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      <title-group>
        <article-title>IMUNO-ONTO: Um Modelo Ontológico Baseado na UFO para o Domínio Imunobiológico</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Maria Renay Barbosa da Silva</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Cleyton Mário de Oliveira Rodrigues</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Frederico Luiz Gonçalves de Freitas</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Herikles Vinicyus Franca Cordeiro</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>Centros de informática - Universidade Federal de Pernambuco (Cin-UFPE)</institution>
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        <aff id="aff1">
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          <institution>Universidade de Pernambuco - Campus Garanhuns, R. Cap. Pedro Rodrigues</institution>
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          <addr-line>s/n, São José, 55294-902, Garanhuns - PE</addr-line>
          ,
          <country country="BR">Brasil</country>
        </aff>
      </contrib-group>
      <abstract>
        <p>Vaccines are an eficient and important prophylaxis measure to increase cases of diseases and even their eradication. Considering the interoperability problems of healthcare systems and knowing that ontologies can establish a common and ideally unambiguous terminology for a domain, we present the study of a conceptual specification for the Immunobiological domain, an IMMUNO-ONTO. This was conceived from the Superior Ontology as known Unified Foundational Ontology (UFO). UFO provides a theory of ontological distinctions that addresses a typology of stereotypes (kind, subkind, phase, role, mixin, category, rolemixin,among others) along with some restrictions to regulate the construction of ontologically consistent models. At the end, we highlight the possibilities of unfolding this research, such as the formalization of IMUNO-ONTO in a Descriptive Logic for inference of vaccine plans.</p>
      </abstract>
      <kwd-group>
        <kwd>eol&gt;Ontology</kwd>
        <kwd>Vaccine</kwd>
        <kwd>UFO</kwd>
        <kwd>OLED</kwd>
      </kwd-group>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>1. Introdução</title>
      <p>
        têm um papel importante divulgando e compartilhando informações verdadeiras, deste modo
contribuindo de forma ética com a sociedade[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref2">2</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        Ao tratar da socialização de informações e o seu pleno estabelecimento no universo digital,
se faz necessário o uso de modelos semanticamente anotados, livres de ambiguidades e sobre
os quais seja possível realizar inferências para as tomadas de decisões. Essa formalização se
faz necessária, dado que no âmbito da saúde existem múltiplas terminologias clínicas, o que
dificulta o entendimento pelo cidadão comum, bem como dificulta a interoperabilidade dos
sistemas, causando uma sobreposição do escopo[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        Outro ponto que merece destaque é a necessidade de alinhar estas representações conceituais
com modelos superiores, as chamadas Ontologias de Topo ou Fundamentação. Em especial, a
UFO (Unified Foundational Ontology ) concebe uma tipologia de categorias, as quais fornecem
restrições para correção de pressupostos errôneos, devido às imprecisões de conceituação
semântica[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
        ]. Portanto, neste estudo, destacamos como contributo um modelo conceitual para
o domínio Imunobiológico, a IMUNO-ONTO, construída a partir da UFO. Sugere-se que, desta
forma, podemos estabelecer uma terminologia comum e idealmente não ambígua para um
domínio[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">5</xref>
        ].
      </p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>2. Referencial Teórico</title>
      <sec id="sec-2-1">
        <title>2.1. Vacina</title>
        <p>
          Em 1973 foi criado no Brasil o Programa Nacional de Imunização (PNI), com o intuito de
controlar as doenças imunopreveníveis no país. A atuação do PNI foi importante no processo
de erradicação de doenças como: poliomielite, varíola e febre-amarela urbana, destacando
a importância da vacinação pela população. Uma consequência adicional da vacinação é a
diminuição no número de contaminação de doenças como: tétano, difteria, tuberculose, entre
outras. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza de forma gratuita 19 vacinas,
organizadas conforme a idade definida pelo calendário nacional de vacinação, que são: crianças,
adolescentes, adultos, idosos e povos indígenas[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref6">6</xref>
          ].
        </p>
        <p>
          As vacinas estimulam a produção de anticorpos específicos através do processo da imunidade
ativa adquirida de modo artificial. Antes de inserir uma nova vacina no plano nacional de
vacinação algumas decisões precisam ser respaldadas considerando bases técnicas e científicas,
como: evidência epidemiológica, garantia da sustentabilidade da estratégia, eficácia e segurança
da vacina[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref7">7</xref>
          ].
        </p>
      </sec>
      <sec id="sec-2-2">
        <title>2.2. Engenharia Ontológica e a UFO</title>
        <p>
          A engenharia ontológica é responsável pelo processo de desenvolvimento de ontologias e sua
manutenção. O processo de desenvolvimento de uma ontologia é afanoso, podendo ser dividido
em três etapas distintas: pré-desenvolvimento, desenvolvimento e pós-desenvolvimento. O
pré-desenvolvimento é a etapa responsável pelo planejamento, no qual é definido o público alvo
e o objetivo da ontologia. No desenvolvimento, destacam-se os processos de implementação
como estruturação dos conceitos, relações, instâncias e os axiomas. Por fim, a etapa de
pósdesenvolvimento é a responsável pelas atividades de avaliação, na qual são realizados testes para
analisar a consistência lógica (verificação), e se ontologia atende a todos os requisitos descritos
para o domínio proposto (validação) [
          <xref ref-type="bibr" rid="ref8">8</xref>
          ].
        </p>
        <p>
          A construção de uma ontologia pode seguir um ciclo de vida genérico que possui no seu
processo cinco etapas: Especificação, Conceitualização, Formalização,
Implementação/Desenvolvimento e Manutenção/Validação[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref9">9</xref>
          ]. Contudo, seguindo uma abordagem de construção
top-down, é necessário selecionar ontologias de topo (como a UFO) nas quais seja possível
ancorar o modelo a ser desenvolvido. A UFO foi desenvolvida visando centralizar ontologias
de alto nível de universais subjacente OntoClean ,ou seja, uma ontologia para avaliação de
ontologias capaz de identificar e corrigir falhas na estrutura de ontologias[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref10">10</xref>
          ].
        </p>
        <p>
          A UFO[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
          ] fornece uma teoria de distinções ontológicas que aborda uma tipologia de
universais[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref11">11</xref>
          ] como os tipos sortais rígidos (kind, subkind), sortais anti-rígidos (phase, role), e
os tipos dispersivos não sortais (ou seja, aqueles que definem conceitos mais genéricos), tais
como mixin, category, rolemixin) entre outros, juntamente com algumas restrições para regular
a construção de modelos ontologicamente consistentes. A fim de assegurar uma formalização
adequada, esta ontologia de topo baseia-se em outras teorias da Lógica Filosófica, da Filosofia
da Linguagem, da Linguística e da Psicologia Cognitiva.
        </p>
        <p>
          A UFO é organizada em categorias, sendo elas Universal e Particular.Universal define padrões
que são instanciados pelosParticulars, cada um com seu identificador[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref12">12</xref>
          ]. A UFO é
subdividida em três módulos, sendo eles: a UFO-A, UFO-B e UFO-C. A UFO-A é uma ontologia de
endurantes, ou seja, as entidades são preservadas temporalmente mesmo que seus valores sejam
alterados durante a sua existência. UFO-B é uma ontologia de perdurantes, isto quer dizer
que são elementos que ocorrem no tempo mas não persistem. Já a UFO-C é uma ontologia
de entidades sociais que possuem aspectos da UFO-A e UFO-B[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref13">13</xref>
          ]. A Tabela1 destaca alguns
dos estereótipos da UFO-A utilizados neste estudo. Para o desenvolvimento da IMUNO-ONTO
utilizamos a metodologia Methontology, que possui etapas desde a especificação até a avaliação
da ontologia[
          <xref ref-type="bibr" rid="ref10">10</xref>
          ].
Cada objeto deve ser uma instância (direta ou indiretamente)
de um kind.
        </p>
        <p>Deve existir exatamente um supertipo kind, direta ou
indiretamente.</p>
        <p>Definido como parte de uma partição. Deve existir exatamente
um supertipo kind, direta ou indiretamente.</p>
        <p>Cardinalidade do lado oposto ao tipo role deve ser ≥ 1. Deve
existir exatamente um supertipo kind, direta ou indiretamente.</p>
        <p>Categoria abstrata.</p>
        <p>Propriedade intrínseca que não possui valor estruturado.</p>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>3. Trabalhos relacionados</title>
      <p>
        Após uma pesquisa bibliográfica, destacamos cinco trabalhos que serviram de embasamento
para esta pesquisa. O trabalho de Amith et al.(2019)[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref14">14</xref>
        ] destaca que nos Estados Unidos e em
outros países, os índices de cobertura da vacina contra o papilomavírus humano estão abaixo
do esperado. Após uma pesquisa, observaram que o uso do diálogo comunicando tanto os
riscos quanto os benefícios relacionados à vacina pode melhorar os índices de aceitação. Nesse
contexto foi desenvolvido uma ontologia de aplicação para o diálogo com informações de saúde
sobre vacinas contra o papilomavírus humano.
      </p>
      <p>
        A ontologia para COVID-19 (CIDO-COVID-19) foi desenvolvida com o objetivo de fazer a
integração, organização e reutilizar o conhecimento relacionado à COVID-19. Sendo construída
usando a ferramenta Protegé, sendo uma ontologia mais abrangente para a COVID-19 incluindo
informações sobre doença, diagnóstico, etiologia, vírus, transmissão entre outras[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref15">15</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        A Ontologia de Investigação de Vacinas (VIO), possui uma aplicação padronizada que ajuda a
integrar e entender o mecanismo imunológico induzido pela vacina. Garantindo a
reprodutibilidade na análise experimental de dados, desta forma demonstrando que baseado em ontologia é
viável para ser aplicada para outros domínios biomédicos[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref16">16</xref>
        ].
      </p>
      <p>A Ontologia para Investigações Biomédicas (OBI), a OBI reutiliza ontologias que fornecem
uma representação do conhecimento biomédico. Uma ontologia que fornece termos que possuem
significados definidos precisamente usados para descrever aspectos de investigações para os
domínios biológicos e médicos[17].</p>
      <p>A Vaccine Ontology (VO) foi desenvolvida em colaboração de pesquisadores, centros e
programas internacionais. A VO faz o uso da Basic Ontologia Formal (BFO) e a Ontologia de Relação
(RO) para definição de relações de termo. Evidenciando aspectos sobre a classificação de vacinas
e seus componentes, qualidade, fenótipos e resposta imune às vacinas[18].</p>
      <p>A IMUNO-ONTO difere das outras ontologias por ser modelada seguindo os padrões da UFO
com as informações contidas no Calendário Nacional de Vacinação do Brasil.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>4. Resultado</title>
      <p>Para a construção do modelo ontológico, foi utilizada a ferramenta OntoUML Lightweight Editor
(OLED), um editor fundamentado nos padrões da UFO, além de estruturado na linguagem
OntoUML. O OLED oferece funcionalidades interessantes ao modelar uma ontologia baseada
na UFO: no momento de especificar os conceitos e relações, o editor faz uma validação dos
constructos OntoUML. Em caso de identificação de inconsistências, ele apresenta o erro e
possíveis soluções[19]. Essa análise é feita com base nas próprias restrições das categorias da
UFO. Tal comportamento norteou a escolha da OLED para estruturar a IMUNO-ONTO.</p>
      <p>Para a modelagem da IMUNO-ONTO, utilizamos os seguintes estereótipos no editor OLED:
Kind, Category, Relator, Subkind, Datatype, Quantity, Mode e Phase. As nomenclaturas dos
conceitos escolhidos, assim como os estereótipos podem ser observados na Figura 1.</p>
      <p>Para explicar a estrutura da IMUNO-ONTO é importante destacar os três conceitos-chaves
do modelo: Vacina, Pessoa e Doença. Em geral, uma vacina é aplicada a grupos de pessoas para
prevenir uma ou mais doenças. A Tabela2 apresenta um resumo dos conceitos presentes e os
estereótipos de cada um.</p>
      <p>Destacamos, portanto, que a IMUNO-ONTO é capaz de representar todas as singularidades do
plano nacional de vacinação, servindo como uma base para sistemas que possam tomar decisões
neste domínio.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>5. Conclusão</title>
      <p>Neste trabalho abordamos a importância da aplicação de ferramentas capazes de modelar e
estruturar informações em áreas da saúde, enfatizando os problemas e dificuldades de realizar
interoperabilidade entre sistemas. A IMUNO-ONTO está sendo modelada considerando a
necessidade de relacioná-la com outras ontologias, já que o modelo conceitual dela, desenvolvido
no editor OLED, segue os padrões de uma ontologia superior: a UFO.</p>
      <p>Esteriótipo</p>
      <p>Descrição
Composição</p>
      <p>Category</p>
      <p>Classe</p>
      <p>Conceito rígido ligado aos imunizantes que fazem parte do
calendário de vacinação: BCG, Hepatite B, VIP, VOP, VRH,
Pentavalente, Pneumocócica 10,Febre Amarela,
Meningocócica C, SCR, Hepatite A, SCRV, DTP, dT, HPV, Pneumocócica
23, Varicela, Influenza e Meningocócica ACWY. Cada vacina
possui um tipo subkind.</p>
      <p>Categoria abstrata destacando o antígeno da vacina,
podendo ser do tipo viral ou bacteriano.</p>
      <p>O esquema vacinal é uma relação entre as vacinas e as
pessoas, o qual possui intervalos entre as doses. Já as doses
podem fazer parte de um modelo básico de aplicação ou
podem ser de reforço. Doses de reforço normalmente
acontecem após a realização do modelo básico. Dependendo
da idade, a vacinação precisa levar em consideração a
situação vacinal(DSV). Se as doses estiverem completas não é
necessário realizar a vacinação.</p>
      <p>As vacinas podem conter, em sua composição: bactérias,
vírus mortos ou ativos. Podem ser classificadas como
Atenuada, Recombinante, Inativada ou Conjugada.</p>
      <p>As vacinas possuem uma via de administração podendo ser
intramuscular(IM), Oral(VO) e Intradérmica(ID).</p>
      <p>Conceito que representa as doenças prevenidas com as
vacinas.
uma pessoa pode ser do sexo feminino (mulher) ou masculino
(homem). Uma pessoa pode ser criança, adolescente, adulto
ou idoso. Além de considerar a idade no ato da vacinação,
outros aspectos são considerados, como por exemplo: se a
pessoa é gestante, tem alguma alergia ou se é lactante.</p>
      <p>Tipo anti-rígido para especificar uma faixa etária na qual
acontece a vacinação conforme o calendário vacinal nacional.</p>
      <p>Tipo anti-rígido para especificar uma faixa etária na qual
acontece a vacinação conforme o calendário vacinal nacional.</p>
      <p>Tipo anti-rígido para especificar uma faixa etária na qual
acontece a vacinação conforme o calendário vacinal nacional.</p>
      <p>Tipo anti-rígido para especificar uma faixa etária na qual
acontece a vacinação conforme o calendário vacinal nacional.</p>
      <p>A IMUNO-ONTO foi modelada de forma que outras vacinas também possam ser inseridas,
como a vacina para a Covid-19. Para esta, ainda vem sendo realizados estudos acerca da idade
segura para a sua aplicação, o tempo de persistência de memória imunológica, o número de doses
no esquema vacinal, entre outros fatores, como no casos de gestantes, lactantes e puérperas[20].
Para trabalhos futuros, planeja-se utilizar a ferramenta Protegé para implementar a ontologia.
Assim, será possível inserir os axiomas da ontologia e realizar testes de inferência sobre vacinas.
matics 20 (2019) 1–10.
[17] A. Bandrowski, R. Brinkman, M. Brochhausen, M. H. Brush, B. Bug, M. C. Chibucos,
K. Clancy, M. Courtot, D. Derom, M. Dumontier, et al., The ontology for biomedical
investigations, PloS one 11 (2016).
[18] M. Musen, L. Cowell, B. Smith, Y. He, T. Whetzel, T. Todd, Vo: vaccine ontology, in: The
1st International Conference on Biomedical Ontology (ICBO-2009): July, 2009, pp. 24–26.
[19] F. M. Mendonça, L. P. de Castro, J. F. de Souza, M. B. Almeida, E. R. Felipe2, Onto4alleditor:
um editor web gráfico de ontologias direcionado a diferentes tipos de desenvolvedores de
ontologias, Engineering Ontologies &amp; Ontologies for Engineering (2020).
[20] C. M. A. S. Domingues, Desafios para a realização da campanha de vacinação contra a
covid-19 no brasil, Cadernos de Saúde Pública 37 (2021).</p>
    </sec>
  </body>
  <back>
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          . 24927/rce2020.
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