (FO) com aplicação da técnica 3E Steps
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">Alves (2012</xref>
        );
d. Artefato e Avaliação 1: instalação do ambiente e implementação de uma FO para
evolução de ontologias no domínio auditoria, com adoção da premissa de manutenção
das relações de confiança entre a alta administração e as partes interessadas de uma
instituição financeira;
e. Avaliações adicionais e conjecturas teóricas: propor um modelo de FO como
ferramenta útil ao suporte para a tomada de decisão apoiada em informações confiáveis.
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>5. Referências</title>
      <p>ALMEIDA, Maurício B; BAX, Marcello P. (2003) “Uma visão geral sobre ontologias:
pesquisa sobre definições, tipos, aplicações, métodos de avaliação e de construção”.
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http://www.scielo.br/pdf/ci/v32n3/19019. Acesso em 15/07/2018.</p>
      <p>Bank for International Settlements (BIS). (2011) «Principles for the sound management
of operational risk». Basel: Basel Committee on Banking Supervision.</p>
    </sec>
  </body>
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