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        <journal-title>W. G. Lima);</journal-title>
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        <article-title>Iniciativas não governamentais de STEM e STEAM na educação básica brasileira: um olhar para as discussões de gênero</article-title>
      </title-group>
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        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Waleska G. de Lima</string-name>
          <email>waleska.fisica@gmail.com</email>
          <xref ref-type="aff" rid="aff0">0</xref>
          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Cristiano Maciel</string-name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>Ana Lara Casagrande</string-name>
          <email>analaracg@gmail.com</email>
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        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <string-name>e Giseli D. Maciano</string-name>
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          <xref ref-type="aff" rid="aff1">1</xref>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="editor">
          <string-name>Gender equity, STEM/STEAM, Brazilian Basic Education</string-name>
        </contrib>
        <aff id="aff0">
          <label>0</label>
          <institution>Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, Rua Eng. Edgar Prado Arze</institution>
          ,
          <addr-line>2015, Cuiabá, Mato Grosso</addr-line>
          ,
          <country country="BR">Brasil</country>
        </aff>
        <aff id="aff1">
          <label>1</label>
          <institution>Universidade Federal de Mato Grosso</institution>
          ,
          <addr-line>Av. Fernando Correa da Costa, 2367, Cuiabá, Mato Grosso</addr-line>
          ,
          <country country="BR">Brasil</country>
        </aff>
      </contrib-group>
      <pub-date>
        <year>2025</year>
      </pub-date>
      <volume>000</volume>
      <fpage>0</fpage>
      <lpage>0002</lpage>
      <abstract>
        <p>This study presents non-governmental initiatives to promote STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematical) and STEAM (with the addition of Art) areas within the scope of basic education in Brazil. Of a qualitative nature with exploratory objectives, the research used gray literature to identify the main initiatives circulating on digital networks and to locate the gender debate. The results indicate that the initiatives aim to improve the quality of education, working in partnerships, through funding notices in the areas of teacher training, projects and gender. Thus, a movement of Non-Governmental Organizations (NGOs) around innovative educational practices in the scientific, technological and humanities areas is identified. Este estudo apresenta iniciativas não governamentais de fomento às áreas STEM (Science, Technology, Engineering e Mathematical) e STEAM (acrescido da Arte), no âmbito da educação básica no Brasil. De natureza qualitativa com objetivos exploratórios, a pesquisa se utilizou da literatura cinzenta para levantar as principais iniciativas que circulam pelas redes digitais e localizar o debate de gênero. Os resultados sinalizam que as iniciativas possuem como objetivo a melhoria da qualidade do ensino, atuando em parcerias, por meio de editais de fomento nos eixos de formação docente, projetos e gênero. Identifica-se, assim, um movimento das Organizações Não Governamentais (ONGs) em torno de práticas educativas inovadoras nas áreas científicas, tecnológicas e das humanidades. Equidade de gênero, STEM/STEAM, Educação Básica brasileira O movimento STEM (acrônimo para Science, Technology, Engineering e Mathematical) surge na década de 1990 nos Estados Unidos pela National Science Foundation (NSF) - agência federal do governo norte-americano, criada pelo Congresso em 1950 para apoiar a pesquisa e a educação -, com vistas a fortalecer o conhecimento nessas áreas e qualificar profissionais [1]. A repercussão internacional é motivada pela crescente relação entre os meios de inovação e o desenvolvimento das tecnologias na “Era da Informação”, que se estabelece no vínculo entre concentração de conhecimentos científicos/tecnológicos, instituições, empresas e mão-de-obra qualificada [2]. Nesse sentido, a demanda por qualificação profissional voltada a campos tecnológicos conduz iniciativas no setor educacional a exemplo da Campanha Educar para Inovar (Educate to Innovate) que impulsionou a Educação STEM (STEM Education) nos Estados Unidos com papel importante no levantamento de prioridades globais para a educação: alfabetização STEM; melhoria da qualidade do</p>
      </abstract>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <sec id="sec-1">
      <title>-</title>
      <p>Resumo
Palavras-chave</p>
    </sec>
    <sec id="sec-2">
      <title>1. Introdução</title>
      <p>
        [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref1">1</xref>
        ]
ensino de matemática e ciências; e expansão do STEM Education, em especial aos grupos
sub-representados, como das mulheres [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref3">3</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        No contexto mundial, tais prioridades se relacionam com a identificação de habilidades,
estruturação e desenvolvimento de currículos mais integrados no processo de ensino-aprendizagem
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
        ]. A integração de conhecimentos das áreas STEM exige domínios próprios de cada disciplina e
envolvimento de outras áreas do conhecimento, representadas pela inserção das Artes, tornando a
sigla STEAM uma abordagem mais ampla e abrangente, podendo representar grupos educacionais,
programas, iniciativas ou práticas na educação escolar em prol do fortalecimento das áreas STEM
[
        <xref ref-type="bibr" rid="ref5">5</xref>
        ].
      </p>
      <p>
        A disseminação do STEM oportunizou mundialmente a produção de diversas pesquisas que ao
evidenciar tais carreiras, permitiram a identificação de questões de diversidade no setor, ressaltando
as lacunas de gênero nas áreas de exatas e tecnologias, problematizando causas e situando desafios a
serem enfrentados [
        <xref ref-type="bibr" rid="ref6 ref7 ref8 ref9">6, 7, 8, 9, 10, 11</xref>
        ]. São pesquisas que auxiliam a identificar “causas e medir as
consequências da iniquidade de gênero em diferentes regiões do mundo e setores da sociedade” [12],
propiciando iniciativas e estratégias na elaboração e implementação de ações mais eficazes para
fomentar a equidade de gênero nas respectivas áreas.
      </p>
      <p>No Brasil, o campo educacional tem apresentado crescimento nas iniciativas envolvendo STEM e
STEAM na educação básica, por meio de eventos acadêmicos, reformas educacionais no âmbito
governamental [13, 14] e projetos financiados por Organizações não Governamentais (ONGs) que
representam a sociedade civil, declaradas sem fins lucrativos [15, 16]. Para exemplificar, no campo
da Computação, uma iniciativa que visa promover maior equidade de gênero em ciências e
tecnologias há mais de 15 anos é o Programa Meninas Digitais chancelado pela Sociedade Brasileira
de Computação (SBC), que abrange diversos projetos e ações dedicadas a impulsionar a participação
de meninas e mulheres em STEM [24, 25].</p>
      <p>A partir dessa problemática, este estudo de natureza qualitativa e objetivo exploratório busca
identificar iniciativas não governamentais de STEM e STEAM para a educação básica brasileira, com
olhar para a diversidade de gênero. Para tanto, este estudo se organiza nas seguintes seções:
principais caminhos do STEM/STEAM no país, percurso metodológico, apresentação e análise dos
resultados, considerações finais e referências.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-3">
      <title>2. Iniciativas STEM e STEAM na educação básica</title>
      <p>Antes de explorar as iniciativas não governamentais cabe destacar que o percurso da sigla - STEM
e/ou STEAM - que apresenta relevância mundial e se expande com o movimento de importação de
políticas e práticas educativas com intervenções das organizações supranacionais [22], no Brasil se
ramifica por três caminhos.</p>
      <p>O primeiro refere-se às iniciativas públicas ou governamentais que estão representadas
institucionalmente por orientações nos documentos curriculares, em especial os elaborados no
contexto das reformas educacionais, como ocorrido com o Ensino Médio ao implantar na etapa final
da educação básica aprofundamento curricular por meio de itinerários formativos nas áreas do
conhecimento [13, 26], bem como na produção de livros didáticos, instituído pelo Programa
Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) [27]. Na Educação Superior, há iniciativas na
pesquisa e extensão universitária que irradiam para a educação básica, a exemplo de cursos de
pós-graduação para formação de docentes nas áreas STEM [18] e, de modo mais amplo, o Programa
Meninas Digitais, uma rede catalisadora de iniciativas que atua na divulgação da área de
Computação e suas tecnologias, visando despertar o interesse de meninas ainda na Educação Básica
[16].</p>
      <p>No segundo caminho, estão as iniciativas privadas, representadas por redes de escolas que
aderem ao novo modelo de ensinar, como o Sistema S, com as unidades escolares do Serviço Social
da Indústria (SESI) que desde o ano de 2014 inseriram a abordagem STEAM no currículo e o sistema
Pearson de ensino de língua estrangeira, que estruturou um programa bilíngue por meio de projetos
STEAM desde o ano de 2016 [19]. Outro nicho, são as startups de tecnologias voltadas para o setor
educacional que criam produtos STEAM como soluções educacionais envolvendo robótica,
impressoras 3D e espaços maker; ampliando o mercado privado com produtos e serviços [20].
Percebe-se o foco na inovação pedagógica, sem discussão ou iniciativas específicas de gênero nas
áreas STEM.</p>
      <p>E no terceiro, as iniciativas não governamentais, compostas por organizações declaradas sem fins
lucrativos e sem vínculo direto com a oferta da educação básica, ou seja, não são responsáveis por
matrículas de estudantes. Em geral, as iniciativas das ONGs são produzidas via parcerias (instituídas
por meio de acordos técnicos, consultorias ou via adesão a programas federais), tendo como público
profissionais docentes e estudantes das redes públicas e privadas, por meio de editais de fomento a
cursos, concursos, mostras científicas e formação continuada [20].</p>
    </sec>
    <sec id="sec-4">
      <title>3. Percurso metodológico</title>
      <p>Com objetivo de propiciar visão geral, este estudo exploratório [21] busca identificar quais
iniciativas não governamentais fomentam STEM/STEAM na educação básica no país; como
fomentam e se essas iniciativas sinalizam uma perspectiva de gênero.</p>
      <p>Em virtude dos caminhos observados, optou-se pela busca na literatura cinzenta, uma vez que os
periódicos científicos, em geral, não alcançam ações que envolvem projetos e editais de modo
sistemático. O conceito ampliado da literatura cinzenta inclui documentos não convencionais,
quando há dificuldade na coleta, armazenamento e recuperação; representados por relatórios, atas
de reuniões, preprints, publicações oficiais, teses e dissertações, entre outros [23].</p>
      <p>Neste estudo o levantamento foi realizado em plataformas digitais, a partir dos descritores:
“STEM”, “STEAM”, “Edital STEM”, “Edital STEAM”, em busca no Google, Instagram e Facebook, no
período de maio a dezembro de 2023, atualizada em março de 2025. Os resultados direcionaram a
sites/páginas das iniciativas (links podem ser consultados na próxima seção), nos quais foi possível
obter documentos que, em sua maioria, correspondem a editais, como sinalizado por Pugliesi [20].</p>
      <p>Como critério de inclusão foram consideradas as iniciativas vinculadas a estudantes e/ou
professores da educação básica, apenas de organizações não governamentais (entidades, fundações e
institutos), com base nos descritores previamente citados. Como critério de exclusão, descartou-se
iniciativas que envolvessem, exclusivamente, o ensino superior.</p>
      <p>Na análise, observou-se a concentração das propostas por ano, os formatos de divulgação e como
são utilizados para disseminar a ideia de STEM ou STEAM no país, em especial, se o tema gênero
estava no radar das iniciativas.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-5">
      <title>4. Apresentação e análise dos resultados</title>
      <p>O levantamento nas plataformas digitais culminou em onze iniciativas não governamentais sobre
STEM e STEAM, identificadas de A1 a A11 como apresentadas na Tabela 1, considerando o ano de
criação ou publicação da iniciativa.</p>
      <sec id="sec-5-1">
        <title>Tabela 1</title>
        <p>Levantamento de iniciativas não governamentais de STEM e STEAM para a educação básica
brasileira
ID
A1
A2
A3
A4
A5
A6
A7
A8
A9
A10
A11</p>
        <p>Ano
2018
2020
2021
2021
2022
2022
2022
2022
2022
2023
2024</p>
        <sec id="sec-5-1-1">
          <title>Descrição</title>
          <p>Programa TechCamp Brasil</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-2">
          <title>Programa STEM Brasil</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-3">
          <title>Garotas STEAM: formando futuras cientistas</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-4">
          <title>Feira STEM Brasil</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-5">
          <title>Prêmio Liga STEAM</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-6">
          <title>Comunidade de Educadores Liga STEAM</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-7">
          <title>Projeto Ela-STEM</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-8">
          <title>Programa Jovens Mulheres nas STEAM</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-9">
          <title>Pesquisa para Elas - STEM para minas</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-10">
          <title>Espaço STEAM na Escola: São Paulo</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-1-11">
          <title>Encontro Nacional de Educação STEAM</title>
          <p>Quanto à concentração das propostas mapeadas, a maioria são iniciativas criadas recentemente, com
início no ano de 2022, como ilustrado pela Figura 1.</p>
          <p>Figura 1. Quantidade de iniciativas em STEM e STEAM por ano de criação/publicação.</p>
          <p>Observa-se, da Figura 1, que a primeira iniciativa mapeada tem início no ano de 2018, período
que se alinha com o início da reforma do Ensino Médio, instituída no ano de 2017 por meio da Lei
Federal nº 13.415 [26]. Esse marco legal estabelece a estrutura de itinerários formativos no currículo
do Ensino Médio, passando a incorporar uma base nacional comum curricular por área de
conhecimento, o que amplia a demanda das redes de ensino pela integração e inovação curricular
nas práticas pedagógicas [28]. O pico de iniciativas no ano de 2022, reforça o alinhamento com a
reforma educacional direcionada para o Ensino Médio, considerando a obrigatoriedade das redes em
instituir as mudanças no prazo de cinco anos [26]. Para além do propósito de inovar as práticas
pedagógicas, um argumento para adesão das redes de educação básica à formação ou projetos
STEM/STEAM, encontra-se no fomento de ações para mitigar riscos de viés de gênero [17] em
matrículas de itinerários das áreas de Ciências da Natureza e da Matemática, reconhecidas como as
áreas STEM na educação básica.</p>
          <p>Para além do ano, nas Tabelas 2 e 3, é possível observar outros dados coletados das iniciativas,
tais como, o período de vigência da iniciativa, os responsáveis, objetivos e acesso aos endereços
eletrônicos.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-5-2">
        <title>Tabela 2</title>
        <p>Levantamento de iniciativas não governamentais de STEM e STEAM para a educação básica
brasileira: 2018 a 2021</p>
        <sec id="sec-5-2-1">
          <title>ID1 Documento</title>
          <p>Período
A1
aFppuinranertdnceeagdrçriizaãaaoagcTBoecommoryamsovaiutilaEr.ntdiduduoaacldBaSenrTaddEsoeiM,l, téceonnCniscaiíapnvsaeolcipnidtúooabvrclapiudcrrooor,rífacbeussaslspooearaSredaTsoEedelMoemv. ar</p>
          <p>Parceria entre o British Oferecer formação e apoio a
Council/Reino Unido, projetos para inclusão de</p>
          <p>Museu do Amanhã e garotas da educação básica nas
Fundação Carlos Chagas. áreas STEM.</p>
          <p>Iniciativa da Educando, em Promover e incentivar projetos</p>
          <p>parceria com: Boeing, escolares que envolvam</p>
          <p>Fundação Toyota e Evoltz. soluções de problemas.</p>
          <p>A iniciativa mais antiga é do ano de 2018, o Programa TechCamp Brasil (A1), com 5 edições, que
além das formações realizadas, financiou projetos estaduais e formou uma rede de profissionais de
escolas públicas. Não houve edição do TechCamp no ano de 2023, e no ano de 2024 foi publicado um
novo edital que amplia a iniciativa, o Encontro Nacional de Educação STEAM, que propõe a formação
de uma rede de comunicação para troca de experiências e disponibiliza plataforma para planejar,
elaborar, implementar e avaliar estratégias e ações voltadas à aprendizagem ativa de STEAM. Vale
destacar o apoio de uma instituição governamental, o Conselho Nacional dos Secretários de Educação
(Consed), nessa nova etapa e a amplitude da formação com a estrutura de bolsas, certificação e
instrumentos de acompanhamento.</p>
          <p>Na Tabela 3, apresenta-se as outras sete iniciativas, que circulam STEM/STEAM no período de
2022 a 2024, destacando o ano de 2022 com mais ocorrência de iniciativas.
1As iniciativas podem ser acessadas nos links disponíveis, com acessos realizados em 25 maio de 2025.</p>
          <p>A1 - https://steamtechcampbrasil.febrace.org.br/; A2 - https://www.britishcouncil.org.br/mulheres-na-ciencia/garotas-stem;
A3 -https://feira2024.stembrasil.org/; A4 - https://www.fundacaotoyotadobrasil.org.br/projetos/stem-brasil/</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-5-3">
        <title>Tabela 3</title>
        <p>Levantamento de iniciativas não governamentais de STEM e STEAM para a educação básica
brasileira: 2022 a 2024.</p>
        <sec id="sec-5-3-1">
          <title>Documento Período</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-2">
          <title>Responsáveis</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-3">
          <title>Edital 2022-2024</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-4">
          <title>Edital 2022-2024</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-5">
          <title>Edital 2022</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-6">
          <title>Edital</title>
          <p>2022-2024
2As iniciativas podem ser acessadas nos links disponíveis, com acessos realizados em 25 maio de 2025.</p>
          <p>A5 - https://ligasteam.com.br/; A6 - https://ligasteam.com.br/; A7 - https://www.stemparaminas.com/;
A8 - https://steamsaopaulo.febrace.org.br/espacosteam/; A9 - https://www.stemparaminas.com/ ; A10
https://fundacaotoyotadobrasil.org.br/projetos/programa-jovens-mulheres-nas-steam/; A11 -- https://encontrosteam.febrace.org.br/v2024/</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-7">
          <title>Fundação ArcelorMittal em parceria com a Tríade Educacional e Fundação Banco do Brasil.</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-8">
          <title>Fundação Arcelormittal e Fundação Banco do Brasil em parceria com a Tríade Educacional e AVSI Brasil.</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-9">
          <title>Instituto Respeito,</title>
          <p>Equidade, Diversidade e
Inclusão. Parceria com a
Universidade Estadual</p>
          <p>Paulista (UNESP) e
Universidade Tecnológica
Federal do Paraná</p>
          <p>(UTFPR).</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-10">
          <title>Centro Integrado de</title>
          <p>Estudos e Programas de</p>
          <p>Desenvolvimento
Sustentável (CIEDS) e</p>
          <p>Fundação Toyota.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-11">
          <title>ElaSTEMpoder e STEM para Minas</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-12">
          <title>Fundação Internacional</title>
          <p>Siemens Stiftung,
realização do Laboratório
de Sistemas Integráveis
Tecnológico LSI-TEC, com
apoio da USP/ FEBRACE.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-13">
          <title>Formar docentes e fomentar projetos STEAM com temas relevantes à sociedade, a exemplo da</title>
          <p>Sustentabilidade.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-14">
          <title>Formar professores da</title>
          <p>educação básica, para
disseminar estudos,
pesquisas e construção de
propostas inovadores em</p>
          <p>STEAM.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-15">
          <title>Realizar mentoria para</title>
          <p>alunas do 9º ano do Ensino
Fundamental ao ensino
médio da rede pública,
visando oportunizar acesso
às áreas STEM.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-16">
          <title>Formação para estudantes</title>
          <p>da rede municipal do Ceará,
com exposição, rodas de
conversa, palestras e jogos
didáticos e interativos.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-17">
          <title>Realizar mentoria de</title>
          <p>pesquisa para estudantes do
ensino médio, fomentando
participação de jovens
mulheres na pesquisa.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-18">
          <title>Investimento STEAM em</title>
          <p>escolas, incentivar
protagonismo do estudante,
formação de professores
com foco em projetos</p>
          <p>STEAM.
A11</p>
          <p>Documento
Período</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-19">
          <title>Responsáveis</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-20">
          <title>Edital 2024</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-21">
          <title>Laboratório de Sistemas</title>
          <p>Integráveis Tecnológico
(LSI-TEC), com o
patrocínio da Embaixada
dos EUA no Brasil.</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-3-22">
          <title>Formação docente para</title>
          <p>identificar, valorizar e
apoiar projetos voltadas à</p>
          <p>aprendizagem ativa de
STEAM, nas redes públicas
de educação básica.</p>
          <p>Embora recentes, é possível observar que seis das onze iniciativas apresentam continuidade, com
no mínimo 3 edições: A2 - Programa STEM Brasil (2020 a 2023), A4 - Feira STEM Brasil (2021-2024),
A5 - Prêmio Liga STEAM (2022-2024), A6 - Comunidade de Educadores da Liga STEAM (2022-2024),
A7 - Projeto Ela-STEM (2022-2024) e A9 - Pesquisa para Elas: STEM para Minas (2022-2024).</p>
          <p>Outro destaque, obtido do levantamento, refere-se às parcerias de ONGs com vínculo
internacional, como o Programa TechCamp Brasil (A1) e o Encontro Nacional de Educação STEAM
(A11) que representam parceria com os Estados Unidos por meio da embaixada americana no Brasil, a
iniciativa Garotas STEAM: formando futuras cientistas (A3) que representa parceria com o Reino
Unido e o projeto Espaço STEAM na Escola: São Paulo (A10) com parceria da Alemanha por meio da
fundação Siemens.</p>
          <p>São quatro das onze iniciativas, que por meio das parcerias, aportam recursos financeiros e
garantem espaços de formação para disseminação dos objetivos alinhados mundialmente,
reafirmando o aumento nas últimas décadas da globalização das políticas e práticas educativas [22].
Com menor ênfase, destaca-se as parcerias estabelecidas entre as ONGs e entidades públicas de
educação superior do país, como o Projeto Ela-STEM (A7), criado por uma organização de educadores
que tem apoio da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade Tecnológica Federal do
Paraná (UTFPR); e o próprio Programa TechCamp Brasil (A1) realização pelo Laboratório de Sistemas
Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) da Universidade de São Paulo (USP).</p>
          <p>Em comum, as iniciativas se difundem pelos estados brasileiros, com exceção do Programa STEM
Brasil (A2), que atendeu apenas os estados do Amazonas e Bahia, mas faz parte de uma Comunidade
de Aprendizagem Virtual de mesmo nome: o STEM Brasil com alcance nacional, em 23 estados, com
mais de 1.500 escolas, chegando a mais de 830.000 pessoas atendidas. Quanto ao alcance das
iniciativas, a Tabela 4 apresenta alguns números.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-5-4">
        <title>Tabela 4</title>
        <p>Quanto ao alcance das iniciativas não governamentais de STEM e STEAM</p>
        <sec id="sec-5-4-1">
          <title>Identificação A1 A3 A5</title>
          <p>A6
A2
Quant.
Estados
27
16
Mais de
10
27
2</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-2">
          <title>Quant. Escolas * *</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-3">
          <title>Mais de 20 * 35</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-4">
          <title>Quant. professores 39.271</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-5">
          <title>Mais de 70 Mais de 1.000 200 368</title>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-6">
          <title>Quant.</title>
          <p>estudantes
142.69
Mais de</p>
          <p>4.600
Mais de
1.000</p>
          <p>*
21.435</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-4-7">
          <title>Quant.</title>
          <p>meninas</p>
          <p>*
Mais de
4.450
*</p>
          <p>Não foram localizados dados de alcance sobre as iniciativas Feira STEM Brasil (A4) e Espaço
STEAM na Escola: São Paulo (A10). O Projeto Ela-STEM (A7) indica, no relatório do ano de 20223,
mentoria a 18 estudantes; a iniciativa Pesquisa para Elas - STEM para Minas (A9) anuncia apenas o
alcance a mais de 550 pessoas e o Programa Jovens Mulheres nas STEAM (A8) informa o atendimento
3 Relatório acessado em 17 mar 2025 no link: &lt;https://drive.google.com/file/d/1qGAELu42hpQvJ2oK-rLiZwwWD5CqdZLp/view&gt;
a 50 estudantes do Estado do Amazonas. Já a iniciativa Encontro Nacional de Educação STEAM (A11)
encontrava-se em andamento, não sendo possível identificar o alcance.</p>
          <p>No geral, o levantamento confirmou que as iniciativas são formalizadas por documentos
produzidos pelas parcerias, em sua maioria no formato de editais, regulamentos ou chamadas de
trabalho, com objetivo de divulgar os critérios da ação e promover a seleção do público de interesse.
Observando os objetivos propostos por cada iniciativa, destacam-se: fomento à formação docente;
fomento a projetos e fomento a gênero, como ilustrado na Tabela 5.</p>
        </sec>
      </sec>
      <sec id="sec-5-5">
        <title>Tabela 5</title>
        <p>Principais iniciativas não governamentais de STEM e STEAM por eixos de fomento.</p>
        <p>Formação docente</p>
        <p>A1
A2
A3
A5
A6
A10</p>
        <sec id="sec-5-5-1">
          <title>Fomento a projetos A1 A3 A4</title>
          <p>A5
A6
A8
A10</p>
        </sec>
        <sec id="sec-5-5-2">
          <title>Fomento a gênero A3 A7 A8</title>
          <p>A9</p>
          <p>Das seis iniciativas que propõe disseminar o STEAM pela oferta de formação para docentes, cinco
delas, também fomentam o desenvolvimento de projetos inovadores com os estudantes, como uma
atividade prática da formação. São elas: Programa TechCamp Brasil (A1), Garotas STEAM: formando
futuras cientistas (A3), Prêmio Liga STEAM (A5), Comunidade de Educadores Liga STEAM (A6) e
Espaço STEAM na Escola: São Paulo (A10). Das quatro iniciativas que fomentam ações de gênero,
duas delas atuam no eixo de projetos, sendo o Garotas STEAM: formando futuras cientistas (A3) e o
Programa Jovens Mulheres nas STEAM (A8).</p>
          <p>
            Observa-se, assim, que a maioria das iniciativas está no eixo de fomento a projetos, não isoladas,
mas indicando o interesse das ONGs em ampliar práticas STEM e STEAM nas escolas, com propósito
de desenvolver habilidades de aprendizagem dos estudantes em diálogo com as áreas científicas e
tecnológicas. Compreende-se dessa análise que o fomento a projetos viabilizados por financiamento e
formação em STEM/STEAM potencializam a entrada do tema nas salas de aula e mobilizam
habilidades do século XXI necessárias à formação dos jovens, a exemplo dos 4C’s - criatividade,
criticidade, comunicação e colaboração [
            <xref ref-type="bibr" rid="ref4">4</xref>
            ].
          </p>
          <p>Essa perspectiva amplia o campo de discussão do STEM/STEAM na educação, para além da
representação de áreas profissionais, ou seja, o levantamento em tela permite identificar o movimento
das ONGs em torno de práticas educativas inovadoras nas áreas das exatas e das humanidades
presentes na discussão do papel das mulheres nessas áreas desde a educação básica.</p>
        </sec>
      </sec>
    </sec>
    <sec id="sec-6">
      <title>4.1. Iniciativas não governamentais STEM e STEAM na perspectiva de gênero</title>
      <p>No eixo de fomento às discussões de gênero, as quatro iniciativas mapeadas (A3, A7, A8 e A9) tratam
diretamente do debate das desigualdades de gênero nas áreas STEM, sinalizando que as ONGs estão
direcionando recursos visando estimular meninas desde cedo a terem contato com as áreas STEM.
Observa-se, como ponto fundamental desta análise, o fato do Brasil no período de 2017 a 2022
encontrar-se com a reforma educacional em andamento, financiada pelo Banco Mundial por meio de
acordo de empréstimo e o estabelecimento do Programa de Resultados (PfoR) para alcance dos
objetivos, dentre eles, elevar a qualidade da educação pelo viés da ampliação da jornada escolar e da
flexibilização curricular [29].</p>
      <p>Os critérios do PfoR contam com análise de efeito socioambiental, referente à capacidade de
assegurar benefícios ambientais e sociais com a implementação do Programa, resguardando possíveis
riscos como a de desigualdades, ou seja, um dos indicadores é a equidade de gênero. A estratégia é
engajar e empoderar meninas nas áreas STEM, considerando que são os meninos que escolhem
itinerários de Ciências da Natureza e Matemática. Lima, Maciel e Casagrande, ao analisar os
documentos deste programa, afirmam que há direcionamento para o aumento de matrículas das
meninas nos Itinerários Formativos STEM [30].</p>
      <p>Com base nesse argumento, pode-se observar que outras iniciativas que não possuíam foco no
gênero, passam a ter, de forma indireta, menção a gênero em STEM: a Feira STEM Brasil (A4)4, no
edital do ano de 2024, acrescentou enquanto modalidades de destaque a categoria Meninas na Ciência
para premiar projetos destaques realizados por grupos de estudantes compostos integralmente por
meninas. Um critério novo para uma iniciativa com quatro anos divulgando e premiando projetos
escolares de redes públicas e privadas. Já no âmbito da iniciativa Liga STEAM (A5)5 localizou-se dois
projetos, o STEAM Girls que no ano de 2024 desenvolveu a expedição e documentário "Meninas
Curiosas, Mulheres de Futuro - Força Meninas" patrocinado pela Fundação ArcelorMittal e o Jornada
STEAM que abriu edital no ano de 2024 para formar 80 jovens de escolas públicas em dois municípios,
para o mercado de trabalho.</p>
      <p>Como mencionado, duas das iniciativas com foco em gênero agregam ações de fomento a projetos
com estudantes da educação básica, mas, apenas o Garotas STEAM (A3) apresenta proposta de
desenvolvimento que une formação docente e fomento a projeto com temática direcionada para
mulheres. As demais iniciativas envolvem mentorias e outros tipos de atividades pontuais (palestras,
rodas de conversa, oficinas) com estudantes da educação básica, sem vínculo com a formação docente.</p>
      <p>Outrossim, vale destacar que duas iniciativas possuem interseção de gênero com outras
identidades sociais como de raça e orientação sexual, sendo elas: o Programa Jovens Mulheres nas
STEAM (A8) que têm como foco estudantes cis e trans; e o Projeto Ela-STEM (A7) que prioriza
estudantes pretas, pardas e indígenas. Com menor alcance estão as iniciativas que atuam diretamente
com estudantes, oferecendo mentoria ofertada por profissionais do ensino superior e das instituições,
em ações externas às escolas.</p>
      <p>Destarte, a perspectiva de gênero nas áreas STEM/STEAM estão se tornando um tema de relevo
das ONGs e parcerias externas às ações governamentais, que configuram em diferentes maneiras de
apoiar as redes estaduais em difundir reformas que são globais, como a igualdade de gênero, tema
presente na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-7">
      <title>5. Considerações finais</title>
      <p>A melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem, em especial o que ocorre na rede
pública, é um dos principais objetivos apresentados pelas propostas, que utilizam o formato de edital
para atingir o público de interesse, levar adiante os valores do setor privado, sem se vincular a um
projeto específico de governo, apesar das parcerias e do vínculo que essas organizações criam com
docentes e estudantes da educação básica, por meio de certificação, replicação de atividades e
premiação.</p>
      <p>O levantamento mostra que as lacunas de gênero estão no radar das iniciativas, estimulando
estudantes a participarem de ações científicas e tecnológicas. São demandas legítimas, que dialogam
com as desigualdades de gênero em campos profissionais STEM, fruto dos estereótipos, papéis e
expectativas historicamente atribuídas pela sociedade, assim como é legítimo a busca do docente por
formação que contribua para a melhoria da sua prática educativa.
4 Em análise à página da Feira STEM Brasil foi localizado o edital mais recente do ano de 2024 e coletado a informação de premiação de
gênero. Acessado no link: &lt;https://feira2024.stembrasil.org/homepage/edital-3/ &gt; em 15 mar 2025.
5 Em análise à página da Liga STEAM foram localizados os projetos STEAM Girls e a Jornada STEAM, acessados em 17 mar 2025,
respectivamente, nos links: &lt;https://ligasteam.com.br/steam-girls&gt; &lt;https://ligasteam.com.br/jornada-steam &gt;</p>
      <p>Todavia, é preciso questionar os impactos dessas iniciativas no setor educacional formal e como
tais iniciativas estão reverberando na comunidade escolar como um todo, considerando o vínculo
observado com a reforma educacional vigente no país. A inserção da pauta STEM /STEAM nas
escolas, pode contribuir com o compromisso que a educação pública possui com a formação
escolarizável de qualidade social ou influenciar as políticas e práticas educativas com intervenções
pensadas apenas no viés do saber-fazer.</p>
      <p>Desse modo, espera-se que iniciativas sobre inclusão, diversidade e equidade ganhem força no
cenário das políticas públicas, sendo relevante pesquisas que identifiquem e compreendam os reais
parâmetros de qualidade que estão presentes nas iniciativas ofertadas pelas ONGs, concebido no
contexto mercadológico e de interesses internacionais, bem como se as iniciativas de fato impactam
positivamente nas redes de ensino, uma vez que não há dados sobre acompanhamento e avaliação de
tais iniciativas.</p>
      <p>Apontamos como limitações deste estudo a dificuldade em localizar as iniciativas. Não há um
banco de dados específico das ONGs6 e as iniciativas vigentes são ofertadas de forma independente
aos setores formais da educação. No entanto, pretende-se acompanhar as iniciativas, ampliando e
cruzando banco de dados, assim como, para outros países, como a América Latina, para conhecer
distintas realidades.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-8">
      <title>6. Declaration on Generative AI</title>
      <p>Declaramos que nenhuma ferramenta de IA Generativa foi utilizada na redação, análise de dados ou
criação de tabelas e gráficos deste artigo.</p>
    </sec>
    <sec id="sec-9">
      <title>7. Agradecimentos</title>
    </sec>
    <sec id="sec-10">
      <title>8. Referências</title>
      <p>A pesquisa contou com o apoio da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC-MT),
do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade
Federal de Mato Grosso (UFMT).
6 Atualmente está em trâmite na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 1398/2024 de autoria de Silvia Waiãpi - PL/AP que propõe
instituir um cadastro nacional para as ONGs.
[10] European Schoolnet. Science, Technology, Engineering and Mathematics: Education Policies in</p>
      <p>Europe. Scientix Observatory report. European Schoolnet, Brussels, 2018.
[11] A. Bello, M. E. Estébanez, Uma equação desequilibrada: aumentar a participação das mulheres
em STEM na América Latina e Caribe. Relatório publicado pela Unesco, 2022.
[12] K. S. F. M. Ribeiro, C. Maciel, S. A. Bim, M. A. Amaral, Gênero e Tecnologias. In: C. Maciel, J.</p>
      <p>Viterbo (Org). Computação e Sociedade: A profissão. Ed. UFMT Digital. Vol 1. Cuiabá. ISBN:
978-65-5588-046-5, p. 121, 2020.
[13] W. G. Lima, C. Maciel, A. L. Casagrande, L. C. C. Salgado, Novo Ensino Médio e STEAM:
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[20] G. O. Pugliese, Um panorama do STEAM education como tendência global. In: L. Bacich, L.</p>
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[23] D. A. Población, Literatura cinzenta ou não convencional: um desafio a ser enfrentado. Ciência
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[24] W. G. Lima, G. D. Maciano, A. F. dos Santos, L. R. R. Pereira, H. C. D. Magalhães, S. B. Sassi, C.</p>
      <p>Maciel, E. P. dos S. Nunes, Por mais Mulheres na Ciência e na Tecnologia: ação formativa com
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[26] Brasil. Presidência da República. Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Disponível em:
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2025.
[27] Ministério da Educação, Guia Digital - PNLD 2021: Projetos integradores e Projeto de Vida.
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&lt;https://www.fnde.gov.br/phocadownload/programas/Livro_Didatico_PNLD/Editais/PNLD_202
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[28] A. F. dos Santos, Novo Ensino Médio e Inovação Pedagógica: desafios para a prática docente.</p>
      <p>Dissertação (Mestrado em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso). Cuiabá. 2023.
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https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewT
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[29] Brasil. Documento de Avaliação do Programa. Relatório nº 121673-BR, 2017. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/novo-ensino-medio/pdfs/copy_of_1.1.2.BrazilPADMECvsportug
us.pdf. Acesso em 27 jul. 2025.
[30] W. G. Lima, C. Maciel, A. L. Casagrande, Mapeando políticas de educação de gênero em áreas
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    </sec>
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